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	<title>Arquivos ditadura militar - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Livro sobre a ditadura militar é lançado na livraria Folha Seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:09:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A coletânea &#8220;1964: O que ainda nos resta dizer?&#8221;, organizada pela historiadora Luciene Carris, acaba de ser lançada pela Editora Metanoia (Selo Estudos Americanos) e traz uma reflexão profunda sobre um dos períodos mais sombrios da história do Brasil: a ditadura militar. Com 11 autores, o livro propõe uma análise abrangente sobre o legado do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A coletânea &#8220;1964: O que ainda nos resta dizer?&#8221;, organizada pela historiadora Luciene Carris, acaba de ser lançada pela Editora Metanoia (Selo Estudos Americanos) e traz uma reflexão profunda sobre um dos períodos mais sombrios da história do Brasil: a ditadura militar. Com 11 autores, o livro propõe uma análise abrangente sobre o legado do golpe de 1964 e seus impactos na sociedade brasileira, abordando temas como a repressão, a resistência e as consequências para diversos segmentos da população.  </p>



<p class="has-text-align-center">Dividido em oito capítulos, o livro apresenta uma gama de temas centrais, como a destruição e a reconstrução de patrimônios, a resistência artística e comunitária, a repressão aos trabalhadores rurais e a luta por moradia. A coletânea também examina as diversas formas de opressão enfrentadas pelo povo brasileiro, especialmente nos momentos mais difíceis da ditadura.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A ideia da coletânea surgiu da inquietação que possuo com essa efeméride, com essa data, tanto como historiadora quanto como cidadã, ao perceber o quanto ainda precisamos falar — e, sobretudo, rememorar a ditadura militar. Sessenta e um anos após o golpe de 1964, acredito que ainda há muito a ser dito. A minha intenção era propor um outro olhar que escapasse do lugar-comum, que buscasse outras histórias, outros personagens, outras formas de escrever e contar sobre esse tenebroso período da história do Brasil&#8221;, explica Luciene Carris, organizadora do livro.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;1964: O que ainda nos resta dizer?&#8221; busca não apenas revisitar o passado, mas também instigar um debate sobre o presente. Ao completar 60 anos do golpe em 2024, o livro aponta para os desafios que ainda enfrentamos para garantir uma sociedade democrática e livre de repressões, com foco em temas ainda atuais, como a liberdade de expressão, a resistência política e a luta por direitos fundamentais.</p>



<p class="has-text-align-center">Em tempos em que o passado é frequentemente revisitado, a coletânea traz uma contribuição importante para o entendimento da história recente do Brasil, estimulando a reflexão crítica sobre o legado da ditadura militar e suas reverberações até os dias de hoje.</p>



<p class="has-text-align-center">Jorge Ferreira, professor de História Popular da Universidade Federal Fluminense, e responsável pelo prefácio, diz que o livro demonstra que ainda temos muito a dizer sobre a ditadura militar.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O livro aborda a demolição do prédio da Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro, destruindo, junto aos escombros, memórias e identidades; um curta-metragem que, em 1968, abordava o tema do homossexualismo no contexto da contracultura, algo inovador até então; a investigação no campo das artes plásticas em eventos ocorridos em Salvador e Belo Horizonte, em 1966 e 1968, respectivamente; canções de vozes femininas na resistência ao autoritarismo, recorrendo a discos de vinil, o Long Play (LP), como fonte documental; o genocídio dos povos originários, em particular os Kinia e os Krenak; a luta dos trabalhadores pela posse da terra, que não começou com o MST; as remoções de moradores das favelas da Zona Sul do Rio de Janeiro para lugares longínquos, violência perpetrada durante a ditadura dos militares com a conivência da sociedade; e, por fim, a luta da comunidade do Horto, também na Zona Sul da cidade, para garantir seu lugar de moradia&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">Historiador e professor do Programa de Pós-Graduação em História da UERJ, Antônio Edmilson completa que a organizadora e historiadora Luciene Carris, teve a criatividade de propor temáticas que ainda não haviam conquistado lugar nos debates, colocando em questão o movimento de produção de filmes de curta-metragem, as memórias de contestações que não aparecem com frequência, a produção discográficas que possui pouco espaço nos debates, a violência e a repressão aos indígenas através da própria FUNAI, os reflexos do ano de 1964 na experiência de vida dos anódinos trabalhadores rurais, as remoções das favelas e as lutas por política de habitação na cidade do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Como aponta a historiadora Miliandre Garcia, autora do texto da contracapa, &#8220;diante da complexidade desse evento que completou 60 anos em 2024, referências nos estudos de ditadura militar assumiram o compromisso de refletir sobre temas constantemente ressignificados no tempo presente no intuito de que os residuais da ditadura sejam enfim rejeitados pela maioria dos brasileiros que luta por um país mais justo, independente, plural e democrático&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sempre acreditei que o trabalho do historiador é também provocar, questionar, propor. E, para isso, é preciso ter imaginação. É necessária uma certa imaginação na prática historiográfica, que nos permita enxergar as fontes sob novas perspectivas, trazer à tona os sujeitos historicamente silenciados, transformar o que antes era considerado periférico, ignorado, em elemento central. Todos os capítulos desta coletânea refletem esse movimento: são trabalhos que não apenas revisam, mas refletem sobre novas formas de pensar sobre a ditadura. Enquanto houver perguntas no presente, haverá novos modos de olhar para o passado&#8221;, conclui a historiadora Luciene Carris.</p>



<p class="has-text-align-center">Participam da coletânea os seguintes autores: Andréa Cristina de Barros Queiroz (Memórias monumentais do massacre e dos escombros da Faculdade Nacional de Medicina durante a ditadura civil-militar); Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Rodolfo Rodrigues de Souza (Um curta-metragem&nbsp;<em>queer&nbsp;</em>e existencialista: &#8220;Um clássico, dois em casa, nenhum jogo fora&#8221;/Djalma Limongi Batista, 1968); Andréa Casa Nova Maia, Adriana Camargo Pereira e Rita Lages Rodrigues (Artes plásticas e ditadura: Memórias relevantes e resistências, repressão e censura em Minas e na Bahia); Vicente Saul Moreira dos Santos (Algumas possibilidades de redescobrir um país através de discos); Silene Orlando Ribeiro (Algumas reflexões sobre a política indigenista da FUNAI durante a ditadura militar: violência, resistência e legado. A gestão do General Oscar Jerônimo Bandeira de Mello e o genocídio Kinja); Luzimar Soares Bernardo (1964: Os reflexos na vida dos trabalhadores da terra); Mário Brum (Direito à cidade e mobilização comunitária: a ditadura militar em quatro casos de remoção de favelas) e Luciene Carris e Maria Nilda Bizzo (A luta pela moradia e a preservação da memória na Zona Sul carioca).</p>



<p class="has-text-align-center">O lançamento acontece no dia 26 de abril, às 13h, na Livraria e Edições Folha Seca, no Centro, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Entrelinhas, filme sobre sobre a história real de Ana Beatriz Fortes, ganha trailer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 13:00:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A verdade só é verdade se for conveniente para vocês&#8221;, diz Ana Beatriz Fortes (Gabriela Freire), em trailer divulgado de Entrelinhas. A estudante de 18 anos se prepara para iniciar seu primeiro dia de estágio numa estatal do Paraná, quando é abordada por policiais, algemada e levada para o DOPS de Curitiba (Departamento de Ordem [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;A verdade só é verdade se for conveniente para vocês&#8221;, diz Ana Beatriz Fortes (Gabriela Freire), em trailer divulgado de <em>Entrelinhas.</em> A estudante de 18 anos se prepara para iniciar seu primeiro dia de estágio numa estatal do Paraná, quando é abordada por policiais, algemada e levada para o DOPS de Curitiba (Departamento de Ordem Política e Social) sob a acusação de ser colaboradora de estudantes subversivos ligados a UNE e ao DCE da Universidade Federal do Paraná.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Entrelinhas</em> é uma trama de ficção livremente inspirada em fatos reais, o diretor Guto Pasko joga luz a uma história tão surpreendente e inacreditável que poderia ser mentira. Durante dez dias, a estudante é procurada por seus familiares, em vão. Atrás de portões de ferro, no coração das instituições militares, Ana Beatriz é torturada em busca de respostas que ela não tem.</p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor em cinco categorias no Festival Cine PE 2023 &#8211; Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Montagem, Direção de Arte e Edição de Som &#8211; o longa-metragem ressalta a importância de não se apagar o que houve na história, para que o mesmo não se repita no presente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mais de 2.100 atores foram testados para este filme que conta com nomes como Gabriela Freire, Leandro Daniel, Daniel Chagas, Eduardo Borelli, Mauro Zanatta, Renet Lyon, Patrícia Saravy, Laís Cristina, para citar alguns.</p>



<p class="has-text-align-center">Com roteiro de&nbsp;Guto Pasko, Rafael Monteiro, Tiago Lipka e Sebastian S Claro,&nbsp;a distribuição deste filme tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, do Governo Federal, do Ministério da Cultura e da Lei Paulo Gustavo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Entrelinhas</em> chega aos cinemas das praças de todo o Brasil no dia 22 de agosto.</p>



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		<title>Rio Memórias inaugura a exposição &#8220;Rio 64 &#8211; a capital do golpe&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 12:47:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O museu virtual Rio Memórias inaugura a exposição &#8220;Rio 64 &#8211; a capital do golpe&#8221; , em parceria com o Museu Histórico da Cidade (MHC). Instalada no espaço &#8220;Casarão&#8221;, ao lado do prédio principal do MHC, no Parque da Cidade, na Gávea, a mostra relembra os principais acontecimentos que culminaram no golpe civil-militar na madrugada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O museu virtual Rio Memórias inaugura a exposição &#8220;Rio 64 &#8211; a capital do golpe&#8221; , em parceria com o Museu Histórico da Cidade (MHC). Instalada no espaço &#8220;Casarão&#8221;, ao lado do prédio principal do MHC, no Parque da Cidade, na Gávea, a mostra relembra os principais acontecimentos que culminaram no golpe civil-militar na madrugada do dia 01 de abril de 1964, explorando os contextos político, cultural e intelectual da época.</p>



<p class="has-text-align-center">O evento de inauguração faz parte do calendário de celebrações dos 90 anos do MHC, uma importante instituição museal voltada para a preservação da memória e divulgação da história da cidade – objetivo em comum com o Rio Memórias.</p>



<p class="has-text-align-center">A curadoria da exposição é assinada por Heloisa Starling, escritora, historiadora, professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenadora do Projeto República; e Danilo Marques, doutor em história pela UFMG e pesquisador do Projeto República. Trata-se de uma versão ampliada da exposição que ficou em cartaz na sede da ABI (no centro) entre os dias 13 de março e 13 de abril de 2024, baseada na exposição virtual de mesmo nome, disponível no site do Rio Memórias (www.riomemorias.com.br).</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra ficará em cartaz de 13 de julho a 13 de outubro de 2024, com visitação de terça a domingo, das 10h às 16h. A entrada é gratuita e há possibilidade de agendar visitas mediadas pelo e-mail mhc.educativo.culturario@gmail.com.</p>
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