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	<title>Arquivos Futuros – Arte e Tecnologia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>&#8220;A Cuca&#8221; invoca a personagem icônica da cultura brasileira em uma obra sensorial</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 11:14:03 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">O Futuros – Arte e Tecnologia recebe a performance transmídia &#8220;A Cuca&#8221;, que invoca a personagem icônica da cultura brasileira em uma obra sensorial que reflexiona sobre que mundo deixaremos para as próximas gerações. Aliás, a concepção do novo espetáculo teatral de Renato Rocha, um artista multilinguagem de carreira internacional, que parte de uma pergunta provocante: &#8220;Papai, quando eu crescer, o mundo ainda vai existir?&#8221;.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A Cuca&#8221;é uma performance transmídia, marca o retorno de Renato Rocha à cena como performer após 14 anos afastado dos palcos. Neste solo performático, a Cuca que Renato se torna não assusta. Ela chama. Ela guarda. Ela pergunta. E nos obriga a escutar.</p>



<p class="has-text-align-center">A pergunta foi feita por Julieta, então com três anos de idade, durante a pandemia, enquanto seu pai, o artista Renato Rocha, conduzia o projeto Casa Comum, reunindo artistas indígenas de diferentes regiões da Amazônia em encontros virtuais para refletir sobre o planeta como território e lar compartilhado entre todos os seres viventes. No meio de uma dessas reuniões, a pergunta atravessou a sala, a tela e o corpo do artista — e nada mais foi o mesmo. </p>



<p class="has-text-align-center"> &#8220;A Cuca&#8221; transforma  certamente angústia em rito, e rito em obra. Além disso, é um trabalho que cruza performance, teatro, carnaval, ancestralidade, artes visuais, literatura, vídeo e música para imaginar — com urgência poética — quais mundos ainda podem ser deixados para as próximas gerações.</p>



<p class="has-text-align-center">A Cuca que emerge da obra de Renato Rocha não é a bruxa aterrorizante das cantigas de ninar. Não é a Cuca do Sítio do Pica Pau Amarelo. Não é um dos mitos mais temidos da cultura popular brasileira. É uma guardiã. É um VISAGE — entidade ancestral presente em diversas culturas indígenas, invocada em rituais de transmissão de saber e memória. Guardiã da floresta, jacaroa, figura feminina demonizada pela cultura ocidental, a Cuca é ressignificada como elo entre tempos, gerações, mundos, corpos e linhagens. Convoca o passado para imaginar futuros possíveis e modificar o agora.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 06 de fevereiro até 29 de março de 2026, quinta à domingo às 19h / Futuros &#8211; Arte e Tecnologia (Rua Dois de dezembro, 63, Flamengo, &#8211; próximo ao Metrô Largo do Machado) Classificação: 16 anos </p>
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		<title>Futuros – Arte e Tecnologia recebe nova residência artística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado de uma residência artística em formato inédito no Brasil, a exposição Lab Cinema Expandido &#8211; Rio de Janeiro: Fantasmas, Máscaras e Territórios ocupa todos os andares do Futuros – Arte e Tecnologia, no Flamengo. A mostra apresenta videoinstalações sobre o Rio de Janeiro criadas por nove duplas de artistas e pelos cineastas Cao Guimarães [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Resultado de uma residência artística em formato inédito no Brasil, a exposição Lab Cinema Expandido &#8211; Rio de Janeiro: Fantasmas, Máscaras e Territórios ocupa todos os andares do Futuros – Arte e Tecnologia, no Flamengo. A mostra apresenta videoinstalações sobre o Rio de Janeiro criadas por nove duplas de artistas e pelos cineastas Cao Guimarães e Paz Encina durante o LAB Cinema Expandido, uma residência de formação artística sobre a relação do cinema com outras linguagens, que ocorreu entre junho e setembro de 2023, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. O projeto é coordenado pela cineasta, produtora e artista visual Marina Meliande e pelo cineasta e roteirista Felipe M. Bragança. No dia da abertura, 10/07 (quarta), às 18h30, será realizada uma visita guiada com Cao Guimarães e Paz Encina.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição começa no videowall do térreo, com Tokkotai Paquetá, de Cao Guimarães, que assina a direção, roteiro, fotografia e montagem. A obra foi filmada na ilha de Paquetá e a trilha sonora é do grupo O Grivo. Já no último andar, está instalada a obra Carta a un viejo Master, da cineasta paraguaia Paz Encina, uma homenagem a Eduardo Coutinho, filmada no Edifício Master, icônico prédio de Copacabana. A montagem do vídeo é de Jordana Berg, editora dos filmes de Coutinho e dos últimos trabalhos de Paz.</p>



<p class="has-text-align-center">Nos outros andares do centro cultural, o visitante encontra as nove videoinstalações das duplas de artistas exibidas em diversos suportes e ambientes, contando, algumas delas, com objetos de cena. O Rio de Janeiro é o personagem comum de todas as obras, retratado em diversas regiões como a Vila Vintém, Floresta da Tijuca, Ilha do Sol (Baía de Guanabara), Maracanã, Baixada Fluminense, Central do Brasil, Copabana, Paquetá ou em detalhes sutis como o vento que corta a cidade. Ficções e documentários exploram personagens, locais e histórias do imaginário carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">“O tema Fantasmas, Máscaras e Territórios foi proposto para se pensar nas transformações aceleradas dos espaços urbanos brasileiros, em especial a cidade do Rio de Janeiro. Na forma como a cidade, como um corpo vivo, vai reconfigurando seus territórios, assumindo novas identidades, máscaras, que se expressam como novos corpos, novas latitudes, novas representações, e deixam para trás os fantasmas de suas memórias. Falar em fantasmas, máscaras e territórios no Rio de janeiro de hoje é falar daquilo que a cidade tenta esquecer, daquilo que ela é, e daquilo que ela deseja ser. Esse é o conceito por trás da Residência”, resume Mariana Meliande, idealizadora do LAB.</p>



<p class="has-text-align-center">“Por meio de suas obras, o LAB Cinema Expandido traz uma proposta de reflexão sobre a nossa cidade. Acreditamos que o cinema é uma das principais ferramentas de geração de conhecimento e aprendizado, e ter no Futuros – Arte e Tecnologia uma exposição com obras e filmes que exploram as nuances e maravilhas do Rio tem tudo a ver com a gente”, comemora Victor D’Almeida, gerente de cultura do Instituto Oi Futuro.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia da abertura para convidados, 9 de julho, às 21h, os artistas Anne Santos e João L. Lourenço, diretores de Bacia dos Sonhos, farão uma performance durante a exibição do filme, que será gravada e somará camadas sonoras à obra. Esta nova versão da obra é a que será projetada durante o período da exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">Serão realizadas ainda mais três visitas guiadas, aos sábados, às 16h: dias 13/07 e 20/07, com as duplas de artistas que criaram as nove vídeo-instalações; e, no dia 03/08, com os curadores Felipe M. Bragança e Marina Meliande.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <br>De 10 de julho a 1º de setembro de 2024<br>Quarta a domingo, das 11h às 20h. Entrada franca.<br>Rua Dois de Dezembro, 63 &#8211; Flamengo -Rio de Janeiro</p>
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