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	<title>Arquivos mães de santo - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>&#8220;OBIRIN OMI &#8211; Mulheres Água&#8221;, de Raquel Rocha, homenageia grandes mães de santo brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Fazendo um levantamento histórico de grandes mães de santo brasileiras, o Orum Aiyê Quilombo Cultural apresenta a exposição &#8220;OBIRIN OMI &#8211; Água&#8221;, da artista visual goianiense Raquel Rocha. Com curadoria de Mariana Maia e produção artística de Rona Neves, a mostra reverencia essas figuras tão importantes para a cultura afro-brasileira.  </p>



<p class="has-text-align-center">A pré-abertura contará com a performance &#8220;Omi Eró&#8221;, realizada por Raquel em parceria com o artista Marcelo Marques. A ação performática recria o preparo ritual de um banho de ervas: as folhas são maceradas ao som de cantigas em iorubá, espalhando aromas que envolvem o público em um ambiente de cura e ancestralidade. Ao final, cada pessoa poderá levar consigo um pouco do banho, como gesto de cuidado e reconexão espiritual afrocentrada.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição traz ao público obras da série &#8220;As Matriarcas&#8221;, em que a artista resgata a memória e o protagonismo de grandes mães de santo brasileiras. Produzidas em acrílica sobre peneiras bordadas com 16 búzios, acompanhadas de uma quartinha com água (símbolo da vida e do ancestral), as pinturas são tanto registro histórico quanto gesto de resistência.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, entre as inúmeras referências presentes na exposição estão Mãe Gilda de Ogum, vítima da intolerância religiosa e símbolo nacional da luta contra o racismo religioso. A data de seu falecimento (21 de janeiro) é estabelecida como o Dia de Luta Contra a Intolerância Religiosa; e Mãe Sussu, figura essencial na consolidação do Candomblé no Brasil.<em>&#8220;Quero mostrar essas mulheres na centralidade da formação e manutenção dos terreiros&#8221;</em>, destaca Raquel.</p>



<p class="has-text-align-center">Raquel Rocha propõe uma poética em que a memória e o culto mantêm vivas as trajetórias das mães de santo, erguidas como um verdadeiro exército de ancestrais que fortalecem as pessoas diante do racismo. E assim, Raquel pesquisa a arte como território de fissuras e fricções, que são cicatrizes abertas pela escravidão no Brasil, mas que, ao se encontrarem, formam novos cursos d&#8217;água capazes de cicatrizar as feridas históricas do povo preto.  </p>



<p class="has-text-align-center">Diante do embranquecimento presente em muitos terreiros atualmente, Raquel Rocha reforça a importância de reconhecer e valorizar o papel histórico das mulheres negras na formação e manutenção do Candomblé. &#8220;O terreiro tem raiz preta, e não será arrancada dele por mais que a branquitude queira. Minha exposição é também um posicionamento político&#8221;, afirma a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao refletir sobre o legado dessas matriarcas, a artista ressalta que suas trajetórias não apenas sustentaram terreiros, mas também abriram caminhos de cura e resistência para as gerações seguintes.<em> &#8220;Essas mães criaram cursos de água de cicatrização. Criaram paisagens possíveis de resistência, de luta, de manutenção de memória. Isso dentro de um Brasil completamente escravocrata. Quero que o público saia da exposição com essa força e esse estímulo para continuar lutando&#8221;</em>, conclui Raquel.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a mostra também ganha força pelo espaço em que acontece: o Instituto Pretos Novos, localizado onde funcionava o Cemitério dos Pretos Novos. O local foi destinado ao sepultamento de africanos recém-chegados que não resistiam à travessia do Atlântico. Transformado em espaço de memória e resistência, o Instituto se tornou uma das principais referências no Rio de Janeiro sobre a história da escravidão e da diáspora africana.<br><br><strong>SERVIÇO</strong>: 12 de setembro até 11 de outubro de 2025<br>Local: Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea &#8211; Instituto Pretos Novos (Gamboa, Rio de Janeiro)<br>Endereço: Rua Pedro Ernesto, 36 &#8211; Gamboa <br>Entrada: gratuita</p>
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