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	<title>Arquivos exposição - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos exposição - Rota Cult</title>
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		<title>Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, integrando as celebrações dos 40 anos da instituição como centro cultural, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixoto e Viviane Matesco. Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, <em>Toró</em> propõe uma experiência imersiva em que pintura, escultura e obras instalativas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.</p>



<p class="has-text-align-center">Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas da fachada do Paço recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição. A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde, no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial brasileira, incluindo a condenação de Tiradentes. Sem recorrer à ilustração ou ao didatismo, a intervenção&nbsp;funciona como um disparador poético que conecta passado e presente, arquitetura e matéria pictórica. “Intitulei esta intervenção de&nbsp;<em>Chorare Pitangas</em>, expressão em tupi-guarani que significa ‘chorar lágrimas de sangue’”, revela Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">“Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura e encontra, no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica”, explicam os curadores. </p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras de Niura, a pintura deixa de ser apenas superfície para se afirmar como matéria em ação. Escorrimentos, velaturas, pulverizações, impregnações e infiltrações fazem da cor um elemento instável, em permanente deslocamento. Vermelhos intensos convivem com verdes e azuis de aparência aquosa, ampliando o repertório cromático da artista e rearticulando associações entre sangue, água, minério e paisagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“Minha pintura é inspirada pela música serial, pelo cinema e pela fotografia. Da música vem a ideia de uma estrutura em variação constante; do cinema, o princípio da montagem, feito de edições sucessivas até que algo se estabilize; da fotografia, o corte, a luz e a relação sutil entre as cores. Trabalho a partir da instabilidade, deixando que erros e aparições conduzam o processo, e gosto de operar com os restos, com as camadas anteriores. Minha pintura é leve como a poeira. Busco um ponto de equilíbrio por meio de uma sucessão de situações e regiões instáveis”, afirma Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição&nbsp;–&nbsp;que marca os 35 anos de carreira da artista&nbsp;–&nbsp;ocupa o terreiro e o terreirinho do Paço, reunindo um conjunto expressivo de trabalhos inéditos em espaços historicamente ligados às áreas de serviço, circulação e abastecimento do prédio. A escolha desses ambientes reforça a dimensão relacional do projeto, construído a partir das camadas simbólicas do lugar.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se estrutura a partir da fricção entre tempos distintos. A arquitetura do Paço não funciona como cenário, mas como uma presença que tensiona a leitura das obras e desloca a experiência do visitante”, pontua a curadoria.</p>



<p class="has-text-align-center">A dimensão material da obra é central. Niura trabalha com pigmentos naturais, terras, rejeitos minerais e poeira de meteoritos. Em algumas esculturas, pedras são atravessadas por linhas de seda que pertenciam à mãe da artista, criando uma relação direta entre memória íntima e território. As fitas evocam veios de minério e veias do corpo, aproximando mineração e anatomia, exploração da terra e ferida corporal. Aqui, o corpo surge como metáfora do território e o território, como extensão do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra-título &#8211; Entre os trabalhos apresentados, destaca-se <em>Toró</em> (2015-2016), tríptico que dá título à exposição. A obra reúne pigmentos e matérias como moldavita (cristais), azurita, spirulina e zircão, compondo uma superfície de caráter aquoso e atmosférico. Em tons de verde e azul, o trabalho evoca a ideia de chuva e dialoga com referências da história da pintura, em especial com paisagens e procedimentos associados aos mestres William Turner, Paul Cézanne e Alberto da Veiga Guignard, que atravessam a pesquisa de Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A expografia foi pensada como um percurso progressivo, que organiza o espaço a partir de ritmos, escalas e intensidades. Em alguns momentos, o público é convidado a atravessar fisicamente as obras, penetrando planos pictóricos e percebendo variações de luz, transparência e densidade material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Um projeto em circulação</strong> &#8211; Embora dialogue com questões recorrentes na trajetória de Bellavinha, como a relação com a história colonial, a matéria e a espiritualidade da cor, <em>Toró</em> não se apresenta como uma retrospectiva. Ao contrário, a mostra enfatiza o presente da produção da artista e sua capacidade de se reconfigurar a partir do encontro com cada espaço, inscrevendo-se em um projeto mais amplo de circulação que se transforma a cada contexto expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em> integra um programa de itinerância desenvolvido pela artista e iniciado em 2024/2025 com a exposição apresentada no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. Em 2026, o projeto chega ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro, assumindo uma configuração inédita em diálogo com a arquitetura e a história do edifício. Estão previstas ainda apresentações em outras capitais brasileiras, como São Paulo, Porto Alegre e Belém. Ao final do percurso, será lançado o livro &#8220;Niura&#8221;, publicação que consolida esse programa de itinerância, reunindo imagens e textos sobre os atravessamentos entre obra, espaço e tempo ao longo das diferentes exposições apresentadas.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência do público começa ainda do lado de fora. As janelas ativadas na fachada anunciam a exposição como um acontecimento que extrapola o espaço interno e convoca o olhar do passante. Uma vez no interior do Paço, o visitante é convidado a desacelerar, aproximar-se das obras e percorrer um conjunto de proposições que exigem tempo, atenção e abertura sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em>&nbsp;afirma a pintura como força viva, capaz de transbordar suportes, incidir sobre a arquitetura e reativar a memória histórica no presente. Ao colocar matéria, cor e espaço em relação, Niura constrói uma exposição que não se fecha em significados únicos, mas se oferece como campo de experiência atravessado por tensões entre delicadeza e violência, transparência e peso, história e agora.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 28 de março até 07 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial End: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro  / Entrada franca | Classificação livre</p>



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		<title>&#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides, no Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo. A partir de referências diretas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Oriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas. Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.</p>



<p class="has-text-align-center"> Em &#8220;Casa Própria&#8221;, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. Essas composições, muitas vezes nomeadas pela artista como &#8220;padrão&#8221; ou &#8220;raios&#8221;, compõem um repertório visual que atravessa o cotidiano urbano e ganha densidade poética no espaço expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O meu trabalho nasce da observação da construção civil popular brasileira e das fachadas ornamentadas com cacos cerâmicos, entendidas como um repertório visual. As séries transformam esses gestos e materiais cotidianos em escultura, afirmando identidades populares e o valor simbólico dessas arquiteturas que resistem ao tempo&#8221;, diz Ana Hortides.</p>



<p class="has-text-align-center">As fachadas, platibandas e terraços dessas construções possuem uma estética única, carregada de significados afetivos, históricos e culturais, expressos nos adornos, desenhos e padrões formados por pisos e cacos cerâmicos coloridos. Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como &#8220;bater laje&#8221;, símbolo potente de resistência e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As platibandas e raios de Ana Hortides inscrevem uma estética que a modernidade brasileira frequentemente tratou com desprezo, classificando-a como kitsch, pastiche ou mau gosto. Sua obra, porém, não se limita a celebrar essa arquitetura de forma nostálgica ou documental. Há uma operação formal sofisticada em jogo. Ao isolar esses elementos e reapresentá-los em escala alterada, com materiais que explicitam sua natureza de fragmento e montagem, a artista os desloca de sua função utilitária e os reinstaura como linguagem plástica. Os trabalhos se tornam quase abstratos, lidos tanto como arquitetura quanto como corpo. São ao seu modo excrescências, apêndices, órgãos que crescem da parede. A casa deixa de ser apenas metáfora do íntimo e passa a se comportar como organismo&#8221;, declara Pollyana Quintella.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <strong> </strong>Período: de 21 de março a 09 de maio / Local: Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea: Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira &#8211; Estr. Rodrigues Caldas, 3400. Taquara, Rio de Janeiro. / Acessibilidade: audiodescrição e intérpretes de Libras. / Site: <a href="https://museubispodorosario.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://museubispodorosario.com/</a></p>



<p class="has-text-align-center">No dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, &#8220;Casa Própria oferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. A mostra também conta com audiodescrição das obras e intérpretes de Libras na visita guiada e atividade formativa, garantindo acessibilidade às pessoas com deficiência. </p>
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		<title>Instituto Artistas Latinas abre exposição sobre Arte Têxtil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Artistas Latinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Artistas Latinas inaugura no Sesc Tijuca no Rio de Janeiro a exposição &#8220;Tecendo histórias&#160;&#8211;&#160;arte têxtil latino-americana&#8221;. Dedicado à pesquisa, formação de acervo e ações educativas em artes visuais com foco na produção feminina da região, o instituto apresenta uma seleção de obras de 11 artistas e dois coletivos da Argentina, Brasil, Guatemala e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Instituto Artistas Latinas inaugura no Sesc Tijuca no Rio de Janeiro a exposição &#8220;Tecendo histórias&nbsp;<strong>&#8211;&nbsp;</strong>arte têxtil latino-americana&#8221;. Dedicado à pesquisa, formação de acervo e ações educativas em artes visuais com foco na produção feminina da região, o instituto apresenta uma seleção de obras de 11 artistas e dois coletivos da Argentina, Brasil, Guatemala e Peru. Em foco, estão trabalhos que atualizam técnicas ancestrais em diálogo com questões estéticas e políticas contemporâneas. A curadoria é de Francela Carrera com co-curadoria de Ana Carla Soler e Carolina Rodrigues. Com entrada franca, a mostra abre no dia 14 de março (sábado) e vai até 14 de junho de 2026, na galeria do Sesc Tijuca, uma das maiores da Rede Sesc na região metropolitana do Rio.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Francela Carrera (<a href="https://www.linkedin.com/in/francelacarrera/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.linkedin.com/in/francelacarrera/</a>), a arte têxtil vive hoje um momento de destaque nas artes visuais. “Antes considerada uma arte menor, agora ganha força não apenas pela dimensão estética, mas também pelo sentido político que incorporou”, afirma ela. “Por isso, quis reunir mulheres latino-americanas que, em suas pesquisas artísticas utilizam tecidos, fios, teares e bordados como meios de reflexão crítica também”, completa. “Em maior ou menor grau, todas as participantes mantêm vínculos com movimentos sociais e abordam, em seus trabalhos, diferentes pautas e debates contemporâneos. Além de uma exposição de arte, ‘Tecendo histórias’ é uma articulação de vozes, saberes e lutas”, diz Paulo Farias, diretor artístico do Instituto Artistas Latinas.</p>



<p class="has-text-align-center">Com expografia de Gisele de Paula (<a href="https://www.linkedin.com/in/gisele-de-paula-21a05268/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.linkedin.com/in/gisele-de-paula-21a05268/</a>), arquiteta da 36ª. Bienal de São Paulo, a mostra é dividida em cinco núcleos curatoriais. No eixo “Mobilização social”, as obras aparecem como instrumentos de denúncia e engajamento coletivo. Estão lá trabalhos do Coletivo Nacional de Mulheres do Movimento dos Atingidos por Barragens e das Serigrafistas Queer. A seção “Uma Geografia Sensível” traz criações têxteis de Ana Teresa Barbosa, Angelica Serech, Claudia Lara e Mayara, com narrativas de território por meio de cartografias íntimas e reflexões sobre ancestralidade e pertencimento. O núcleo “Têxtil Expandido – Corpo, Imagem e Performance” reúne iahra e Rafa Bqueer, com trabalhos que atravessam performance e moda, explorando diferentes processos para investigar as relações entre corpo, forma, matéria, ancestralidade e identidade. O núcleo “Retratos: presença e matéria” apresenta obras figurativas e de autorrepresentação. Karine de Souza, Laís Domingues e Mónica Millán investigam identidade e memória por meio do bordado, da impressão com materiais naturais e outras técnicas. Em “Espiritual e Sagrado”, a curadoria exibe trabalhos em bordado de Cláu Epiphanio e Nádia Taquary, que articulam temas como ancestralidade afro-brasileira, sagrado feminino e memórias do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">Criado em 2019, o Instituto Artistas Latinas atua para ampliar e consolidar o reconhecimento da produção de mulheres na arte contemporânea. “A exposição entrelaça memórias, territórios e histórias de resistência, reafirmando a potência da arte têxtil como linguagem contemporânea e como fio condutor de novas narrativas”, finaliza Paulo Farias, fundador e presidente da instituição.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong><br><strong>Data</strong>: 14 de março a 14 de junho de 2026<br><strong>Artistas</strong>: Ana Teresa Barboza, Angelica Serech, Cláu Epiphanio, Claudia Lara, iahra, Karine de Souza, Laís Domingues, Mayara, Mónica Millán, Nádia Taquary, Rafa Bqueer, além dos coletivos Mulheres Atingidas por Barragens e Serigrafistas Queer<br><strong>Países envolvidos:</strong>  Brasil, Argentina, Guatemala e Peru<br><strong>Curadoria</strong>: Francela Carrera, com co-curadoria de Ana Carla Soler e Carolina Rodrigues <br><strong>Endereço</strong>: R. Barão de Mesquita, 539 – Tijuca  </p>
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		<title>49ª edição da Novíssimos reúne treze artistas nacionais</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No coração do Jardim Botânico, a Galeria de Arte IBEU abre as portas para a 49ª edição da Novíssimos, a exposição coletiva mais tradicional do país dedicada a novos talentos. A seleção dos participantes deste ano foi resultado de um concorrido edital, ocorrido em novembro de 2025, que recebeu 115 inscrições. Pela primeira vez sob [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No coração do Jardim Botânico, a Galeria de Arte IBEU abre as portas para a 49ª edição da Novíssimos, a exposição coletiva mais tradicional do país dedicada a novos talentos. A seleção dos participantes deste ano foi resultado de um concorrido edital, ocorrido em novembro de 2025, que recebeu 115 inscrições.</p>



<p class="has-text-align-center">Pela primeira vez sob curadoria de Bruno Miguel, a mostra reúne 13 nomes que mapeiam diferentes trajetórias. O panorama abrange desde a presença da artista Makh Hanamakh — nascida em Tóquio e radicada no Rio — até a força da produção fluminense com Beth Rocha, Bruna Manarelli, Carolina Amorim, Claudia Castro Barbosa, Patrícia Peixoto, Fogo e Ian Raposo. A seleção se completa com o olhar de Eduardo Baltazar (Niterói), Marcelo Rezende (São Gonçalo), Renan Henrique Carvalho (Espírito Santo), a recifense Ana Leal e o paulista João Buson.</p>



<p class="has-text-align-center">“Tenho a certeza de que muitas carreiras ainda terão esse “novo velho” salão como etapa importante dos seus desenvolvimentos artísticos. Assim como foi para mim e para tantos outros”, comenta Bruno Miguel.</p>



<p class="has-text-align-center">Apresentando um diálogo entre múltiplas linguagens, a exposição inclui pintura, fotografia, desenho, objetos e instalações. Mais do que uma mostra, a Novíssimos funciona como um salão de premiação: ao final da temporada, um dos participantes será eleito pela Comissão de Seleção do IBEU para realizar uma mostra individual na galeria.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong>  12 de março  até 08 de maio de 2026 / <strong>Local:</strong> Galeria de Arte IBEU &#8211; Rua Maria Angélica, 168 &#8211; Jardim Botânico  </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/">49ª edição da Novíssimos reúne treze artistas nacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Flávia Junqueira tem instalação imersiva no Theatro Municipal</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Theatro Municipal do Rio (TMRJ) recebe a artista Flávia Junqueira exibindo sua instalação imersiva na Sala de Espetáculos. A instalação artística, que já esteve no TMRJ em 2025, no Teatro Tivoli BBVA em 2024 e na Opera Liceu de Barcelona em 2022, oferece ao público a oportunidade de ver a composição de sua obra, que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Theatro Municipal do Rio (TMRJ) recebe a artista Flávia Junqueira exibindo sua instalação imersiva na Sala de Espetáculos. A instalação artística, que já esteve no TMRJ em 2025, no Teatro Tivoli BBVA em 2024 e na Opera Liceu de Barcelona em 2022, oferece ao público a oportunidade de ver a composição de sua obra, que utiliza balões de várias cores e tamanhos além de contar com efeitos de fumaça e sons coletados pela artista em parques de diversão durante suas viagens ao exterior.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao falar sobre a instalação, Flávia conta que uma das propostas é fazer com que as pessoas se sintam como parte do projeto. &#8220;A instalação é viva, começa de um jeito e termina de outro, pois não há reposição de balões. Assumimos a fragilidade e o tempo dos elementos que usamos. Então, começa e termina conforme a duração dos próprios materiais.&#8221;, afirma a artista. Outra proposta da experiência é mostrar ao público todo o processo de montagem, do começo ao fim. </p>



<p class="has-text-align-center">A experiência conta com horários de visitação das 10h até às 17h30, e cada uma tem duração de 40 minutos, onde os participantes poderão interagir com criação da artista.  Os ingressos estão disponíveis em no site (<a href="http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.theatromunicipal.rj.gov.br</a>).  </p>
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		<title>Toz celebra 30 anos de carreira com exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[TOZ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria Movimento, no Rio de Janeiro, inaugura a exposição “Ciclo”, do artista visual Tomaz Viana, o Toz. A abertura acontece no dia em que ele completa 50 anos e marca também os seus 30 anos de carreira, configurando-se como um ponto de síntese, maturidade e transformação em sua produção. Com curadoria de Paula Mesquita, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Galeria Movimento, no Rio de Janeiro, inaugura a exposição “Ciclo”, do artista visual Tomaz Viana, o Toz. A abertura acontece no dia em que ele completa 50 anos e marca também os seus 30 anos de carreira, configurando-se como um ponto de síntese, maturidade e transformação em sua produção. Com curadoria de Paula Mesquita, a mostra reúne um corpo de trabalhos que reflete esse momento de passagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“A trajetória do Toz sempre foi feita de risco, insistência e liberdade. Acompanhar esse percurso é reconhecer como essas qualidades se transformaram em linguagem sem perder a potência inicial. ‘Ciclo’ sintetiza muito do que vi o Toz construir ao longo desses 30 anos, a partir de uma relação singular com a forma e com o tempo”, afirma Ricardo Kimaid, diretor da Galeria Movimento.</p>



<p class="has-text-align-center">De origem grega, a palavra&nbsp;<em>ciclo</em>&nbsp;carrega a ideia de processo: algo que dura, se transforma e retorna, sem se encerrar de fato. Em “Ciclo”, essa noção atravessa simultaneamente a biografia e a linguagem de Toz. “A experiência acumulada ao longo do tempo não se organiza aqui como balanço retrospectivo, mas como passagem”, pontua Paula Mesquita. Trata-se de um movimento de síntese em que certos motivos retornam mais concentrados, mais conscientes do próprio ritmo e da própria forma.</p>



<p class="has-text-align-center"> </p>



<p class="has-text-align-center">Nascido na rua, no grafite e na pulsação da cidade, o vocabulário visual de Toz tornou-se reconhecível justamente por combinar gesto, cor e narrativa. Ao longo de três décadas, essa matriz urbana se expandiu para a pintura, a escultura e o espaço expositivo, sem perder a energia de origem.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Essa expansão se manifesta também em projetos especiais realizados em diferentes contextos urbanos e institucionais no Brasil e no exterior. Ao longo de sua trajetória, Toz desenvolveu murais, instalações e intervenções site-specific em cidades como Paris, Madri e Hong Kong, além de projetos apresentados em espaços como a Sede das Nações Unidas, em Genebra. Essas experiências ampliam o alcance de sua linguagem e reafirmam a circulação internacional de uma obra capaz de dialogar com múltiplos territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">A repetição sempre foi um motor no trabalho de Toz, articulando insistência, disciplina e método. Personagens como&nbsp;<em>Nina</em>,&nbsp;<em>Shimu</em>&nbsp;e o&nbsp;<em>Vendedor de Alegria</em>&nbsp;incorporam essa recorrência por meio da curva, da bola e do círculo, formas que reaparecem em diferentes situações e atmosferas. Em “Ciclo”, essa insistência deixa de operar prioritariamente como narrativa figurativa e passa a organizar o campo visual da obra, orientando ritmo, composição e cor.</p>



<p>“Tudo vira círculo para mim. A repetição faz parte do meu processo. É insistindo que as coisas mudam”, diz o artista.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong>: <br>Abertura: 15 de março de 2026, das 15h às 18h Encerramento: 18 de abril de 2026 / Local: <strong>Galeria Movimento</strong> End: Rua dos Oitis, 15 &#8211; Gávea  </p>



<p></p>
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		<title>Art Wall do Shopping Leblon apresenta &#8220;Mais e mais&#8221;, de Tomie Savaget</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em celebração ao Mês das Mulheres, o Shopping Leblon inaugura uma nova edição do seu&#160;Art&#160;Wall&#160;com a&#160;exposição&#160;Mais&#160;e mais, assinada pela artista plástica e figurinista Tomie Savaget, com curadoria de Christiane Laclau, da&#160;Artmotiv.&#160;A obra propõe&#160;uma imersão sensível em formas contínuas e entrelaçadas, expandindo a delicadeza da dobradura em papel para uma presença abstrata no espaço arquitetônico do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em celebração ao Mês das Mulheres, o Shopping Leblon inaugura uma nova edição do seu&nbsp;Art&nbsp;Wall&nbsp;com a&nbsp;exposição&nbsp;<em>Mais&nbsp;e mais</em>, assinada pela artista plástica e figurinista Tomie Savaget, com curadoria de Christiane Laclau, da&nbsp;Artmotiv.&nbsp;A obra propõe&nbsp;uma imersão sensível em formas contínuas e entrelaçadas, expandindo a delicadeza da dobradura em papel para uma presença abstrata no espaço arquitetônico do shopping.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada no&nbsp;kusudama<strong>,&nbsp;</strong>técnica japonesa de origami modular tradicionalmente associada ao costume de guardar ervas e remédios,&nbsp;a instalação parte de um gesto íntimo e artesanal para ganhar escala e dimensão pública. O que antes era objeto de cuidado e preservação transforma-se em construção espacial, composta por linhas que sugerem ritmo, fluxo e permanência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O que Tomie Savaget realiza em &#8220;Mais e mais&#8221; é uma subversão da escala. Ela retira o origami do universo da delicadeza e do ambiente doméstico, para elevá-lo ao status de construção espacial. É fascinante observar como uma tradição milenar é reconfigurada aqui em uma estrutura modular contínua, que dialoga diretamente com as questões da arte contemporânea&#8221;, dispara Christiane Laclau, curadora da&nbsp;Artmotiv.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao unir tempo, repetição e manualidade, Tomie Savaget tensiona tradição e contemporaneidade, propondo uma reflexão sobre memória, corpo e representação. Suas pesquisas atravessam relações entre história da arte e revisionismo historiográfico, o corpo como suporte e a artificialidade da representação, aproximando academicismo e artesanato em uma linguagem que valoriza o gesto e o fazer.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mestra em arte contemporânea pela&nbsp;Université&nbsp;Paris 8&nbsp;Vincennes–Saint-Denis, a artista estudou cenografia e figurino com J.C. Serroni e&nbsp;Telumi&nbsp;Hellen na SP Escola de Teatro e integrou o grupo de acompanhamento de projetos Hermes Artes Visuais, com Marcelo Amorin. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A cada edição, o&nbsp;Art&nbsp;Wall&nbsp;reafirma o compromisso do Shopping Leblon com a valorização da arte contemporânea e com a criação de experiências culturais acessíveis ao público. No Mês das Mulheres, receber uma artista como Tomie Savaget amplia esse diálogo, trazendo para o espaço uma obra que conecta delicadeza, força construtiva e tradição&#8221;,&nbsp;comenta Paula&nbsp;Magrath,&nbsp;gerente de marketing do Shopping Leblon.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço | Art Wall – Shopping Leblon</strong> <br><strong>Período: </strong>28/02 até 13/04 <br><strong>Endereço:</strong> Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon, Rio de Janeiro <br><strong>Entrada:</strong> gratuita </p>
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		<title>Museu Histórico da Cidade recebe exposições de Anna Bella Geiger e Raquel Saliba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidas pela potência da arte e por laços de amizade, Anna Bella Geiger e Raquel Saliba ocupam duas salas do Museu Histórico da Cidade a partir de 1º de março, sob curadoria de Shannon Botelho. No segundo pavimento do casarão, a exposição conjunta “Avesso” propõe um campo de diálogo entre as obras de Geiger e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Unidas pela potência da arte e por laços de amizade, Anna Bella Geiger e Raquel Saliba ocupam duas salas do Museu Histórico da Cidade a partir de 1º de março, sob curadoria de Shannon Botelho. No segundo pavimento do casarão, a exposição conjunta “Avesso” propõe um campo de diálogo entre as obras de Geiger e as esculturas de Saliba, revelando camadas, contrastes e afinidades. No primeiro pavimento (térreo), Raquel apresenta a individual “Bashar: nós humanos” reunindo esculturas recentes em diferentes técnicas na cerâmica e instalações que ampliam sua investigação material e espacial.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a data não poderia ser mais oportuna: além de marcar o aniversário da fundação da cidade do Rio de Janeiro, 1º de março insere as exposições em um mês mundialmente reconhecido como o Mês da Mulher. As mostras seguem abertas ao público até [data de encerramento], com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>“Bashar: nós humanos”</strong> &#8211; No presente, marcado pela crença em uma subjetividade autossuficiente e pelo enfraquecimento das lógicas comunitárias, a obra de Raquel Saliba sinaliza um gesto de atenção ao que ainda nos constitui. Suas figuras não celebram o indivíduo isolado, mas evocam a condição compartilhada do existir. Bashar — que significa humanidade — nomeia este encontro de corpos que, feitos de barro, carregam a memória do tempo, das diferenças e da vida em comum. Entre nascimento e desgaste, permanência e transformação, as obras aqui expostas nos lembram que a humanidade é constituída, antes de tudo, pelas relações que estabelece e pelos vestígios sensíveis que lega à eternidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Cerâmica e bronze se transformam em instigantes peças escultóricas nas mãos de Raquel Saliba. Nascida em Itaúna, Minas Gerais, formada em Psicologia, a artista dedica-se exclusivamente à arte há 15 anos, movida por um fascínio singular por técnicas ancestrais e processos primordiais. Entre elas estão a queima Anagama — queima japonesa — e a Obvara, método de queima cerâmica originado no Leste Europeu no século XII, que consiste em retirar a peça incandescente do forno. Raquel também experimenta o uso de gás em fornos híbridos combinados com lenha. Em uma de suas séries mais recentes, deixou que a ação do mar oxidasse algumas peças, resultando em superfícies que alternam entre o&nbsp;<em>reluzente e o rústico.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>“Avesso”</strong> &#8211; Os trabalhos de Anna Bella Geiger apresentados em ‘Avesso’ foram realizados a partir dos anos 1960. Neles, a artista desloca a imagem de um campo compositivo para um campo orgânico, fazendo da superfície uma espécie de pele tensionada, onde cortes, cavidades e dobras insinuam um interior que insiste em emergir. Mais do que um gesto expressionista, trata-se de uma investigação estrutural da imagem: Geiger expõe o avesso, desestabiliza o plano e transforma a matéria em linguagem crítica. Ao afirmar uma poética centrada no corpo em um sistema historicamente regulado por narrativas masculinas de autonomia e universalidade, a artista tensiona os limites da imagem e inscreve, de modo não panfletário, uma presença feminina que reivindica espaço na redefinição da arte e de seus discursos. </p>



<p class="has-text-align-center">Por sua vez, Raquel Saliba apresenta um conjunto de corpos femininos que discutem a condição da mulher não apenas no contexto das violências físicas, mas também nas formas de negação da individualidade e da plenitude do ser produzidas por uma lógica patriarcal e por agressões simbólicas naturalizadas. Corpos acéfalos, reduzidos a troncos, instauram um discurso contundente sobre a experiência feminina no contemporâneo: a supressão da identidade como mecanismo de controle. Uma obra de caráter instalativo sintetiza a narrativa: cabides sustentam troncos femininos como se fossem mercadorias expostas, evocando a objetificação do corpo da mulher — transformado em produto, disponível ao consumo. Contudo, nesses corpos aparentemente destituídos de identidade reside uma força latente: se denunciam a redução e as violências, também afirmam autonomia, beleza e potência expressiva”, diz Sannon Botelho.</p>



<p class="has-text-align-center">De Anna Bella Geiger foram selecionadas gravuras em metal, telas em guache e nanquim sobre papel, obras em técnica mista, objetos escultóricos. O recorte é mapeado a partir da produção dos anos 1960 e chega a trabalhos mais recentes, explorando volume, textura e espaço.&nbsp;<strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Já Raquel Saiba expõe delicados torsos femininos em cerâmica, submetidos a diferentes técnicas de queima ou moldados com tecidos ou transformados pela ação do mar depois de algum períodos de submersão. Alguns estarão suspensos em um conjunto de instalações que flutuam no ambiente, presos por fios de metal a armações de ferro; outros, “protegidos” por redomas de vidro ou agrupados, ostentando medidas diversas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Para mim, como mulher, o feminino é forte. Está e estará sempre presente no meu trabalho. Como escultora, gostaria de abrir mais portas para outras mulheres, especialmente aquelas que vivem sob opressão, preconceito e diferentes formas de violência. A intimidação das mulheres ainda é muito grande, sobretudo entre as que lutam por independência e liberdade”,</em>&nbsp;define Raquel Saliba.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>“Avesso” – exposição de Anna Bella Geiger e Raquel Saliba (2º pavimento)</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>“Bashar: nós humanos” – individual de Raquel Saliba (1º pavimento)</strong> </p>



<p class="has-text-align-center">Visitação: de 3 de março a 3 de maio de 2026</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Museu Histórico da Cidade Endereço: Est. Santa Marinha, s/nº &#8211; Gávea </p>
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		<title>Exposição inspirada em poema de Paulo Leminski reúne trabalhos de 34 artistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Histórico da Cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirada em poema de Paulo Leminski, Espaçotempo reúne 32 artistas em uma exposição coletiva que investiga a noção de tempo a partir de diferentes práticas e materialidades. Nomes como Ana Herter, Anna Bella Geiger, Esther Bonder, Liane Roditi, Panmela Castro, Raul Mourão e Yoko Nishio apresentam trabalhos em pintura, desenho, escultura, fotografia, gravura, vídeo, objeto, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/02/exposicao-inspirada-em-poema-de-paulo-leminski-reune-trabalhos-de-34-artistas/">Exposição inspirada em poema de Paulo Leminski reúne trabalhos de 34 artistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Inspirada em poema de Paulo Leminski, Espaçotempo reúne 32 artistas em uma exposição coletiva que investiga a noção de tempo a partir de diferentes práticas e materialidades. Nomes como Ana Herter, Anna Bella Geiger, Esther Bonder, Liane Roditi, Panmela Castro, Raul Mourão e Yoko Nishio apresentam trabalhos em pintura, desenho, escultura, fotografia, gravura, vídeo, objeto, bordado, serigrafia, tear e ações interativas constroem um campo plural de pesquisas. As obras articulam gestos, processos e camadas de permanência e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center">Propondo uma reflexão sobre as múltiplas percepções do tempo a partir de experiências subjetivas, memórias e atravessamentos íntimos, a exposição coletiva &#8220;<em>Espaçotempo</em>&#8221; abre no Museu Histórico da Cidade do Rio, com curadoria de Isabel Sanson Portella, a mostra reúne 32 artistas contemporâneos.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada no poema <em>O mínimo do máximo</em>, de Paulo Leminski (1944–1989), a exposição articula questões que transitam entre o individual e o coletivo, entre o real e o imaginado, deslocando a ideia de tempo de uma leitura linear e cronológica. Poeta que atravessou a literatura brasileira com humor, síntese e pensamento afiado, Leminski aparece aqui como um disparador sensível: seu poema abre um campo de ressonâncias entre palavra e imagem, em diálogo com as artes visuais.</p>



<p class="has-text-align-center">“Espaçotempo nasce do desejo de pensar o tempo para além da cronologia. Interessa menos a sequência e mais a experiência, aquilo que permanece, retorna ou se transforma na relação entre memória, corpo e imaginação”, afirma a curadora Isabel Sanson Portella.</p>



<p class="has-text-align-center">As obras apresentadas percorrem uma ampla variedade de suportes e linguagens, como pintura, desenho, escultura, vídeo, ação interativa, tear, serigrafia, fotografia, gravura, bordado e objeto, evidenciando a diversidade de pesquisas e procedimentos que atravessam a exposição. Participam da mostra Ana Carolina Videira, Ana Herter, Ana Zveibil, Anna Bella Geiger, Antonio Bokel, Aruane Garzedin, Ashley Hamilton, Breno Bulus, Cláudia Lyrio, Esther Bonder, Fernanda Sattamini, Flavia Fabbriziani, Giba Gomes, Gláucia Crispino, Heloísa Madragoa, Jaime Acioli, Liane Roditi, Manoel Novello, Manu Gomez, Maristela Ribeiro, Marlene Stamm, Michelle Rosset, Mônica Pougy, Nathan Braga, Panmela Castro, Patrizia D&#8217;Angello, Pedro Carneiro, Raul Mourão, Renata Adler, Stella Mariz, Vicente de Melo e Aldonis Nino, Virgínia Di Lauro e Yoko Nishio, artistas oriundos de estados como Bahia, Amapá, São Paulo e Rio de Janeiro, além dos Estados Unidos.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se constrói na diversidade de olhares e na compreensão de que cada experiência do tempo é única, atravessada por histórias pessoais, afetos e modos singulares de estar no mundo”, completa Isabel.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao reunir poéticas tão distintas, &#8220;Espaçotempo&#8221; propõe um campo de experiências no qual o tempo se apresenta como matéria viva — algo que se dobra, se acumula e se reinventa no encontro entre obra, espaço e público.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>  1º de março  até 3 de maio de 2026 / <strong>Visitação:</strong> terça-feira a domingo, das 9h às 16h<br><strong>Local:</strong> Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro <strong>Endereço:</strong> Est. Santa Marinha, s/nº &#8211; Gávea, <strong>Espaço expositivo:</strong> 3º andar do Casarão de Exposições<br> </p>
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		<title>&#8220;VAI TOMANDO!&#8221; destaca processo criativo de artistas do Morro do Santo Amaro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Futuros – Arte e Tecnologia]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Onze artistas do Laboratório de Artes, Inovação e Tecnologia 2050, com sede no Morro do Santo Amaro, na Zona Sul do Rio de Janeiro, integram a exposição &#8220;VAI TOMANDO!&#8221; no centro cultural Futuros &#8211; Arte e Tecnologia a partir desta quarta, 25. Com entrada gratuita, a mostra vai apresentar  as realidades de seus cotidianos, pesquisas e produções artísticas, desenvolvidas no decorrer da residência artística do projeto UPLOAD, iniciada em 2025, em que seus participantes visitaram 68 exposições e 23 museus cariocas e paulistas. </p>



<p class="has-text-align-center">Com trabalhos utilizando inteligência artificial, pintura artística, impressão e&nbsp;escaneamento 3D, interatividade, arte generativa, modelagem digital e resíduos físicos e eletrônicos, &#8220;VAI TOMANDO!&#8221; apresenta obras e projetos em estágio de desenvolvimento pelos artistas da 2050 para tornar visíveis os processos criativos e as construções narrativas de cada um deles. As produções exploram temas relacionados às suas vivências e cotidianos, como a vida em comunidade no Morro do Santo Amaro, arte, juventude e tecnologias que ativam sentidos naquele território. Em maio, uma nova exposição no centro cultural mostrará o resultado final das criações artísticas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fundada em 2022, a 2050 é um laboratório criativo de arte, inovação e tecnologia, desenvolvido por artistas das comunidades Santo Amaro, Cidade de Deus, Senador Camará e Praça Seca. Eles se inspiram na favela para criar narrativas globais e novos rumos, fazendo uso da inteligência artificial, cultura periférica e novas tecnologias para desenvolver projetos que lidam com as experiências imersivas, produções artísticas e iniciativas educativas. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Tem sido um incomensurável prazer trabalhar e aprender com a tropa de artistas do Laboratório de Artes, Inovação e Tecnologia 2050. Como curador, meu papel foi e continua sendo acompanhar processos artísticos individuais e coletivos, mediar conhecimentos do campo da arte e ampliar as possibilidades de inserção profissional nesta área. Compreendo arte e tecnologia como campos que se encontram e se potencializam em um tempo de intensa conexão com as pessoas e com o mundo&#8221;, destaca Leonardo Moraes, curador da residência UPLOAD e das exposições.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong> </strong><br>Data: 25 de fevereiro a 5 de abril <br>Horário: quarta a domingo, de 11h às 20h<br>Local: Futuros – Arte e Tecnologia &#8211; Galeria 3<br>Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo <br>Entrada franca</p>
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