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	<title>Arquivos monólogo - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos monólogo - Rota Cult</title>
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		<title>Laura Vaz estreia estreia seu primeiro monólogo no Teatro Cândido Mendes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 11:00:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu primeiro monólogo, Laura Vaz estreia no Teatro Cândido Mendes, com uma peça que aborda o Alzheimer, doença que afeta mais de um milhão de pessoas no Brasil. A peça autoficcional, &#8220;Aqueles cartões que guardei comigo&#8221; , narra a jornada de uma atriz em uma sala de ensaio, onde sua trajetória se desdobra entre o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em seu primeiro monólogo, Laura Vaz estreia no Teatro Cândido Mendes, com uma peça que aborda o Alzheimer, doença que afeta mais de um milhão de pessoas no Brasil. </p>



<p class="has-text-align-center">A peça autoficcional, &#8220;Aqueles cartões que guardei comigo&#8221; , narra a jornada de uma atriz em uma sala de ensaio, onde sua trajetória se desdobra entre o cômico e o trágico, a partir das memórias que moldam nossas relações. Ao explorar os aspectos mais íntimos de sua história, a personagem confronta a perda de memória progressiva de seu avô. O espetáculo nasce da necessidade da atriz de externalizar suas questões ao descobrir a condição de seu avô. É, certamente, um mergulho no imaginário coletivo sobre o que escolhemos guardar e sobre o que um dia, inevitavelmente, não poderemos mais.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça gira em torno de uma personagem que revisita objetos esquecidos, usando de fragmentos de um passado que insiste em escapar. À medida que tenta reconstruir histórias e nomes, o público é conduzido por um emaranhado de lembranças tênues, silêncios e lacunas. A perda da memória, aqui, não é apenas um esquecimento clínico, mas um processo emocional de desvanecimento da identidade, dos afetos e dos vínculos. Um espetáculo sobre o que se perde  e sobre o que, misteriosamente, insiste em permanecer.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Essa peça é uma tentativa de resgate, de atravessar o diagnóstico do meu avô por meio das memórias que compartilhamos e que permanecem vivas em mim. O ponto de partida para essa história foram os cartões que sempre recebi, especialmente dos meus avós, em todo tipo de data comemorativa. Neles, pequenos mundos se abriam, carregados de histórias e momentos especiais que vivemos juntos. Esses cartões se tornaram o fio condutor para falar sobre o que permanece, quando tudo o mais se desfaz,&#8221;, afirma Laura Vaz.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 24 de maio a 29 de junho / Local: Teatro Cândido Mendes Endereço: Rua Joana Angélica, 63 &#8211; Ipanema / Classificação etária: 12 anos  / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/105840">Ingressos pela Sympla</a></p>
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		<title>Rosane Gofman leva monólogo &#8220;Moderninha&#8221; para o Teatro Fashion Mall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosane Gofman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;monólogo &#8220;Moderninha&#8221; fará temporada na Sala Rosamaria Murtinho, do Teatro Fashion Mall.&#160;Em cena, Rosane Gofman interpreta Dona Marlúcia, uma idosa surpreendentemente moderna que busca se adequar ao desejo dos filhos, tornando-se uma avó mais convencional. No entanto, a peça vai muito além de uma simples comédia, desvendando as imposições da sociedade sobre o envelhecimento e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O&nbsp;monólogo &#8220;Moderninha&#8221; fará temporada na Sala Rosamaria Murtinho, do Teatro Fashion Mall<strong>.&nbsp;</strong>Em cena, Rosane Gofman interpreta Dona Marlúcia, uma idosa surpreendentemente moderna que busca se adequar ao desejo dos filhos, tornando-se uma avó mais convencional. No entanto, a peça vai muito além de uma simples comédia, desvendando as imposições da sociedade sobre o envelhecimento e o comportamento na terceira idade.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma abordagem leve e divertida, a obra nos convida a refletir sobre os rótulos que limitam as pessoas à medida que envelhecem. Através dessa trama, o espetáculo ousa quebrar barreiras intelectuais ao desmistificar o gênero da comédia, demonstrando que ela pode ser um poderoso instrumento de transformação social. Ao criar uma identificação profunda, entre a personagem de ficção e a realidade dos espectadores, &#8220;MODERNINHA promove uma reflexão sobre o cotidiano de uma mulher, que alcançou a terceira idade, e vive a experiência de ser avó. </p>



<p class="has-text-align-center">As reflexões, conclusões e pensamentos, que emanam da personagem de Rosane Gofman, ressoam com o público de todas as idades, tocando o coração daqueles que já passaram por situações semelhantes, com suas próprias famílias e amigos.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ao desvendar a humanidade, nas experiências da terceira idade, a peça consegue conectar-se profundamente com cada indivíduo, presente na plateia. &#8220;MODERNINHA é uma jornada cativante, que nos lembra que as limitações impostas pela sociedade, não devem determinar quem somos, independentemente da idade. Com a dose certa de humor e emoção, a peça nos ensina a valorizar a autenticidade, e a importância de abraçar quem realmente somos, desafiando estereótipos e inspirando uma nova visão, sobre o envelhecimento e as relações familiares.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Temporada: de 22 de março a 6 de abril de 2025 / Horários: sábados e domingos, 18h30 / Local: Teatro Fashion Mall &#8211; Sala Rosamaria Murtinho Endereço: Estrada da Gávea, 899, 2 piso, São Conrado / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/103942/d/307132/s/2095118">Ingressos pela Sympla </a></p>
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		<title> &#8220;Sidarta&#8221; faz nova temporada no Teatro Poeirinha</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Angel Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ator e diretor Angel Ferreira fará nova temporada de &#8220;Sidarta&#8221;, seu solo teatral no Teatro Poeirinha, em Botafogo. Preparado ao longo de cinco anos, &#8220;Sidarta&#8221; narra a jornada do protagonista em busca de si mesmo, em uma apresentação que mescla narrador, personagens e ator a partir de uma montagem minimalista, sob supervisão artística de Beth [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O ator e diretor Angel Ferreira fará nova temporada de &#8220;Sidarta&#8221;, seu solo teatral no Teatro Poeirinha, em Botafogo. Preparado ao longo de cinco anos, &#8220;Sidarta&#8221; narra a jornada do protagonista em busca de si mesmo, em uma apresentação que mescla narrador, personagens e ator a partir de uma montagem minimalista, sob supervisão artística de Beth Martins e Renato Livera.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;&#8221; &#8220;Sidarta é um desses projetos que te chamam para algo a mais do que a criatividade artística puramente dita. É um chamado também espiritual. Foi assim que recebi o convite do Angel Ferreira para estar junto. E como a espiritualidade está ligada a um movimento interno de conexão que vai para além de nós mesmos, entendemos que o resultado que tivemos com a iluminação seguiu o princípio desse sopro, dessa troca, da escuta e da generosidade. É uma luz muito simples, mas ela habita e dá lugar à imensidão da história contada. Isso foi reconhecido e resultou na indicação, a qual agradeço imensamente ao Angel, ao João Gioia e à Thatyane Calandrini. Sem esse coletivo inspirado e inspirador, nada disso teria acontecido&#8221;, comenta Livera.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça, ambientada na Índia no período de vida do Buda histórico, é livremente inspirado no livro homônimo de Hermann Hesse, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, que narra, de forma ficcional, uma viagem que o próprio autor realizou em sua juventude, abarcando temas de valor existencial e mergulhos na ambiguidade entre os pólos sagrado-profano, sucesso-fracasso, prazer-privação, solidão-pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Nesta história, acompanhamos Sidarta, inteligente filho de Brâmane, a deixar a casa dos pais. Seguido por seu melhor amigo, Govinda, ambos aderem aos <em>samanas</em>, vertente espiritual que busca a iluminação através da mortificação do corpo. Em seguida, desconfiado e desiludido com as doutrinas, Sidarta conhece o próprio Buda e dele também se afasta, determinado a encontrar seu próprio caminho ou a morte. Estabelece relação com uma cortesã da cidade, torna-se comerciante, embrenha-se no vício e no materialismo, para novamente deixar tudo para trás e retornar à simplicidade, junto a um barqueiro que se revela um mestre e amigo. Continuamente, encontramos ao longo do texto dramaturgias de aprisionamento e libertação, que descortinam suas ilusões e aprofundam sua subjetividade.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo fica em cartaz de 7 de março a 27 de abril, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Os ingressos estão disponíveis no <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/103221" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a> ou na bilheteria do teatro.</p>
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		<title> &#8220;O Céu da Língua&#8221;, monólogo de Gregório Duvivier, em temporada no Teatro Carlos Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["O Céu da Língua"]]></category>
		<category><![CDATA[Gregorio Duvivier]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Paes.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem medo de poesia?&#160;Gregório Duvivier&#160;não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo&#160;&#8220;O Céu da Língua&#8221;, uma comédia poética, o artista usa o seu discurso sedutor pra convencer o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quem tem medo de poesia?&nbsp;Gregório Duvivier&nbsp;não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo&nbsp;&#8220;O Céu da Língua&#8221;, uma comédia poética, o artista usa o seu discurso sedutor pra convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido. Após estrear em Portugal com grande sucesso em novembro, o espetáculo chega ao Brasil para uma temporada no Teatro Carlos Gomes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-682x1024.jpeg" alt="&quot;O Céu da Língua" class="wp-image-185407" style="width:342px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-682x1024.jpeg 682w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-200x300.jpeg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-768x1153.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-1023x1536.jpeg 1023w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-280x420.jpeg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-150x225.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-300x450.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA-696x1045.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/O-CEU-DA-LINGUA.jpeg 1066w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">No aniversário de 500 anos de Luis de Camões, foi a peça de um brasileiro que roubou a cena em Portugal. Gregorio Duvivier, que não estreava uma peça nova há cinco anos, fez essa peça pra homenagear sua língua-mãe. Encontrou, ao fazer a peça, uma legião de pessoas que compartilham dessa paixão. &#8220;Gregorio Duvivier é um artista completo, no sentido mais renascentista do termo&#8221;, disse Miguel Esteves Cardoso, o maior cronista de Portugal, no jornal O Público.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota&#8221;, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. &#8220;Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, pra isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A direção é da atriz&nbsp;Luciana Paes,&nbsp;parceira de Gregório no espetáculo de improvisação&nbsp;&#8220;Portátil&#8221;.<em>&nbsp;</em>Se no seu solo anterior,&nbsp;&#8220;<em>Sísifo</em>&#8221;&nbsp;(2019), escrito junto com Vinicius Calderoni, Gregório subia uma grande rampa dezenas de vezes, agora, o que se tem é uma encenação desprovida de qualquer cenário.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No palco, totalmente limpo, o instrumentista&nbsp;Pedro Aune&nbsp;cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer&nbsp;Theodora Duvivier,&nbsp;irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua devoção pelas palavras. &#8220;Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo&#8221;, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Céu da Língua&#8221; não é um recital. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética. &#8220;O stand-up comedy aqui é uma pegadinha pra falar de literatura&#8221;, como ela bem define. &#8220;A peça fica na esquina do poema com a piada&#8221;, arremata o ator.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: de 6 a 24 de fevereiro de 2025./ Local: Teatro Carlos Gomes / <a href="https://riocultura.eleventickets.com/#!/apresentacao/b1c833140ef993142e33fdd445221bea4d8fae55">Ingressos em RioCultura</a></p>
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		<title>Mouhamed Harfouch apresenta &#8220;Meu Remédio&#8221;, em Ipanema</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Mouhamed Harfouch]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o sucesso de três apresentações especiais em Juiz de Fora, Minas Gerais, Mouhamed Harfouch estreia seu monólogo &#8220;Meu Remédio&#8221; para o Rio de Janeiro, com estreia no Teatro Ipanema. Dirigido por João Fonseca, o espetáculo traz uma narrativa profundamente pessoal e emotiva, onde Harfouch mergulha na sua história de vida, lidando com temas como identidade, pertencimento e aceitação de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/01/mouhamed-harfouch-apresenta-meu-remedio-em-ipanema/">Mouhamed Harfouch apresenta &#8220;Meu Remédio&#8221;, em Ipanema</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Após o sucesso de três apresentações especiais em Juiz de Fora, Minas Gerais, Mouhamed Harfouch estreia seu monólogo &#8220;Meu Remédio&#8221; para o Rio de Janeiro, com estreia no Teatro Ipanema. Dirigido por João Fonseca, o espetáculo traz uma narrativa profundamente pessoal e emotiva, onde Harfouch mergulha na sua história de vida, lidando com temas como identidade, pertencimento e aceitação de sua própria história.  </p>



<p class="has-text-align-center">Misturando elementos autobiográficos e ficcionais, a peça, que já na escolha do título faz referência a uma situação vivida com o seu nome de batismo &#8211; e que é explicada em cena -, apresenta um monólogo íntimo, costurado a algumas canções, entre <em>hits</em> e paródias, cantadas e tocadas ao vivo, marcando transições importantes da narrativa, onde o autor recria personagens que representam figuras significativas nas duas primeiras décadas da sua vida, mantendo, ao mesmo tempo, a privacidade de sua própria história. </p>



<p class="has-text-align-center">Com uma abordagem sensível e profunda, a obra convida o público a refletir sobre a importância da autocompreensão e do existir de cada um. &#8220;Meu Remédio&#8221; destaca como o nome, muitas vezes imposto, carrega histórias que conectam o indivíduo ao passado e iluminam seu futuro, e convida a todos a olhar para dentro, entender melhor a própria caminhada e perceber como a arte pode ser um remédio. A peça é uma mistura de comédia e drama, resultado de um processo criativo íntimo que levou o artista a revisitar momentos de sua própria trajetória, especialmente sua relação com seu nome e sua herança cultural.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-1024x681.jpg" alt="Mouhamed Harfouch" class="wp-image-184935" style="width:510px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-1024x681.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-768x511.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-1536x1021.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-2048x1362.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-632x420.jpg 632w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-696x463.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-1068x710.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Mouhamed-Harfouch-1920x1277.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"> Foto: Gustavo de Freitas Lara</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Com &#8220;Meu Remédio&#8221;, Mouhamed Harfouch celebra 30 anos de carreira e transforma um projeto profundamente pessoal em uma expressão artística única, tanto no palco quanto fora dele.  </p>



<p class="has-text-align-center">Em<strong> &#8220;</strong>Meu Remédio&#8221;, que ele se reinventa, assumindo diversas funções e se desafiando na autoexposição. O espetáculo traz à tona questões do universo árabe, relembra episódios importantes que fizeram parte de sua jornada e revela, de forma sincera e orgânica, o impacto de suas escolhas em sua trajetória profissional e na vida pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;&#8216;Meu Remédio&#8217; nasce da minha vontade de entender e compartilhar a relação com o meu nome, com minha história de vida, com a mistura de culturas que carrego. Sou filho de imigrantes – sírios por parte de pai e portugueses por parte de mãe. Crescer com um nome tão emblemático em um Brasil dos anos 70, em que o preconceito e a dificuldade de aceitação eram muito presentes, não foi fácil. A peça é uma comédia, mas carrega uma reflexão sobre aceitação e pertencimento, sobre entender que, muitas vezes, o maior remédio é aceitar quem somos&#8221;, explica Harfouch, que busca, com o espetáculo, tocar o coração do público ao falar sobretudo, como cada ser é único e especial em sua individualidade, origem e essência.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora a ideia de levar &#8220;Meu Remédio<strong>&#8220;</strong> aos palcos tenha surgido há dois anos, uma inquietação sobre o tema já acontecia desde a novela &#8220;Órfãos da Terra&#8221;. Durante as gravações, Harfouch foi levado a olhar mais profundamente para sua própria história, sua relação com o pai e com os muitos imigrantes que o cercam. Esse desejo de explorar sua ancestralidade e as dificuldades vividas ao lidar com seu nome e identidade se intensificou ao longo das apresentações da peça &#8220;Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito&#8221;, estrelada ao lado de Vera Fischer. A reflexão do ator durante a turnê foi o impulso que consolidou a ideia do monólogo e depois de meses de escrita, finalmente, o projeto tomou forma, desafiando-o para além da atuação solo.</p>



<p class="has-text-align-center">A decisão de assumir a produção do monólogo, que é um dos maiores desafios da sua carreira, foi um passo corajoso. &#8220;Meu Remédio&#8221; não é apenas uma obra autoral, mas também o reflexo de sua visão como criador. &#8220;Já tinha produzido no começo da minha carreira, mas agora, com mais maturidade, me senti mais preparado para enfrentar esse desafio. Produzir e atuar ao mesmo tempo é uma tarefa árdua. A maior dificuldade foi lidar com as duas funções e ainda me manter fiel à ideia que queria transmitir. Mas, com o apoio de grandes amigos e parceiros como Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr, senti que tínhamos força para fazer isso acontecer&#8221;, revela ele, que viu na soma de funções um grande desafio ao ter que equilibrar seu tempo entre o papel de ator e o de produtor.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a parceria com o diretor João Fonseca foi outro pilar fundamental para tirar o sonho do papel. Com vasta experiência à frente de obras biográficas, a exemplo dos Musicais sobre a vida de Tim Maia, Cazuza, Cássia Eller, Elvis Presley e Tom Jobim, a condução do criativo trouxe à cena a delicadeza necessária para que o espetáculo equilibrasse o tom de comédia e a profundidade emocional da história. &#8220;João Fonseca é um amigo e um grande diretor. Ele segurou a minha barra de maneira sensível e honesta, e acreditou no meu projeto desde o início. Sem ele, não sei se teria conseguido fazer essa transição entre o autor e o ator de forma tão tranquila&#8221;, comenta ele sobre Fonseca, com quem repete a parceria afinada em &#8220;Homem de Lata<strong>&#8220;</strong>, monólogo <em>online</em> criado durante a pandemia.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong> &#8220;</strong>Um nome nunca é só um nome. É uma jornada, fala dos que vieram e dos que virão. Poder enxergar melhor os caminhos de fora e nossos desejos é algo que me move. &#8216;Meu Remédio&#8217; foi um ponto de partida, pois aceitar quem somos é curativo e a arte salva&#8221;, finaliza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Temporada: 10 de janeiro a 16 de fevereiro  / Sessões: Quinta a Sábado 20h | Domingo 19h / Local: Teatro Ipanema Rubens Corrêa (Rua Prudente de Morais, 824 &#8211; Ipanema) / Ingressos Bilheteria Local e site Eleven Tickets: <a href="https://riocultura.eleventickets.com/#!/apresentacao/74bda8fdadc41205267b3e9108a8e84c77c3bb85" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://riocultura.eleventickets.com</a> / Classificação: 10 anos</p>
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		<title>&#8220;A luta&#8221;, com Amaury Lorenzo, volta ao Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A Luta]]></category>
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		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há dois anos em turnê de sucesso pelo país, &#8220;A luta&#8221;, com Amaury Lorenzo, volta ao Rio de Janeiro para duas apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com direção de Rose Abdallah e dramaturgia de Ivan Jaf, o monólogo teatral é baseado na terceira parte do livro &#8220;Os sertões&#8220;, de Euclides da Cunha [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há dois anos em turnê de sucesso pelo país, &#8220;A luta&#8221;, com Amaury Lorenzo, volta ao Rio de Janeiro para duas apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com direção de Rose Abdallah e dramaturgia de Ivan Jaf, o monólogo teatral é baseado na terceira parte do livro &#8220;<em>Os sertões</em>&#8220;, de Euclides da Cunha (1866-1909), que transforma o ator Amaury Lorenzo em um rapsodo.</p>



<p class="has-text-align-center">Nessa terceira e última parte de &#8220;<em>Os Sertões&#8221;, </em>Euclides criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas, que traziam a modernidade, contra o obscurantismo religioso, que alicerçava a monarquia; os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão, para concluirmos que os dois lados acabaram se unindo pela intolerância e a violência. </p>



<p class="has-text-align-center"> O personagem conta, em uma longa prosa épica, as batalhas ocorridas em Canudos, em 1896, entre os homens e mulheres chefiados por Antônio Conselheiro e as forças militares da República, recém-proclamada no Brasil (1889). Aliás, Lorenzo foi indicado aos prêmios Cesgranrio e Fita de Melhor Ator pelo trabalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Os rapsodos cantavam a&nbsp;<em>Ilíada&nbsp;</em>e a&nbsp;<em>Odisseia,&nbsp;</em>de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas. Da mesma maneira, podemos imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um &#8220;contador de história&#8221; diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Este texto fala da construção da identidade brasileira. O que me impressiona na obra do Euclides da Cunha é a riqueza de detalhes. É como se você sentisse o cheiro daquela guerra, você sentisse o cheiro daquelas pessoas. E nossa adaptação tem o objetivo de levar essa narrativa poderosa a mais gente. Muitos vão ao teatro porque me conhecem pela televisão, mas acabam tendo uma aula de história, e se emocionam. Quando a gente entende de onde veio, tem mais possibilidades de construir um futuro melhor&#8221;, analisa Amaury Lorenzo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O espetáculo &#8220;A Luta&#8221; retrata um momento em que duas narrativas que sempre permearam nossa história entraram em conflito: o obscurantismo religioso e a prepotência militarista. É uma guerra arquetípica, mitológica, portanto será sempre atual para entender a formação do Brasil. É uma peça para nos questionar enquanto sociedade. O retumbante fracasso dos dois lados, a violência sem sentido de ambas as partes, é o resultado da nossa triste ignorância, que infelizmente perdura&#8221;, descreve a diretora Rose Abdallah.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Datas:</strong> 11 e 12 de janeiro. / <strong>Dias e horários:</strong> sábado, às 21h, e domingo, às 20h30 / <strong>Local:</strong> Teatro Clara Nunes (<strong>Endereço:</strong> Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 53, loja 370) / <strong>Classificação: </strong>14 anos/ <strong>Duração: </strong>1h  /I<strong>ngressos: </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/101439/d/292990" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br</a>  e na bilheteria / <strong>Instagram:</strong> @a.luta.espetaculo</p>
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		<title>“O Recém-nascido”, com Pedro Cardoso, volta ao Teatro das Artes</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 12:37:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cardoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Cardoso volta ao Rio de Janeiro com o espetáculo “O Recém-nascido”. Escrito, dirigido e encenado por Pedro Cardoso, o monólogo teve sua primeira temporada em São Paulo em 2023 e ganhou o Prêmio PRIO do Humor de melhor texto de humor. Quem se lembra do próprio nascimento? Ninguém. Mas eu me lembro do meu. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Pedro Cardoso volta ao Rio de Janeiro com o espetáculo “O Recém-nascido”. Escrito, dirigido e encenado por Pedro Cardoso, o monólogo teve sua primeira temporada em São Paulo em 2023 e ganhou o Prêmio PRIO do Humor de melhor texto de humor.</p>



<p class="has-text-align-center">Quem se lembra do próprio nascimento? Ninguém. Mas eu me lembro do meu. Lembro de todos os detalhes do meu nascimento e da minha infância. E posso garantir: eu era muito mais feliz antes de nascer! Vida boa era a minha quando eu estava guardado ainda dentro da minha mãe! Silêncio, sossego, serviço de quarto… Aqui fora: barulho, bagunça, bando de ladrões… Eu me sinto exilado no mundo. Mas se viver não tem remédio, temos ao menos o consolo da comédia.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:<br>Temporada: De 03/01/2025 à 23/02/2025 &#8211; Sexta às 20:00h, Sábado às 20:00h, Domingo às 19:00h<br>Local: Teatro das Artes (Rua Marques de São Vicente, 52 – Gávea)<br>Classificação Indicativa: 16 anos<br><a href="https://divertix.com.br/teatro/o-recem-nascido">Ingressos em Divertix</a><br>Duração: 75 minutos</p>
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		<title>&#8220;Òrò&#8221; estreia no Teatro Ruth de Souza</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 12:47:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[monólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Òrò, do iorubá, pode ser traduzido como palavra. Mas a palavra já existe antes de ser dita porque ela é presença. E quando a presença ganha vida no corpo, ela se transforma e revive em tudo e em todos. Na Semana da Consciência Negra, o espetáculo Òrò chega em Santa Teresa, com a proposta de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Òrò, do iorubá, pode ser traduzido como palavra. Mas a palavra já existe antes de ser dita porque ela é presença. E quando a presença ganha vida no corpo, ela se transforma e revive em tudo e em todos. Na Semana da Consciência Negra, o espetáculo Òrò chega em Santa Teresa, com a proposta de ir além de uma contação de histórias, mas sim como uma experiência conduzida pela atriz e educadora Tatiana Henrique.</p>



<p class="has-text-align-center">O monólogo surge da tese de doutorado de Tatiana Henrique, articulando História e Filosofias Africanas da Arte e História do Teatro Africano, fundamentado no Teatro Ritual de Máscaras. E o palco para a celebração da dádiva dos saberes ancestrais que vivem ao longo dos tempos é o Teatro Ruth de Souza, no Parque Glória Maria.</p>



<p class="has-text-align-center">Nele, a encenação, a dramaturgia e o pensamento crítico se fundem em uma palestra-performance onde Òrò parte de um ìtàn (lenda ou mito africano) que conta sobre o início de tudo e do nada. Oludumare (a Força da Criação para o pensamento iorubano) sugere que Ogbon (a sabedoria), Oye (o conhecimento) e Imó (a compreensão) venham viver na Terra. Ao fazerem isso, as três forças se juntam em uma força maior nomeada Òrò: a palavra, que antes mesmo de ser enunciada, já é potência de tudo que poderia vir a ser criado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Como define Tatiana Henrique, que dirige, produz e atua no espetáculo: &#8220;Òrò traz o poder da palavra na cultura iorubá e como ela se relaciona com as artes cênicas, fazendo dessa relação, uma ponte do Brasil com o continente africano&#8221;. Com o objetivo de repovoar o imaginário, ampliando a dimensão simbólica das filosofias de matrizes africanas, o monólogo tem classificação livre e intérprete de LIBRAS, e se coloca como um convite a todos que desejam uma experiência repleta de ancestralidade e saberes.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: Datas: </strong>23, 24 e 30 de novembro; e 01, 07 e 08 de dezembro / <strong>Horários: </strong>sábados às 19h, domingo às 17h / <strong>Local: </strong>Teatro Ruth de Souza<strong> </strong>Parque Glória Maria (Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa) / <strong>Ingressos</strong> à venda na bilheteria do teatro</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação livre</p>
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		<title>Analu Prestes estreia monólogo, com texto de Lygia Fagundes Telles </title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vencedora do Prêmio Camões, honraria máxima da literatura em língua portuguesa, e primeira mulher brasileira a ser indicada ao prêmio Nobel de Literatura, Lygia Fagundes Telles (1918-2022) teve algumas de suas obras adaptadas para cinema, televisão e, curiosamente, poucas para o teatro – entre elas o multipremiado romance As Meninas (1973). O Espaço Abu, em Copacabana, recebe a encenação [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Vencedora do Prêmio Camões, honraria máxima da literatura em língua portuguesa, e primeira mulher brasileira a ser indicada ao prêmio Nobel de Literatura, Lygia Fagundes Telles (1918-2022) teve algumas de suas obras adaptadas para cinema, televisão e, curiosamente, poucas para o teatro – entre elas o multipremiado romance <em>As Meninas </em>(1973). </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img decoding="async" width="400" height="600" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner.jpg" alt="Analu Prestes" class="wp-image-182101" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner.jpg 400w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner-150x225.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner-300x450.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/rsz_1analu_prestes__foto_alexia_maltner-280x420.jpg 280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Alexia Maltner</figcaption></figure>
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<p class="has-text-align-center">O Espaço Abu, em Copacabana, recebe a encenação de outro trabalho da autora, o conto <em>Senhor Diretor</em> – extraído do livro <em>Seminário dos Ratos</em>, de 1977. Protagonizada por Analu Prestes, a adaptação é realizada pela diretora Silvia Monte, que desde março está à frente, no mesmo espaço, do ciclo mensal Leituras em Cena. O programa com leituras dramatizadas de textos literários, sempre nas últimas terças do mês, ganhou em agosto uma edição especial dedicada à obra de Lygia, que, assim como o espetáculo, segue até novembro.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ao reler os contos de Lygia para a programação de Leituras em Cena, me deparei com <em>Senhor Diretor </em>e<em> </em>pensei imediatamente na Analu Prestes para viver a heroína da história. E foi exatamente o desejo de possibilitar o encontro de duas grandes artistas brasileiras amantes da palavra – Lygia e Analu – que me fez querer encenar esta obra&#8221;, celebra Silvia Monte, que convidou a atriz para a leitura deste conto, em maio, e o arrebatamento da plateia foi o incentivo final para a montagem do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ao ler esse conto, fiquei completamente fascinada. E uma das coisas que me encantou nesse projeto foi trazer a literatura para a cena. Primeiro porque as pessoas vão entrar em contato com uma grande autora e ficar com curiosidade de pesquisar mais sobre a obra dela. E ao levar uma obra literária à cena, você estimula o público, mesmo quem não tem muito o hábito de ler, a mergulhar na literatura, o que é maravilhoso&#8221;, vibra Analu.</p>



<p class="has-text-align-center">No cenário minimalista composto apenas por uma cadeira e assinado por Analu Prestes (assim como o figurino), a professora aposentada Maria Emília passeia pelas ruas de São Paulo no dia de seu aniversário de 62 anos e se choca ao avistar a capa de uma revista na banca de jornal com um casal seminu enlaçado, estopim para sua indignação com o caos em que vê a sociedade mergulhada. Decide, então, escrever uma carta ao diretor do Jornal da Tarde para expor sua revolta e, à medida em que mentalmente elabora a carta, tem seu pensamento disperso entre recordações e impressões sobre os acontecimentos à sua volta.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Senhor Diretor</em>&nbsp;tem um elemento que me encanta, é a forma bem-humorada e leve que Lygia aborda temas profundos como solidão, juventude e envelhecimento, vida e morte. Uma mulher que, aos 62 anos, em 1977, no dia do seu aniversário, pensa sobre a sua vida casta e fiel a tudo que lhe ensinaram como a vontade de Deus. Mas, seria mesmo?&#8221;, provoca&nbsp;<strong>Silvia</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">No intimista Espaço Abu, de apenas 40 lugares, a proximidade da plateia com a cena é um dos trunfos da montagem, segundo a diretora: &#8220;Assim como nas leituras, será possível criar uma maior cumplicidade e reforçar o clima de testemunho da personagem com os espectadores, todos transformados no Senhor Diretor&#8221;. Também a iluminação de José Henrique Moreira e a trilha incidental assinada por Yahn Wagner pontuam a história reforçando momentos importantes da trama.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>:</p>



<p class="has-text-align-center">Temporada:<strong>&nbsp;de 04 de outubro a 10 de novembro</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Sessões:<strong>&nbsp;sexta a domingo, às 20h</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Ingressos na bilheteria e online: <strong><a href="http://sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sympla.com.br</a></strong> </p>



<p class="has-text-align-center">Classificação indicativa: <strong> </strong>14 anos</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Espaço Abu Endereço (Av. Nossa Sra. de Copacabana, 249 – loja E &#8211; Copacabana) </p>
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		<title>Juliana Trimer estreia monólogo com texto da premiada autora Andréa Bescond</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Protagonizado por Juliana Trimer, o solo &#8216;As Cosquinhas ou a Dança da Raiva&#8217; é um mergulho nas memórias de Odette, uma bailarina que, durante uma sessão de terapia, revisita momentos de sua vida e se aventura numa delicada e profunda jornada de como a dança lhe ajudou a ressignificar um abuso sexual sofrido na infância. Trata-se da primeira montagem brasileira do premiado espetáculo francês escrito e protagonizado por Andréa Bescond, com direção de Lisa Eiras.</p>



<p class="has-text-align-center">Assim como a peça original, o espetáculo combina teatro e dança para construir uma narrativa delicada e bem-humorada sobre a potência transformadora da arte. Em cena, além de Odette, Juliana interpreta outras cinco personagens que se revezam entre as memórias da protagonista. A encenação acontece de forma que o jogo criado em cena é construído apenas pela atriz e uma cadeira, e convida o espectador a explorar a imaginação de forma lúdica. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;Estar sozinha no palco também é um símbolo de como a própria Odette experiencia a solidão desse conflito. A minha história é um pouco diferente da dela, mas carrega muitas semelhanças, como a minha saída de casa para me tornar artista, o balé clássico na infância e a negligência de parte dos meus familiares ao tomarem conhecimento da violência que sofri. O texto traz esperança e um olhar muito corajoso para a dor, tudo isso passando também por momentos de humor. É uma maneira muito equilibrada de falar de assuntos tão delicados. A gente tira o protagonismo do abusador e do abuso em si e o transfere para a jornada pessoal que existe em olhar para si mesma&#8217;, afirma Julian<strong>a</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia de montar o espetáculo nasceu em 2019 depois que Juliana assistiu ao filme &#8216;Inocência Roubada&#8217;, adaptação do texto original para cinema. &#8216;Eu lembro de ter saído do cinema leve. A temática poderia ter sido um gatilho pra mim, mas senti que, ao invés disso, o filme me deu uma nova percepção sobre o que vivi, bem mais acolhedora e conciliatória comigo mesma. E é essa a percepção que eu quero levar para outras pessoas com esse projeto a partir de agora&#8217;, relata a atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada na vida da própria autora, a obra estreou na França em 2014, e foi ovacionada pela crítica ao receber importantes premiações como o <strong>Prêmio Molière</strong> de melhor solo. Dez anos após sua estreia, a peça encontra eco na intenção de <strong>Juliana</strong> de contar essa história também nos palcos do Brasil, com uma equipe criativa inteiramente feminina.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A diretora Lisa Eiras enxerga a peça como uma proposta de superação. &#8216;Eu acho que a arte pode apresentar, assim como a dança foi pra personagem, uma alternativa de como lidar com a dor. Acredito no teatro como um lugar potente para apontar caminhos possíveis para seguir em frente, expandindo nosso imaginário&#8217;, declara Lisa.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong>: Temporada: 03 de outubro a 03 de novembro (exceto dias 24 a 27 de outubro) Dias da semana: De quinta a domingo/ Horário: Quinta a sábado, às 19h | Domingo, às 18h Local: Teatro II do Sesc Tijuca (<a href="https://www.google.com/maps/search/Rua%2BBar%C3%A3o%2Bde%2BMesquita%2C%2B539%2C%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B-%2BRJ?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rua Barão</a> <a href="https://www.google.com/maps/search/Rua%2BBar%C3%A3o%2Bde%2BMesquita%2C%2B539%2C%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B-%2BRJ?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">de</a> <a href="https://www.google.com/maps/search/Rua%2BBar%C3%A3o%2Bde%2BMesquita%2C%2B539%2C%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B-%2BRJ?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mesquita, 539</a>) / Classificação indicativa: 16 anos Duração: 60 minutos </p>
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