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	<title>Arquivos literatura - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos literatura - Rota Cult</title>
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		<title>Chico Rei lança estampa inspirada em obra de Itamar Vieira Junior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Rei]]></category>
		<category><![CDATA[Itamar Vieira Junior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Chico Rei, marca brasileira reconhecida por transformar cultura em expressão visual, anuncia o lançamento da estampa Coração Sem Medo, inspirada no romance homônimo de Itamar Vieira Junior, publicado pela Todavia. A novidade marca a chegada do desfecho da Trilogia da Terra ao universo da moda, ampliando o alcance de uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e resistência. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Chico Rei, marca brasileira reconhecida por transformar cultura em expressão visual, anuncia o lançamento da estampa Coração Sem Medo, inspirada no romance homônimo de Itamar Vieira Junior, publicado pela Todavia. A novidade marca a chegada do desfecho da Trilogia da Terra ao universo da moda, ampliando o alcance de uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e resistência.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada na capa do livro, ilustrada pela artista Aline Bispo, a estampa traduz visualmente os temas centrais da obra: a busca por pertencimento, a força da imaginação diante do esquecimento e a permanência das histórias que insistem em não desaparecer. Assim como nos romances anteriores da trilogia, Coração Sem Medo narra a trajetória de personagens atravessados pela desigualdade social, pela fé e pela herança ancestral, agora sob um olhar mais urbano e contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center">A coleção é composta por quatro produtos, entre versões adultas e infantis, reforçando a proposta de levar a literatura brasileira para o cotidiano. O lançamento inclui a Camiseta Coração Sem Medo e a Camiseta Amarela Coração Sem Medo. Além das versões infantis nos mesmos modelos e cores. Todas as peças reproduzem a estampa inspirada na capa do livro, ilustrada por Aline Bispo, estabelecendo um diálogo direto entre literatura, arte e moda.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O trabalho de Itamar carrega uma força narrativa que atravessa o tempo e o território. Transformar Coração Sem Medo em estampa é uma forma de reconhecer a literatura brasileira como ferramenta de memória, resistência e permanência, levando essas histórias para além das páginas e para o cotidiano das pessoas&#8221;, afirma Vitor Vizeu, diretor de marketing da Chico Rei.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto reafirma os pilares da marca, que incluem produção responsável, uso de algodão sustentável e processos que respeitam o meio ambiente e as pessoas envolvidas em toda a cadeia produtiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da homenagem literária, o lançamento também carrega um viés social. Em parceria com a Todavia, parte das vendas das camisetas Coração Sem Medo será revertida para o projeto Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar, do Instituto Odara, que atua no apoio a mães e familiares de jovens negros e periféricos desaparecidos em Salvador (BA), oferecendo assistência jurídica, psicológica e iniciativas de fortalecimento comunitário.</p>
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		<title> &#8220;Alice&#8221; traz reflexão sobre a violência nas periferias do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Alice: amor, perda e renascimento”, novo livro da escritora Isa Colli, surge como uma obra literária que dialoga diretamente com a realidade da violência que marca as comunidades do Rio de Janeiro. Em meio ao impacto da recente megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou mais de 120 mortes, segundo dados [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">“Alice: amor, perda e renascimento”, novo livro da escritora Isa Colli, surge como uma obra literária que dialoga diretamente com a realidade da violência que marca as comunidades do Rio de Janeiro. Em meio ao impacto da recente megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou mais de 120 mortes, segundo dados divulgados pelo&nbsp; Governo do Rio de Janeiro, a narrativa ganha ainda mais relevância ao propor um olhar humano sobre histórias que raramente ganham espaço no noticiário tradicional.</p>



<p class="has-text-align-center">A autora apresenta uma obra densa, sensível e realista, construída a partir de sua vivência em projetos sociais na Região Metropolitana do Rio, onde testemunhou abandono, corrupção, preconceito, falta de acesso à educação, violência estrutural e a ausência persistente do Estado.</p>



<p class="has-text-align-center">A personagem central, Alice, é uma jovem negra, moradora da Comunidade do Sapo, que enfrenta diariamente dilemas para garantir a própria sobrevivência e a dos irmãos. Sua trajetória reflete a luta de milhares de brasileiros que convivem com a vulnerabilidade e com a necessidade constante de fazer escolhas que definem destinos.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao entrelaçar ficção e realidade, Isa Colli constrói uma obra que não romantiza a dor, mas evidencia a força, a resiliência e a capacidade de renascimento de jovens que crescem cercados por conflitos sociais e territoriais. O livro busca provocar reflexão sobre a forma como o país lida com suas periferias e como essas histórias, muitas vezes invisibilizadas, fazem parte da formação cultural e humana do Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">“A narrativa de Alice não é sobre conformismo, mas sobre resistência. É sobre sobreviver diante da ausência de tudo, inclusive de direitos básicos”, destaca a autora.</p>
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		<title>Guillermo Del Toro faz dos nossos monstros internos um novo Frankestein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Guillermo Del Toro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema ainda pode surpreender, principalmente aos céticos e desconfiados. Esse que vos escreve, por exemplo &#8211; declaro há anos que perdi o interesse (e me irrito com facilidade) com produções cuja obra original já tenha rendido tantas versões como &#8216;Mogli&#8217;, &#8216;Tarzan&#8217; ou &#8216;Peter Pan&#8217;. Penso que o cinema já abordou tais personagens mais vezes [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">O cinema ainda pode surpreender, principalmente aos céticos e desconfiados. Esse que vos escreve, por exemplo &#8211; declaro há anos que perdi o interesse (e me irrito com facilidade) com produções cuja obra original já tenha rendido tantas versões como &#8216;Mogli&#8217;, &#8216;Tarzan&#8217; ou &#8216;Peter Pan&#8217;. Penso que o cinema já abordou tais personagens mais vezes do que a paciência permite, principalmente com tanta matéria-prima ainda não abordada pelo cinema. Nesse mesmo lugar estão &#8216;Pinóquio&#8217; e &#8216;Frankenstein&#8217;, mas o mesmo diretor das versões mais recentes de ambos não liga muito para a minha opinião; ainda bem. <em>Frankenstein</em>, em sua encarnação 2025, é mais uma obra cuja autoralidade de Guillermo Del Toro faz toda a diferença no tratamento, no emprego da carpintaria cinematográfica, no olhar rejuvenescido para o que as possibilidades dessa narrativa têm a oferecer imageticamente. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="554" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro.avif" alt="Guillermo" class="wp-image-194437" style="width:518px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro.avif 984w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro-300x169.avif 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro-768x432.avif 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro-746x420.avif 746w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro-150x84.avif 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/frankenstein-2025-guillermo-del-toro-696x392.avif 696w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">Ainda que a obra de Mary Shelley seja imortal, e venha sendo readaptada para os cinemas há quase 100 anos, o vencedor do Oscar por&nbsp;<em>A Forma da Água&nbsp;</em>surge com um olhar como se dissesse &#8220;faltou a minha versão da ação&#8221;. Com ela chegando aos cinemas, vemos que poucos cineastas hoje conseguem dar conta de criar um universo particular para seus filmes e não torná-los reféns de um modelo artístico, tornando-os inertes; embora seja igualmente talentoso e grandioso, Wes Anderson nem sempre consegue dar ao que cria vida uniforme. Del Toro, mesmo em seus modelos menos inspirados (vide&nbsp;<em>A Colina Escarlate</em>), carrega de vida própria todo o arsenal estético que ele carrega junto à sua assinatura.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A história é a que se conhece, pouco foi reinterpretado, e o espectador precisa estar preparado para lidar com elementos já reconhecidos, e uma condução que privilegia o palco, a forma de situar essa narrativa tão familiar, e como empregar elementos de outras ordens a essa moldura. Talvez o principal ganho que esse&nbsp;<em>Frankenstein&nbsp;</em>carrega são os valores referenciais, não a qualquer versão anterior, mas ao Cinema como um todo, e o tanto de gênero que pode receber carinho pelas mãos de um de seus maiores defensores. Del Toro assegura a cada nova investida cinematográfica que precisamos prestar atenção aos monstros internos de cada um de nós, e observar os que nos rodeiam, para que não os tenhamos&nbsp;de maneira subestimada. É um discurso que ele repete com veemência, mas isso pode soar aborrecido para uns, como sinal de coerência para outros.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fora do discurso, Guillermo Del Toro, certamente, tem se saído muito melhor, e a prova está aqui. Como é de se esperar, <em>Frankenstein </em>mais uma vez metaforiza as relações familiares em conflito, pais e filhos que não se compreendem, e a eterna vontade do Homem de brincar de Deus. Mas o cineasta está menos interessado em manter ou dispor dessa narrativa, e sim aplicar no filme, por exemplo, códigos do cinema gótico britânico, ou do lugar que se emprega a fábula, mais uma vez. Mas se isso não é novo para o cineasta, para o relevo dessa história é. Existe um tanto de irmãos Grimm aqui, dos quadros renascentistas recriados nos planos, ou da estética barroca toda vez que precisa representar símbolos da morte, como sepultamentos ou cerimônias fúnebres. </p>



<p class="has-text-align-center">Ou seja, é um avanço dentro do que o Cinema precisa entregar, uma arte de prioridade audiovisual, onde a imagem deve contar mais uma história do que o emprego de seu texto. Um diferencial que está aqui, e que Del Toro talvez esteja trabalhando pela primeira vez é o uso da abordagem clássica, acrescido ao que ele tradicionalmente rebusca. A invenção sob a qual ele tem se apoiado, seja no olhar para a ressignificação de gêneros, seja na contradição de apresentar suas obras de uma maneira menos cartesiana, aqui assume uma parcela de resolução tradicional. Então, ao mesmo tempo em que existe a figura do Anjo da Morte, ou uma escala de sangue e &#8216;gore&#8217; em determinados momentos, o cineasta parece ter adoração pelo tratamento original, e mantém muito de sua abordagem convencional do certame da época retratada.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mas existia ainda uma curiosidade: como seria a Criatura na versão de Guillermo Del Toro? A maquiagem, quando pensamos nas versões anteriores (a de Kenneth Branagh deixou Robert DeNiro absolutamente disforme), é bem mais sutil, o que confere uma exigência a mais no ator a quem seria entregue tal responsabilidade. Sendo essa uma versão que bebe de muitas vertentes, e que o visual do filme também beba da cultura grega, existe uma delicada colocação desse novo monstro quase como um semideus. E a despeito do excelente elenco de <em>Frankenstein</em>, no que se incluem Oscar Isaac, Christoph Waltz e a própria essência gótica em Mia Goth, é o jovem Jacob Elordi quem comanda o show. </p>



<p class="has-text-align-center">Tendo brilhado em filmes como&nbsp;<em>Saltburn&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Priscilla</em>, o australiano não alcança as notas exatas que pedem cada cena, mas ainda assim o que temos à disposição é um trabalho de sensibilidade e impacto, seja no que apresenta em sua entrega corporal, quanto na verdade cênica que seu rosto busca incessantemente. Que o ator precisava entregar ainda mais doçura para que o contraste fosse mais demarcado, isso fica claro ao avançar da produção. Mas a verdade é que Guillermo Del Toro tinha a necessidade de encontrar um coração por trás do horror, porque é sobre isso que se trata a essência da obra de Shelley: quem é o verdadeiro monstro da relação? Elordi mostra que está pronto para vôos mais altos, e o cineasta, que precisa acreditar mais na capacidade que tem de entregar o horror sem precisar recorrer a clássicos. Sabemos que talento não falta.&nbsp;</p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="8MLdd1v67wo"><iframe title="FRANKENSTEIN | Trailer Oficial | 23 de Outubro nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/8MLdd1v67wo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;O Morro dos Ventos Uivantes&#8221; ganha nova edição pela Via Leitura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 11:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA["O Morro dos Ventos Uivantes"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há histórias que atravessam o tempo como o vento que sopra sobre as colinas: intensas, arrebatadoras e impossíveis de esquecer. &#8220;O Morro dos Ventos Uivantes&#8221;, único romance da escritora e poetisa Emily Brontë, toca gerações há quase dois séculos.   Agora, o clássico ganha nova edição pela Via Leitura, selo do Grupo Editorial Edipro, que celebra a potência dessa narrativa [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há histórias que atravessam o tempo como o vento que sopra sobre as colinas: intensas, arrebatadoras e impossíveis de esquecer. &#8220;O Morro dos Ventos Uivantes&#8221;, único romance da escritora e poetisa Emily Brontë, toca gerações há quase dois séculos.  </p>



<p class="has-text-align-center">Agora, o clássico ganha nova edição pela Via Leitura, selo do Grupo Editorial Edipro, que celebra a potência dessa narrativa atemporal com um projeto gráfico à altura: capa dura e arte delicadamente artística, quase pictórica, que traduz em imagem a beleza e o mistério do texto. </p>



<p class="has-text-align-center">Com tradução de Alexandre Barbosa de Souza, a obra chega às livrarias como parte das comemorações de um legado literário que continua a emocionar e inquietar leitores em todo o mundo. Publicado originalmente em 1847, o romance escandalizou a sociedade vitoriana ao expor paixões arrebatadoras, rancores profundos e personagens intensos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do tempo, tornou-se um marco da literatura universal, admirado por sua atmosfera sombria, pela força de Heathcliff e Catherine e pela complexidade dos sentimentos que retrata.&nbsp;</p>
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		<title>Ocupa Praça estreia na Gávea com troca de livros </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 16:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto OCUPA PRAÇA tem como proposta usar o logradouro como ponto de encontro para eventos culturais em torno da literatura. O projeto estreia dentro da Faz Girar Market, famosa feira de sustentabilidade, que acontece com a Junta Local, dia 17 de agosto, domingo, na Praça Santos Dumont, com entrada franca. Idealizado pela historiadora Luciene [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O projeto OCUPA PRAÇA tem como proposta usar o logradouro como ponto de encontro para eventos culturais em torno da literatura. O projeto estreia dentro da Faz Girar Market, famosa feira de sustentabilidade, que acontece com a Junta Local, dia 17 de agosto, domingo, na Praça Santos Dumont, com entrada franca.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado pela historiadora Luciene Carris e pela jornalista Chris Martins, OCUPA PRAÇA quer reunir gente que gosta de ouvir e contar histórias em volta da praça. A primeira edição vai ter na programação troca de livros (infantis e adultos) e conversa com escritores sobre obras que abordam a cidade, mediados pela dupla de organizadora. Entre os nomes confirmados estão a jornalista Beth Ritto, moradora da Gávea, e o historiador Edmilson Martins Rodrigues. A primeira vai falar sobre a sua obra, &#8220;O Rio de Ernesto Nazaré&#8221; (Editora Funarte), que livro costura a história do compositor de &#8220;Odeon&#8221; e &#8220;Brejeiro&#8221;, com a da cidade. Já Edmilson é autor de &#8220;A cidade e o poeta&#8221;, que traz uma entrevista com o historiador além de ensaios escritos por amigos, muitos deles ex-alunos e ex-orientandos. Entre os temas frequentes na obra do homenageado estão o moderno, a modernização, a modernidade e os modernismos; a gastronomia e as sociabilidades; a cultura e os intelectuais — como João do Rio.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto se junta ao Faz Girar Market, que promove a economia circular reunindo em um único lugar, barracas de brechós e atividades de sustentabilidade. Entre elas, está a de troca de livros usados. No mesmo espaço, o Sebo Literário CELPI, também marca presença na praça, vendendo suas obras. O domingo promete um verdadeiro encontro de livros pelos jardins da Santos Dumont. E como cereja do bolo, ainda tem a Junta Local com sua comunidade de produtores que oferecem seus artigos de qualidade, a um preço sensato, e sem intermediários.</p>



<p class="has-text-align-center">As praças são, naturalmente, pontos de encontro e de convivência e recreação, tanto para crianças quanto para adultos, de diferentes grupos sociais. No Rio de Janeiro, elas ainda representam um espaço público que, ao longo da história, exerce a função de integrar e sociabilizar a comunidade no seu entorno. E o que não falta na cidade são praças que promovem acolhimento.</p>



<p class="has-text-align-center">A Santos Dumont, na Gávea, não foge à regra e recebe vários eventos. As rodas de choro aparecem vez ou outra aos sábados, enquanto a feira de antiguidades marca presença, religiosamente aos domingos. A Faz Girar e a Junta Local são eventos que acontecem mensalmente, com data divulgada nos perfis do Instagram.</p>



<h1 class="wp-block-heading">SOBRE O OCUPA PRAÇA</h1>



<p>O projeto uniu a força de duas cariocas apaixonadas pela cidade e por suas praças: Luciene Carris e Chris Martins. A historiadora escreveu, em 2021, &#8220;Histórias do Jardim Botânico – Um recanto proletário na zona sul carioca (1884-1962)&#8221;. O livro deu origem a este resgate histórico da região e ela gostou do resultado e seguiu por outras mídias. Criou o&nbsp;<em>podcast&nbsp;</em>Sarau da Casa Azul e depois o canal do YouTube Entreconexões. Agora, Luciene foi para o Instagram, onde apresenta, em parceria com o videomaker Lucas Mendes, &#8220;Um Jardim de Histórias&#8221;, onde revela as origens de alguns lugares da região. Agora ela quer ocupar as praças.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como moradora do Horto, historiadora e andarilha pelas ruas do bairro, naturalmente percebo que a praça é um espaço múltiplo, para diversas atividades socioculturais, como rodas de conversas sobre a história do bairro, do Rio de Janeiro e me surpreendo quando vejo várias obras literárias que relatam esses encontros, que poucos conhecem. – afirma.</li>
</ul>



<p>Já Chris Martins é velha conhecida das praças. Editora do JB em Folhas, portal de notícias do Humaitá à Gávea, ela vem ocupando há mais de 20 anos a Praça Pio XI. Ela já fez cinema e brechó na pracinha, mas seu forte são os eventos voltados para o público infantil, como o Bloco da Pracinha e o Amigos da Praça, que promove troca de livros para crianças e atividades culturais.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ocupar é uma palavra preciosa e importante nesses tempos de violência. A gente precisa ocupar as praças com cultura e convidar a vizinhança a cuidar desses espaços públicos que são nossas primeiras referências de sociabilização. Esse projeto é para o carioca chegar e contar sua história. Acho que vai ser um domingo bem divertido e interessante. – acredita a jornalista.</li>
</ul>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong>OCUPA PRAÇA&nbsp;</strong>– Troca de livros e roda de conversa sobre livros, com a participação da jornalista Beth Ritto, autora do livro &#8220;O Rio de Ernesto Nazaré&#8221; e do historiador Edmilson Martins Rodrigues, autor de &#8220;A cidade e o poeta&#8221;, com mediação da historiadora Luciene Carris.</p>



<p><strong>Data:&nbsp;</strong>17/8/2025 – domingo – 14h às 15h</p>



<p><strong>Local:&nbsp;</strong>Praça Santos Dumont – Gávea (dentro da programação do Faz Girar Market e Junta Local)</p>



<p>Entrada franca</p>
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		<title>Editora Trama lança &#8220;Sacramentadora&#8221; e &#8220;Warbreaker&#8221;, de Brandon Sanderson no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 12:10:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Trama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Editora Trama traz ao Brasil no mês de novembro dois aguardados títulos do fenômeno da fantasia Brandon Sanderson, &#8220;Sacramentadora&#8221;, o terceiro volume da série bestseller &#8220;Os Relatos das Guerras das Tempestades&#8221;, e o standalone &#8220;Warbreaker: O Sopro dos Deuses&#8221;. As duas obras (inéditas no país), fazem parte do vasto universo Cosmere, universo onde as histórias de Sanderson [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Editora Trama traz ao Brasil no mês de novembro dois aguardados títulos do fenômeno da fantasia Brandon Sanderson, &#8220;Sacramentadora&#8221;, o terceiro volume da série bestseller &#8220;Os Relatos das Guerras das Tempestades&#8221;, e o standalone &#8220;Warbreaker: O Sopro dos Deuses&#8221;. As duas obras (inéditas no país), fazem parte do vasto universo Cosmere, universo onde as histórias de Sanderson se conectam e arrastam  uma legião de fãs.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;&#8221;Sacramentadora, considerada o ponto mais alto da série, promete impactar os leitores com 1.536 páginas repletas de ação e personagens cativantes. O livro é ambientado em Roshar, um planeta onde violentas &#8220;grantormentas&#8221; moldam a vida de seus habitantes,e traz de volta os Cavaleiros Radiantes e suas icônicas Espadas Fractais, além de aprofundar temas sombrios e complexos que já conquistaram o público no exterior. Considerado o lançamento mais importante do autor este ano no Brasil, a obra já é apontada pelos fãs como um dos melhores volumes da saga, que coloca Sanderson como um dos autores mais relevantes da fantasia mundial.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Warbreaker: O Sopro dos Deuses&#8221; chega com uma capa exclusiva para o Brasil ilustrada pelo artista Dan dos Santos, e leva os leitores para o reino de Hallandren, onde a magia BioCromática transforma &#8220;sopros&#8221; vitais em poder. A história acompanha Siri, a jovem princesa que se vê obrigada a casar com o misterioso Deus Rei para selar a paz entre reinos, mas encontra um mundo cheio de intrigas e mistérios que desafiam suas convicções. A trama explora poder, sacrifício e o papel da divindade em uma sociedade mística, provando que o autor é um mestre na construção de universos.</p>



<p class="has-text-align-center">Com o lançamento de &#8220;Sacramentadora&#8221; e &#8220;Warbreaker: O Sopro dos Deuses&#8221;, a Editora Trama reforça a presença de Brandon Sanderson no Brasil onde, além das vendas extraordinárias, ele já é cultuado pelos fãs de fantasia e pela crítica. O autor é reconhecido por seu estilo inovador e pela habilidade de criar histórias que se conectam em um &#8220;metaverso&#8221; literário.</p>
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		<title>&#8220;Insônia&#8221;, coletânea de contos de Graciliano Ramos, ganha nova edição</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 11:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Publicada originalmente em 1947, &#8220;Insônia&#8220;, coletânea de contos de Graciliano Ramos, aborda temas como miséria, opressão e loucura. Na obra, o autor desnuda a alma humana nas horas mais sombrias e conduz o leitor por um labirinto de angústias, frustrações e desesperanças. Com texto introdutório da premiada escritora Micheliny Verunschk e arte de capa do artista plástico Andrés Sandoval, a Via [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Publicada originalmente em 1947,<strong> &#8220;</strong><em>Insônia</em>&#8220;, coletânea de contos de Graciliano Ramos, aborda temas como miséria, opressão e loucura. Na obra, o autor desnuda a alma humana nas horas mais sombrias e conduz o leitor por um labirinto de angústias, frustrações e desesperanças.</p>



<p class="has-text-align-center">Com texto introdutório da premiada escritora <em>Micheliny Verunschk</em> e arte de capa do artista plástico <em>Andrés Sandoval</em>, a Via Leitura, do <em>Grupo Editorial Edipro</em>, lança uma nova edição do clássico. A partir de uma prosa enxuta, Graciliano explora o lado obscuro da existência, no qual o sofrimento e a resistência se entrelaçam em uma dança trágica e perturbadora. De forma sensível, ele expressa como poder e submissão moldam a infância, o mundo natural e a mulher. O autor ainda busca refletir as dinâmicas sociais e culturais do Brasil durante o século XX.</p>



<p class="has-text-align-center">A publicação é dividida em treze contos: Insônia; Um ladrão; O relógio do hospital; Paulo; Luciana; Minsk; A prisão de J. Carmo Gomes; Dois dedos; A testemunha; Ciúmes; Um pobre-diabo; Uma visita e Silveira Pereira. Em cada um dos textos, o escritor alagoano guia para um mergulho na solidão, nos dilemas morais e na violência cotidiana, em que, à beira do abismo, as pessoas enfrentam os próprios demônios.</p>



<p class="has-text-align-center">Para a prefaciadora, a coletânea é envolvida por uma atmosfera crepuscular e desestabilizada.&nbsp;<em>“O conto de abertura, homônimo ao título, é paradigmático. O tique-taque do relógio, ao ser transfigurado na pergunta monstruosa “Sim ou não?”, é a própria esfinge do tempo, o “pêndulo inexistente”, contrapondo o espaço do desejo, da individuação, ao rumor violento e homogeneizador do mundo.”,&nbsp;</em>descreve&nbsp;<em>Micheliny Verunschk.</em></p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, paralelamente, a Via Leitura lança o <em>BOX Graciliano Ramos</em>, que inclui, além de &#8220;<em>Insônia</em>&#8220;, <em>Angústia</em>, <em>Vidas Secas</em> e <em>São Bernardo</em>. Leituras para não deixar escapar a alma.</p>
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		<title>Nova Fronteira lança &#8220;Shakespeare ontem, hoje e amanhã, e amanhã, e amanhã&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 13:59:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[editora Nova Fronteira]]></category>
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		<category><![CDATA[Por que Shakespeare é Pop?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A editora Nova Fronteira lança &#8220;Shakespeare ontem, hoje e amanhã, e amanhã, e amanhã&#8220;, novo livro do jurista e escritor José Roberto de Castro Neves. Com o provocativo subtítulo &#8220;Por que Shakespeare é Pop?&#8221;, a obra explora a atemporalidade do dramaturgo inglês, desconstruindo a ideia de um Shakespeare inacessível e revelando sua relevância para a cultura contemporânea, mesmo após séculos desde [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A editora Nova Fronteira lança &#8220;<em>Shakespeare ontem, hoje e amanhã, e amanhã, e amanhã</em>&#8220;, novo livro do jurista e escritor José Roberto de Castro Neves. Com o provocativo subtítulo &#8220;Por que Shakespeare é Pop?&#8221;, a obra explora a atemporalidade do dramaturgo inglês, desconstruindo a ideia de um Shakespeare inacessível e revelando sua relevância para a cultura contemporânea, mesmo após séculos desde seu falecimento. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem.png" alt="Shakespeare ontem" class="wp-image-184119" style="width:381px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem.png 1000w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem-300x300.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem-150x150.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem-768x768.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem-420x420.png 420w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shakespeare-ontem-696x696.png 696w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">&#8220;A familiaridade com a obra de Shakespeare nos faz enxergá-lo em toda parte. Ele está nos livros, nos filmes, nas novelas e até nas conversas do dia a dia. Conhecer Shakespeare é conhecer a cultura ocidental&#8221;, afirma o autor.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma linguagem leve e acessível, José Roberto transporta o leitor para o Renascimento inglês, contextualizando a vida e obra de Shakespeare em meio a acontecimentos históricos marcantes, como a Reforma Protestante e a derrota da Armada Espanhola. Obras icônicas como <em>Hamlet</em> e <em>O mercador de Veneza</em> são analisadas sob a ótica dos acontecimentos de sua época, enquanto alguns dos temas jurídicos e políticos nelas presentes ganham paralelos com questões contemporâneas.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Além do panorama histórico, o autor, que possui&nbsp;um vasto acervo de&nbsp;exemplares de Shakespeare em sua coleção particular, oferece-nos um mergulho na vida pessoal do dramaturgo, remetendo desde a seu casamento com Anne Hathaway até à efervescência cultural de seus anos em Londres.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><br>&#8220;Minha coleção particular tem mais de seis mil exemplares sobre Shakespeare, incluindo primeiras edições raras e preciosas. É um deleite para quem ama o Bardo e também para apaixonados por livros&#8221;, revela José Roberto, destacando sua relação pessoal e profunda com o tema.</p>



<p class="has-text-align-center">Esta obra é, certamente, uma celebração de um gênio literário que permanece universal e imprescindível. Dialoga, pois, tanto com estudiosos quanto com aqueles leitores que desejam conhecer mais sobre Shakespeare de forma descontraída e fascinante.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O livro já está disponível nas principais livrarias e nas plataformas digitais.</em></p>
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		<title>Diretor de &#8216;O Conde de Monte-Cristo&#8217; fala da esgrima com a literatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:23:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com 9,2 milhões de ingressos vendidos em terras francesas de junho até hoje e cerca de US$ 76 milhões de arrecadação em salas de projeção europeias, &#8220;O Conde de Monte-Cristo&#8221; já se impõe como o maior sucesso de bilheteria da pátria presidida por Emmanuel Macron desde a pandemia, configurando-se como um fenômeno de faturamento do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com 9,2 milhões de ingressos vendidos em terras francesas de junho até hoje e cerca de US$ 76 milhões de arrecadação em salas de projeção europeias, &#8220;O Conde de Monte-Cristo&#8221; já se impõe como o maior sucesso de bilheteria da pátria presidida por Emmanuel Macron desde a pandemia, configurando-se como um fenômeno de faturamento do Velho Mundo nas telas. A receita dessa superprodução de duas horas e 58 minutos dirigida por Matthieu Delaporte e por Alexandre De La Patellière há de se ampliar com sua chegada às Américas.</p>



<p class="has-text-align-center"> No Brasil, o Festival Varilux é a primeira parada desta adaptação do romance homônimo publicado em capítulos, entre 1844 e 1846, por Alexandre Dumas (1802-1870). Delaporte &#8211; um prolífico roteirista também respeitado como realizador pelo sucesso &#8220;Qual É O Nome do Bebê&#8221;, de 2012 – está em solo carioca para acompanhar a maratona francófona. Esta noite, o diretor participa de uma sessão de gala do longa-metragem – promovida com o apoio do Telecine – no Cinesystem Botafogo, às 18h30. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, neste fim de semana inicial de Varilux, é possível ver &#8220;Le Comte de Monte-Cristo&#8221; (título original da fita) nesta sexta, às 19h05, no Estação NET Gávea, e no sábado, no Estação NET Rio (às 14h) e no Kinoplex Fashion Mall (19h55). O enredo, extraído da escrita fina de Dumas, é centrado na cruzada vingadora de Edmond Dantès, papel confiado ao ator Pierre Niney. Vítima de uma conspiração quando ainda é muito moço, Dantès acaba sendo preso no dia de seu casamento, sob a acusação de um crime que não cometeu. Após 14 anos de detenção no castelo de If, ele consegue escapar e, com a ajuda de um homem misteriosos, ele se torna riquíssimo. Com o dinheiro que conquista, forja para si uma nova identidade: o Conde de Monte-Cristo. Sob essa alcunha, ele vai se vingar dos homens que o atraiçoaram. </p>



<p class="has-text-align-center">Num papo ao sol do Arpoador, no Hotel Faimont, Delaporte conta ao jornalista Rodrigo Fonseca como foi sua imersão nos parágrafos de um dínamo da literatura da Europa.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Desde a recente adaptação de &#8220;Os Três Mosqueteiros&#8221;, em 2023, a literatura de Alexandre Dumas tem servido de combustível para um cinema de forte comunicação popular. O que há de contemporâneo na prosa dele? <br>Matthieu Delaporte: </strong>Dumas foi um grande conhecedor da História da França e, certamente, imprimiu um olhar muito particular sobre o tempo em cada um de seus livros, retratando o fim de uma época e a gênese de uma outra, à luz das guerras napoleônicas. &#8220;O Conde de Monte-Cristo&#8221;, que é lançado em meados do século XIX, tem o intuito de retratar o avanço da Revolução Industrial numa fase histórica de mudança do regime democrático, onde riqueza deixa de ser um sinônimo de aristocracia. Ele é um autor de um engajamento político muito particular. A Paris de que fala é diferente da metrópole multicultural que existe hoje, mas ele já vasculha elementos que estão ainda na base da cidade.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Qual é a maior dificuldade de transportar o espírito literário dele – para além da trama – das páginas às telas?<br>Matthieu Delaporte: </strong>Cada escritor cria sua própria linguagem e, nela, uma musicalidade, uma rítmica peculiar nas palavras. O desafio numa transposição é encontrar essa música, esse tom. Não é questão de cópia ou de mimese, mas de diálogo. Sobre o espírito do tempo de Dumas, o que vai ao filme é a questão da &#8220;máscara&#8221;. É como eu chamo a construção de identidade que Dantès faz para poder realizar a sua vingança. Em sua essência, a trama acompanha a encenação de um espetáculo de vingança, na qual Dantès encena uma situação a fim de se vingar. O dinheiro faz dele um homem de poder, mas ele não gasta sua fortuna consigo para a fruição e, sim, para a revanche que arquiteta. Ele é o diretor desse espetáculo revanchista.  <strong><br></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Olhando assim, a lembrança de &#8220;Hamlet&#8221;, de Shakespeare, salta aos olhos, uma vez que esse também é o dispositivo empregado pelo Príncipe da Dinamarca contra o assassino de seu pai – a ponto de encenar uma peça sobre o mesmo crime, num gesto de metalinguagem. Existe essa proximidade?<br>Matthieu Delaporte: </strong>Shakespeare foi uma grande referência para Dumas. A questão em &#8220;O Conde de Monte-Cristo&#8221; é que a forma como Dantès emprega sua fortuna permite que ele possa ser visto como uma figura contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>O cinema francês é historicamente encarado como um terreno de narrativas palavrosas. É uma filmografia na qual se fala muito. O que a palavra representa para a sua obra?<br>Matthieu Delaporte: </strong>Se Shakespeare foi um pilar para a língua inglesa, Molière foi, no teatro, o cerne da língua francesa e ele influenciou muito Dumas. A partir da palavra, ele, surpreendentemente, encontra o caminho para expressar a Modernidade. O que eu tento, num diálogo com a prosa do século XIX, é buscar nessas palavras sentimentos que estejam conosco hoje.</p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="tqRw217Hn1k"><iframe loading="lazy" title="O Conde de Monte Cristo | Trailer Oficial" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/tqRw217Hn1k?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Balé inspirado em Anna Karenina, de Liev Tolstói, se apresenta no RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aclamado pelo New York Times como “um dos coreógrafos mais inovadores da atualidade”, o Boris Eifman está de volta ao Brasil após um hiato de 27 anos, trazendo para apresentações no Rio e em São Paulo sua versão de um dos mais aclamados balés da história: Anna Karenina, inspirada na obra-prima de Liev Tolstói. Em uma das maiores produções [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Aclamado pelo New York Times como “um dos coreógrafos mais inovadores da atualidade”, o <strong>Boris Eifman</strong> está de volta ao Brasil após um hiato de 27 anos, trazendo para apresentações no Rio e em São Paulo sua versão de um dos mais aclamados balés da história: Anna Karenina, inspirada na obra-prima de Liev Tolstói.</p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="520" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-1024x520.jpg" alt="Anna Karenina" class="wp-image-182495" style="width:386px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-1024x520.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-300x152.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-768x390.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-1536x781.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-2048x1041.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-150x76.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-696x354.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-1068x543.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-1920x976.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Anna-Karenina.-Photo-by-Souheil-Michael-Khoury_2-826x420.jpg 826w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Photo-by-Souheil-Michael-Khoury</figcaption></figure>
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<p class="has-text-align-center">Em uma das maiores produções que chegam ao Brasil este ano, a companhia traz uma equipe de 55 pessoas, mais de 5 toneladas de cenários e 270 figurinos e 38 bailarinos que se apresentam no palco.</p>



<p class="has-text-align-center">A genialidade e visão única de Boris Eifman, fazem da sua companhia uma das mais prestigiadas do mundo, desde sua fundação em 1977. Com mais de 50 obras em seu repertório, todas exemplificando a maneira única como o coreógrafo concebe o balé contemporâneo, o Eifman Ballet traz ao país a produção que arrancou críticas entusiasmadas na Europa, Austrália, Estados Unidos e Canadá.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a passagem da Cia pela capital americana, o The Washington Post afirmou que  “o Eifman Ballet entrega performances que são uma verdadeira explosão de emoção e técnica impecável”.</p>



<p class="has-text-align-center">As apresentações acontecem nos dias 16 e 17 de outubro no Teatro Bradesco, em São Paulo, e nos dias 19 e 20 de outubro no Rio de Janeiro, na Cidade das Artes. <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/96700/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ingressos pela Sympla</a></p>
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