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	<title>Arquivos mostra - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos mostra - Rota Cult</title>
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		<title>Cinemateca do MAM reúne quatro décadas de produção da cineasta, Ruth Beckermann</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 e 2020. Gratuita, a programação inclui uma masterclass aberta ao público, ministrada presencialmente pela diretora, dedicada a uma reflexão sobre seu processo de trabalho, o lugar do documentário na contemporaneidade e o diálogo entre cinema, memória e literatura. </p>



<p class="has-text-align-center">A retrospectiva se organiza em dois eixos complementares: no primeiro fim de semana, a programação reúne filmes voltados às questões judaicas em relação à Viena e à Áustria, e sua história política desde o período entreguerras aos dias de hoje, bem como tradições religiosas e as origens familiares da diretora. Na sequência, o foco recai sobre obras que abordam o ativismo juvenil, as críticas sociais e os conflitos de costumes.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecida internacionalmente, Ruth Beckermann teve retrospectivas apresentadas em países como Alemanha, Inglaterra, França, Espanha, Itália e Romênia, e participou de importantes festivais e mostras ao redor do mundo. No Brasil, seus filmes já integraram a programação do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mas esta é a primeira vez que sua filmografia é apresentada de forma abrangente ao público brasileiro.</p>
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		<title>Cinema de Alice Rohrwacher ganha mostra cinematografica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Alice Rohrwacher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo), a mostra inédita O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher, que apresenta a obra completa da cineasta italiana. Com curadoria de Raquel Gandra, a programação inclui seis longas-metragens, dois episódios de uma série, um média e oito curtas, além de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo), a mostra inédita <em>O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher</em>, que apresenta a obra completa da cineasta italiana. Com curadoria de Raquel Gandra, a programação inclui seis longas-metragens, dois episódios de uma série, um média e oito curtas, além de três clássicos do cinema italiano, que inspiraram a diretora, um curso, um debate e duas sessões comentadas. A mostra tem o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal. Todas as atividades são gratuitas.</p>



<p class="has-text-align-center">Na semana do Dia Internacional da Mulher, a retrospectiva oferece ao público carioca a oportunidade de conhecer profundamente o trabalho desta importante e cultuada artista contemporânea, que faz parte de uma safra recente de um cinema europeu mais original e inventivo. Formada em literatura e filosofia na Universidade de Turim, AliceRohrwacher (Fiesole, Itália, 1981) é um dos nomes mais proeminentes do cinema atual, tendo sido reconhecida no Festival de Cannes com o Grande Prêmio do Júri (<em>As Maravilhas</em>,<em> </em>2014) e o Prêmio de Melhor Roteiro (<em>Feliz como Lázaro</em>, 2018).</p>



<p class="has-text-align-center">Além desses dois longas-metragens mais conhecidos, alguns dos destaques da mostra são a exibição no cinema de dois episódios da famosa série <em>A Amiga Genial</em> (<em>O Vazio</em> e <em>A Traição</em>), de 2020, dirigidos por Alice; o filme <em>A Quimera</em>(2023), que tem a atriz brasileira Carol Duarte no elenco; e três clássicos italianos que formaram a cineasta &#8211;<em>Comícios de amor</em> (1964), de Pier Paolo Pasolini, <em>A classe operária vai para o paraíso</em> (1971), de Elio Petri, e <em>A Lenda do Santo Beberrão </em>(1988), de Ermanno Olmi. Uma curiosidade da programação são os dois curtas-metragens, <em>Uma Alegoria Urbana</em> e <em>Omelia Contadina</em>, codirigidos pelo artista visual JR, que ficou bastante conhecido através do filme <em>Visages Villages</em>, da cineasta francesa Agnès Varda. </p>



<p class="has-text-align-center">O público adolescente poderá se identificar com títulos como&nbsp;<strong><em>Futura</em></strong>&nbsp;(2020) e&nbsp;<strong><em>Corpo Celeste</em>&nbsp;</strong>(2011), além de&nbsp;<em>As Maravilhas&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Feliz como Lázaro</em><em>,&nbsp;</em>que apresentam protagonistas que estão passando por um período de transição, quase brutal, da infância ao amadurecimento. Eles mostram um tema recorrente na obra de Rohrwacher – a perda da inocência<em>.</em></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Descobri o trabalho de&nbsp;</em><em>Alice<strong>&nbsp;</strong>Rohrwacher&nbsp;em 2018, quando assisti a&nbsp;Feliz como Lázaro&nbsp;pela primeira vez, e fiquei encantada. Sua sensibilidade e a perspicácia crítica de suas histórias, que entrelaçam habilmente realidade e fantasia por meio de uma abordagem lúdica, iluminam as contradições e complexidades do nosso tempo e de nossos relacionamentos. Admiro profundamente a forma como ela dá voz à rebeldia feminina e a relação de afeto, curiosidade e descoberta que estabelece com a luz e a imagem</em>&#8220;, comenta Raquel Gandra.</p>



<p class="has-text-align-center">A cinematografia da realizadora se destaca pelo seu universo delicado e onírico, mas não desprovido das impurezas humanas. Essa dualidade, tensionada por seus contrastes, transparece em outros elementos recorrentes em seus filmes, que navegam entre história e mito, bondade e maldade, rural e urbano, sempre através de uma abordagem poética e intimista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em termos técnicos, a diretora preza pelo uso de película e práticas analógicas, sendo a maioria de seus filmes realizados em 16 mm e 35 mm. Mas assim como a relação de suas histórias com o passado não está pautada pela nostalgia nem pela romantização, essa escolha também está a serviço de algo muito mais além do que um mero fetiche estético. Há uma lógica espaço-temporal da criação da imagem feita em película que organiza uma equipe em torno do set. Segunda a diretora:<em>&nbsp;&#8220;Como os recursos são limitados, você sabe o que precisa fazer e isso nos mantém alertas. O digital não tem surpresas, não há interpretação da imagem.&#8221;</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Atividades extras</u></strong> &#8211; A mostra promove diversas atividades que incentivam a formação de público. Para participar, basta retirar uma senha a partir de 30 minutos antes do evento. </p>



<p class="has-text-align-center">A curadora Raquel Gandra ministra um curso nos dias 4, 5 e 6/03 (quarta a sexta), às 13h30, abordando&nbsp;o contexto no qual Alice Rohrwacher se insere, suas referências e aspectos de sua cinematografia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 7 de março (sábado), às 18h15, será realizado o debate &#8220;O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher&#8221;, com a participação da curadora Raquel Gandra, da filósofa e artista Juliana Fausto e da cineasta Jô Serfaty, que fará um filme inspirado em <em>As Maravilhas</em>. O debate terá tradução para LIBRAS.</p>



<p class="has-text-align-center">Os filmes&nbsp;<em>A Quimera</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Feliz como Lázaro</em>&nbsp;ganham comentários da cineasta&nbsp;Isabel Veiga e do&nbsp;educador e pesquisador&nbsp;Hernani Heffner,&nbsp;após as sessões das 14h30, dos dias 8 e 15 de março (domingos), respectivamente.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da mostra inclui também duas sessões inclusivas, com recursos de acessibilidade (legenda descritiva, audiodescrição e LIBRAS), do filme <em>Feliz como Lázaro</em>, nos dias 7 (sábado, 11h) e 11 (quarta, 17h20) de março.<strong><u>Serviço:</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: <strong>D</strong>e 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo)</strong> / <strong>Local:</strong> CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio <strong>Endereço:</strong> Rua do Passeio, 38 – Centro (Metrô e VLT: Cinelândia) /  <strong>Horários e Classificação Indicativa:</strong> Consultar a programação / <strong>Ingressos: </strong>Entrada gratuita com distribuição de senhas 30 min antes do início das sessões e das atividades extras  </p>
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		<title>Sesc Tijuca promove mostra de filmes em homenagem aos 60 anos de Peréio no cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sesc Tijuca, na Zona Norte do Rio, realiza entre 21 de janeiro e 11 de fevereiro de 2026 a Mostra de Filmes &#8220;Me Amem Menos!&#8221; – 60 anos de Peréio no cinema, com entrada gratuita e classificação indicativa de 16 anos. A iniciativa, promovida pelo Sesc RJ, apresenta uma seleção de longas-metragens que marcaram [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Sesc Tijuca, na Zona Norte do Rio, realiza entre 21 de janeiro e 11 de fevereiro de 2026 a Mostra de Filmes &#8220;Me Amem Menos!&#8221; – 60 anos de Peréio no cinema, com entrada gratuita e classificação indicativa de 16 anos. A iniciativa, promovida pelo Sesc RJ, apresenta uma seleção de longas-metragens que marcaram a carreira do ator e integra a programação da exposição &#8220;Peréio&#8221;, em cartaz na Galeria de Artes da unidade. A mostra acontece no Cine Teatro do Sesc Tijuca e tem como objetivo ampliar o acesso do público à produção cinematográfica brasileira a partir da obra do artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Esta mostra é uma oportunidade de revisitar o cinema brasileiro a partir da trajetória do meu pai, destacando a diversidade de personagens e contextos que ele atravessou ao longo de seis décadas. Mais do que uma homenagem, é um convite ao público para conhecer ou reencontrar essas obras. Cada sessão propõe um olhar sobre a história do cinema e sobre o tempo em que esses filmes foram realizados&#8221;, explica Lara Velho, filha e curadora das exibições.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SESSÕES</strong>&nbsp;&#8211; A programação tem início no dia 21 de janeiro, com sessões às 17h de &#8220;Mi Guenos Aires Querido&#8221; e &#8220;Peréio, Eu Te Odeio&#8221;, e às 19h de &#8220;Bang Bang&#8221;. No dia 28 de janeiro, serão exibidos &#8220;Vai Trabalhar Vagabundo&#8221;!, às 17h, e &#8220;Eu Te Amo&#8221;, às 19h. Já no dia 4 de fevereiro, o público poderá assistir a &#8220;10 Centavos para o Número da Besta&#8221;, às 17h, e &#8220;Bar Esperança&#8221;, às 19h. O encerramento ocorre no dia 11 de fevereiro, com a realização de uma mesa de debate às 17h, seguida, às 19h, das exibições de &#8220;Mi Guenos Aires Querido&#8221; e &#8220;Peréio, Eu Te Odeio&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>EXPOSIÇÃO</strong>&nbsp;&#8211; A exposição &#8220;Peréio – Semana que vem eu me organizo&#8221; apresenta para além de recortes da trajetória do ator no cinema, no teatro e na televisão, mas para a vida pessoal do artista em seu apartamento em São Paulo. Pela primeira vez, os filhos Lara, João e Thomaz Velho, apresentam um acervo inédito de texto e desenhos de Peréio.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A visitação segue aberta até 22 de fevereiro, com entrada gratuita e classificação livre.</p>
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		<title>Mostra Todd Haynes ocupará o CCBB com 23 filmes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a mostra entra em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, de 14 de janeiro a 9 de fevereiro, com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresentará 23 filmes no total, sendo 13 dirigidos por Haynes e 10 de outros realizadores em diálogo com sua obra, além de mesas de debate, sessões comentadas, ações de acessibilidade, um curso em dois encontros e o lançamento de um catálogo que reúne textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros, incluindo uma tradução de um artigo de Mary Ann Doane (referência dos estudos fílmicos feministas), além de ficha técnica das obras, uma verdadeira fortuna crítica inédita sobre Haynes no Brasil. O catálogo será disponibilizado em versões impressa e digital.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da Mostra Todd Haynes se expande para duas mesas de debate, diversas sessões comentadas e um curso, reunindo pesquisadoras e pesquisadores, críticos e realizadores para aprofundar reflexões sobre cinema&nbsp;<em>queer</em>, melodrama, representação feminina e linguagem audiovisual.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A mesa &#8220;Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes&#8221; será realizada no dia 22 de janeiro (quinta-feira), às 18h30, lançando um olhar atento sobre a recorrência e a reinvenção das figuras femininas e da domesticidade em sua filmografia. O debate contará com a presença de Francine Barbosa, roteirista; e de Dri Azevedo, pesquisadore.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual</em>&#8220;, afirma Carol Almeida.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a mesa &#8220;O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer&#8221;, que acontece no dia 31 de janeiro (sábado), às 16h45, propõe discutir as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com a participação de Vinicios Ribeiro e Jocimar Dias Jr.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, também haverá sessões comentadas, atividades de caráter mais intimista que propõem um bate-papo com o público, compartilhando leituras, contextos e reflexões a partir da obra exibida. Entre os convidados, estão <strong>Mariana Baltar</strong> (&#8220;Longe do Paraíso&#8221;, na abertura, dia 14 de janeiro, às 18h15), <strong>D</strong>enilson Lopes (&#8220;Velvet Goldmine&#8221;, dia 17 de janeiro, às 15h30), Daniel Nolasco (que apresentará &#8220;Vento Seco&#8221;, dia 17 de janeiro, às 18h45, além de comentar &#8220;O Suicídio&#8221;, &#8220;Assassinos: Um Filme sobre Rimbaud&#8221; e &#8220;Pegg e Fred no Inferno&#8221; dia 8 de fevereiro, às 17h), João Luiz Vieira (&#8220;Canção de Amor&#8221; e &#8220;Veneno&#8221;, dia 23 de janeiro, às 17h30), Carol Almeida (os filmes &#8220;Jollies&#8221;, &#8220;Dottie Leva Palmadas&#8221; e &#8220;Primavera&#8221;, dia 31 de janeiro, às 18h30) e Kariny Martins (&#8220;Segredos de Um Escândalo&#8221;, dia 7 de fevereiro, às 17h).</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta formativa da mostra inclui ainda o curso &#8220;Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes&#8221;, realizado em dois encontros, nos dias 7 e 8 de fevereiro (sábado e domingo), às 10h, que parte de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta para pensar os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de in/visibilidade lésbica na história do cinema narrativo, ampliando o diálogo entre a obra de Haynes, a crítica feminista e o cinema brasileiro contemporâneo. O curso será ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de quase cinco décadas de carreira, Haynes consolidou-se como um dos nomes centrais do cinema independente contemporâneo, um dos pioneiros do New Queer Cinema e referência na reinvenção do melodrama, do musical/POP e das narrativas centradas em personagens femininas. </p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor de importantes prêmios internacionais, como o Grande Prêmio do Júri em Sundance (1991), o Teddy Award em Berlim (1991), o Grande Prêmio do Júri em Veneza (2007) e a Palma Queer em Cannes (2015), Todd Haynes também foi indicado ao Oscar pelo roteiro de &#8220;Longe do Paraíso&#8221; (2002). Seu maior sucesso comercial, &#8220;Carol&#8221; (2015), recebeu seis indicações ao Oscar e se tornou um marco do cinema contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> De 14 de janeiro de 2026 a 9 de fevereiro de 2026 / Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia da sessão/atividade na bilheteria física ou site do CCBB &#8211; <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>  </p>
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		<title>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos destaca justiça social e impactos da crise climática </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos chega ao Rio de Janeiro entre os dias 6 e 10 de dezembro, com programação gratuita no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). Em sua passagem pela cidade, o evento convida o público a refletir sobre como a emergência climática atravessa diferentes modos de vida, da floresta à metrópole, e redefine a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos chega ao Rio de Janeiro entre os dias 6 e 10 de dezembro, com programação gratuita no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). Em sua passagem pela cidade, o evento convida o público a refletir sobre como a emergência climática atravessa diferentes modos de vida, da floresta à metrópole, e redefine a relação entre povos tradicionais, comunidades urbanas e seus territórios. A Mostra é promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e circula por 12 capitais brasileiras ao longo de 2025.</p>



<p class="has-text-align-center">Com o tema &#8220;Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável&#8221;, a edição deste ano evidencia como a defesa da floresta, da água e dos modos de vida tradicionais é inseparável da luta por direitos humanos. No Rio, a programação ganha dimensão especial com o curta carioca &#8220;Amazônia sem Garimpo&#8221; (2022), dirigido por Tiago Carvalho e Julia Bernstein, uma animação produzida pela Canoa Filmes em parceria com a Fiocruz e a ENSP/Fiocruz. Com narrativa sensível e visual marcante, o filme apresenta os impactos da mineração ilegal nos rios amazônicos e no cotidiano dos povos indígenas, propondo um diálogo direto sobre território, violência socioambiental e preservação.</p>



<p class="has-text-align-center">Neste ano, a Mostra Cinema e Direitos Humanos é realizada em parceria com a <strong>U</strong>niversidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Curso de Cinema e Audiovisual, e reafirma o poder do audiovisual como ferramenta educativa e de transformação social. Na capital fluminense, o evento tem o apoio do Centro Cultural Justiça Federal e do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>



<p class="has-text-align-center">A homenageada da edição é a cineasta Sueli Maxakali, liderança Tikmũ&#8217;ũn e referência do cinema indígena contemporâneo. Seu longa &#8220;Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá&#8221; (2025), premiado no Festival de Brasília, CachoeiraDoc e Mostra Ecofalante, abre a programação nacional ao acompanhar a busca da diretora pelo pai, afastado da família durante a ditadura militar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>  De 6 a 10 de dezembro de 2025 / Cinema do Centro Cultural Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 &#8211; Centro) / Classificação indicativa: confira a programação / <strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.instagram.com/mcdh.oficial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.instagram.com/mcdh.oficial/</a></p>
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		<title> 5a Mostra do Filme Marginal: Cinema de Luta, Arte de Libertação em Botafogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[5a Mostra do Filme Marginal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 12 a 21 de setembro, o Rio de Janeiro sedia a 5a Mostra do Filme Marginal: Cinema de Luta, Arte de Libertação. Com entrada franca, o público terá acesso a produções audiovisuais independentes de curta, média e longa-metragem que estimulam a reflexão sobre injustiças e desigualdades e que inspirem a ação e a resistência. O evento [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 12 a 21 de setembro, o Rio de Janeiro sedia a 5<sup>a</sup> Mostra do Filme Marginal: Cinema de Luta, Arte de Libertação. Com entrada franca, o público terá acesso a produções audiovisuais independentes de curta, média e longa-metragem que estimulam a reflexão sobre injustiças e desigualdades e que inspirem a ação e a resistência.</p>



<p class="has-text-align-center"> O evento será centralizado no Estação NET Botafogo, mas estão programadas exibições em diferentes pontos da cidade, como o IFCS/UFRJ, a Biblioteca Parque de Manguinhos, Instituto Benjamin Constant, Areninha de Guadalupe, Teatro Correios Léa Garcia, Ponto Cine, Galpão Bela Maré, Lado B e CCS Movimento. Realizada anualmente, a Mostra do Filme Marginal tem por objetivo valorizar e divulgar produções audiovisuais independentes brasileiras que coloquem em cena personagens e temáticas socialmente marginalizadas. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A mostra é um espelho das questões que mais mobilizam a nossa sociedade a cada ano. Na seleção de 2025, aparecem temas como p<strong>r</strong>ecariedade de trabalho, encarceramento, etarismo, racismo, violência doméstica, superexploração de recursos naturais, exclusão, invisibilidade social, sexismo, lixões, entre outros”, revela Uilton Oliveira, idealizador do evento. </p>



<p class="has-text-align-center">Seja em ficções, documentários, produções experimentais, ficção científica, animação, realismo fantástico ou horror, os filmes envolvem maternidade, romancesLGBTQIA+, religiões afrobrasileiras, envelhecimento, cotas raciais, quilombos, jongo, música, punks, pixação, ditadura militar&#8230; Muitas sessões incluem recursos de acessibilidade, seja legenda descritiva, audiodescrição, legenda em português ou libras. É importante consultar a programação. </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra de 2025 traz trabalhos de todas as regiões do país, incluindo os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, São Paulo, Sergipe. Há também um trabalho da Guiné-Bissau, África.  A Mostra do Filme Marginal foi criada em 2017. No seu primeiro ano contou com 36 filmes inscritos e, na última edição, em 2024, as inscrições chegaram a 404.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> 5<sup>a</sup> Mostra do Filme Marginal: Cinema de Luta, Arte de Libertação<br>Data: de 12 a 21 de setembro de 2025<br>Local: cidade do Rio de Janeiro (diversos locais, conforme programação)<br>Classificação etária: conforme programação<br>Duração: conforme programação<br>Entrada franca<br><a href="https://mostradofilmemarginal.com/programacao-2025/">Confira a programação</a></p>
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		<title>Ganhador do Urso de Ouro, Nicolas Philibert fala sobre a força poética da palavra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicolas Philibert]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem um projeto novo do francês Nicolas Philibert já em gestação, mas ele não fala de projetos em curso, até pelo tanto de história que ele tem para contar sobre as produções que integram a retrospectiva de sua carreira, a começar nesta terça-feira na Caixa Cultural. “No Adamant” (“Sur L’Adamant”), que rendeu a ele o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Tem um projeto novo do francês Nicolas Philibert já em gestação, mas ele não fala de projetos em curso, até pelo tanto de história que ele tem para contar sobre as produções que integram a r<a href="https://rotacult.com.br/2025/09/cinema-de-nicolas-philibert-ganha-mostra-na-caixa-cultural/">etrospectiva de sua carreira, a começar nesta terça-feira na Caixa Cultural</a>. “No Adamant” (“Sur L’Adamant”), que rendeu a ele o Urso de Ouro na Berlinale de 2023, é o título de abertura da mostra, sob a curadoria de Jeanne Dosse e Tatiana Devos Gentile.  </p>



<p class="has-text-align-center">“Amor, amizade, beleza&#8230; tudo isso faz parte da arte e faz com que ela nos eleve”, afirmou o documentarista de 74 anos em sua chegada ao Rio, num papo com o Rota Cult, antecipando a discussão que vai travar com a cinefilia carioca no espaço exibidor do Centro, no abre-alas da programação, às 17h, deste 9 de setembro.</p>



<p class="has-text-align-center">No ano passado, ele voltou ao Festival de Berlim “Averroès &amp; Rosa Parks” (agendado pela Caixa na quarta, às 17h10) e, na sequência, zarpou para Cannes, para presidir o júri da competição pelo troféu L’Oeil d’Or, a Palma da não ficção. Nascido em Nancy, há sete décadas, o realizador fez fama com experimentos pautados pela inclusão, como “O País dos Surdos” (1992), a ser exibido no Rio no domingo, às 14h. Nos últimos anos, a Psiquiatria virou um dos objetos de estudo de Philibert, interessado numa prática de tratamento calcada mais em técnicas de escuta e menos apoiada em ansiolíticos.  “O indivíduo é mais do que seu sintoma”, disse ao Rota. </p>



<p class="has-text-align-center">Conhecido em nosso circuito exibidor por “Ser e Ter” (2002), Philibert passou ao posto de diretor em 1979, ao lançar “A Voz de Seu Mestre”, ouvindo executivos em posição de chefia em grandes empresas. Na entrevista a seguir, ele explica o que existe de político em ouvir (e em registrar) a voz do outro. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Seu cinema faz da palavra um organismo vivo, elegendo-a como sua matéria poética. Mas onde fica o silêncio na sua forma de documentar pessoas? <br>Nicolas Philibert &#8211; </strong>Filmar palavras é filmar gente e ver como os corpos ocupam espaços, com seus gestos, com suas pausas. A pontuação que existe na fala inclui os parênteses e inclui as hesitações. Elas também são eloquentes. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Falando em palavras, de que maneira os filmes que o senhor faz &#8211; incluindo “No Adamant”, que lhe rendeu o Urso de Ouro de Berlim, em 2023 – alargam o sentido do termo “empatia”?<br>Nicolas Philibert &#8211; </strong>Os últimos longas que eu fiz abordam o universo da Psiquiatria a partir de um universo de pessoas que estão no limite da tolerância, mas que jamais podem ser reduzidas a um clichê. São pessoas que nos levam a refletir sobre quem somos. Por essa singularidade, eu não posso ter um método prévio, pois cada pessoa é uma pessoa. Com algumas, de extrema inteligência, eu criei uma amizade, o que não foi algo determinado, até pelo fato de a <em>mise-en-scène </em>em si ser algo que me distancie dos personagens. Nessa distância, mediada pela câmera nasce o meu olhar e dele vem a minha subjetividade.    </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Que lugar exista para o documentário hoje na França?<br>Nicolas Philibert: </strong>Ao longo das últimas duas décadas, a cada semana estreiam de 15 a 18 filmes inéditos na França, dos quais pelo menos três são documentários. É um sinal de vitalidade. Os investimentos ainda são precários, mas um cineasta com a minha trajetória consegue levantar seus projetos.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Qual foi a lição mais preciosa que o cinema lhe deu?<br>Nicolas Philibert &#8211; </strong>A certeza de que eu faço filmes para dar respostas, mas, sim, para aprender.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Esse aprendizado mudou como com a tecnologia digital, com as câmeras de celular?<br>Nicolas Philibert</strong> &#8211; Filmes são demarcados e mediados pelo afeto daqueles que os fazem e a tecnologia não mudou as minhas recordações ou as minhas vivências do passado. O digital me permite filmar mais do que a película, porque um filme analógico custava caro. O suporte mudou, mas a minha abordagem segue fiel ao que eu era, até pelo fato de eu nunca ter sido o tipo de diretor que filma muito para extrair o que será ideal. Eu busco relações. Na França em que eu trabalho, o que me interessa são as pessoas que resistem.  </p>
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		<title>Cinema de Nicolas Philibert ganha mostra na Caixa Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a mostra&#160;O Cinema de&#160;Nicolas Philibert, a primeira retrospectiva, no Rio de Janeiro, do premiado cineasta francês,&#160;grande documentarista contemporâneo, que ainda é pouco conhecido por aqui. Nicolas Philibert virá ao Brasil especialmente para o evento.&#160;A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados na bilheteria da CAIXA Cultural [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a mostra&nbsp;O Cinema de&nbsp;Nicolas Philibert, a primeira retrospectiva, no Rio de Janeiro, do premiado cineasta francês,&nbsp;grande documentarista contemporâneo, que ainda é pouco conhecido por aqui. Nicolas Philibert virá ao Brasil especialmente para o evento.&nbsp;A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados na bilheteria da CAIXA Cultural meia hora antes do início da sessão ou atividade.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresentará um panorama da obra de Nicolas Philibert e dará ao público a oportunidade de conversar com o cineasta, conhecer o seu processo criativo e métodos de trabalho. A abertura, no dia 9 de setembro (terça), às 17h, será com o longa-metragem&nbsp;<em>No Adamant</em>, premiado com o Urso de Ouro do Festival de Berlim 2023. Após a sessão, haverá um bate-papo com o diretor.</p>



<p class="has-text-align-center">Serão exibidos 14 longa-metragens, sendo que apenas um deles teve lançamento comercial no Brasil, selecionados pelas curadoras&nbsp;Jeanne Dosse e Tatiana Devos Gentile.&nbsp;A mostra é uma realização da Casa do doc e da Blg Entretenimento, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e do Institut Français.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nicolas&nbsp;Philibert tem um interesse particular por instituições (escolas, hospitais etc) e pelas relações humanas que ali se desenvolvem. Seu cinema é caracterizado por uma abordagem sensível e poética, onde o acaso e os encontros desempenham um papel importante. Com um olhar delicado e um aguçado senso de escuta, o cineasta procura estabelecer uma humanidade comum com seus personagens, para além das diferenças.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Philibert confia no cinema – confia que o instante filmado se tornará cinema e, através do cinema, uma relação com o outro. Confia na escuta, na calma, na câmera paciente. Em um mundo tão apressado, que exige soluções rápidas e histórias fechadas, o diretor nos oferece o contrário: o processo, o percurso</em>&#8220;, comenta a curadora Jeanne Dosse.</p>



<p class="has-text-align-center">Além dos filmes de Nicolas Philibert, a mostra exibirá o documentário de Jean Louis Comolli &#8211; &nbsp;<em>Nicolas Philibert, Acaso ou necessidade&nbsp;</em>(2019) – sobre a obra do cineasta. Entre os destaques da programação, estão&nbsp;<em>Ser e Ter (2002</em>), vencedor do prêmio francês César de Melhor Edição,<em>&nbsp;</em>o único filme dirigido por Philibert que teve distribuição no Brasil e foi um grande sucesso no mundo todo; os dois filmes mais recentes de Philibert, lançados em 2024,&nbsp;<em>A Máquina de escrever e outros aborrecimentos&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Averroès &amp; Rosa Parks</em>,<em>&nbsp;</em>que formam uma trilogia com<em>&nbsp;No Adamant;</em>&nbsp;e&nbsp;<em>A Estação de Rádio&nbsp;</em>(2012), que conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema de Valladolid. A mostra terá também uma sessão inclusiva de&nbsp;<em>O País dos surdos</em>&nbsp;(1992)<em>,&nbsp;</em>com legenda descritiva.</p>



<p class="has-text-align-center">O Cinema de Nicolas Philibert promoverá diversas atividades extras. Além do bate-papo no dia da abertura, Philibert participará do debate, no dia 11/09 (quinta), às 18h, junto com o professor e pesquisador Cezar Migliroin e a cineasta Flávia Castro, com mediação da curadora Jeanne Dosse. E, no sábado, 13/09, ele dará uma<em> masterclass</em>, das 14h às 16h. No último dia da mostra, 21 de setembro (domingo), às 15h, será realizada uma sessão de <em>Ser e Ter</em> <em>(Être et Avoir)</em>, seguida de  bate-papo com a crítica, curadora e professora<strong> </strong>Lúcia Monteiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Será editado um catálogo, que terá distribuição gratuita, com&nbsp;artigos e entrevistas publicados originalmente em francês, inéditos no Brasil, e textos dos professores e pesquisadores Cezar Migliorin e Lúcia Monteiro, escritos especialmente para a publicação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Data:</strong>&nbsp;9 a 21 de setembro  / <strong>Local:</strong>&nbsp;CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio / <strong>Endereço:</strong>&nbsp;Rua do Passeio, 38 – Centro (Metrô e VLT: Cinelândia) <strong>Horários:</strong>&nbsp;Consultar a programação / <strong>Ingressos:&nbsp;</strong>Entrada gratuita com distribuição de senhas 30 min antes do início das sessões e das atividades extras / <strong>Classificação Indicativa:</strong>&nbsp;Consultar a programação </p>



<p></p>
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		<title> Mostra LADO B &#8211; dos melhores filmes do mundo no Estação Net Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 11:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Estação Net de Cinema apresenta a Mostra LADO B &#8211; dos melhores filmes do mundo, que  exibirá de 21 a 27 de agosto, sempre às 20h45, no Estação Net Rio, filmes de grandes diretores pouco exibidos ao público. A mostra é uma oportunidade única de assistir  obras de arte de Glauber Rocha, Luchino Visconti, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Grupo Estação Net de Cinema apresenta a Mostra LADO B &#8211; dos melhores filmes do mundo, que  exibirá de 21 a 27 de agosto, sempre às 20h45, no Estação Net Rio, filmes de grandes diretores pouco exibidos ao público. A mostra é uma oportunidade única de assistir  obras de arte de Glauber Rocha, Luchino Visconti, Orson Welles, Seguei Eisenstein, Lars Von Trier, Walerian Borowzcky, Akira Kurosawa (abaixo lista completa).  A mostra tem  a curadoria de Gabriela Posada.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira a programação:&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Quinta, 21/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; Cabeças Cortadas (Glauber Rocha, 1970)</p>



<p class="has-text-align-center">Sexta, 22/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; Otelo (Orson Welles, 1951)</p>



<p class="has-text-align-center">Sábado, 23/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; O Idiota (Akira Kurosawa, 1951)</p>



<p class="has-text-align-center">Domingo, 24/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; Que Viva México (Serguei Eisenstein, 1979)</p>



<p class="has-text-align-center">Segunda, 25/08:</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; Medéia (Lars von Trier, 1988)</p>



<p class="has-text-align-center">Terça, 26/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; Obsessão (Luchino Visconti, 1943)</p>



<p class="has-text-align-center">Quarta, 27/08:</p>



<p class="has-text-align-center">20h45 &#8211; O Monstro (Walerian Borowczyk, 1975)</p>
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		<title>Primeira Mostra Nacional de Filmes de Samba no Teatro Carlos Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 11:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de samba]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Carlos Gomes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciando os preparativos para o Carnaval de 2026, de 11 a 14 de agosto, o Teatro Carlos Gomes vai ser a casa do samba na Praça Tiradentes com a mostra &#8220;O SAMBA AINDA ESTÁ AQUI&#8221;. Uma homenagem às duas formas de expressão tão presentes e fortes na vida do Rio de Janeiro: o samba e o cinema.  Inspirado pela incessante produção audiovisual voltada para a nossa mais importante manifestação musical, o evento se aproveita do atual momento de celebração do cinema nacional a partir da conquista do Oscar de melhor filme estrangeiro e oferece um repertório especial que celebra a história e a força cultural do samba. Em plena Praça Tiradentes, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Iniciando os preparativos para o Carnaval de 2026, de 11 a 14 de agosto, o Teatro Carlos Gomes vai ser a casa do samba na Praça Tiradentes com a mostra &#8220;O SAMBA AINDA ESTÁ AQUI&#8221;. Uma homenagem às duas formas de expressão tão presentes e fortes na vida do Rio de Janeiro: o samba e o cinema. </p>



<p class="has-text-align-center">Inspirado pela incessante produção audiovisual voltada para a nossa mais importante manifestação musical, o evento se aproveita do atual momento de celebração do cinema nacional a partir da conquista do Oscar de melhor filme estrangeiro e oferece um repertório especial que celebra a história e a força cultural do samba.</p>



<p class="has-text-align-center">Em plena Praça Tiradentes, lugar histórico e tradicional que abrigou gerações de sambistas em suas noites e arredores, podendo ser considerada um dos berços do samba, será inaugurarado o mais novo cinema de rua. </p>



<p class="has-text-align-center">A Primeira Mostra Nacional de Filmes de Samba, certamente, vai proporcionar uma experiência única, perdida no passado e esquecida nas saletas de shoppings: a exibição de filmes em uma tela grande, numa sala de 400 lugares. </p>



<p class="has-text-align-center">. Inspirados nas noites boêmias da Praça Tiradentes e evocando os tradicionais sambistas que a frequentaram, podemos afirmar: O Carnaval passou, o Oscar passou, mas O SAMBA AINDA ESTÁ AQUI!</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>1 de Agosto &#8211; segunda-feira</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sessão de Abertura</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>EU SOU O SAMBA, MAS PODE ME CHAMAR DE ZÉ KETTI</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário – 2024 &#8211; 90&#8242; De: Luiz Guimarães de Castro</p>



<p class="has-text-align-center">O documentário reconstrói a trajetória do lendário compositor carioca Zé Kéti.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>12 de Agosto &#8211; terça-feira</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>CONVERSA DE BOTEQUIM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário &#8211; 1972 &#8211; 10&#8242; De: Luiz Carlos Lacerda</p>



<p class="has-text-align-center">Um filme sobre João da Baiana, o pioneiro sambista brasileiro, numa conversa informal com Donga e Pixinguinha.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATABAQUE NZINGA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário – 2003 – 83&#8242; De: Octávio Bezerra</p>



<p class="has-text-align-center">Documentário musical sobre a Cultura AfroBrasileira, filmado em Angola, Pernambuco, Bahia e Rio. A protagonista Ana (Taís Araújo) segue a estrada da percussão em busca de seu autoconhecimento e seu caminho.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>13 de Agosto &#8211; quarta-feira</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>AS BATIDAS DO SAMBA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário &#8211; 2011 – 83&#8242; De: Bebeto Abrantes</p>



<p class="has-text-align-center">Produção: PANORÂMICA e Coprodução: SNAPSE + CARADECÃO FILMES + CAVIDEO</p>



<p class="has-text-align-center">Essencialmente musical, a história de como os instrumentos de percussão se introduziram no samba carioca. O filme é conduzido pelo percussionista e sambista Marçalzinho, neto do histórico sambista Marçal e filho de Mestre Marçal, que por mais de 20 anos dirigiu a bateria da Portela.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>EU SOU ASSIM: WILSON BATISTA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário/Ficção – 2006 – 17&#8242; De: Luiz Guimarães de Castro Roteiro: Luís Pimentel</p>



<p class="has-text-align-center">A vida do compositor Wilson Batista (1913-1968) a partir da &#8220;introdução&#8221; de sua autobiografia jamais terminada. Wilson Batista é interpretado por Maurício Tizumba.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>14 de Agosto &#8211; quinta-feira</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>NA RELÍQUIA DO SAMBA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário – 2025 – 14&#8242; De: Antonio Solberg Coelho</p>



<p class="has-text-align-center">Mestre Aurino e as chulas de Samba em Maracangalha. Uma cultura em vertigem. Um passeio aural e ancestral pelo Recôncavo Baiano.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>TEMPO Ê</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Documentário – 2017 &#8211; 78&#8242; De: Aída Barros</p>



<p class="has-text-align-center">Documentário da obra e vida de Zé Luiz do Império Serrano, Tempo Ê registra passagens e momentos da carreira deste que é um dos nomes mais importantes do samba.</p>
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