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	<title>Arquivos conto - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos conto - Rota Cult</title>
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		<title>“O Papel de Parede Amarelo”, com Gabriela Duarte, estreia no Teatro PRIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 12:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Maestrini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conto de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) tornou-se marco da literatura feminista por tratar do confinamento e da perda de identidade de uma mulher, silenciada através da medicalização da sua subjetividade, da negação de sua autonomia intelectual e do controle patriarcal exercido no ambiente doméstico. Alessandra Maestrini e Denise Stoklos assinam a direção juntas. Segundo as diretoras Alessandra Maestrini e Denise Stoklos, o espetáculo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O conto de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) tornou-se marco da literatura feminista por tratar do confinamento e da perda de identidade de uma mulher, silenciada através da medicalização da sua subjetividade, da negação de sua autonomia intelectual e do controle patriarcal exercido no ambiente doméstico.</p>



<p class="has-text-align-center">Alessandra Maestrini e Denise Stoklos assinam a direção juntas. Segundo as diretoras Alessandra Maestrini e Denise Stoklos, o espetáculo é um manifesto, e vai além do aprisionamento da personagem: “Todos sonhamos com o desligamento das questões opressivas que o texto traz de formas metafóricas, mas que nós conhecemos em diferentes níveis na sociedade atual. É um espetáculo muito contemporâneo”, explicam.</p>



<p class="has-text-align-center">Gabriela Duarte completa, “Eu queria fazer algo em que pudesse falar um pouco de mim e da minha busca por identidade”, conta a atriz, que se apaixonou pelo conto e o descreve como “extremamente simples, objetivo, lúdico e político”. E nele encontrou o que buscava: “Eu acho que quando uma mulher fala de si, ela acaba falando de todas. E é aí que o tema se amplia”. Aliás, para a atriz, esta não é uma conversa só de mulheres, mas uma oportunidade de abrir o diálogo e convidar os homens à reflexão. A peça é, certamente,  política na medida certa, com toques de ternura e poesia.</p>



<p class="has-text-align-center">A cenógrafa Márcia Moon criou uma prisão transparente: um ambiente minimalista e simbólico, representando tanto uma prisão invisível quanto um espaço de libertação. Diferentes tipos de papel interagem com o corpo da atriz. Fragmentos de papel amarelo caem lentamente sobre a personagem ao longo da ação, aumentando de tamanho e quantidade, e criando um ambiente opressor. Boa parte do texto surge em voz gravada da própria atriz, que contracena consigo mesma como se interagisse com as vozes dentro da sua cabeça.</p>



<p class="has-text-align-center">Os figurinos de Leandro Castro buscam simbolizar as várias camadas de opressão sobre o corpo feminino, com referências a diversas culturas. A trilha sonora, a cargo de Thiago Gimenes, combina elementos acústicos com o universo eletrônico e dos games, remetendo à opressão contemporânea por meio das tecnologias e redes sociais. E o desenho de luz de Cesar Pivetti é pensado como mais um personagem da peça, com a capacidade de oprimir e libertar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; A história se desenrola através dos olhos de uma mulher diagnosticada com depressão e histeria, forçada por seu marido, um médico, a se isolar em uma casa para evitar qualquer esforço físico ou mental. Durante esse isolamento, ela desenvolve uma obsessão com o papel de parede amarelo de seu quarto, um símbolo de sua crescente confusão mental e angústia.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>S E R V I Ç O</strong>:  08 de agosto até 21 de setembro / <strong>Local: Teatro I Love Prio / Jockey Club Brasileiro</strong> Av. Bartolomeu Mitre, 1110  / Ingressos em <a href="https://site.bileto.sympla.com.br/teatroprio/">https://site.bileto.sympla.com.br/teatroprio/</a>  CLASSIFICAÇÃO: 12 anos</p>
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		<title>O Macaco: Osgood &#8220;Oz&#8221; Perkins adapta conto de Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[O Macaco]]></category>
		<category><![CDATA[Osgood "Oz" Perkins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maleabilidade do terror enquanto gênero cinematográfico e também a de alguns realizadores que transitam nesta seara, às vezes, ainda me surpreende. Experimentem assistir ao trailer de O Macaco, o novo longa-metragem de Osgood &#8220;Oz&#8221; Perkins, com produção de James Wan. A ideia passada para o público é a de um terror padrão, ou seja, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A maleabilidade do terror enquanto gênero cinematográfico e também a de alguns realizadores que transitam nesta seara, às vezes, ainda me surpreende. Experimentem assistir ao trailer de <em>O Macaco, </em>o novo longa-metragem de Osgood &#8220;Oz&#8221; Perkins, com produção de James Wan. A ideia passada para o público é a de um terror padrão, ou seja, de uma obra mais sisuda e convencional. Ter frescas na mente as imagens da produção anterior do cineasta, <em>Longless</em>, estrelada por Nicholas Cage e um dos grandes sucessos deste nicho no último ano, apenas reforça a impressão vendida pelo trailer. Acontece que não é nada disso. Se vocês forem ao cinema com esta expectativa, certamente, há uma enorme chance de se decepcionarem. Por essa razão, dou-lhes o melhor conselho que eu poderia dar: assistam <em>O macaco, </em>mas com a cabeça e o coração abertos, por favor. </p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="418" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-1024x418.jpg" alt="O macaco" class="wp-image-186501" style="width:432px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-1024x418.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-300x123.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-768x314.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-1028x420.jpg 1028w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-150x61.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-696x284.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco-1068x436.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/O-macaco.jpg 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Uma adaptação de um conto homônimo de Stephen King, lançado em 1980, a trama traz os irmãos gêmeos Hal e Bill Shelburn, na infância vividos por Christian Convery e na fase adulta por Theo James. Eles herdam do pai, um comandante de voos comerciais que os abandonou com a mãe, Lois (Tatiana Maslany), o boneco de um macaco que toca bateria &#8211; vocês já devem ter visto um por aí, é um brinquedo relativamente bem fácil de achar. De aparência boba e inofensiva, o bicho, na realidade, é o protótipo de um cramunhão feito de plástico, tecido e circuitos, tudo isso abastecido com duas pilhas Rayovac bem parrudas. Para o diabo fazer sua mágica, basta girar a chave que está em suas costas e&#8230; pronto! Em breve, alguém, em algum lugar, irá morrer. Sim, de forma implacável e sem qualquer chance de contestação. </p>



<p class="has-text-align-center">O prólogo do filme, apresentado por uma voz over, em que um homem, Hal, fala sobre uma herança maldita herdada do pai, determina, logo de cara, o tom de tudo o que veremos ao longo dos próximos 98 minutos. Petey, o pai dos gêmeos, vivido pelo ator Adam Scott, tentar passar o boneco para frente em uma loja de penhores. Ele explica a maldição para o proprietário que, obviamente, não acredita em nada. A consequência é fruto do desdém, como se o brinquedo entendesse exatamente o que os humanos falam. Em uma sequência que parece saída da franquia <em>Premonição</em>, uma série de acontecimentos bizarros resulta na extirpação do dono do estabelecimento. Tudo com muitíssimo sangue farsesco e tripas voando para todos os lados. </p>



<p class="has-text-align-center">Mortes após mortes, um belo dia, os garotos conseguem sumir com o boneco e acreditam terem se livrado da maldição. No entanto, ele é inquebrável, praticamente indestrutível, e vinte cinco anos se passam até que eles tenham notícias, mais uma vez, do filhote de cramunhão. Esse hiato remete a uma das coisas que talvez possam ser vistas como um problema ou um incômodo para parte dos espectadores: o fato de que <em>O Macaco </em>não fornece qualquer explicação para a origem do brinquedo e da maldição que esse carrega. Somos jogados no cerne da história do nada, se supetão e as coisas são do jeito que elas são, é melhor aceitarmos que dói menos. Eu tenho zero problema com isso, ainda mais que é sempre importante lembrar da existência de uma coisa chamada de &#8220;suspensão da descrença&#8221;. Por outro lado, o bom de ser jogado neste turbilhão de ação e inevitáveis gargalhadas, afinal, há muitas cenas engraçadas pelo modo como foram feitas, é não ter muita brecha para pensar no que está acontecendo. </p>



<p class="has-text-align-center">A julgar pelo tempo entre o inicio e o final do filme, mais o fato de que é possível ver um celular na fase adulta, dá para imaginar que a história se passa no começo dos anos 2000. Porém, em momento nenhum aparece uma data sequer localizando temporalmente a trama. O que é interessante e instigante. Os créditos iniciais do longa-metragem, em cores vivas e pela tipologia em si, transmitem a sensação de que estamos diante de uma autêntica película oitentista. As roupas das crianças na escola dos gêmeos Shelburn também são peças que tranquilamente veríamos na série de televisão &#8220;Stranger Things&#8221;, assim como o vestuário, hoje, cafona dos tios Chip, Oz Perkins em participação especial, e Ida, interpretada por Sarah Levy. Essas coisas me levam a pensar que tudo, talvez, faça parte de um limbo temporal, nada impossível para um autor como Stephen King. Mas não, provavelmente, estou viajando. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a trama de terror de <em>O Macaco</em>, mesmo com todos os seus momentos cômicos e sangue farsesco, possui um pano de fundo muito mais sério: uma história de bullying. Desde a primeira cena, da primeira voz over, fica clara a relação tóxica entre os dois irmãos. Bill, como nasceu antes, julga-se superior a Hal e explora isso ao máximo. Ele não perde uma chance de maltratar o outro e de culpá-lo por tudo de errado que acontece. É tão nocivo, que Hal chega a tentar usar o brinquedo para matar Bill. Essas situações possibilitam que os dois atores, Christian Convery e Theo James, cada um em sua parte do filme, se destaquem. Aí, é importante chamar atenção para James que surgiu na trilogia <em>Divergente</em> e foi bastante criticado na época. Alguns anos e algumas séries televisivas depois, &#8220;Magnatas do Crime&#8221; e &#8220;The White Lotus&#8221;, seu talento parece ter amadurecido e se ele ainda não pode ser chamado de um ator brilhante, carismático é um adjetivo que lhe cai muito bem. </p>



<p class="has-text-align-center">Maleabilidade, lá em cima, eu utilizei essa palavra para adjetivar o gênero de terror e alguns dos cineastas que transitam por ele. Apesar de já ter feito um rápido paralelo entre os dois últimos filmes de Osgood &#8220;Oz&#8221; Perkins, &#8220;Longless&#8221; e <em>O Macaco,</em> é necessário voltar a tal comparação para enfatizar o valor do trabalho do diretor. O primeiro, foi classificado por alguns como o mais assustador filme em sei lá quanto tempo. Apesar de ter gostado, entendido a proposta e tal, não achei tão aterrorizante assim &#8211; talvez tenha problemas com obras que cheguem com este hype, pois o mesmo ocorreu com <em>Hereditário</em>, de 2016. Por outro lado, o segundo, apesar do trailer que o vende errado, tem uma proposta completamente diferente e igualmente válida. Seu humor bizarro, que nem todo mundo vai achar graça, pode ser exemplificado por uma cenas em que alguém pergunta: &#8220;O que Deus diz quando um ônibus cheio de estudantes cai de uma ponte?&#8221; A resposta: &#8220;Fiz mais um strike&#8221;. Estão vendo? Eu achei graça e gostar deste ou daquele tipo de filme, é algo muito particular. Contudo, testemunhar um cineasta com esta qualidade e maleabilidade em ação, é um privilégio de todos nós. </p>



<p class="has-text-align-center">Desliguem os celulares e excelente diversão.&nbsp;</p>



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		<title>&#8220;Aqueles que deixam Omelas&#8221; faz nova temporada no Teatro Poeirinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
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		<category><![CDATA[Aqueles que deixam Omelas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível criar um mundo verdadeiramente justo? O que fazer quando cada movimento com esse objetivo parece gerar novas e desconhecidas injustiças? Esses questionamentos guiam o elogiado espetáculo &#8220;Aqueles que deixam Omelas&#8221;, solo narrativo baseado no conto homônimo da renomada autora americana Ursula K Le Guin (1929-2018), nunca publicado no Brasil. A trama se constrói [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/01/aqueles-que-deixam-omelas-faz-nova-temporada-no-teatro-poeirinha/">&#8220;Aqueles que deixam Omelas&#8221; faz nova temporada no Teatro Poeirinha</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center">É possível criar um mundo verdadeiramente justo? O que fazer quando cada movimento com esse objetivo parece gerar novas e desconhecidas injustiças? Esses questionamentos guiam o elogiado espetáculo &#8220;Aqueles que deixam Omelas&#8221;, solo narrativo baseado no conto homônimo da renomada autora americana Ursula K Le Guin (1929-2018), nunca publicado no Brasil.  </p>



<p class="has-text-align-center">A trama se constrói a partir do encontro do espectador com o narrador da história, um viajante solitário. Desde que deixou Omelas, ele percorre o mundo contando a história desse lugar de nome exótico, desconhecido por todos. A peça ficará em cartaz, às terças e quartas-feiras, às 20h.</p>



<p class="has-text-align-center">Num primeiro momento, Omelas parece ser o lugar da utopia: solar, belo, alegre, livre. Mas, na verdade, ele esconde um segredo, uma feiura e tragédia quase distópicas. Ao revelar esse segredo, a sombra de Omelas aparece, tornando aquele lugar familiar a todos. O relato feito pelo viajante, em detalhes minuciosos, funciona como uma espécie de espelho, onde cada espectador ao se ver refletido, percebe que é parte integrante da distopia de Omelas. Talvez a narrativa do viajante tenha até um caráter de maldição, uma necessidade permanente de dividir com todos a sua própria perplexidade: &#8220;Se eu terei de viver para compreender isso que parece incompreensível, vocês também terão&#8230;&#8221;, diz o personagem para o público.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com tom de fábula moral filosófica, a narrativa apresenta uma trama repleta de paradoxos: beleza e sofrimento, liberdade e opressão, justiça e injustiça, dor e prazer. O espectador se vê envolvido por um turbilhão de imagens e acontecimentos, que vão sendo narrados pelo viajante, e mediados por esse jogo de opostos incômodos. A história que está sendo contada, em alguma medida, pode ser a história de qualquer um que esteja ali sentado, ouvindo aquele curioso relato.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O que é belo e profundo neste texto é que ele pode ser uma metáfora para diversas esferas da nossa vida, tanto questões íntimas quanto das nossas bolhas e também mundiais. O que é Omelas? É uma cidade fictícia ou a nossa realidade diária?&#8221;, observa o ator João Pedro Zappa. &#8220;Nossa ideia na peça é plantar uma indagação que possa gerar uma reflexão no espectador. E essa reflexão vai ser diferente para cada um&#8221;, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">Estreando na direção teatral, João Maia P constrói uma cena crua e direta apoiada no trabalho minucioso da construção de imagens poéticas feitas pelo ator-narrador, e por uma cenografia e um figurino minimalistas.&nbsp; &#8220;A urgência de contar essa história no Brasil de hoje está ligada à necessidade de se pensar sobre como é complexa a estruturação de uma sociedade mais justa. A quebra da ilusão utópica como caminho para lidar com a turbidez da realidade da experiência social humana no mundo&#8221;, avalia o diretor.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada:</strong> 14 de janeiro a até 26 de março/ <strong>Dias e horários: </strong>terças e quartas-feiras, às 20h. / <strong>Teatro Poeirinha: </strong>Rua São João Batista, 104 – Botafogo /<strong>Classificação etária:</strong> 14 anos / <strong>Venda de ingressos:</strong> pelo site Sympla e na bilheteria do teatro, de terça a sábado, das 15h às 21h, e domingo, das 15h às 19h.</p>
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