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	<title>Arquivos Clarice Lispector - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Clarice Lispector - Rota Cult</title>
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		<title>&#8216;A Procura De Uma Dignidade&#8217; conjuga o verbo &#8220;esquecer&#8221; num engenho que não se esquece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 15:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Beatriz Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquele Roberto Carlos com gosto de vermute e conhaque de alcatrão que cavalga por toda a noite, por uma estrada colorida, não tem espaço em &#8220;A Procura De Uma Dignidade&#8221;, tampouco o que pede um café para dois ou aquele do cachorro que sorri latindo. Esse Rei, versão anos 1970, é cálido demais para o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Aquele Roberto Carlos com gosto de vermute e conhaque de alcatrão que cavalga por toda a noite, por uma estrada colorida, não tem espaço em &#8220;A Procura De Uma Dignidade&#8221;, tampouco o que pede um café para dois ou aquele do cachorro que sorri latindo. Esse Rei, versão anos 1970, é cálido demais para o espetáculo que Ana Beatriz Nogueira extrai ao prosear com Clarice Lispector (1920-1977), zapeando seu repertório de contos.</p>



<p class="has-text-align-center">O Roberto Carlos que se faz ouvir na encenação é o da década de 1960, que mandava tudo mais para o Inferno. É o Roberto lúdico, <em>teen</em>, da Jovem Guarda, que foi parar no cinema, em 1967, sob a direção de Roberto Farias (1932-2018), e ampliou sua popularidade.</p>



<p class="has-text-align-center">É um Roberto que, ouvido hoje, gera um efeito proustiano e promove sensorialmente a busca de um tempo perdido. Não foi só a década de sessenta que se perdeu, mas seu <em>zeitgeist</em>, suas ideologias revolucionárias, seu 68 que nunca acabou na saudade (e no livro de Zuenir Ventura).     </p>



<p class="has-text-align-center">Esses 1960 passaram por solavancos existencialistas na literatura brasileira, conforme Clarice a usou como calço para a edição e a publicação de suas expressões literárias, de 1961 (com &#8220;A Maçã No Escuro&#8221;) a 1969 (data de &#8220;Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres&#8221;). Nenhuma das ilusões jovem-guardistas cabe ali, mas seu frisson calça as recordações alquebradas da Sra. Xavier, protagonista de &#8220;A Procura De Uma Dignidade&#8221;, com precisão – e inquietação.&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<strong><br></strong>Levado ao palco sob a direção de Gilberto Gawronski, o texto nasce do conto homônimo publicado em &#8220;Onde Estivestes De Noite&#8221; (1974). Na trama, a Sra. Xavier, uma mulher que pretendia assistir a uma palestra, vai parar, por engano, nos corredores subterrâneos do Estádio do Maracanã. Em busca de uma saída, ela mergulha numa jornada interna atrás de sua própria identidade, num Fla x Flu entre &#8220;o ser&#8221; e &#8220;o estar&#8221;.<br><br>Calçado no efeito especial vivo que é Ana Beatriz, o diretor de &#8220;A Procura De Uma Dignidade&#8221;, o polivalente Gilberto Gawronski, contou com Leonardo Netto para adaptar o&nbsp;<em>lispectorante</em>&nbsp;de Clarice alargando sua reflexão sobre a erosão das recordações. Esse tem sido um dos temas mais frutíferos da arte do século XXI.</p>



<p class="has-text-align-center">Esquecer é verbo de ação e de reação no cinema (do &#8220;2046&#8221; de Wong Kar Wai ao &#8220;Como se Fosse A Primeira Vez&#8221;, com Adam Sandler), na literatura (nos romances de Karl Ove Knausgård), nas HQs (&#8220;Old Man Logan&#8221;). No teatro, com a Clarice de Ana Beatriz, o esquecimento é uma metástase. Não é uma saída oportuna para más lembranças, é mal oportunista. É sina.</p>



<p class="has-text-align-center">No palco, a atriz, em seu estado de graça habitual, promove a arqueologia dos (des)saberes de uma pessoa que luta para se lembrar, sob o impacto da perda de si mesmo no maior estádio do país. O design de luz de Adriana Ortiz, somado à trilha sonora de Chico Beltrão, galvaniza o efeito vertiginoso que Gawronski parece buscar.&nbsp;<br><br>No monólogo, quem assina o cenário é Beli Araújo. O figurino é de Antônio Medeiros. Pedro Colombo cuida das projeções, num videografismo que assinala resquícios do que se apaga, gradual e cruelmente. Só não se apaga o fogo de Ana Beatriz a incendiar o diálogo que as artes cênicas travam com a nossa perpétua necessidade de Clarice Lispector.&nbsp;</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2025/09/ana-beatriz-nogueira-apresenta-conto-de-clarice-lispector-em-ipanema/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>Ana Beatriz Nogueira apresenta conto de Clarice Lispector em Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Beatriz Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Beatriz Nogueira encontrou em Clarice Lispector a inspiração para o seu novo espetáculo, &#8220;A procura de uma dignidade&#8221;. Baseado no conto da escritora, a montagem faz temporada na Casa de Cultura Laura Alvim. Com direção de Gilberto Gawronski, &#8220;A procura de uma dignidade&#8221; é o segundo conto de Clarice que Ana Beatriz leva ao palco (o primeiro foi &#8220;Um dia a menos&#8221;). O conto já estava entre os preferidos de Ana [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Ana Beatriz Nogueira encontrou em Clarice Lispector a inspiração para o seu novo espetáculo, &#8220;A procura de uma dignidade&#8221;. Baseado no conto da escritora, a montagem faz temporada na Casa de Cultura Laura Alvim. Com direção de Gilberto Gawronski, &#8220;A procura de uma dignidade&#8221; é o segundo conto de Clarice que Ana Beatriz leva ao palco (o primeiro foi &#8220;Um dia a menos&#8221;).</p>



<p class="has-text-align-center">O conto já estava entre os preferidos de Ana Beatriz Nogueira, mas foi na pandemia que ele ganhou outra dimensão. &#8220;Dirigi a Sandra Pêra numa versão curta deste conto, no palco da minha casa, que se chama Teatro Sem Bolso. Eu já gostava imensamente, maspassei a entendê-lo bem melhor depois dessa experiência&#8221;, conta a atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sou leitora de Clarice desde muito cedo.&nbsp;Tudo o que&nbsp;ela&nbsp;escreveu&nbsp;é muito&nbsp;rico. É uma escritora&nbsp;que brinca com as palavras,&nbsp;para&nbsp;ser sempre lida,&nbsp;relida,&nbsp;montada. Este conto fala de muitas coisas que me tocam profundamente.&nbsp;Fui&nbsp;descobrindo o quanto elas têm a ver comigo à medida em que&nbsp;fui ensaiando, passando o texto, fazendo todo o trabalho de preparação da peça&#8221;, pontua Ana Beatriz.</p>



<p class="has-text-align-center">Originalmente publicado no livro &#8220;Onde Estivestes de Noite?&#8221; (de 1974), &#8220;A&nbsp;procura de uma dignidade&#8221; conta a história da Sra. Xavier, uma mulher que pretendia assistir a um&nbsp;evento,&nbsp;mas vai parar, por engano, nos corredores subterrâneos do Estádio&nbsp;do Maracanã. Em busca de uma porta de saída, ela acaba mergulhando numa jornada interna&nbsp;em busca de sua própria identidade, na qual&nbsp;se confronta com seus mais profundos medos e desejos.&nbsp;Estas&nbsp;mensagens podem ganhar diferentes interpretações na dramaturgia de Clarice, especialmente na performance singular da premiada atriz.</p>



<p class="has-text-align-center"> Para dirigir a montagem, Ana Beatriz Nogueira convidou Gilberto Gawronski. &#8220;É a primeira vez que me debruço sobre uma obra de Clarice Lispector para uma construção cênica, e é também o meu primeiro encontro teatral com Ana Beatriz, com quem já havia trabalhado no cinema e na TV&#8221;, conta o diretor, cenógrafo e ator gaúcho. Gawronski aborda o universo feminino da escritora com um olhar contemporâneo, explorando as muitas camadas da personagem. &#8220;A encenação propõe construir a Sra. Xavier sem apagar a figura da atriz que a representa, tampouco a preciosa escrita de Clarice. A personagem, criada nos anos 1970, é totalmente compatível com a mulher dos dias de hoje&#8221;, pontua o diretor.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Acho que muita gente vai se identificar com a&nbsp;Sra.&nbsp;Xavier, ou pelo menos sair pensando sobre tudo que o conto apresenta&#8221;, avalia Ana Beatriz.&nbsp;Ao longo da narrativa,&nbsp;a personagem de Clarice Lispector e a performance da atriz se descolam. &#8220;Há momentos em que eu emito opiniões,&nbsp;faço comentários,&nbsp;na medida em que as coisas vão acontecendo.&nbsp;Mas é a Sra. Xavier que nos interessa: ela é o carro-chefe, a personagem que busco representar da melhor maneira&nbsp;possível.&nbsp;Nós estamos fazendo&nbsp;um&nbsp;<em>stand&nbsp;</em><em>up</em><em>book,</em>&nbsp;digamos, por que&nbsp;se trata de um conto literário&#8221;, define.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça conta com cenário de Beli Araújo, figurino de Antônio Medeiros, iluminação de Adriana Ortiz e projeções de Pedro Colombo.  A trilha sonora é de Chico Beltrão e a programação visual de Alexandre de Castro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> 12 de setembro a 26 de outubro / De sexta a domingo. / Local: Casa de Cultura Laura Alvim Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema / Classificação etária &#8211; 14 anos. / Ingressos na bilheteria </p>
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		<title>&#8220;Simplesmente Eu, Clarice Lispector&#8221; faz nova temporada no Teatro Fashion Mall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com atuação, direção e adaptação de Beth Goulart, e supervisão de direção de Amir Haddad, o espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, retorna aos palcos após 10 anos. Aliás, agora, o espetáculo chega ao Teatro Fashion Mall. Beth conta, “Simplesmente eu, Clarice Lispector ” é uma ode ao amor, quando vou de encontro ao viés mais presente e importante da obra da [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com atuação, direção e adaptação de Beth Goulart, e supervisão de direção de Amir Haddad, o espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, retorna aos palcos após 10 anos. Aliás, agora, o espetáculo chega ao Teatro Fashion Mall.</p>



<p class="has-text-align-center">Beth conta, “Simplesmente eu, Clarice Lispector ” é uma ode ao amor, quando vou de encontro ao viés mais presente e importante da obra da Clarice na busca por esse sentimento, o mais sublime do ser humano”. Foi a partir de uma identificação profunda com a obra de Clarice Lispector que Beth Goulart trouxe aos palcos o monólogo que conduz o público pelo universo da escritora, revelando facetas de sua personalidade e de seus personagens. “A arte é o vazio que a gente entendeu”, disse Clarice, e Beth busca, no teatro, refletir essa profundidade, trazendo a escritora para o palco com voz, corpo e emoção.  </p>



<p class="has-text-align-center">Extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências e depoimentos de Lispector, assim como fragmentos de suas obras mais emblemáticas, como “Perto do Coração Selvagem”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres”, e os contos “Amor” e “Perdoando Deus”, que se constrói a narrativa de “Simplesmente eu, Clarice Lispector”. Beth entrelaça a autora e as vozes de quatro personagens femininas, Joana, Lori, Ana e mulher sem nome, que representam diferentes momentos da vida e do pensamento de Clarice. A cenografia minimalista e a iluminação, meticulosamente desenhada, criam um espaço onírico, onde a autora e suas personagens dialogam sobre amor, silêncio, solidão e o mistério da existência.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, na montagem de “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, a essência da literatura de uma das mais importantes escritoras do século XX, dona de uma obra que cruza fronteiras geográficas e de gênero, em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u> </strong>Temporada: de 8 a 31 de agosto de 2025 / <strong>Horários: </strong>sexta e sábado às 20h, domingos às 19h / <strong>Classificação: </strong>12 anos <strong>Ingressos: </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/102761/d/300858/s/2053466" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br</a> / <strong>Classificação: </strong>12 anos</p>
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		<title>&#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221; traz Beth Goulart em estado de graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 12:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Goulart]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perto do coração selvagem que pulsa no peito de cada um de nós, residem a desatenção e a aspereza, sentimentos fabricados pela pressa, pela necessidade de sobrevivência e por todas as sazonais acomodações que servem de satélite ao verbo &#8220;viver&#8221;, vocábulo pontiagudo que Clarice Lispector (1920-1977) virou do avesso em sua escrita repleta de autogeografias. De Tchetchelnik [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Perto do coração selvagem que pulsa no peito de cada um de nós, residem a desatenção e a aspereza, sentimentos fabricados pela pressa, pela necessidade de sobrevivência e por todas as sazonais acomodações que servem de satélite ao verbo &#8220;viver&#8221;, vocábulo pontiagudo que Clarice Lispector (1920-1977) virou do avesso em sua escrita repleta de autogeografias. De Tchetchelnik &#8211; a aldeia da Ucrânia onde nasceu &#8211; ao Recife (PE) &#8211; para onde sua família imigrou, abrasileirando seus nomes-, além de menções a Copacabana, o mapa-múndi de suas andanças deixa rastros em sua escavação do desamparo. Seu repertório literário, certamente, comporta um garimpo sinestésico que as palavras nem sempre são elásticas o suficiente para conter. Aliás, Contenção é o termo que serve de astrolábio ao espetáculo sobre a autora responsável por marcos da prosa, como &#8220;Água Viva&#8221; (1973). Sua estrela, adaptadora e diretora &#8211; uma Beth Goulart em estado de graça &#8211; põe a teste a extensão que a língua portuguesa e as aeróbicas gestuais das artes cênicas dão à coqueluche existencialista de uma literatura de abismos. </p>



<p class="has-text-align-center">Poucos meses depois do deslumbre&nbsp;<em>pocket&nbsp;</em>&#8220;A Hora de Clarice&#8221;, encenado na Glória com o Duo Bevilacqua Assumpção, sob a direção de Luiz Fernando Carvalho, Goulart retorna ao monólogo de outrora, no qual monta um puzzle com as&nbsp;<em>personas&nbsp;</em>de Lispector. Algumas brotam de seus depoimentos (incluindo o divertido desabafo sobre o sotaque eslavo ao falar &#8220;aurora&#8221;), outras nascem de fragmentos de sua obra. Tem algo de &#8220;Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres&#8221; e engramas dos contos &#8220;Amor&#8221; e &#8220;Perdoando Deus&#8221;. Cada um com seu cada qual oferece à atriz a chance de devassar modos de ser e de estar, numa celebração do feminino. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Sob a supervisão de Amir Haddad, Beth deleita-se com a progressão aritmética e geométrica de gestos construídos em fricção com a direção de movimento de Márcia Rubin. Cada espasmo e cada desabrochar de braços – por vezes na troca do figurino idealizado por Beth Filipecki – é um abraço que abriga a plateia num estudo sobre a solidão, o abandono e os hiatos sem nome que nos transbordam. A iluminação de Maneco Quinderé é a medida sem algarismos desse tal transbordamento, numa explosão apolínea de luz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A trilha sonora original de Alfredo Sertã (numa colcha de Erik Satie, Arvo Pärt e Astor Piazzolla) surpreendentemente embalsama a autópsia em corpo vivo de um querer desobediente. O cenário elegante, assinado pelo ás Ronald Teixeira e por Leobruno Gama, é a jaula que tenta prender esse bicho com raiva de todas as convenções que engessam quase tudo na gente, menos o espírito, que esnoba o imperativo categórico da ordem em prol da desarmonia. É dela, do desarmônico, que brota a literatura, uma arte com a qual Clarice nos protegeu de temporais. É do literário que Goulart extrai o devir cênico de uma biografia que não se atém a fatos, qual fosse um verbete de Wikipedia, preferindo sensações e gemidos, num sonar epistemológico. </p>



<p class="has-text-align-center">A ciência a que Clarice se vincula é a microfísica do assombro. Nos sustos de seus parágrafos, a letra impressa por sua imaginação nos dá um&nbsp;<em>lispectorante&nbsp;</em>que ora nos cura com um choque de realidade, ora causa contraindicações ontológicas. É o preço a se pagar por um idioma como o Português ter um titã do que quilate dela em suas livrarias. É o preço a se pagar por uma atriz da destreza de Goulart desbravar esse oceano na caravela da encenação. &nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2025/02/simplesmente-eu-clarice-lispector-retorna-aos-palcos-apos-10-anos/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>&#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221; retorna aos palcos após 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 14:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com atuação, direção e adaptação de Beth Goulart, e supervisão de direção de Amir Haddad, o espetáculo &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221;, retorna aos palcos após 10 anos. Aliás, agora, o espetáculo chega ao Teatro I Love PRIO, como celebração aos 50 anos de carreira de Beth Goulart. Beth conta, &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector &#8221; é uma ode ao amor, quando vou [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com atuação, direção e adaptação de Beth Goulart, e supervisão de direção de Amir Haddad, o espetáculo &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221;, retorna aos palcos após 10 anos. Aliás, agora, o espetáculo chega ao Teatro I Love PRIO, como celebração aos 50 anos de carreira de Beth Goulart.</p>



<p class="has-text-align-center">Beth conta, &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector &#8221; é uma ode ao amor, quando vou de encontro ao viés mais presente e importante da obra da Clarice na busca por esse sentimento, o mais sublime do ser humano&#8221;. Foi a partir de uma identificação profunda com a obra de Clarice Lispector que Beth Goulart trouxe aos palcos o monólogo que conduz o público pelo universo da escritora, revelando facetas de sua personalidade e de seus personagens. &#8220;A arte é o vazio que a gente entendeu&#8221;, disse Clarice, e Beth busca, no teatro, refletir essa profundidade, trazendo a escritora para o palco com voz, corpo e emoção. </p>



<p class="has-text-align-center">Extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências e depoimentos de Lispector, assim como fragmentos de suas obras mais emblemáticas, como &#8220;Perto do Coração Selvagem&#8221;, &#8220;Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres&#8221;, e os contos &#8220;Amor&#8221; e &#8220;Perdoando Deus&#8221;, que se constrói a narrativa de &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221;. Beth entrelaça a autora e as vozes de quatro personagens femininas, Joana, Lori, Ana e mulher sem nome, que representam diferentes momentos da vida e do pensamento de Clarice. A cenografia minimalista e a iluminação, meticulosamente desenhada, criam um espaço onírico, onde a autora e suas personagens dialogam sobre amor, silêncio, solidão e o mistério da existência.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem conta com um time de renomados parceiros artísticos. Amir Haddad assina a supervisão de direção, desafiando Beth a explorar ainda mais a comunicação com o público. A trilha sonora original de Alfredo Sertã, inspirada em compositores como Erik Satie, Arvo Pärt e Astor Piazzolla, guia a atmosfera sensorial da obra. A iluminação de Maneco Quinderé e a direção de movimento de Márcia Rubin, assim como a preparação vocal conduzida por Rose Gonçalves, adicionam camadas de expressividade à encenação. O cenário, assinado por Ronald Teixeira e Leobruno Gama, evoca um vazio branco, que acolhe e transforma o espaço cênico com a luz e os movimentos da atriz. O figurino de Beth Filipecki reforça a elegância e simplicidade de Clarice e seus personagens. Com visagismo de Westerley Dornellas e uma programação visual elaborada por Carol Vasconcellos.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, na montagem de &#8220;Simplesmente eu, Clarice Lispector&#8221;, a essência da literatura de uma das mais importantes escritoras do século XX, dona de uma obra que cruza fronteiras geográficas e de gênero, em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u> </strong>Temporada: 14 a 30 de março de 2025 | sexta a domingo / <strong>Horários: </strong>Sextas e sábados às 20h, domingos às 19h / <strong>Classificação: </strong>12 anos <strong>Ingressos: </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/102761/d/300858/s/2053466" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br</a> </p>
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		<title>&#8220;Palavras&#8221;, de Clarice Lispector, no Armazém da Utopia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 12:41:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Palavras&#8221; é o novo espetáculo da Companhia Ensaio Aberto, com Tuca Moraes e direção de Luiz Fernando Lobo, que estreia no Armazém da Utopia. Peça traz a literatura como ponto de partida para a pesquisa do teatro narrativo, do teatro épico.  Aqui a parceria entre a atriz Tuca Moraes  e o diretor Luiz Fernando Lobo ganha [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Palavras&#8221; é o novo espetáculo da Companhia Ensaio Aberto, com Tuca Moraes e direção de Luiz Fernando Lobo, que estreia no Armazém da Utopia. Peça traz a literatura como ponto de partida para a pesquisa do teatro narrativo, do teatro épico. </p>



<p class="has-text-align-center">Aqui a parceria entre a atriz Tuca Moraes  e o diretor Luiz Fernando Lobo ganha outra dimensão. A atriz se deixa conduzir pelo pulsar de palavras, de frases, de memórias, de sentimentos, pensamentos, acumulados em camadas uns sobre os outros, como num espiral. Linguagem e sentidos vão se fazendo ali à vista dos espectadores. O encontro com o público torna o espetáculo um experimento único. O diretor faz intervenções de som e luz que provocam a atriz. </p>



<p class="has-text-align-center">Com pouquíssimos objetos, o espaço cênico de J.C.Serroni, luz de César de Ramires, figurino de Beth Filipecki e Renaldo Machado, o experimento terá apenas 40 espectadores por sessão.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;É um enorme desafio se jogar no abismo de Clarice, no abismo do mundo sem nenhuma linha de vida pra te salvar. O experimento é uma enorme desconstrução e uma aposta no encontro com cada espectador. É também levar ao extremo a relação de confiança atriz/diretor. Eu me jogo. Se tiver me afundando sei que o Luiz Fernando Lobo vai intervir. É um jogo de risco. Um jogo de verdade.&#8221;, diz a atriz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Luiz Fernando Lobo lembra que esse é o segundo trabalho solo de Tuca Moraes, dirigido por ele. O primeiro foi Estação Terminal, baseado no diário de Lima Barreto, que estreou em Londres e fez uma longa temporada no Brasil e faz parte do repertório da Ensaio Aberto. &#8220;A Ensaio Aberto tem a tradição de espetáculos com grandes elencos e esses solos são sempre um se atirar no abismo, que nos possibilita muitas descobertas.&#8221; Lobo destaca que &#8220;a Sala Sérgio Britto é uma homenagem a um grande amigo, incentivador e entusiasta da Ensaio Aberto, fundamental na minha carreira. Sérgio foi um grande homem de teatro&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: <strong>Data:</strong> Estreia 25 de janeiro  / <strong>Local: </strong>Armazém da Utopia &#8211; Sala Sérgio Britto <strong>Endereço: </strong>Orla Conde – Armazém 6 – Cais do Porto (em frente ao VLT Utopia Aquário) / <strong>Ingressos: </strong> <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/41608580-9d23-488b-c844-08dd29a17126/http%253a%252f%252fwww.sympla.com.br%252farmazemdautopia/de70e4b9-cce2-46fe-a0f3-633d4e3b7685/contato@rotacult.com.br/True" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.sympla.com.br/armazemdautopia</a> / <strong>Abertura da casa 1h antes do início do espetáculo</strong>. <strong>O Armazém da Utopia tem acessibilidade arquitetônica</strong></p>
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		<title>&#8220;Hora de Clarice&#8221;, com Beth Goulart, no Teatro Adolpho Bloch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 12:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[Hora de Clarice]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cineasta Luiz Fernando Carvalho, que lançou este ano o filme A Paixão Segundo G.H,  fará uma homenagem à Clarice Lispector na peça &#8220;Hora de Clarice&#8221;, onde dirige a atriz Beth Goulart, com participação do Duo Bevilacqua Assunção, formado pela pianista Inês Assumpção e pelo violoncelista Miguel Bevilacqua. Aliás, &#8220;Hora de Clarice&#8221; é a partir [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cineasta Luiz Fernando Carvalho, que lançou este ano o filme <em><a href="https://rotacult.com.br/2024/04/a-paixao-segundo-gh-luiz-fernando-carvalho-lanca-olhar-sobre-clarice-lispector/">A Paixão Segundo G.H,</a></em>  fará uma homenagem à Clarice Lispector na peça &#8220;Hora de Clarice&#8221;, onde dirige a atriz Beth Goulart, com participação do Duo Bevilacqua Assunção, formado pela pianista Inês Assumpção e pelo violoncelista Miguel Bevilacqua. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, &#8220;Hora de Clarice&#8221; é a partir do livro &#8220;Clarice Lispector Entrevista&#8221;, com dramaturgia de Melina Dalboni, que este ano lançou, também pela Rocco, o livro &#8220;Diário de um filme&#8221;. Em cena, de entrevistadora, Clarice Lispector se torna a entrevistada ao se revelar através de suas próprias perguntas e do olhar das grandes personalidades que ela entrevistou ao longo da carreira, como Chico Buarque, Djanira, Nelson Rodrigues, Tom Jobim, Maria Martins, Vinicius de Moraes, Oscar Niemeyer, dentre outros. &#8220;Vamos festejar o aniversário de Clarice!&#8221;, diz Luiz Fernando.</p>



<p class="has-text-align-center">No mesmo dia, o artista plástico Luiz Aquila vai exibir pela primeira vez a série &#8220;Clarice&#8221;, com oito obras inéditas criadas em homenagem à autora, além disso, será lançado o livro &#8220;Clarice Lispector Entrevista&#8221;, uma coletânea que reúne 83 entrevistas, sendo 35 inéditas, feitas pela escritora entre 1968 e 1977.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>Data:</strong> Terça, 10 de dezembro às 20h / <strong>Classificação:</strong> Livre/ <strong>Duração:</strong> 90 minutos /Ingressos Gratuitos (Retirada na Ingresso.com e na Bilheteria dia 10/12 a partir de 15h) / <strong>Vendas:</strong> <a href="https://www.ingresso.com/espetaculos/dramaturgia-em-leituras-hora-de-clarice" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/espetaculos/dramaturgia-em-leituras-hora-de-clarice</a> </p>
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		<title>&#8220;Clarice do Brasil&#8221; faz única apresentação no Circo Crescer e Viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia em que a escritora completaria mais um ano de vida, dia 10 de dezembro, o Circo Crescer e Viver abre suas portas para um espetáculo inesquecível, &#8220;Clarice do Brasil&#8221;. Clarice Lispector, que adotou o Brasil como lar e se tornou um ícone da literatura nacional, continua sendo referência artística e um símbolo de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No dia em que a escritora completaria mais um ano de vida, dia 10 de dezembro, o Circo Crescer e Viver abre suas portas para um espetáculo inesquecível, &#8220;Clarice do Brasil&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Clarice Lispector, que adotou o Brasil como lar e se tornou um ícone da literatura nacional, continua sendo referência artística e um símbolo de ousadia e profundidade. A apresentação faz uma homenagem poética e teatral à escritora, trazendo a potência de sua obra e o legado que ecoa através do tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Venha vivenciar essa experiência única, repleta de arte, palavras e emoção no picadeiro mais charmoso do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 10/12 (terça-feira)</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143, Lona de Circo, Cidade Nova, Rio de Janeiro)</p>



<p class="has-text-align-center">Abertura dos portões: 16h</p>



<p class="has-text-align-center">Retirar ingressos no site:&nbsp;<a href="https://www.sympla.com.br/evento/clarice-do-brasil/2541520" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/clarice-do-brasil/2541520</a></p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: Livre. Menores de 10 anos só entram acompanhados dos responsáveis legais.</p>
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		<title>&#8220;Clarice &#038; Nelson – Um recorte biográfico&#8221; no Teatro Poeirinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 14:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Clarice &#38; Nelson &#8211; Um recorte biográfico a partir de entrevistas&#8221; chega ao Teatro Poeirinha, com direção de Manoel Prazeres e Helena Varvaki. O intuito da peça é recriar esse encontro com dois grandes nomes da literatura nacional, após temporadas de sucesso já apresentadas, foi da atriz Carol Cezar juntamente com ator e autor Rafael Primot [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Clarice &amp; Nelson &#8211; Um recorte biográfico a partir de entrevistas&#8221; chega ao  Teatro Poeirinha, com direção de Manoel Prazeres e Helena Varvaki. O intuito da peça é recriar esse encontro com dois grandes nomes da literatura nacional, após temporadas de sucesso já apresentadas, foi da atriz Carol Cezar juntamente com ator e autor Rafael Primot que convidou o Franz Keppler para escrever o texto com ele.</p>



<p class="has-text-align-center">Na sinopse original idealizada por Primot, Clarice Lispector e Nelson Rodrigues têm um encontro fictício no Jardim Botânico em meados de 1949, quando ainda eram dois jovens nomes da literatura brasileira. Esse encontro não aconteceu, mas a peça cria essas conversas a partir dos trechos de entrevistas concedidas pelos escritores ao longo da vida. Mas, que tinham muito em comum, a do poder da palavra. No jornalismo, como meio de subsistência e prática cotidiana &#8211; ofício que os dois exerceram. Na literatura, como meio de expressão poética. Nas duas atividades, eles foram firmes em afirmar as suas individualidades diante dos seus contemporâneos.</p>



<p class="has-text-align-center">O texto do espetáculo usa também como base para desenvolvimento, falas e declarações reais por meio de extensa pesquisa bibliográfica, extraídas de diversas entrevistas ao longo de anos para vários veículos, concedidas pelos autores representados. O que dá mais veracidade e mais força ao contexto da peça, nas palavras que saíram da boca de Clarice e Nelson e que irão continuar repercutindo no palco, nessa obra. Sobre as controvérsias dos personagens e suas personas, revelados em vida, em suas obras, as feridas abertas da hipocrisia reveladas por Nelson e, ao mesmo tempo, com posturas tão sedimentados no patriarcado, a doçura e a audácia de Clarice em revelar os desejos femininos, os conflitos familiares, o ser mulher, tudo mantido para constar a formação de opinião dos dois.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Clarice &amp; Nelson – Um recorte biográfico a partir de entrevistas&#8221; estará nos palcos&nbsp;pela&nbsp;iniciativa da atriz Carol Cezar, que ultrapassa seus limites e atua por trás dos holofotes, cortinas e aplausos para conseguir manter-se vivendo da arte, levando cultura ao público. Ela conhece bem o caminho das pedras e os desafios que é colocar um &#8220;espetáculo de pé&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Desde 2014, produzo meus próprios espetáculos, porque decidi que não ia esperar ser escolhida e, sim, que iria fazer acontecer. Não venho de uma família de artistas, então meu caminho sempre foi mais sinuoso, mas nunca desisti. Uma vez, ouvi a Fernanda Montenegro falar sobre ser ator, e suas palavras me acertaram em cheio: &#8220;se morrer porque não está fazendo isso, se adoecer, se ficar em tal desassossego que não te deixa dormir&#8230; aí você é do ramo&#8221;. E eu me identifiquei na hora!&#8221;, diz Carol.</p>



<p class="has-text-align-center">Seguindo o conselho de Clarice, diariamente, faço o exercício de &#8220;me deixar ser&#8221;. E, assim como Nelson, às vezes me encontro &#8220;em plena estafa&#8221;, mas tudo se justifica quando o terceiro sinal toca. Estar no palco é o real sentido da minha existência.&nbsp;Renuncio a muitas coisas para estar em cena, e, honestamente, são sempre as melhores decisões da minha vida! Sou uma mulher que não para, não sossega. Meu leão com ascendente em Áries coloca tanto fogo na minha vida, que hoje me preparo para estrear e, ao mesmo tempo, já estou em processo de captação e pré-produção de um novo espetáculo para 2025, finaliza Carol Cezar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>Teatro Poeirinha (R. São João Batista, 104 &#8211; Botafogo) / Temporada: 08 de outubro a 18 de dezembro / Terças e quartas &#8211; sempre às 20h / Ingressos em <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/98475" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/98475</a> / Classificação: 14 anos</p>



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		<title>&#8220;A Bela e a Fera&#8221; ganha edição com manuscritos, de Clarice Lispector</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 11:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA["A Bela e a Fera"]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A Bela e a Fera&#8221; é o quarto volume da coleção de edições especiais com os manuscritos e datiloscritos de Clarice Lispector, na qual já foram publicados os romances &#8220;A hora da estrela&#8221;, &#8220;Água viva&#8221; e &#8220;Perto do coração selvagem&#8221;. Os dois últimos contos que escreveu foram juntados aos seis contos que marcaram o início de sua carreira, todos publicados [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;A Bela e a Fera&#8221; é o quarto volume da coleção de edições especiais com os manuscritos e datiloscritos de Clarice Lispector, na qual já foram publicados os romances &#8220;A hora da estrela&#8221;, &#8220;Água viva&#8221; e &#8220;Perto do coração selvagem&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Os dois últimos contos que escreveu foram juntados aos seis contos que marcaram o início de sua carreira, todos publicados somente após seu falecimento, evidenciando a progressão e desenvolvimento de sua trajetória como escritora. Apresenta-se aqui, assim, um panorama ímpar de sua produção como contista, categoria na qual foi contemplada com um Prêmio Jabuti em 1960, por&nbsp;<em>Laços de família</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Enriquecem o conjunto cinco ensaios inéditos de grandes pesquisadores e estudiosos da obra clariceana: &#8220;Eros e Tânatos no reino desencantado&#8221;, de Yudith Rosenbaum; &#8220;Retratos artísticos da hora perdida&#8221;, de Claudia Nina; &#8220;A ferida grande demais&#8221;, de José Castello; &#8220;A busca que devora: reflexões sobre dois contos de Clarice Lispector&#8221;, de Faustino Teixeira; e &#8220;Clarice, desconcertante e parceira&#8221;, de Bernardo Ajzenberg.</p>



<p class="has-text-align-center">Ensaios brilhantes e depoimentos emocionantes que espelham a beleza selvagem e a irrepreensível coerência da obra de Clarice Lispector, sempre igual a si mesma, completamente diferente de todos.&nbsp;</p>
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