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	<title>Arquivos MUHCAB - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos MUHCAB - Rota Cult</title>
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		<title>Quinta edição do Escuta Festival no MUHCAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corpo como um lugar de memória e a festa como produção de vida é assim que o Instituto Moreira Salles anuncia a quinta edição do Escuta Festival no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB). Essa será, certamente, uma celebração à multilinguagem da arte, aliás, esta é a primeira edição que acontece fora [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O corpo como um lugar de memória e a festa como produção de vida é assim que o Instituto Moreira Salles anuncia a quinta edição do Escuta Festival no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB). Essa será, certamente, uma celebração à multilinguagem da arte, aliás, esta é a primeira edição que acontece fora do IMS. Na programação, oficinas de audiovisual, culinária e dança, performances, atividades infantis e atrações musicais, como DJ Renan Valle, Terreiro de Criolo e DJ Glau. A entrada é gratuita.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Erika Tambke, do Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, Lis Freitas, do Coletivo Kambacua, e Osmar Paulino, da Uniperiferias, a edição de 2025 tem como tema central &#8220;Corpo utopia&#8221;, que nos convida a pensar:&nbsp;uma outra cidade é possível quando diferentes corpos criam um novo modo de existir nela?&nbsp;O evento gratuito integra a série de iniciativas promovidas pelo Instituto Moreira Salles em parceria com outras instituições culturais do Rio de Janeiro, enquanto sua sede na cidade está fechada para reformas.</p>



<p class="has-text-align-center">Para&nbsp;Renata Bittencourt, diretora de Educação do IMS, o diferencial do Escuta está no protagonismo da cultura e de quem a produz nos diferentes territórios da cidade, &#8220;Esta é uma edição em que o Festival Escuta está no centro do Rio de Janeiro, na Pequena África. Com essa importante parceria com o MUHCAB, levamos o Escuta para um território muito inspirador para o IMS. Para nós há uma simbologia forte aí, já que o Escuta é um festival que busca trazer ao centro das reflexões e das ações protagonistas da cultura que atuam em circuitos variados e em territórios diversos com muita inventividade. Neste ano, depois de desenvolvermos atividades de formação e troca, aprendendo com parceiros como o Observatório de Favelas, a Uniperiferias e o Coletivo Kambacua, tudo parece desaguar nesta quinta edição do Escuta&#8221;, afirma.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A construção desta edição tem relação direta com a Escola Escuta, uma plataforma educacional do IMS, criada em 2024, que oferta residência artística em uma formação permanente, sobretudo para artistas de favelas e periferias. Por isso, o público vai perceber que cada elemento do festival faz parte de três conceitos que atravessam cada detalhe da programação:&nbsp;Corpo e memória, trocação e terreiro.<strong>&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A ideia é que o Escuta sempre tenha um conjunto de pensamentos e reflexões sobre a cidade como tema. Em 2025, o festival será produzido pela Escola Escuta, e uma ideia que se materializa no festival é a ideia do&nbsp;corpo, principalmente do corpo negro periférico, o corpo que conhece a disputa de território na cidade. E trazemos a&nbsp;memória&nbsp;como o maior legado desse corpo, o eixo ancestral que fundamenta a ação futura, como um conjunto de ações que foram perpetradas no tempo para que a gente chegasse vivo até aqui. O conceito do&nbsp;terreiro&nbsp;tem a dimensão de que a festa precisa ganhar um caráter celebrativo. E, por último,&nbsp;&#8220;trocação&#8221;, porque isso é o que queremos ver no Escuta, a troca entre corpos felizes por estarem vivos e disputando a cidade do Rio de Janeiro a partir do festival&#8221;,&nbsp;descreve Jorge Freire, Supervisor de Educação e Territórios do IMS sobre os conceitos. </p>



<p class="has-text-align-center">Durante a tarde, a programação musical acontece com DJ Renan Valle, DJ Ruth Dias, DJ Izza Tavares, Orkestra Popular Barracão e Grupo Mineiro Pau Valdemar Madalena.&nbsp; </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A diversidade é essencial para o Escuta Festival, espelhando o extraordinário mosaico de identidades, culturas e saberes que é distintiva do território carioca e do Brasil em geral. Desse modo, a diversidade se torna um parâmetro essencial de programação – diversidade de raça, de gênero e de orientação sexual, ou das próprias culturas regionais que sempre confluíram no Rio de Janeiro. Interrogar o mundo em que vivemos, assim como as possibilidades do mundo em que queremos viver, as evidências da violência e do racismo, da exclusão social, as questões da produção artística e do papel da arte neste tempo em que vivemos são pautas que caracterizam os modos de fazer que os artistas manifestam em seus trabalhos&#8221;, reforça&nbsp;João Fernandes, Diretor Artístico do IMS.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: DATA: 18 de janeiro / Horário: 11h às 22h / LOCAL: MUHCAB (Endereço: R. Pedro Ernesto, 80 &#8211; Gamboa) / Entrada: GRATUITA</p>



<p><strong>Nota de adiamento</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Organizada pelo Instituto Moreira Salles, a quinta edição do&nbsp;<strong>Escuta Festival</strong>, marcada para 18 de janeiro (sábado), no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB) no Rio de Janeiro, será adiada. A nova data do evento será comunicada em breve pelos canais do IMS.</p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Erika Tambke, do Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, Lis Freitas, do Coletivo Kambacua, e Osmar Paulino, da Uniperiferias, a edição de 2025 tem como tema central &#8220;Corpo utopia&#8221;. Uma celebração à multilinguagem da arte, a programação inclui oficinas de audiovisual, e dança, performances, atividades infantis e atrações musicais, com entrada gratuita.</p>
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		<title>&#8220;Os Super-Heróis Negros Brasileiros&#8221; no MUHCAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[MUHCAB]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Os Super-Heróis Negros Brasileiros&#8221; é uma exposição pensada para mostrar a importância da cultura afro-brasileira através do quadrinho, e a qualidade de produção dos personagens. Ao contrário do que se possa pensar, são ricos em características e diversidade, existindo já há dois séculos e povoando as imaginações de todas as idades. A cultura afro-brasileira, um [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Os Super-Heróis Negros Brasileiros&#8221; é uma exposição pensada para mostrar a importância da cultura afro-brasileira através do quadrinho, e a qualidade de produção dos personagens. Ao contrário do que se possa pensar, são ricos em características e diversidade, existindo já há dois séculos e povoando as imaginações de todas as idades. </p>



<p class="has-text-align-center">A cultura afro-brasileira, um dos pilares mais significativos da identidade e história do Brasil, estará representada por vinte e um super heróis, de quadrinistas de todo o Brasil, com diversos super poderes, representando suas vivências diversas, voltados para o público de todas as idades. O visitante poderá também conhecer as publicações e assistir a palestras com criadores como Valu Vasconcelos, Ropram, Ellyan Lopes e o CEO da Editora Kimera, Vanderlei Sadrack, o Stan Lee brasileiro. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição, com curadoria de Paula Ramagem e co-curadoria de Adalberto Bernardino, Erick Lustosa e Raphael Gomide, vem para resgatar o antigo que nunca deixou de existir e apresentar o novo, que surge com novas ideias a cada dia. </p>



<p class="has-text-align-center">Serão expostos personagens de quadrinhos, de super-heróis brasileiros negros. Considerada como a nona arte, o objetivo é trazer à luz sua importância em nossa história, ancestralidade, sua humanidade e seus super poderes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Os Super-Heróis Negros Brasileiros&#8221; vem resgatar a importância das histórias em quadrinhos e as mensagens que transmitem através de seus personagens. Trazer antigos e novos fãs, mostrar as diversas áreas em que atuam, dando a visibilidade do que é considerado como a nona arte merece e trazendo novos fãs. Motivo pelo qual os super-heróis negros brasileiros foram escolhidos, por sua importância dentro da história, da cultura, do pertencimento, da inclusão, da diversidade da produção nacional e de sua identificação com o povo brasileiro que, da mesma forma, tem sua humanidade e é o super-herói de sua vida todos os dias.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço<br>Visitação: 02 a 28 de julho de 2024<br>Dias e horários: terça a domingo, das 10h às 17h<br>Local: MUHCAB &#8211; Rua Pedro Ernesto, 80 &#8211; Gamboa &#8211; RJ<br>Censura livre<br>Gratuito</p>
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		<title>MUHCAB recebe exposição em celebração aos 20 anos do projeto Tecnomacumba</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição &#8220;Cantos, Cores e Telas &#8211; Tecnomacumba de Rita Benneditto pelo traço de Fernando Mendonça&#8221; marca a reinauguração do Museu da História e da Cultura Afro-brasileira – MUHCAB, localizado na Região Portuária do Rio de Janeiro. Em celebração aos vinte anos do projeto Tecnomacumba, com curadoria do artista visual e músico Cabelo Cobra Coral, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> A exposição &#8220;Cantos, Cores e Telas &#8211; Tecnomacumba de Rita Benneditto pelo traço de Fernando Mendonça&#8221; marca a reinauguração do Museu da História e da Cultura Afro-brasileira – MUHCAB, localizado na Região Portuária do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Em celebração aos vinte anos do projeto Tecnomacumba, com curadoria do artista visual e músico Cabelo Cobra Coral, a exposição reúne quinze obras em tela e chapa acrílica do multiartista maranhense, criadas durante os shows da cantora.</p>



<p class="has-text-align-center">Tecnomacumba é um marco na carreira de Rita Benneditto. É uma intervenção cultural e um manifesto de brasilidade que há 20 anos vem encantando plateias no Brasil e em outros países, como Hungria, França e no Senegal. No repertório, pontos e rezas ligados às religiões de matrizes africanas mesclados a clássicos da MPB, de autores como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jorge Ben, em que entidades símbolos da nossa fé são louvados e evocados, com arranjos modernos, em roupagem eletrônica. Tudo isso apresentado de forma inovadora e criativa, com produção arrojada, ganhando de vez as pistas do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Amigo e parceiro de Rita dos tempos que moravam em São Luís, no Maranhão, Fernando Mendonça e Rita Benneditto se reencontraram no Rio, onde escolheram morar e mantêm, até hoje, uma forte ligação de irmandade artística, presente desde a estreia do show Tecnomacumba, em 2003. Fernando é responsável pela primeira identidade do projeto ao pintar a imagem da Cabocla Jurema, guia mestra do Tecnomacumba.</p>



<p class="has-text-align-center">O processo, intitulado live paiting, consiste na criação das obras ao vivo no palco, simultaneamente às apresentações da cantora. A ideia partiu de Rita que percebeu a importância de registrar imagens dos deuses e deusas da mitologia africana, presentes no repertório do show, sendo pintados enquanto entoava seu cântico sagrado a eles. &#8220;O transe que acontece durante o show é muito forte e pulsa nos corações de todos presentes, e o fato de ter um artista plástico, uma cantora e a plateia, condensando toda essa energia em canto, cores e telas, cria uma atmosfera divina que envolve a todos e, que hoje pode ser contemplada permanentemente nessa exposição&#8221;, destaca Rita.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição acontece de de 29 de junho a 28 de julho, o Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira &#8211; MUHCAB fica na Rua Pedro Ernesto, 80 &#8211; Gamboa, Tel.: (21) 2233-7754 / 98234-9368</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto Tecnomacumba ganha segunda temporada da exposição no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica a partir de 07 de setembro no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Com curadoria do artista visual e músico Cabelo Cobra Coral, a mostra celebra os 20 anos do icônico projeto Tecnomacumba e estará em cartaz até o dia 05 de outubro de 2024.</p>
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