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	<title>Arquivos fotos - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos fotos - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Itália Brutalista: a arte do concreto&#8221; no Polo Cultural ItaliaNoRio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 13:12:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Itália Brutalista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecidos mundialmente por registrar a arquitetura italiana, os fotógrafos Roberto Conte e Stefano Perego percorreram, por mais de cinco anos, toda a península de seu país de origem, cobrindo cerca de 20.000 quilômetros para documentar a grande variedade de edifícios brutalistas de diferentes tipos. Concluídas principalmente entre os anos 60 e 80 e caracterizadas pelo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Reconhecidos mundialmente por registrar a arquitetura italiana, os fotógrafos Roberto Conte e Stefano Perego percorreram, por mais de cinco anos, toda a península de seu país de origem, cobrindo cerca de 20.000 quilômetros para documentar a grande variedade de edifícios brutalistas de diferentes tipos. Concluídas principalmente entre os anos 60 e 80 e caracterizadas pelo uso de concreto armado aparente, bem como por elementos estruturais claros e bem definidos, as construções delineiam uma estética essencial e única, parte significativa destes registros poderá ser conhecida em &#8220;Itália Brutalista: a arte do concreto&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Da &#8220;Casa do Portuário&#8221; em Nápoles ao cemitério em Jesi, do Santuário de Monte Grisa, em Trieste, e às &#8220;Máquinas de Lavar&#8221; em Gênova, passando por feiras e museus, o projeto reúne inúmeros exemplos surpreendentes da arquitetura brutalista italiana. Da pesquisa de campo nasceu o livro &#8220;Brutalist Italy&#8221; (FUEL), com 146 fotografias de mais de 100 edifícios brutalistas italianos, repercutindo com sucesso considerável entre o público e a crítica internacional. A curadoria é dos próprios fotógrafos, em parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro. As fotos foram exibidas apenas no Instituto Cultural Italiano em Berlim e representam a primeira mostra dedicada ao projeto da Itália Brutalista, com um recorte de 60 imagens reproduzidas e itinerância desta edição inicial.  </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço</em>: Visitação: de 4 de julho a 30 de agosto / Local: Polo Cultural ItaliaNoRio &#8211; Casa d&#8217;Italia / Endereço: Av. Pres. Antônio Carlos, 40 (térreo) – Centro</p>



<p></p>
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		<title>“Mulher Viva”, do fotógrafo Gustavo Malheiros, será lançado no RJ</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 12:09:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Concluído pelo fotógrafo Gustavo Malheiros no início do ano, o livro “Mulher Viva”, será lançado em julho no Rio de Janeiro e também em São Paulo. A ideia nasceu, como ele mesmo afirma no texto autoral de abertura, de um impulso urgente em amplificar vozes e rostos de mulheres que estão na linha de frente [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Concluído pelo fotógrafo Gustavo Malheiros no início do ano, o livro “Mulher Viva”, será lançado em julho no Rio de Janeiro e também em São Paulo. A ideia nasceu, como ele mesmo afirma no texto autoral de abertura, de um impulso urgente em amplificar vozes e rostos de mulheres que estão na linha de frente da luta contra o feminicídio. </p>



<p class="has-text-align-center">Para representar estas vozes e estes rostos, foram convidadas vinte cinco personalidades de diferentes áreas de atuação, dentre elas a cantora Alcione, Antônia Pellegrino, Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Carol Solberg, Clara Buarque, Dira Paes, Eliana Sousa Silva (Diretora Fundadora da Redes da Maré), Erika Hilton, Gabriela Prioli, Marieta Severo, Mart&#8217;nália, Regina Casé, Roseana Murray, Tais Araújo, Marisa Orth, Ana Kariri, Deise Monteiro de Carvalho, Jurema Werneck, Marcela Cantuária, Kananda Eller e a própria Maria da Penha, cuja história deu origem à Lei com seu nome, sancionada em 2006. </p>



<p class="has-text-align-center">Defensora das causas femininas e feministas em sua obra e trajetória, a escritora e ex-imortal da ABL, Heloísa Teixeira (falecida em março de 2025 e também retratada por Malheiros), assinou a curadoria do projeto junto com Gringo Cardia. A proposta é reverberar como um manifesto composto por fotos e entrevistas conduzidas pela jornalista Maria Fortuna. Para todas elas, a primeira pergunta feita foi “O que é ser mulher hoje?”.</p>



<p class="has-text-align-center">Publicado pela Arte Ensaio Editora, “Mulher Viva” tem direção de arte assinada por Gringo e terá, inicialmente, edição impressa bilíngue com tiragem de dois mil exemplares, tendo metade da renda obtida através das vendas revertida para uma instituição que trabalha pela implantação de políticas públicas a fim de erradicar a violência contra a mulher.</p>



<p class="has-text-align-center">Na ocasião, Rosiska Darcy de Oliveira prestará homenagem a Heloisa Teixeira, com a participação de Numa Ciro, representante da Universidade das Quebradas, Gringo Cardia e Maria Fortuna.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço</em>:: 4 de julho, das 18h às 22h / Local: Livraria Travessa Leblon  / Endereço: Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290)/loja 205-A</p>
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		<title>“Alair Gomes: o erotismo no belo” apresenta, pela primeira vez , parte de acervo de fotos arquivado por mais de 25 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 12:35:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner, jornalista alemão e grande amigo do artista, a exposição&#160;“Alair Gomes: o erotismo no belo”&#160;será inaugurada no Paço Imperial, com curadoria de Luiz Pizarro. Ao longo de anos, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair, além de outras tantas adquiridas através de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner, jornalista alemão e grande amigo do artista, a exposição&nbsp;“Alair Gomes: o erotismo no belo”&nbsp;será inaugurada no Paço Imperial, com curadoria de Luiz Pizarro. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de anos, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair, além de outras tantas adquiridas através de permuta por materiais que ele trazia da Alemanha, tais como papel fotográfico, filmes, entre outros itens. Arquivado por mais de 25 anos, parte deste acervo de fotos agora sai da gaveta para ser exibido ao público, que terá acesso a um material inédito, com cerca de 60 registros em preto e branco. Considerado até então, inédito e único no Brasil, seu trabalho conquistou reconhecimento internacional e nacional em 2001, em uma grande mostra retrospectiva na Fundação Cartier de Arte Contemporânea em Paris, com imagens que integram o acervo da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Além disso, um conjunto de suas fotografias foi selecionado para a Bienal de São Paulo em 2012, e algumas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA),&nbsp;do MAM Rio e do Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand. Sua obra foi tema do filme-documentário “A morte de Narciso” (2003), de Luiz Carlos Lacerda, que estará sendo exibido em uma das salas da exposição. Expografia e design são assinados pela Dupla Design.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“A série erótica aqui apresentada &#8211; toda ela originalmente manipulada, revelada e ampliada pelo próprio Alair, no laboratório em seu apartamento, que também servia como estúdio para fotografar os modelos &#8211; faz parte de um trabalho inovador e provocativo do artista, considerando, em especial, o período em que foram criadas: as décadas de 1970 e 1980. Ao capturar a beleza e a vulnerabilidade do corpo masculino, ele explorava a sensualidade, a intimidade e a relação do homem com seu próprio corpo, numa época em que a nudez masculina era bastante censurada, principalmente quando remetia à ideia de homossexualidade.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Vale destacar também a importância da realização desta exposição em um espaço público (o museu do Paço Imperial, que celebra seus 40 anos), confrontando a beleza e o rigor estético da obra de Alair Gomes com o contexto sociocultural retrógrado e muitas vezes reacionário que temos vivenciado nos últimos anos</em><strong>&#8220;, diz </strong>Luiz Pizarro.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço:</em> De 14 de junho até 10 de agosto / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial<br>Endereço: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro / Entrada gratuita </p>
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		<title>Fotografias de Alécio de Andrade na Pinakotheke Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[Alécio de Andrade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pinakotheke Cultural recebe a exposição&#160;&#8220;Luz de Abril, Portugal, 1974&#8221;, com 38 fotografias de&#160;Alécio de Andrade&#160;(1938-2003) que registram a Revolução dos Cravos em curso no país europeu. O grande fotógrafo, radicado em Paris desde 1964, percorre Portugal &#8220;com sua Leica pendurada no pescoço&#8221;, como descreve o historiador francês&#160;Yves Léonard&#160;(1961), no livro homônimo que será lançado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A Pinakotheke Cultural recebe a exposição&nbsp;&#8220;Luz de Abril, Portugal, 1974&#8221;, com 38 fotografias de&nbsp;Alécio de Andrade<strong>&nbsp;</strong>(1938-2003) que registram a Revolução dos Cravos em curso no país europeu. O grande fotógrafo, radicado em Paris desde 1964, percorre Portugal &#8220;com sua Leica pendurada no pescoço&#8221;, como descreve o historiador francês&nbsp;Yves Léonard&nbsp;(1961), no livro homônimo que será lançado na exposição. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="699" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-1024x699.jpg" alt="Alécio de Andrade " class="wp-image-189121" style="width:495px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-1024x699.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-300x205.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-768x524.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-615x420.jpg 615w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-150x102.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-218x150.jpg 218w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-696x475.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural-1068x729.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1.937_37_©-Alecio-de-Andrade.-Cortesia-Pinakotheke-Cultural.jpg 1318w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">&#8220;Passeando seu olhar sobre o Portugal da Revolução dos Cravos,&nbsp;Alécio de Andrade&nbsp;captou instintivamente a imagem de um povo há muito habituado às maiores misérias, infinitamente resiliente, exemplar à sua maneira. Um povo cujos olhares e sorrisos são ainda mais desarmantes por se oferecerem com reserva&#8221;, escreve o historiador. </p>



<p class="has-text-align-center">A idealização do projeto é de&nbsp;Patricia Newcomer, viúva de Alécio de Andrade.&nbsp;A impressão das fotografias é de Toros Lab, que sempre trabalhou com o fotógrafo.&nbsp; </p>



<p class="has-text-align-center">Na exposição, as legendas das fotografias são de Yves Léonard, a partir de anotações do próprio Alécio, que voltou a Portugal em 1974 no outono, e mais uma vez em 1975. Alguns exemplos são: &#8220;O homem dos pés de vento&#8221;; &#8220;Alegre acolhida aos retornados da África, para aqueles que têm a sorte de ser esperados. Porto de Lisboa, verão de 1974&#8221;; &#8220;Peregrinação a Fátima, outubro de 1974&#8221;; &#8220;Manifestação pela independência da Guiné-Bissau: &#8216;Abaixo o neocolonialismo.&#8217; Praça do Rossio em Lisboa, verão de 1974&#8221;; &#8220;José Celso (Zé Celso) Martinez Corrêa, escritor, ator e diretor de teatro brasileiro, no encontro do Partido Socialista Português em Lisboa, Pavilhão dos Desportos, outubro de 1974&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Com sua Leica, percorre o país, e&nbsp;38 dessas fotos, em p&amp;b e cor, estão na exposição, que lança a versão em português do livro&nbsp;&#8220;Luz de Abril, Portugal, 1974&#8221;&nbsp;(Edições Pinakotheke, 2025), com texto do historiador francês&nbsp;Yves Léonard, especialista em Portugal. A publicação, com tradução de Bruno Ferreira Castro e Fernando Scheibe, tem 140 páginas e formato 16 x 23&nbsp;cm, com 55 fotografias de&nbsp;Alécio de Andrade.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Exposição e lançamento do livro&nbsp;&#8220;Alécio de Andrade –&nbsp;Luz de Abril, Portugal, 1974&#8221; / Visitação pública: 2 de junho a 19 de julho de 2025 / Pinakotheke Cultural Rua São Clemente 300, Botafogo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong> </strong>A Pinakotheke Cultural apresenta o projeto Cineclube em torno da exposição &#8220;Luz de Abril, Portugal, 1974&#8221;, com exibição do documentário <em>A Noite do Golpe de Estado</em> (2001, 1h27min), de Ginette Lavigne, no dia 5 de julho.</p>
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		<title>Antonio Guerreiro é homenageado em livro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2025 13:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Antonio Guerreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos anos 1970 e 1980,  o nome Antonio Guerreiro era uma unanimidade entre artistas, personalidades e celebridades brasileiras quando o assunto era fotografia, especialmente retratos. Algumas destas imagens estão reunidas no livro &#8220;Portraits&#8221;, organizado por Carlos Leal e publicado pela Barléu Edições, em homenagem ao legado de Guerreiro, considerado um dos maiores fotógrafos do Brasil. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Nos anos 1970 e 1980,  o nome Antonio Guerreiro era uma unanimidade entre artistas, personalidades e celebridades brasileiras quando o assunto era fotografia, especialmente retratos. Algumas destas imagens estão reunidas no livro &#8220;Portraits&#8221;, organizado por Carlos Leal e publicado pela Barléu Edições, em homenagem ao legado de Guerreiro, considerado um dos maiores fotógrafos do Brasil. Ele eternizou, por meio de suas lentes, personalidades icônicas da música, do teatro, do cinema e da literatura, criando um registro visual que se tornou parte da memória afetiva e cultural do país.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Antonio Guerreiro se tornou o maior retratista de seu tempo e esse livro é um registro de sua memorável trajetória, apresentando uma seleção icônica das suas fotografias, que marcaram uma época. Ele merecia uma obra à sua altura.&#8221; &#8211; explica Carlos Leal, que assina um dos textos do livro.</p>



<p class="has-text-align-center">Conhecido como &#8220;o fotógrafo das estrelas&#8221;, Guerreiro construiu uma carreira que ia além do mero registro estético; suas imagens capturavam a essência de seus retratados. Pelas suas lentes passaram Caetano Veloso, Gal Costa, Rita Lee, Sonia Braga, Sandra Brea, Fernanda Montenegro, Scarlet Moon, Nelson Rodrigues, Vinicius de Moraes e Hélio Oiticica, entre outros. Além das fotos, a obra conta com textos de Bob Wolfenson &#8211; que trabalhou como seu assistente nos anos 1970 -, Luiz Carlos Lacerda &#8211; amigo de infância, quando estudaram Colégio São Fernando &#8211; e do fotógrafo Luiz Garrido &#8211;&nbsp; que trabalhoucom ele na revista Machete -, além de um depoimento de sua irmã, Fernanda Brito Ferreira Neves.&nbsp; Cada texto contextualiza a importância do trabalho de Guerreiro e mostra sua contribuição para a arte fotográfica em diferentes épocas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Antonio Guerreiro fotografou durante um dos períodos mais turbulentos da história do Brasil. Nos anos de chumbo da ditadura militar, seu estúdio se tornou um espaço de resistência cultural e, enquanto o regime reprimia artistas e intelectuais, Guerreiro celebrava a liberdade por meio da arte. Muitas de suas fotografias foram censuradas na época, mas ele seguiu registrando sua visão de um Brasil vibrante, sensual e expressivo. Imagens que se transformaram em símbolos de um período de criatividade e ousadia, mesmo em tempos de repressão.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as imagens selecionadas para o livro estão retratos de Sandra Brea, Zuzu Angel, Sonia Braga, Nelson Rodrigues cercado pelas atrizes Regina Casé, Cristina Aché, Ana Maria Magalhães, Sura Berditchevsky e Sônia Dias, que atuaram no filme &#8220;Os sete gatinhos&#8221;, as Frenéticas,&nbsp; e o Dzi Croquetes e Leila Diniz, além de Maria Gladys, em um ensaio sensual.</p>



<p>O lançamento do livro será dia 8 de maio, quinta-feira, a partir das 18h30, na Livraria Argumento, no Leblon. </p>



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		<title>Daniela Vignoli retrata a alma humana em fotos bordadas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 11:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista plástica Daniela Vignoli expõe cerca de quinze obras em sua primeira mostra individual intitulada &#8220;Ganesha&#8221;, na Galeria Gaby Índio da Costa. Segundo a curadora Heloísa Amaral Peixoto, &#8220;Ganesha é o resultado da soma das experiências profissionais e pessoais de Daniela nos últimos anos.&#8221; Suas criações, que têm como suporte a fotografia autoral, recebem [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> A artista plástica Daniela Vignoli expõe cerca de quinze obras em sua primeira mostra individual intitulada &#8220;Ganesha&#8221;, na Galeria Gaby Índio da Costa. Segundo a curadora Heloísa Amaral Peixoto, &#8220;Ganesha é o resultado da soma das experiências profissionais e pessoais de Daniela nos últimos anos.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Suas criações, que têm como suporte a fotografia autoral, recebem intervenções transgressoras de linhas coloridas ou tecidos realçando detalhes das ilustrações no papel. &#8220;Eu sentia a necessidade de interferir nas fotos para deixar um pouco mais de mim naquelas imagens que me tocam tão profundamente&#8221;, conta ela. Os bordados sobre os retratos são lúdicos e poéticos e surgiram de forma orgânica, a partir do seu trabalho social à frente da Nós do Crochê. &#8220;Entendi que os fios também eram parte da minha arte, cada bordado é realizado intencionando evolução e cura através da energia neles depositada&#8221; – explica Daniela, enfatizando o forte lado espiritual de suas obras.</p>



<p class="has-text-align-center">Com fotos feitas ora na Índia, ora na Comunidade da Rocinha ou por entre os agrestes do Brasil, seu olhar é focado nas pessoas, ou melhor, na alma delas. Não por acaso, o seu maior interesse é ajudar a transformar vidas, missão realizada na prática há mais de 8 anos anos, como criadora e coordenadora de dois projetos sociais: a A.M.A.R (Associação de Mães Amigas da Rocinha, através da distribuição de cestas básicas) e a ONG Nós do Crochê (onde ensina a arte manual e promove a venda da produção para ajudar no sustento de mulheres em situação de vulnerabilidade).</p>



<p class="has-text-align-center">Agora, chegou o momento de mostrar ao público a sua própria arte e o coração por trás dessas ações conversoras. Daniela Vignoli participará de quatro exposições nos próximos três meses. Serão duas individuais &#8211; uma no Rio com imagens da Índia e outra em Genebra, cidade onde morou na adolescência, com fotos da Rocinha; da Arte Rio e de uma coletiva com cinco renomadas artistas têxteis. &#8220;Não sou fotógrafa nem bordadeira. Sou apenas alguém do mundo que vê o outro com profundo interesse, traduzindo esses sentimentos em arte&#8221; – conclui.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO:<br>EXPOSIÇÃO &#8220;GANESHA&#8221;<br>DATA: 06 de julho a 28 de agosto<br>HORÁRIO: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h<br>LOCAL: Galeria Gaby Índio da Costa<br>ENDEREÇO: Estr. da Gávea, 712 &#8211; São Conrado</p>
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