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	<title>Arquivos Édouard Louis - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Édouard Louis - Rota Cult</title>
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		<title>Malu Galli volta aos palcos em &#8220;Mulher em fuga&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:26:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega ao teatro brasileiro &#8220;Mulher em Fuga&#8221;, a primeira adaptação nacional de&#160;Lutas e Metamorfoses de uma Mulher&#160;e&#160;Monique se Liberta, obras marcantes do escritor francês Édouard Louis que, até o momento, nunca haviam sido encenadas no país. A dramaturgia inédita é assinada por Pedro Kosovski, com direção de Inez Viana, atuação de Malu Galli e Tiago [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Chega ao teatro brasileiro &#8220;Mulher em Fuga&#8221;, a primeira adaptação nacional de&nbsp;<em>Lutas e Metamorfoses de uma Mulher</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Monique se Liberta</em>, obras marcantes do escritor francês Édouard Louis que, até o momento, nunca haviam sido encenadas no país. A dramaturgia inédita é assinada por Pedro Kosovski, com direção de Inez Viana, atuação de Malu Galli e Tiago Martelli, que também é o idealizador do projeto, e coordenação geral de produção de Cicero de Andrade. </p>



<p class="has-text-align-center">A narrativa da peça acompanha Monique, a mãe do autor, em diferentes momentos de sua vida: gesto literário ao mesmo tempo, íntimo e político, que expõe as engrenagens sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Entre a luta e a libertação, o que vemos é uma mulher que insiste em recomeçar. E, nesse gesto, Monique se torna também o retrato de tantas mulheres brasileiras que, contra todas as adversidades, assumem a chefia de suas famílias e reinventam suas vidas.&nbsp; Édouard Louis participa da encenação &#8220;Mulher em Fuga&#8221; por meio de voz off, na cena em que ele e sua mãe conversam ao telefone.</p>



<p class="has-text-align-center">As duas obras literárias, centrais na trajetória de Édouard Louis, abordam a vida de sua mãe sob diferentes perspectivas: em&nbsp;<em>Lutas e Metamorfoses de uma Mulher</em>&nbsp;(2021), Louis reconstrói a trajetória de sua mãe a partir do olhar do filho que testemunhou – muitas vezes à distância, outras de muito perto – um percurso marcado por pobreza, humilhações, trabalho exaustivo e um casamento abusivo. A obra narra o difícil caminho da metamorfose: o momento em que uma mulher decide romper com o ciclo de violência e buscar dignidade, liberdade e reconstrução. Louis transforma a memória íntima em gesto político, revelando como estruturas sociais moldam vidas e limitam possibilidades.</p>



<p class="has-text-align-center">Já&nbsp;<em>Monique se Liberta</em>&nbsp;(2024) amplia essa narrativa ao devolver a palavra à própria protagonista. Pela primeira vez, Monique assume a autoria de sua história, descrevendo com força e lucidez o que significa sobreviver – e resistir – dentro de um sistema que silencia mulheres da classe trabalhadora. Ao narrar seus medos, perdas, estratégias e conquistas, ela reivindica o direito de existir para além das condições que lhe foram impostas. O livro funciona como um contraponto e uma resposta ao relato do filho, completando o movimento de emancipação que começou no primeiro volume.</p>



<p class="has-text-align-center">A adaptação de Pedro&nbsp;Kosovski&nbsp;aproxima as vozes de mãe e filho em um gesto cênico que evidencia tanto o conflito quanto o afeto, a memória e a insurgência presentes na obra de Édouard Louis. Ao transpor essas narrativas para o teatro, o dramaturgo cria uma experiência sensorial e política que amplia o alcance dos livros, revelando suas potências dramáticas e sua urgência social.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Temporada: 12 de março até 5 de abril. Quintas e sextas, às 19h, sábados e domingos às 17h. / Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 &#8211; Centro, Rio de Janeiro (Próximo ao Metrô Cinelândia) Classificação: 14 anos</p>
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		<title>&#8220;EDDY — violência &#038; metamorfose&#8221; no Mezanino do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 13:55:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Édouard Louis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado um dos maiores fenômenos literários da última década, o escritor francês Édouard Louis ganha sua primeira adaptação para o teatro brasileiro com a estreia do espetáculo &#8220;EDDY — violência &#38; metamorfose&#8221;, que acontece no Mezanino do Sesc Copacabana.  Idealizado e produzido pela Polifônica, o projeto tem direção compartilhada por Luiz Felipe e Marcelo Grabowsky e uma dramaturgia construída [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Considerado um dos maiores fenômenos literários da última década, o escritor francês Édouard Louis ganha sua primeira adaptação para o teatro brasileiro com a estreia do espetáculo &#8220;EDDY — violência &amp; metamorfose&#8221;, que acontece no Mezanino do Sesc Copacabana. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-1024x683.jpg" alt="EDDY" class="wp-image-189911" style="width:501px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EDDY-—-violencia-metamorfose.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">Idealizado e produzido pela Polifônica, o projeto tem direção compartilhada por Luiz Felipe e Marcelo Grabowsky e uma dramaturgia construída a partir de três livros do premiado escritor: &#8220;O Fim de Eddy&#8221;, &#8220;História da Violência&#8221; e &#8220;Mudar: Método&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">A proposta, absolutamente original, de reunir em um único espetáculo três contundentes publicações do autor teve o aval caloroso do próprio Édouard Louis. &#8220;É a primeira vez que isso será feito no mundo, então, sim, façam isso, realizem esse projeto&#8221;, instiga o escritor, que será vivido no palco pelo ator João Côrtes. </p>



<p class="has-text-align-center">O novo espetáculo, que aborda temas urgentes como violência de classe e de gênero, homofobia e xenofobia, dá continuidade e aprofunda uma proposta de reflexão crítica elaborada pela Polifônica a respeito da violência e da dominação masculina nas relações humanas e suas devastadoras consequências.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ao longo desses dez anos, buscamos, através de cada trabalho, propor uma reflexão coletiva acerca dasconsequências da desmedida ânsia masculina por poder, controle, dominação e submissão; sobre como isso produz danos nos mais diferentes corpos — humanos, além de humanos e de toda a Terra —, mas, principalmente, em tudo aquilo que se aproxima ou é identificado como feminino&#8221;, elabora o diretor Luiz Felipe Reis.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8221; &#8220;EDDY — violência &amp; metamorfose&#8221; se baseia em três livros de uma obra que continua a se expandir e a se ramificar em diferentes histórias conectadas; histórias que aconteceram com ele num contexto francês, mas que poderiam muito bem ter acontecido com qualquer um ou uma de nós, num contexto brasileiro, pois há sempre uma força violenta de destruição e de morte que ronda e ameaça o feminino, seja em que corpo ou lugar ele estiver&#8221;, diz a atriz e coidealizadora do projeto, Julia Lund.</p>



<p class="has-text-align-center">O novo projeto da Polifônica também dá sequência à pesquisa estética de Luiz Felipe Reis acerca da noção de polifonia cênica, em que busca estabelecer uma relação criativa e não hierárquica entre o teatro e diferentes linguagens e formas de arte, como o cinema, a literatura e o som — pesquisa elaborada desde o primeiro espetáculo da companhia, &#8220;Estamos indo embora&#8230;&#8221; (2015), assim como em todos os trabalhos subsequentes: &#8220;Amor em Dois Atos&#8221; (2016), &#8220;Galáxias&#8221; (2018), &#8220;Tudo que brilha no escuro&#8221; (2020), &#8220;Vista&#8221; (2023) e &#8220;Deserto&#8221; (2024) — este último em cartaz atualmente no Teatro Poeira, com temporada prorrogada até agosto, devido ao sucesso, e indicações ao Prêmio APTR para Melhor Dramaturgia, Direção e Ator.</p>



<p class="has-text-align-center">O cineasta Marcelo Grabowsky, que já havia colaborado com a Polifônica no espetáculo &#8220;Amor em Dois Atos&#8221;, foi convidado para retomar sua parceria com o grupo, coassinado a direção e a dramaturgia de &#8220;Eddy — Violência e Metamorfose&#8221;, ao lado de Luiz Felipe Reis. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 19 de junho a 13 de julho de 2025 (de quinta a domingo) / Local: Mezanino do Sesc Copacabana. <br>Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana &#8211;  (21) 31805226.  / Classificação indicativa: 18 anos.  / Ingressos na bilheteria</p>
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		<title>&#8220;Papaizinho&#8221; no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 13:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["Quem matou meu pai"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo como disparador o encontro do ator, diretor e dramaturgo Caio Scot, com o livro &#8220;Quem Matou Meu Pai&#8220;, do escritor francês Édouard Louis, estreia &#8220;Papaizinho&#8220;, espetáculo inédito com dramaturgia desenvolvida por Caio, Felipe Rocha, Júlia Portes, Lucas Cunha e Luisa Espindula &#8211; esta última assinando com Caio a direção. Além do livro, que considera o universo interno de um filho gay e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Tendo como disparador o encontro do ator, diretor e dramaturgo Caio Scot, com o livro &#8220;<em>Quem Matou Meu Pai</em>&#8220;, do escritor francês Édouard Louis, estreia &#8220;<em>Papaizinho</em>&#8220;, espetáculo inédito com dramaturgia desenvolvida por Caio, Felipe Rocha, Júlia Portes, Lucas Cunha e Luisa Espindula &#8211; esta última assinando com Caio a direção. Além do livro, que considera o universo interno de um filho gay e sua relação com o mundo e com seu pai, na estrutura principal da montagem estão ainda as vivências do próprio Caio, com memórias resgatadas em VHS familiares antigos, e as audições gravadas para encontrar um pai para o espetáculo. Reunindo Caio Scot e Felipe Rocha em cena,.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo põe Édouard, Caio e seus pais frente a frente. Uma jornada de autodescoberta desse garoto, que em frente ao espelho tentou entender o que em seu corpo fazia com que os outros o chamassem de &#8216;viado&#8217;. Ele, agora, um homem, vai ao apartamento de seu pai, que não vê há muito tempo, e quando abre a porta se depara com alguém que não reconhece mais. Na impossibilidade de penetrar a solidão um do outro, eles se encontram em uma história marcada por intolerância, incomunicabilidade e resistência.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Durante o processo, fiz um trabalho de inter-locução artística com o cineasta argentino Manuel Abramovic, explicitei minha vontade de testar pais pra peça e o Manu falou que poderíamos levar isso pra dentro da peça. Adorei essa ideia como processo de busca desse pai, desses pais, dessas possibilidades de pais, tão distintos, tão parecidos, tão únicos &#8211; mas tão identificáveis nos clichês. A partir da audição, que ouviu 15 das mais de 100 pessoas inscritas, descobrimos novas possibilidades de caminho&#8221;, relembra Caio. &#8220;As pessoas compartilharam suas histórias com uma generosidade que nos impressionou, precisávamos fazer muito pouco para que se abrissem, claramente o assunto as mobilizava&#8221;, complementa Luisa. </p>



<p class="has-text-align-center">A montagem apresenta diferentes histórias de relações de pais e filhos, e experimenta tipos de conexões possíveis onde, muitas vezes, as trocas perdem o contorno, mostrando assim o quão complexas são essas figuras. As projeções em vídeos complementam a cena, apresentando histórias variadas que vão da negligência e falta de carinho &#8211; temas tão comuns nas relações paternas &#8211; ao afeto dos pais presentes, que têm seus filhos como a coisa que mais amam no mundo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Cada vez que a gente encarava o que era singular em cada relação, mais o tema se abria. Num mundo onde o problema do homem autoritário, violento, embrutecido é tão presente, é difícil acreditar que possa existir algo diferente. Então, o desafio foi não deixar que essas histórias (as pessoais, a do livro e as das audições), em sua maioria bem difíceis, fossem conclusivas sobre o que é um pai. A gente quer que o pai tenha a possibilidade de reinvenção&#8221;, pondera Júlia Portes.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do desenvolvimento da dramaturgia aglutinou-se na montagem todo material recolhido, levando toda a equipe a pensar o quão interessante e importante é refletir sobre esses papéis. Afinal, o que é ser pai e o que é ser filho? O que cabe a um e o que cabe a outro?&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Foi um processo mesmo de escuta. O livro foi essencial pra peça ser o que é, mas a peça que a gente queria não poderia ser o livro, que tem um gesto político tão forte e contundente. Descaracterizar essa obra seria perder o que ela tem de mais potente. Foi quando decidimos trazer o livro como um material de interlocução, de provocação, de interação, sem querer dar conta de dar vida a obra literária no palco. Não temos uma resposta, temos perguntas e desejos de fazer diferente, sempre&#8221;, provoca Caio.  </p>



<p class="has-text-align-center">Para Luisa, entrar em contato com tantas histórias diminuiu muito o maniqueísmo do olhar. &#8220;Uma das belezas imensas de criar personagens é ter que humanizar o erro, tentar entender as motivações de alguém, e isso dificulta muito um processo de chegar a verdades absolutas, de achar que sabemos quem o outro é. Me sinto com o olhar mais fresco e disponível para as pessoas e suas contradições&#8221;, admite a diretora, enquanto uma das dramaturgas, Júlia, acrescenta que o maior entendimento sobre o tema foi o de não acachapar nem o pai, nem o filho.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong>: Temporada: 17 de maio a 1º de junho de 2025 / Horário: Sextas-feiras às 20h, Sábados e Domingos às 19h / Ingressos:   <a href="https://riocultura.eleventickets.com/#!/evento/01844a8c4b9ba991a4cc8d98051b5758cf8dcb6e" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://riocultura.eleventickets.com/</a> Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto Endereço: Rua Humaitá, 163 – Humaitá / Classificação Indicativa: 14 anos </p>
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