<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos franquia - Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/tag/franquia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/tag/franquia/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 20:34:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.7</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Arquivos franquia - Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/tag/franquia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Pânico 7 espelha a dinâmica do original, com elenco afiado</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/02/panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/02/panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Ghostface]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Williamson]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico 7]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Craven]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=197760</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pânico 7 chega com uma grande promessa: Kevin Williamson, o verdadeiro criador da franquia, finalmente dirigindo e assinando o roteiro. Depois de anos atribuindo tudo a Wes Craven (que foi um gênio), um dos cineastas mais importantes da seara do terror, mas não o autor desta franquia, ver Kevin na cadeira de diretor era uma luz [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/02/panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado/">Pânico 7 espelha a dinâmica do original, com elenco afiado</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Pânico 7</em> chega com uma grande promessa: Kevin Williamson, o verdadeiro criador da franquia, finalmente dirigindo e assinando o roteiro. Depois de anos atribuindo tudo a Wes Craven (que foi um gênio), um dos cineastas mais importantes da seara do terror, mas não o autor desta franquia, ver Kevin na cadeira de diretor era uma luz no fim do túnel. E, olha, o começo entrega bonito.</p>



<p class="has-text-align-center">Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é Sidney Evans, casada com o xerife Mark (Joel McHale), morando em uma cidade nova, com uma filha chamada Tatum (Isabel May) — sim, o mesmo nome da amiga morta, vivida por Rose McGowan, no primeiro filme. Aliás, essa escolha, certamente, já acende uma faísca: espelha a dinâmica do original, com a garota, os amigos, o namorado, o teatro na escola. Até aí, tudo bem: o clima de <em>Pânico 7</em> se constrói direitinho.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura é puro <em>Pânico</em>! Um casal chega à casa antiga dos assassinatos, que se tornou um museu bizarro que cultua a história de Sidney e a franquia Facada, isso é metalinguagem na veia! Logo Ghostface aparece, com muita tensão, sangue falso jorrando, exatamente como o gênero pede. Corta para o dia a dia em Pine Grove, e a morte alcança a protagonista de novo. Ela precisa proteger a família, principalmente a filha. As mortes vão acontecendo, sanguinolentas, exageradas, irrealistas, mas é isso que a gente espera de um slasher. O filme até manda bem no ritmo e na direção. Williamson dirige com mão firme, sem precisar ser Craven.</p>



<p class="has-text-align-center">Porém, o problema de <em>Pânico 7</em> surge quando o mistério se resolve. A jornalista Gale Weathers (Courteney Cox) de volta e entra na jogada ao ajudar Sidney, tudo seguindo como o clássico da franquia. Mas aí o coelho sai da cartola: o assassino (ou os assassinos — veja para descobrir) é revelado, e a motivação&#8230; ah, a motivação. Dá para entender o que o filme quer dizer, o público até saca, mas não faz sentido. Infelizmente, não sustenta a história, que é fraca e forçada. Depois de tanto cuidado no começo, o final deixa um gosto amargo, como se o roteiro tivesse amarrado tudo só por amarrar, onde carne e sangue desprovidos de alma.</p>



<p class="has-text-align-center">Não dá para dizer que <em>Pânico 7</em> é ruim, longe disso. O roteiro é sólido, a direção é segura, as referências funcionam. Mas falta aquela faísca que fazia a franquia, principalmente o primeiro filme brilhar. Falta aquela ironia afiada, aquele medo que não era só sangue. Williamson faz o que se espera, dirige bem, mas não revitaliza a série que, nos anos 90, revitalizou o <em>slasher</em> (aqui, sim, há ironia). Assim, no fim, o filme não é uma bagunça; é só&#8230; decepcionante.</p>



<p class="has-text-align-center"> Vá ao cinema com os dois pés no chão, sem esperar milagre. Se você ama a franquia, vai gostar de ver Campbell novamente como Sidney, não à toa ela foi apontada como a nova rainha do grito, sucedendo Jamie Lee Curtis, além disso, o novo filme da franquia traz Tatum amadurecendo e Gale voltando. <em>Pânico 7</em> é mais nostalgia do que susto.</p>



<p class="has-text-align-center">Desliguem os celulares e boa diversão.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/02/panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado/">Pânico 7 espelha a dinâmica do original, com elenco afiado</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/02/panico-7-espelha-a-dinamica-do-original-com-elenco-afiado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Karate Kid: Lendas limpa o assoalho sentimental Pop refrescando a franquia de Daniel san</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/05/karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/05/karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA["Cobra Kai"]]></category>
		<category><![CDATA[franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Jackie Chan]]></category>
		<category><![CDATA[Karate Kid]]></category>
		<category><![CDATA[Karate Kid: lendas]]></category>
		<category><![CDATA[Ralph Macchio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=188386</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alicerçado numa viga de autoralidade hoje menos valorizada do que merecia, chamada John G. Avildsen (1935 &#8211; 2017), Karate Kid é uma das franquias Pop que mais e melhor alfabetizaram o público brasileiro nas cartilhas hollywoodianas de redenção a partir de sucessivas (e hoje saudosas) transmissões dubladas na &#8220;Sessão da Tarde&#8221; da TV Globo. Mesmo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/05/karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san/">Karate Kid: Lendas limpa o assoalho sentimental Pop refrescando a franquia de Daniel san</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Alicerçado numa viga de autoralidade hoje menos valorizada do que merecia, chamada John G. Avildsen (1935 &#8211; 2017), <em>Karate Kid </em>é uma das franquias Pop que mais e melhor alfabetizaram o público brasileiro nas cartilhas hollywoodianas de redenção a partir de sucessivas (e hoje saudosas) transmissões dubladas na &#8220;Sessão da Tarde&#8221; da TV Globo. Mesmo seus derivados que mais se aproximaram do formato soap opera teen (tipo &#8220;Malhação&#8221;), como a série &#8220;Cobra Kai&#8221; (2018-2025), preservaram o brio afetivo de Avildsen, que trazia um Oscar no currículo, conquistado em 1977, por &#8220;Rocky, Um Lutador&#8221;. A educação sentimental que se fez notar na trilogia carateca rodada por ele de 1984 a 1989 é retomada no regresso da franquia aos cinemas, na forma como o realizador Jonathan Entwistle (egresso de seriados como &#8220;I Am Not Okay With This&#8221;) foca mais no amadurecimento do que na pancada. O Avildsen outonal de &#8220;O Poder de um Jovem&#8221; (1992) é o que mais transpira desse diálogo arejado com o drama esportivo. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-1024x640.webp" alt="Karate Kid" class="wp-image-188387" style="width:480px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-1024x640.webp 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-300x188.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-768x480.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-672x420.webp 672w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-150x94.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-696x435.webp 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas-1068x668.webp 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Karate-Kid-Lendas.webp 1360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Apesar de o coração nerd da gente disparar a cada aparição de Ralph Macchio ao lado do Buster Keaton de Hong Kong, o diretor e ator Jackie Chan, é o jovem Ben Wang que nos conduz por uma jornada de superação da China a Nova York, passando por um casarão na Califórnia. Aliás, o guri é astro nato e seu talento incandesce &#8220;Lendas&#8221; na criação de um protagonista perseverante, com um dilema essencial aos demais personagens centrais de &#8220;Karate Kid&#8221;: a migração.</p>



<p class="has-text-align-center">Li (Wang) deixa sua vida em terras chinesas para acompanhar a mãe, médica, em NY, na esteira da morte de seu irmão. Deixa para trás a escola do sensei Han (papel de Chan, aqui dublado por Marco Ribeiro), que lhe deu o beabá da defesa pessoal. Em seu novo lar, o menino vai cair de amores pela funcionária de uma pizzaria, a aguerrida Mia (Sadie Stanley); vai ajudar seu futuro sogro (Joshua Jackson) a voltar ao boxe; e vai encarar a temperatura e a pressão de um ferrabrás, Connor (Aramis Knight, uma besta fera). Tem isso tudo pela frente, mais a tarefa de se apaziguar com o luto pelo mano morto e mais a pós-graduação em socos e pontapés com Han e com o Karate Kid de antigamente, o hoje sensei Daniel LaRusso (Macchio, na dublagem de Nizo Neto). Esse treino ocupa pouco do longa, que se dedica mais ao amadurecimento de Li no Novo Mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, no quesito de &#8220;crônica do amadurecer&#8221;, a narrativa de Entwistle conta com o frescor de edição de Dana E. Glauberman e Colby Parker Jr. Eles harmonizam elementos gráficos de TikTok e mídias afins dos anos 2020 adaptando um molde importadk dos anos 1980 para os novos tempos. Tiram o cheiro de naftalina e agilizam os distintos eixos do roteiro, sobretudo o fato de Li treinar o pai de sua amada. É uma premissa que isenta &#8220;Lendas&#8221; da acusação de ser uma xerox genérica do que Avildsen fez la atrás. Quem caçar na web o documentário &#8220;King of Underdogs&#8221; (2017), que Derek Wayne Johnson fez sobre o cineasta, vai entender como ele foi crucial para o trâmite da Nova Hollywood para a Era Ploc.</p>



<p class="has-text-align-center">Deleite vespertino da Globo nos anos 1980 e 90, apoiado numa dublagem antológica, &#8220;Karate Kid – A Hora da Verdade&#8221; (1984) é a prova de que o olhar político (marxista) de Avildsen, iniciado em 1973 com &#8220;Sonhos do Passado&#8221; e revitalizado em &#8220;Rocky&#8221; (1976), soube se adaptar à febre de juventude do fim do século XX. Um de seus acertos foi transformar o supracitado Daniel LaRusso (o adolescente que, depois de espancado por lutadores, torna-se um ás do tatame) num ícone do pop, fazendo de seu intérprete, Macchio (hoje um senhor de 63 anos), uma celebridade juvenil. Presenteou o cinema ainda com outro sol, o Sr. Miyagi, grisalho zelador que lutava um como Bruce Lee. Seu bordão, &#8220;Limpe o assoalho, Daniel San&#8221;, dublado por Magalhães Graça, virou um sintagma de sabedoria. O personagem rendeu a seu intérprete, Noriuki Pat Morita (1932-2005) uma indicação ao Oscar.</p>



<p class="has-text-align-center">Era magistral o desempenho de Morita no longa original, que custou US$ 8 milhões e faturou uma baba (US$ 130 milhões planeta adentro). Avildsen rodou duas sequências, uma (brilhante) em 1986 e outra (bem descartável) em 1989. Nesse mesmo ano, a DIC Entertainment, a produtora Saban e a Columbia Pictures Television realizaram uma série animada de LaRusso e Miyagi, que passou aqui no &#8220;Xou da Xuxa&#8221;. Um quarto filme, com Hilary Swank, foi lançado em 1994, com direção de Christopher Cain, mas fracassou fragorosamente em circuito, enterrando a cinessérie.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2010, a Sony decidiu ressuscitá-la, com o cineasta Harald Zwart no comando, responsável por reciclar a premissa do jovem que, depois de virar saco de pancada, ganha a tutoria de um bamba das lutas e encarar seus detratores numa competição. O enredo foi deslocado para a China e, no lugar de LaRusso, entrou Dre Parker, vivido por Jaden Smith. Seu sensei foi Han, que volta aos cinemas agora, às vésperas de Chan receber o troféu Pardo alla Carriera no 78. Festival de Locarno, na Suíça, em 9 de agosto. Até lá, &#8220;Lendas&#8221; &#8211; quem tem um epílogo pós-crédito de rachar de rir &#8211; tem tudo para arrecadar cifras astronômicas. Já é, de longe, o filme pipoca mais divertido de 2025, nestes seus primeiros cinco meses.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="j_Z5so0LjG0"><iframe title="Karatê Kid: Lendas | Trailer Oficial Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/j_Z5so0LjG0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/05/karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san/">Karate Kid: Lendas limpa o assoalho sentimental Pop refrescando a franquia de Daniel san</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/05/karate-kid-lendas-limpa-o-assoalho-sentimental-pop-refrescando-a-franquia-de-daniel-san/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TERRIFIER 3: Um filme de Natal aterrorizante</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2024/10/terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2024/10/terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Leone]]></category>
		<category><![CDATA[franquia]]></category>
		<category><![CDATA[TERRIFIER 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=182999</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o passar do tempo, a frase, &#8220;nada se cria, tudo se transforma&#8221;,  de autoria do químico francês Antoine Lavoisier, foi adaptada pela sabedoria popular para algo mais simples e direto como &#8220;nada se cria, tudo se copia&#8221; e aplicada a diversos campos da vida. Um dos campos onde tal formulação é bastante utilizada, sem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2024/10/terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante/">TERRIFIER 3: Um filme de Natal aterrorizante</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Com o passar do tempo, a frase, &#8220;nada se cria, tudo se transforma&#8221;,  de autoria do químico francês Antoine Lavoisier, foi adaptada pela sabedoria popular para algo mais simples e direto como &#8220;nada se cria, tudo se copia&#8221; e aplicada a diversos campos da vida. Um dos campos onde tal formulação é bastante utilizada, sem dúvida alguma, é o artístico. Quantas e mais quantas ideias foram repaginadas sem que os seus usos não se configurassem em um mero simulacro ou plágio? Quando o primeiro filme da franquia &#8220;Terrifier&#8221;, em 2016, estrelada por Art The Clown, o cineasta Damien Leone, de uma vez só, atualizou a ideia do palhaço assassino, presente na crônica policial dos Estados Unidos e imortalizada pelo romance de Stephen King e por alguns filmes produzidos posteriormente, como concebeu um assassino serial que flerta com Jason Voorhees, o protagonista de &#8220;Sexta-feira 13&#8221;,  na questão da amplificação dos seus &#8220;poderes&#8221; no desenrolar de suas histórias. Nada de novo no fronte, diria um amigo, mas permeado de um frescor próprio desta &#8220;nova&#8221; ideia. De novo o tempo passou, o segundo capítulo foi lançado em 2022 e, agora, chega aos cinemas brasileiros &#8220;Terrifier 3&#8221;, onde reencontramos Art mais aterrorizante do que nunca. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="750" height="500" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3.jpeg" alt="Terrifier 3" class="wp-image-183000" style="width:492px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3.jpeg 750w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3-630x420.jpeg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3-150x100.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/TERRIFIER-3-696x464.jpeg 696w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A trama deste novo capítulo começa cinco anos após os acontecimentos do último filme. Traumatizada, Sienna (Lauren LaVera) está em uma clínica psiquiátrica. Já o seu irmão, Jonathan (Elliott Fullam), mal ou bem, conseguiu prosseguir com sua vida e está na universidade, mas não sem alguma sequela. Sempre que alguém tenta falar sobre o que ocorreu no Condado de Miles, o rapaz se mostra desconfortável e desconversa. Com a proximidade do Natal, ela recebe alta para passar as festas de fim de ano na casa dos seus tios, Greg (Bryce Johnson) e Jessica (Margaret Anne Florence). Ele também quer aproveitar o feriadão, no caso, revendo a irmã. E neste exato momento, Art (David Howard Thornton), coincidentemente ou não, reaparece aterrorizando uma infeliz família que nunca mais será a mesma. Assim como fez no filme dois em relação ao um, no ínterim deste percurso inicial, Leone apresenta uma cena que linka o terceiro longa-metragem com o segundo e explica, mais uma vez, o ressurgimento do palhaço.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Extremamente popular nos anos 80, os filmes de terror do subgênero slasher, volta e meia, ressurgem com força e bastante impacto. Em meados da década de 90, o diretor Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson apresentaram aos fãs de Jason Voorhees e companhia, Ghostface, o assassino mascarado protagonista da série fílmica &#8220;Pânico&#8221;. Tanto a primeira como as demais produções da franquia fizeram um enorme sucesso e preencheram uma lacuna que se encontrava vazia. Tal lacuna estava, novamente, vazia, desta forma, quando &#8220;Terrifier&#8221; foi lançado o resultado não tinha muito como ser diferente, pois a criação de Leone preenchia perfeitamente todos os pré-requisitos do subgênero: um serial killer sem um propósito claro, mortes do início ao fim, tripas e órgãos voando para todos os cantos e sangue, muito sangue farsesco, daqueles evidentemente falsos de tão vermelho, mas que consciente ou inconscientemente optamos por relevar. E se relevamos é porque sabemos que a proposta aqui, muito mais do que assustar, é divertir o público por meio do exagero e do gore.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O orçamento à disposição de Leone foi crescendo com o sucesso comercial dos longa-metragens. Em 2016, foram 35 mil dólares; em 2022, 250 mil; e, agora, dois milhões. Se somarmos os três não chega ao valor que Craven teve em mãos só no seu primeiro filme: 14 milhões de dólares. Esta discrepância serve apenas para enaltecer os méritos de &#8220;Terrifier 3&#8221;, porém gerou alguns contras. Apesar de ser visível como os efeitos e a maquiagem ficaram melhores com mais dinheiro, o cineasta repetiu a mesmíssima pegada dos demais capítulos da franquia. E aí o exagero e o gore, que sempre estiveram presentes na maneira como são mostrados cada um dos crimes perpetrados por Art, ganharam detalhes mais nítidos e alongaram as cenas. Com um orçamento menos enxuto, qualquer realizador pode atentar mais para certas particularidades, no presente caso, por exemplo, um excesso de olhos esbugalhados. Consequentemente, esse sadismo divertido, segundo as notícias, acabou sendo um incômodo para algumas pessoas e a duração do filme também não foi muito bem recebida.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Quando apontei lá atrás a existência de um frescor nesta &#8220;nova&#8221; ideia, eu estava me referindo, precisamente, ao personagem principal, Art The Clown. Mais do que um palhaço assassino, ele é um mímico igual àqueles que esbarramos na rua, ou melhor, em um velho filme de Charles Chaplin ou Buster Keaton: engraçado sem dizer uma palavra sequer. Como escrevi anteriormente, &#8220;Terrifier 3&#8221; e seus irmãos tem a proposta de divertir por meio do exagero e do gore, mas não é somente através disso. O protagonista é capaz de fazer caras, bocas, jeitos e trejeitos hilários e uma tomada sanguinolenta pode muito bem terminar com ele se preocupando em não deixar uma louça suja na pia. Art, como tudo na franquia, é criação de Damien Leone, mas, provavelmente, não existiria sem a colossal atuação de David Howard Thornton.</p>



<p class="has-text-align-center">Para encerrar, preciso fazer uma confissão. Fui assistir à &#8220;Terrifier 3&#8221; sem ter visto antes o dois. A razão é que eu não tinha curtido tanto o primeiro longa. A verdade é que alguns filmes, às vezes, não são apreciados de primeira, da mesma maneira que outros perdem um pouco do encanto quando revistos. E foi mais ou menos isso que aconteceu comigo. Após ver e adorar o terceiro capítulo da franquia, que classifico desde já como o mais divertido e aterrorizante filme de Natal produzido até hoje, revi o um e, finalmente, assisti ao segundo. E o resultado, para mim, não poderia ter sido melhor. Estou no aguardo do quarto filme. Sim, do quarto, pois, no desfecho, Leone plantou um gancho claríssimo para pelo menos mais uma obra. </p>



<p class="has-text-align-center">Desliguem os celulares, hohoho, e ótima diversão.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="jnq7qvG4Q_Y"><iframe loading="lazy" title="TERRIFIER 3 | Trailer Oficial Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/jnq7qvG4Q_Y?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2024/10/terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante/">TERRIFIER 3: Um filme de Natal aterrorizante</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2024/10/terrifier-3-um-filme-de-natal-aterrorizante/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
