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	<title>Arquivos foto - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos foto - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; reúne cerca obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers e produtoras culturais Ana Fortes e Duda Ballesteros para aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca. Na ocasião, será lançado o novo livro de Edinger,&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; apresenta um diálogo que nasce da convivência afetiva dos fotógrafos com o Rio. Carioca de nascimento e morador de São Paulo há décadas, Edinger revisita a cidade a partir de suas paisagens aéreas, fruto de uma pesquisa recente que desloca para o céu o rigor de sua investigação sobre o comportamento humano e a arquitetura urbana. Reconhecido nacional e internacionalmente — com prêmios como a Leica Medal of Excellence (1983/85), o Ernst Haas Award e o Higashikawa Award (Japão) — Edinger consolidou uma obra que atravessa a contracultura, o retrato e, mais recentemente, a fotografia aérea, expandindo constantemente suas fronteiras estéticas. </p>



<p class="has-text-align-center">A Casa Proeza convida para a conversa pública com os fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger, mediada por Marcia Mello, referência em conservação e pesquisa em fotografia brasileira. O encontro integra a programação de abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, que inaugura o Projeto Radar Proeza, iniciativa dedicada a aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra reúne cerca de 20 obras de Betina e Edinger, articulando dois modos de ver o Rio: as paisagens aéreas de Claudio, que deslocam para o céu sua investigação sobre comportamento humano e arquitetura urbana, e as composições noturnas de Betina, ligadas a memórias, inconsciente e luzes filtradas que tensionam real e onírico. Sob curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, &#8220;Sonhos Cruzados&#8221; acontece no Distrito Criativo do Centro do Rio, área em plena revitalização cultural e efervescência de novos espaços expositivos.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a abertura, também será lançado &#8220;<em>Machina Mundi Brasil</em>&#8220;, novo livro de Claudio Edinger, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PROGRAMAÇÃO – Sábado, 6 de dezembro | Casa Proeza</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>14h — Abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;</strong><br><strong>15h — Conversa com Betina Samaia e Claudio Edinger</strong><br><em>Mediação:</em>&nbsp;<strong>Marcia Mello</strong>, curadora, pesquisadora e conservadora de fotografia brasileira<br><strong>16h — Sessão de autógrafos</strong><br>Lançamento de&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>&nbsp;e assinatura de livros dos artistas<br><strong>17h — Coquetel de abertura</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <br><strong>Abertura:</strong> 6 de dezembro de 2025, a partir das 14h<br><strong>Local:</strong> Casa Proeza – Rua do Ouvidor, 26, Centro<br><strong>Entrada gratuita</strong></p>
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		<title> Avistar Rio 2025 celebra 10 anos no Jardim Botânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Avistar Rio 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Avistar Rio chega à sua décima edição em 2025 e, neste ano, celebra sua trajetória com uma programação intensa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Entre os dias 7 e 9 de novembro, o braço fluminense do Avistar Brasil reúne observadores de aves, pesquisadores, fotógrafos, guias, educadores ambientais e amantes da natureza de todo o país. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Avistar Rio chega à sua décima edição em 2025 e, neste ano, celebra sua trajetória com uma programação intensa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Entre os dias 7 e 9 de novembro, o braço fluminense do Avistar Brasil reúne observadores de aves, pesquisadores, fotógrafos, guias, educadores ambientais e amantes da natureza de todo o país. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida no <a href="https://www.avistar-2025.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>site oficial do evento.</u></a></p>



<p class="has-text-align-center">Grande parte das atividades será realizada no Museu do Jardim Botânico, incluindo oficinas – de fotografia, gravação do canto dos pássaros e de ilustrações naturalistas –; a exibição do filme &#8220;Eu Passarinho&#8221; na tarde de estreia; além de mesas de debate e palestras com especialistas no assunto. Serão abordados temas como a ciência cidadã, conservação, histórias de observação de aves no Rio e no Brasil e mulheres na ornitologia.</p>



<p class="has-text-align-center">Uma exposição fotográfica sobre a avifauna brasileira também será projetada de forma integrada à sala expositiva &#8220;Flora Brasileira em Perigo&#8221;. Enquanto tudo isso ocorre na sala multiuso e demais espaços do Museu, do lado de fora acontecem as passarinhadas guiadas por entre as árvores e plantas do Jardim Botânico e a Feira de Projetos e Produtos no Galpão das Artes.</p>



<p class="has-text-align-center">O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é um destino simbólico para essa celebração: há 23 anos, o espaço abriga um dos passeios de observação de aves mais tradicionais da cidade, conduzido por Henrique Rajão, referência na popularização da atividade no Estado. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A expectativa da realização do Avistar Rio no Jardim Botânico é enorme! O Jardim vem se notabilizando como uma das principais áreas para observação de aves e interação com a natureza no estado do Rio de Janeiro. A realização do Avistar Rio nesse local de enorme valor científico e histórico, tão importante para os amantes das aves e da natureza como um todo, é uma enorme conquista para todos nós&#8221;, afirma Henrique Rajão, observador de aves e guia há mais de duas décadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Avistar Rio 2025 — 10ª edição<br>Data: 7, 8 e 9 de novembro de 2025<br>Local: Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro<br>Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 — Rio de Janeiro</p>
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		<title>&#8220;Cidade Reflexiva&#8221; ocupa apartamento em demolição no Leblon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 12:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo carioca André Sousa apresenta &#8220;Cidade Reflexiva&#8221;, sua primeira mostra individual. A mostra reúne 16 fotografias em preto e branco que propõem um olhar sensível sobre o Rio de Janeiro e seus reflexos – naturais, arquitetônicos e humanos. Aliás, a pergunta que guia o trabalho é simples e profunda: De que forma a cidade [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O fotógrafo carioca André Sousa apresenta &#8220;Cidade Reflexiva&#8221;, sua primeira mostra individual. A mostra reúne 16 fotografias em preto e branco que propõem um olhar sensível sobre o Rio de Janeiro e seus reflexos – naturais, arquitetônicos e humanos.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a pergunta que guia o trabalho é simples e profunda: De que forma a cidade pode nos refletir? E de que forma refletimos na cidade? Para respondê-la, André percorreu a cidade de diferentes maneiras. A pé pelas ruas do Centro, do alto de um helicóptero e navegando pela costa, sempre registrando a multiplicidade de ângulos e perspectivas que compõem a capital fluminense. </p>



<p class="has-text-align-center">A escolha do espaço expositivo é parte essencial da experiência. A mostra &#8220;Cidade Reflexiva&#8221; acontece em um apartamento em processo de demolição no Leblon, transformando o próprio cenário em metáfora para a cidade, que, certamente, se reconstrói continuamente a partir de suas ruínas. Assim, entre paredes expostas e estruturas provisórias, as imagens ganham nova potência, convidando o público a refletir sobre a dinâmica urbana e sobre como também estamos em constante reinvenção.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br>Período: 19 a 21/09<br>Horários: Sexta-feira (19): 18h às 21h / Sábado (20) e domingo (21): 14h às 19h / Local: Rua Cupertino Durão, 16, apto 103 – Leblon / Entrada: Gratuita </p>
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		<title>FotoRio 2025 reúne artistas internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O FotoRio 2025, um dos mais longevos e respeitados festivais de fotografia da América Latina, reafirma seu compromisso com a pluralidade de olhares e o intercâmbio global. Nesta edição, o público encontrará uma constelação de exposições inéditas reunindo artistas do Brasil, América Latina e Europa em diferentes espaços culturais da cidade: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), Instituto [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O FotoRio 2025, um dos mais longevos e respeitados festivais de fotografia da América Latina, reafirma seu compromisso com a pluralidade de olhares e o intercâmbio global. Nesta edição, o público encontrará uma constelação de exposições inéditas reunindo artistas do Brasil, América Latina e Europa em diferentes espaços culturais da cidade: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), Instituto Cervantes, Galeria da Aliança Francesa, Centro Carioca de Fotografia e Casa Proeza.  </p>



<p class="has-text-align-center">O festival oferece uma oportunidade única de ver expoentes da fotografia contemporânea, nacionais e internacionais, explorando temas como identidade, ancestralidade, justiça social, meio ambiente e reinvenção dos corpos. Todas as atividades são gratuitas. </p>



<p class="has-text-align-center">O CCJF recebe, a partir de 9 de setembro, nove exposições que exploram múltiplos campos da fotografia, do documental ao performativo, do político ao poético. Entre elas estão as mostras que integram a Temporada França-Brasil, como &#8220;Mulheres: identidade e meio ambiente — Uma cartografia sensível&#8221;, com curadoria de Ioana Mello e Jean-Luc Monterosso, fundador e diretor da Maison Européenne de la Photographie, em Paris, e &#8220;Sóis Negros&#8221;, de artistas afro-guianenses, que também dialoga com a cultura francesa.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao mesmo tempo, o festival apresenta projetos de enorme relevância histórica e social, como &#8220;O Povo Leva! O Povo Leva! – O Funeral de JK&#8221;, com fotografia de Juvenal Pereira e curadoria de Milton Guran, que documenta momentos marcantes de comoção nacional do emblemático funeral de Juscelino Kubitschek, ocorrido há quase 50 anos; &#8220;10 Anos de Guerras sem Fim&#8221;, de Gabriel Chaim, com uma visão profunda sobre os conflitos em Gaza e outras regiões do Oriente Médio; e o projeto KHĪSÊTJÊ – TERRA É VIDA – HWYKHA RA ANHĪNTWA MBERI dos artistas indígenas Kamikia Khisêtjê, Renan Khisêtjê e Sâksô Khisêtjê, que denuncia os impactos do agronegócio sobre seus territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">Outras exposições ampliam ainda mais a diversidade do FotoRio 2025, incluindo &#8220;Vale Night&#8221;, de Aleta Valente, que convida mães a registrarem suas próprias experiências de liberdade;&#8221;Altinha&#8221;, de Tanara Stuermer, que ressignifica gestos do jogo popular na Praia do Leblon; &#8220;Como Olhar Junto&#8221;, de Luiza Baldan, que explora memórias e afetos em paisagens portuguesas; e &#8220;Nego Fugido – Memórias Quilombolas&#8221;, de Nicola Lo Calzo, um projeto documental sobre resistência negra na Bahia, que une história e poética visual. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Período de visitação: 10 de setembro a 08 de novembro c/ Local: CCJF Av. Rio Branco, 241 – Centro, RJ (há possibilidade de entrada pela Rua México, 57) </p>
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		<title>Aline Motta inaugura &#8220;Filha Natural&#8221;, no Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:00:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do cruzamento entre memória, história e fabulação, a artista visual Aline Motta inaugura a exposição &#8220;Filha Natural&#8221;, no Sesc Copacabana. A exposição, que propõe uma leitura sensível e crítica das heranças do passado escravista no Brasil, conta com curadoria da historiadora da arte Fernanda Terra. Abordando temas como identidade, racismo, ancestralidade e permanências [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A partir do cruzamento entre memória, história e fabulação, a artista visual Aline Motta inaugura a exposição &#8220;Filha Natural&#8221;, no Sesc Copacabana. A exposição, que propõe uma leitura sensível e crítica das heranças do passado escravista no Brasil, conta com curadoria da historiadora da arte Fernanda Terra. Abordando temas como identidade, racismo, ancestralidade e permanências coloniais, a exposição propõe outras formas de ver e narrar a história. <br><br>Resultado de uma ampla pesquisa documental e afetiva, a partir de uma análise inédita de iconografia histórica e de relatos orais de sua própria família, <em>Filha Natural</em> parte da trajetória apagada de uma mulher negra: a tataravó da artista, possivelmente nascida em 1855 em uma fazenda de café na região de Vassouras (RJ), um dos principais centros do escravismo no século XIX. A exposição articula diferentes linguagens para reconstruir fragmentos dessa história, tensionando as ausências deixadas pela história oficial.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os trabalhos, destaca-se o filme ficcional criado por Aline Motta, que dramatiza o processo de busca por suas raízes.  Um dos destaques é um grande painel fotográfico &#8220;estereoscópico&#8221; que justapõe duas imagens captadas no mesmo lugar, a partir da varanda da Fazenda do Ubá: uma assinada por Revert Henrique Klumb, possivelmente feita em 1860 e outra feita pela própria artista, mais de 150 anos depois. O gesto entrelaça passado e presente e propõe uma reflexão sobre o tempo, as marcas da memória e as histórias que resistem.<br><br>Reconhecida por uma obra que cruza fotografia, vídeo, instalação e performance, Aline Motta tem investigado, a partir de uma perspectiva crítica e sensível, as camadas da memória afro-atlântica e as narrativas silenciadas da história. Seus trabalhos já foram apresentados em importantes instituições e eventos no Brasil e no exterior, e sua produção literária também vem ganhando destaque, como no livro <em>A água é uma máquina do tempo</em>, finalista do Prêmio Jabuti 2023.<br><br>No dia da abertura ainda haverá uma oficina ministrada pela artista das 15h às 17h, precedendo a abertura oficial. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: <strong>Visitação: </strong>Data: de 19 de julho a 21 de setembro / Terça-feira a domingo, das 10h às 19h.<br><strong>Oficina com a artista:</strong> 19 de julho de 2025, das 15h às 17h<br> <strong>Local:</strong> Sesc Copacabana<br><strong>Endereço:</strong> Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana<br><strong>Entrada gratuita<br>Redes sociais: </strong>@atelierdocumentafernandaterra |  @tatadesignrio | @marciazoearte | @1alinemotta | @filhanatural_alinemotta</p>
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		<title>World Press Photo 2025 acontece na Caixa Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 27 de maio a 20 de julho, a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2025, que apresenta os vencedores do 68º Concurso Anual. Este ano, a mostra traz 42 projetos vencedores que refletem os temas mais urgentes da atualidade: política, gênero, migração, conflitos armados e a crise climática, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 27 de maio a 20 de julho, a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2025, que apresenta os vencedores do 68º Concurso Anual. Este ano, a mostra traz 42 projetos vencedores que refletem os temas mais urgentes da atualidade: política, gênero, migração, conflitos armados e a crise climática, reunindo histórias captadas por fotógrafos de 31 países. Entre os premiados estão três profissionais brasileiros, Amanda Perobelli, André Coelho e Anselmo Cunha. O país também ganhou protagonismo na lente de outros profissionais internacionais, o mexicano Musuk Nolte com imagens da seca na Amazônia e Jerome Brouillet com a foto do atleta olímpico Gabriel Medina. Depois da Cidade Maravilhosa, a mostra segue para São Paulo, e depois Curitiba e Salvador recebem pela primeira vez a exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2025, as imagens documentam desde protestos e levantes em países como Quênia, Myanmar, Haiti, El Salvador e Geórgia, até retratos inesperados de figuras políticas nos Estados Unidos e na Alemanha. Também revelam histórias comoventes de jovens ao redor do mundo – como um homem trans de 21 anos nos Países Baixos, uma jovem ucraniana traumatizada pela guerra e uma criança palestina vivendo com amputações após bombardeios em Gaza, escolhida como a foto do ano.</p>



<p class="has-text-align-center">Outro destaque desta edição é o impacto das mudanças climáticas em diferentes partes do mundo, com registros de desastres no Peru, Brasil e Filipinas. Há ainda um retrato potente da comunidade LGBTQIAPN+ celebrando o orgulho em um local secreto em Lagos, Nigéria, onde atos dessa natureza podem ser criminalizados. Destaque também para Tamale Safale, o primeiro atleta com deficiência a competir com atletas não deficientes em Uganda.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o brasileiro Raphael Dias e Silva, curador e gerente da exposição, a organização sempre tem a intenção e a ambição de trazer as maiores temáticas das notícias do mundo. Em 2025, o crescente&nbsp; aumento dos fluxos migratórios e os efeitos muito reais da mudança climática, que está criando eventos extremos no mundo inteiro, são destaques com a seca na Amazônia mais uma vez sendo retratada, assim como as enchentes do Rio Grande do Sul. ”Uma nota especial nessa edição é o trabalho do brasileiro André Coelho, que retrata torcedores do Botafogo. O projeto vai além do que a gente espera da fotografia esportiva. Uma imagem que mostra como o esporte tem o poder de criar comunidade, o poder de criar esperança e felicidade, sentimentos tão necessários no mundo atual.”, explica ele.</p>



<p><strong>Serviço:</strong> <strong>World Press Photo 2025</strong><br><strong>Local:</strong> CAIXA Cultural RJ – Unidade Passeio<br><strong>Período:</strong> 27 de maio a 20 de julho de 2025<br><strong>Endereço:</strong> R. do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – Próximo à estação Cinelândia do Metrô <strong><br>Classificação etária:</strong> 12 anos<br><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx</a> /  @caixalculturalrj / tel: (21) 3083-2595</p>



<p><strong>Importante:&nbsp;</strong>A exposição terá visitas mediadas com Libras e todas as imagens contarão com audiodescrição.</p>
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		<title>Cenários cariocas são temas de exposição na Casa Firjan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa Firjan abre as portas para a exposição &#8220;Paisagem em Preto e Branco &#8211; O Rio de Cesar Barreto&#8221;. A exposição de fotos retrata a beleza de cenários cariocas numa experiência única, composta por 13 fotografias do acervo da Casa, assinadas pelo fotógrafo Cesar Barreto. As imagens, certamente, revelam dois lados de cenários cariocas. Dividida em dois [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Casa Firjan abre as portas para a exposição &#8220;Paisagem em Preto e Branco &#8211; O Rio de Cesar Barreto&#8221;. A exposição de fotos retrata a beleza de cenários cariocas numa experiência única, composta por 13 fotografias do acervo da Casa, assinadas pelo fotógrafo Cesar Barreto. As imagens, certamente, revelam dois lados de cenários cariocas.</p>



<p class="has-text-align-center">Dividida em dois núcleos temáticos, a mostra é uma reflexão profunda sobre o passado e o presente do Rio, um dos cenários mais emblemáticos do Brasil. Em &#8220;Rio Pictoresco&#8221;, encontramos o Rio de Janeiro no início dos anos 2000, capturado por lentes analógicas e negativos de grande formato. As imagens, compostas com um olhar que remete ao trabalho de Marc Ferrez, um dos maiores nomes da fotografia brasileira, exploram paisagens cariocas de maneira intimista, sem pressa, capturando a essência e a quietude de lugares que, para muitos, passaram despercebidos. </p>



<p class="has-text-align-center">Além das fotografias, a exposição apresenta um vídeo exclusivo onde o próprio fotógrafo compartilha suas vivências e escolhas estéticas. Na entrevista, Barreto fala sobre sua trajetória na fotografia, seu fascínio pelos equipamentos analógicos, a opção pelo preto e branco e os negativos em grande formato, e, claro, seu amor pelas paisagens cariocas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Paisagem em Preto e Branco &#8211; O Rio de Cesar Barreto fica aberta ao público de 10 de janeiro a 30 de março, sempre de terças a domingos, com entrada franca. A mostra pode ser visitada das 9h às 18h30 e é uma chance rara de enxergar o Rio de Janeiro sob uma perspectiva artística e histórica, onde passado e presente se encontram através da sensibilidade de um olhar que, há décadas, documenta a alma da cidade.</p>
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		<title>Celina Portella exibe séries de fotografias inéditas em exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 15:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artista que transita com desenvoltura por vários campos, como fotografia, vídeo e performance, frequentemente conjugando essas linguagens artísticas e utilizando o próprio corpo como objeto de experimentações, Celina Portella inaugura na Galeria da Gávea a exposição &#8220;Imprevisto&#8221;. Nela, a carioca residente em São Paulo, graduada em Artes Visuais e com longo histórico em dança, apresenta pela [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Artista que transita com desenvoltura por vários campos, como fotografia, vídeo e performance, frequentemente conjugando essas linguagens artísticas e utilizando o próprio corpo como objeto de experimentações, Celina Portella inaugura na Galeria da Gávea a exposição <em>&#8220;Imprevisto&#8221;</em>. Nela, a carioca residente em São Paulo, graduada em Artes Visuais e com longo histórico em dança, apresenta pela primeira vez no Rio trabalhos de duas séries desenvolvidas nos últimos anos: <em>Corte </em>e <em>Fogo</em>. A artista também vai mostrar trabalhos inéditos realizados recentemente. A exposição compreende cerca de 20 obras, que ocuparão os dois andares da galeria.</p>



<p class="has-text-align-center">Nas duas séries ela transborda para a realidade a ação representada nas imagens. Nas obras reunidas em&nbsp;<em>Corte&nbsp;</em>(2019) Celina empunha uma tesoura, encenando o gestual proposto pela ferramenta. O registro fotográfico sofre em seguida a ação da própria artista, que recorta o papel no qual ele é feito, editando a representação de si mesma e criando uma vinculação entre a imagem e a matéria. Celina sabe que não existe &#8220;neutralidade&#8221; quando o artista é agente ativo no próprio trabalho, mas, pela primeira vez, ela abandona uma presença mais &#8220;clean&#8221; (calça jeans e blusa branca, ou vestimenta toda preta) para ser ela também parte de uma ambientação. As fotografias foram feitas numa casa centenária em Petrópolis, com janelões ornados por cortinas brocadas por onde se projeta uma luz natural; a artista está vestida com saia longa e blusa rendada, imprimindo novas camadas de significados à imagem que produz.</p>



<p class="has-text-align-center">Já na série&nbsp;<em>Fogo&nbsp;</em>(2020) a artista é fotografada com uma chama acesa, ora uma vela, ora um fósforo. Com as fotografias já ampliadas, ela queima o papel, esculpindo-o pelo fogo, que cria aberturas na sua superfície. O corpo se torna, desta forma, agente da destruição da própria imagem. &#8220;Quando queimo o papel, ele às vezes apaga o meu rosto, ao mesmo tempo que cria um desenho. E como eu queimo de várias formas diferentes, parece que são vários desenhos, é como se eu desenhasse com fogo. É uma foto, mas é um objeto, é uma performance, no caso é um desenho também, uma mistura de linguagens que acontece de forma recorrente em meu trabalho.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">As duas séries surgiram como um desenvolvimento natural do percurso da artista, que durante muito tempo realizou trabalhos em que a obra rompia os limites da moldura. Foi assim nos vídeo-objetos da série&nbsp;<em>Movimento2&nbsp;</em>(movimento ao quadrado), de 2010, nos quais o corpo se movimenta interagindo com as bordas do quadro – em dois deles, ela &#8220;empurra&#8221; a imagem, determinando o movimento da tela sobre um trilho na parede. Em outra série,&nbsp;<em>Fotopinturas&nbsp;</em>(2018), a imagem do corpo interage com a materialidade da tinta. A fotografia mostra a mão da artista pintando uma faixa preta com um pincel, mas a tinta se estende para além da moldura, atingindo as paredes do ambiente onde a obra está́ sendo exibida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Meu trabalho fala sobre corpo e movimento na imagem, e do questionamento da percepção&#8221;, diz ela. &#8220;Nessas séries mais recentes, comecei a pensar como essa relação poderia acontecer também dentro da moldura, não ser &#8216;para fora&#8217;. Quando eu fazia projeção [<em>como vídeo&nbsp;</em>Auringa, Ahorita y Ahora<em>, de 2009</em>] eu projetava e filmava, aí entrava na imagem de novo, ficavam várias camadas. Percebi que quando corto a imagem no papel também acontecem várias camadas, mas de um modo diferente, é uma sobreposição de tempos. Primeiro, há o gesto que fiz para realizar a fotografia, depois há a impressão da fotografia, em seguida o corte da fotografia.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado das fotografias serão projetados dois vídeos:&nbsp;<em>Fogo fátuo</em>, da série&nbsp;<em>Fogo</em>, e&nbsp;<em>Brechas</em>, da série&nbsp;<em>Corte</em>. Em ambos, Celina trabalha com a mesma ideia de sobreposição de imagens.</p>



<p class="has-text-align-center">Algumas obras de&nbsp;<em>Corte&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Fogo&nbsp;</em>já foram exibidas em São Paulo, numa grande exposição da artista intitulada&nbsp;<em>Corpo da obra&nbsp;</em>(2022/23), no Centro Cultural Fiesp, e também na individual&nbsp;<em>Manobras&nbsp;</em>(2020/21), na Galeria Zipper, que representa a artista. Na ocasião, a crítica de arte e curadora independente Paula Alzugaray, autora do texto que acompanhava a mostra, observou o &#8220;exercício incansável de abrir brechas entre o mundo físico e a imagem que fazemos dele&#8221; levado a cabo por Celina Portella.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição na Galeria da Gávea, com curadoria da própria artista e de Ana Stewart, fotógrafa e diretora do espaço, é uma oportunidade de conhecer a produção mais recente de Celina, artista que desafia com inventividade os limites da arte. Como escreve Fred Coelho em seu texto de apresentação de&nbsp;<em>Imprevisto</em>:</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;&#8221;Se a arte hoje nos estimula cada vez mais a observarmos os assuntos em detrimento das formas, Celina Portella desafia cada um a lembrar que há muitos caminhos para chegarmos aos impasses do contemporâneo. Beleza e violência, pureza e impureza, leveza e contundência, tudo convive nesses corpos em constante perigo. E se a casa é o corpo, a imagem é o mundo que, ainda, pode invadir e desestabilizar o esperado.&#8221;&#8221;&#8221;Se a arte hoje nos estimula cada vez mais a observarmos os assuntos em detrimento das formas, Celina Portella desafia cada um a lembrar que há muitos caminhos para chegarmos aos impasses do contemporâneo. Beleza e violência, pureza e impureza, leveza e contundência, tudo convive nesses corpos em constante perigo. E se a casa é o corpo, a imagem é o mundo que, ainda, pode invadir e desestabilizar o esperado.&#8221;</p>



<p><strong><em><br></em></strong>Serviço: Local: Galeria da Gávea – Rua Marquês de São Vicente 432, Gávea, Rio de Janeiro / Visitação de 13 de setembro a 1 de novembro.</p>
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		<title>Gabriele Basilico é tema de exposição no &#8220;Polo Cultural ItalianoRio – arte, design e inovação&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 19:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriele Basilico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro inaugura a exposição &#8220;Gabriele Basilico: Paisagens Urbanas&#8221;, no &#8220;Polo Cultural ItalianoRio – arte, design e inovação&#8221;. A seleção de obras de Gabriele Basilico, nascido em Milão em 1944, inclui 77 fotografias realizadas entre 1978 e 2012, cobrindo quase todo o seu percurso artístico, com curadoria de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro inaugura a exposição &#8220;Gabriele Basilico: Paisagens Urbanas&#8221;,  no &#8220;Polo Cultural ItalianoRio – arte, design e inovação&#8221;. A seleção de obras de Gabriele Basilico, nascido em Milão em 1944, inclui 77 fotografias realizadas entre 1978 e 2012, cobrindo quase todo o seu percurso artístico, com curadoria de Giovanna Calvenzi e Filippo Maggia. Gabriele Basilico foi um dos fotógrafos italianos mais conhecidos internacionalmente e suas obras estão presentes em coleções de prestigiadas instituições públicas e privadas em todo o mundo, e até hoje mais de 130 livros e catálogos foram publicados sobre seu trabalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Após obter o diploma em arquitetura em 1973 pelo Politécnico de Milão, Basilico iniciou uma jornada de pesquisa que, através da fotografia, examina com crescente aprofundamento e análise detalhada as áreas urbanas e a paisagem industrial, focando nas mudanças que marcam a passagem do tempo e caracterizam o irreversível processo de antropização dos lugares e, em particular, das cidades metropolitanas. A coleção de obras organizada para a exposição é um exemplo valioso de seu percurso profissional e artístico, considerando essas práticas aparentemente inconciliáveis – e quase inseparáveis &#8211; no trabalho de Basilico, como se fossem uma referência constante, um estímulo mútuo às vezes induzido, provocado, outras vezes natural, capaz de produzir uma visão única e especial, resultado de um processo osmótico. A consciência de um olhar que só o progressivo acúmulo de experiência permite ao artista possuir.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição percorre a carreira artística de Basilico começando com Milano. Ritratti di fabbriche (Milão. retratos de fábricas), realizado em três anos a partir de 1978 e depois exposto no Pavilhão de Arte Contemporânea de Milão em 1983, uma mostra pessoal que o consagrou como uma das figuras mais inovadoras no panorama fotográfico nacional e internacional dos primeiros anos 1980, e prossegue com algumas imagens produzidas para a missão fotográfica coordenada pela DATAR (Délégation à l&#8217;Aménagement et à l&#8217;Action Régionale) a pedido do governo francês. No mesmo período, Basilico trabalha em uma coleção de imagens dos portos europeus: Gênova, Hamburgo e Antuérpia fazem parte da mostra Porti di mare (Portos de mar), que vencerá o &#8220;Prix Mois de la Photo&#8221; em Paris em 1990. Beirute representa outro importante capítulo na obra de Basilico: o artista milanês visitou a capital do Oriente Médio quatro vezes entre 1991 e 2011.</p>



<p>O &#8220;Polo Cultural ItalianoRio – arte, design e inovação&#8221; fica na Av. Pres. Antônio Carlos, 40 &#8211; Centro da cidade.</p>
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		<title>&#8220;Sport Friendly&#8221; celebra a diversidade no esporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aliança Francesa inaugura a exposição &#8220;Sport Friendly&#8221;, celebrando a diversidade no esporte. A exposição é uma experiência internacional colaborativa de arte liderada pelo artista francês Émilien Buffard, que usa a fotografia para promover a inclusão e a diversidade no esporte ao redor do mundo. Além disso, esta exposição celebra equipes esportivas comprometidas com a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Aliança Francesa inaugura a exposição &#8220;Sport Friendly&#8221;, celebrando a diversidade no esporte. A exposição é uma experiência internacional colaborativa de arte liderada pelo artista francês Émilien Buffard, que usa a fotografia para promover a inclusão e a diversidade no esporte ao redor do mundo. Além disso, esta exposição celebra equipes esportivas comprometidas com a diversidade, utilizando a fotografia como meio poderoso para promover inclusão ao redor do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição &#8220;Sport Friendly&#8221; é apoiada pelo Institut Français e pela Embaixada da França no Brasil distinguida com a &#8220;Olimpíada Cultural&#8221; pelo Comitê Olímpico e Paralímpico de Paris 2024. A exposição apresenta 48 fotografias de atletas LGBTQIA+ acompanhadas de seus relatos inspiradores. </p>



<p class="has-text-align-center">O projeto &#8220;Sport Friendly: o campo da diversidade!&#8221; começou em 2022 na Argentina e continua a impactar globalmente, destacando equipes que redefinem os valores esportivos clássicos, reafirmando que todos, independentemente de sua orientação sexual, identidade de gênero ou condição social, pertencem ao esporte. No Rio de Janeiro tivemos a colaboração dos atletas de dois clubes Carioca <strong>T</strong>rans United e Karyocas, fotografados pela Zô Guimarães, que além de fotojornalista, retratista e documentarista tem o olhar voltado para questões de gênero, feminismos e outras diversidades.</p>



<p class="has-text-align-center">Esta é uma oportunidade única de participar dessa experiência cultural exclusiva, aberta ao público de 25 de julho a 7 de setembro, com entrada gratuita. A galeria fica na Rua Muniz Barreto, 746, em Botafogo.</p>
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