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	<title>Arquivos musical - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos musical - Rota Cult</title>
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		<title>&#8216;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8217;: o Carnaval de Stepan Nercessian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Chatô e os Diários Associados]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de toda a reverência que tem pelos&#160;tropos&#160;da História, como disciplina do saber, &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221; não se propõe a ser uma aula,&#160;à la&#160;cuspe e giz, ainda que a gente saia do espetáculo mais bem informado do que entrou. Quem dirige é Tadeu Aguiar. Se você já viu [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Apesar de toda a reverência que tem pelos&nbsp;<em>tropos</em>&nbsp;da História, como disciplina do saber, &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221; não se propõe a ser uma aula,&nbsp;<em>à la</em>&nbsp;cuspe e giz, ainda que a gente saia do espetáculo mais bem informado do que entrou. Quem dirige é Tadeu Aguiar. Se você já viu aquilo em que ele põe a mão, seja para produzir/traduzir (como a delícia de &#8220;Baby, o Musical&#8221;) ou para dirigir (como &#8220;Quatro Faces do Amor&#8221; e o memorável &#8220;Oscar e a Senhora Rosa&#8221;), tem a noção de que o didatismo não é sua praça.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Encantamento (ainda que crítico) é, certamente, o seu terreno. E a recriação de época de seu regresso aos palcos encanta e alerta. Assis Chateaubriand (1892-1968), fundador do império midiático que transformou a imprensa brasileira na criação múltiplos veios de comunicação, é o agente narrativo responsável pela movimentação em cena&#8230; as realistas e as metafísicas. </p>



<p class="has-text-align-center">O foco desse novo trabalho (com cara de superprodução, sempre viçoso), contudo, é o mundo que Chatô criou, em contraposição ao mundo (pleno) com que ele sonhou. Ou seja, ilusão e despertar se alternam na montagem, sob a iluminação melíflua de Paulo Cesar Medeiros. </p>



<p class="has-text-align-center">Aguiar não faz um verbete de Wikipedia. Não é um &#8220;ah&#8230; então Chatô nasceu aqui; depois, foi ali; daí, fez isso&#8221;. Não é a vertente estética do encenador. Seu teatro é &#8220;fenotípico&#8221;: ou seja, fala de pessoas, mas sob o vetor dos universos a que pertencem, numa radiografia de territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">Talvez por isso, a lembrança de um filme colossal (imperfeito, mas imperdível), &#8220;O Último Magnata&#8221; (&#8220;The Last Tycoon&#8221;, 1976), fratura exposta de seu diretor, Elia Kazan (1909-2003), belisque tanto nossa memória diante da montagem que Aguiar fez, a partir de um texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr. O tal longa-metragem esquadrinhava a falência anunciada de um projeto de cinema de estúdio que não coube mais no momento em que a arte audiovisual ficou moderna. Os magnatas de Hollywood se achavam fariseus. A economia os atropelou. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Chateaubriand modernizou o Brasil, sobretudo ao pavimentar a televisão entre nós. Só que o <em>ethos </em>(ultra)romântico dele não se conjugava, em nada, com o <em>páthos</em> da nação colonizada sob o cabresto da exploração que ele sonhou emancipar&#8230; e alfabetizar. Assim como o épico torto de Kazan prenunciava uma queda (de um empresário&#8230; e de um tempo), o carnaval que Tadeu Aguiar faz no palco é a crônica de um fim anunciado.  A diferença é que ele ressalta o legado deixado por esse fim. É um inventário das dádivas de Chatô.</p>



<p class="has-text-align-center">Kazan tinha Robert De Niro. Aguiar tem Stepan Nercessian, o James Dean de Goiás, que tem a chance de estrelar, no palco, como Chatô, seu próprio &#8220;Assim Caminha a Humanidade&#8221;, no Brasil. Vulcão de carisma, ele entra em erupção no fogo da ironia, afim de poder estruturar um Chateaubriand mítico, calcado nos resquícios de seus feitos e nas apurações levantadas pelo já citado Fernando Morais numa biografia de leitura obrigatória. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br><br>No audiovisual, Stepan é figura cativa desde 1969, data de sua estreia, numa arrancada já em posto de protagonista, à frente do&nbsp;<em>cult</em>&nbsp;&#8220;Marcelo Zona Sul&#8221;, dirigido por Xavier de Oliveira. Dali, passou a década de 1970 a participar defilmes inflamáveis, como &#8220;Rainha Diaba&#8221; (1974) e &#8220;A Gargalhada Final&#8221; (1979), tendo encarnado o Querô de Plínio Marcos (1935-1999) no &#8220;Barra Pesada&#8221; (1977), de Reginaldo Faria.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fez TV à pampa nas décadas seguintes e, a partir dos anos 2010, virou o divo do diretor Andrucha Waddington, que o transformou no Abelardo Barbosa do filme &#8220;Chacrinha: O Velho Guerreiro&#8221; (2018) e no Doutor Samuel da série &#8220;Sob Pressão&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Esse Stepan&nbsp;<em>larger than life&nbsp;</em>entope as coronárias do Claro Mais RJ de afetuosidade, ao compor um Chatô cheio de projetos, em confronto com a&nbsp;<em>burrocracia</em>&nbsp;estatal deste país. Entra em cena, ludicamente, como um espectro, a flutuar nas franjas do tempo, a fim de ajudar o aspirante a jornalista Fabiano (Marcelo Alvim, em delicada atuação) a conhecer uma nação para além das&nbsp;<em>fake news.</em></p>



<p class="has-text-align-center">Um Chatô cansado de guerra vai ajudar o rapaz a decifrar os códigos do amor, na relação com Juliana (Aline Serra). Cada passo dessa jornada tem Dona Janete, secretária do comunicador, como testemunha, deixando o rouxinol Sylvia Massari livre para soltar o gogó.</p>



<p class="has-text-align-center">Hinos do amor estão em cena, sob a supervisão de Guto Graça Mello, na direção musical de Thalyson Rodrigues, responsável pelos arranjos vocais e instrumentais, com Diógenes de Souza. A direção de coreografia e movimento de Carlinhos de Jesus aquece a temperatura dionisíaca da cena. Nela, Stepan fica livre para ponderar sobre o Brasil que temos e divagar sobre o Brasil que queremos.A impecável produção de Naura Schneider (atriz que deveria ser convocada para atuar com mais frequência do que o habitual, por sua precisão inabalável) assegura uma suntuosidade a um painel de época capaz de nos elucidar muito sobre o Presente. É um estudo sobre o que almejamos ser&#8230; sobre o que nos derrubou na marca do pênalti&#8230; sobre um sonhador. Stepan nos ajuda a sonhar com lirismo, confete e serpentina.</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/03/chato-e-os-diarios-associados-100-anos-de-paixao-faz-nova-temporada-em-copacabana/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>‘VICTOR OU VICTORIA’ faz temporada no Teatro Claro Mais RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[‘VICTOR OU VICTORIA’]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller & Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel-Falabella]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8216;Victor ou Victoria&#8217; ganha nova versão brasileira com direção de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. Miguel Falabella, Alessandra Verney, Maria Clara Gueiros e Junno Andrade lideram o elenco do musical que estreia em junho no Teatro Claro Mais RJ. Em &#8216;Victor ou Victoria&#8217;, Victoria Grant é uma cantora desempregada que, na Paris dos anos 30, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8216;Victor ou Victoria&#8217; ganha nova versão brasileira com direção de Charles Möeller &amp; Claudio Botelho. Miguel Falabella, Alessandra Verney, Maria Clara Gueiros e Junno Andrade lideram o elenco do musical que estreia em junho no Teatro Claro Mais RJ. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="201" height="251" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Victor-ou-Victoria.jpeg" alt="Victor ou Victoria" class="wp-image-199710" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Victor-ou-Victoria.jpeg 201w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Victor-ou-Victoria-150x187.jpeg 150w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Em &#8216;Victor ou Victoria&#8217;, Victoria Grant é uma cantora desempregada que, na Paris dos anos 30, precisa se reinventar para sobreviver no meio artístico. Ao assumir uma identidade masculina, ela experimenta um sucesso instantâneo ao se transformar Victor, um homem que se apresenta como mulher no palco e conquista as plateias com sua potente voz feminina. A partir desta farsa, ‘Victor ou Victoria’ dá origem a uma série de tramas e situações hilárias e também debate temas como gênero, liberdade e preconceito.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Lançado pelo diretor&nbsp;Blake Edwards&nbsp;em 1982, o filme homônimo teve uma bem-sucedida trajetória mundial, recebeu sete indicações ao&nbsp;Oscar&nbsp;e passou a fazer parte do imaginário de diversas gerações. Em 1995, o longa ganhou a sua versão no&nbsp;Teatro Musica<strong>l</strong>&nbsp;e seguiu uma jornada de imenso sucesso na Broadway, em montagem também estrelada por Julie Andrews que chegou a incríveis 734 apresentações.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2001, o musical ganhou sua primeira exibição em palcos brasileiros, com Marília Pêra em uma célebre atuação como Victoria/Victor. Claudio Botelho já era o responsável pela tradução e a versão das letras de Leslie Bricusse (música de Henry Mancini), em criação que será devidamente atualizada para a montagem de 2026. Charles Möeller assinará a Direção de Arte, assim como em recentes sucessos da dupla, como ‘Mamma Mia!’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Rock in Rio 40 anos, o Musical’ e ‘Hair’. </p>



<p class="has-text-align-center">‘Victor ou Victoria’ marca ainda o retorno da parceria da dupla Möeller &amp; Botelho com Miguel Falabella e Alessandra Verney após ‘Kiss me, Kate’, de Cole Porter, que selou o reencontro do quarteto em 2023.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 4 a 28 de junho /  Teatro Claro Mais RJ / Os ingressos já estão à venda em<a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/victor-ou-victoria-o-musical-16151" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;uhuu.com</a> </p>
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		<title>&#8220;Diana – A Princesa do Povo&#8221; investe na grandiosidade estética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["Diana – A Princesa do Povo"]]></category>
		<category><![CDATA[Lady Di]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por MK &#8211; Em versão não-réplica, a produção brasileira, &#8220;Diana – A Princesa do Povo&#8221;, investe na grandiosidade estética — figurinos marcantes, caracterizações cuidadosas, números Pop e coreografia — e na expressividade do elenco, com vocais precisos e arranjos articulados. Em um recorte alegórico do imaginário de Lady Di, a montagem se aproxima, certamente de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><strong>Por MK </strong>&#8211; Em versão não-réplica, a produção brasileira, &#8220;Diana – A Princesa do Povo&#8221;, investe na grandiosidade estética — figurinos marcantes, caracterizações cuidadosas, números Pop e coreografia — e na expressividade do elenco, com vocais precisos e arranjos articulados.</p>



<p class="has-text-align-center">Em um recorte alegórico do imaginário de Lady Di, a montagem se aproxima, certamente de uma estética Pop e popular, buscando contato imediato com o público. Aliás, em certos momentos, essa abordagem privilegia o espetáculo em detrimento de nuances mais íntimas da princesa, diluindo parte da humanidade silenciosa que sempre marcou sua figura. Ao enfatizar o efeito e a vibração da plateia, a encenação por vezes enfraquece um arco dramatúrgico potente: a distância entre a imagem construída pela monarquia e a mulher que buscava existir para além dela.</p>



<p class="has-text-align-center">A adaptação para o português impõe desafios próprios. Em alguns trechos, a prosódia se mostra menos fluida, tensionando o ajuste entre palavra e melodia e exigindo dos intérpretes cuidado extra para preservar a organicidade e naturalidade da cena. Em momentos pontuais, a adaptação ensaia uma ruptura linguística ao afastar-se da contenção típica do contexto britânico; quando se torna excessivamente explícita, dilui parte da complexidade dramática em favor de efeitos imediatos.</p>



<p class="has-text-align-center">A direção de Tadeu Aguiar se destaca em escolhas como a criação de um momento inédito de aproximação emocional entre Lady Di e a Rainha Elizabeth. Ao expor a humanidade reprimida da monarca em diálogo com o dever da monarquia, sugere uma Rainha mais identificada com o lugar feminino de Diana dentro daquele sistema trazendo uma interpretação poética e ficcional que enriquece a experiência do público. Ao recorrer, porém, a elementos caricaturais e a uma literalidade excessiva nos códigos visuais presentes na iluminação, nos figurinos e na composição de alguns momentos e personagens, a montagem desloca momentaneamente o foco dramático para efeitos de cena, enfraquecendo o embate central da narrativa.</p>



<p class="has-text-align-center">A cenografia cria espaços que situam o espectador com precisão e atmosfera, enquanto figurinos e visagismo traduzem com notável fidelidade as épocas e personagens. A direção musical de Thalyson Rodrigues sustenta o pulso da encenação, os arranjos vocais acrescentam emoção, enquanto as coreografias e o ensemble injetam vitalidade ao andamento da peça, que em diversos momentos se mostra arrastado.</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco sustenta a verossimilhança e a emoção da narrativa. Cláudio Lins constrói um Charles atravessado por contradições. Em atuação de notável domínio técnico e maturidade cênica, Cláudio Lins  materializa em cena a imagem pública já cristalizada do herdeiro da coroa. Cabe a Giselle Prattes entregar uma Camilla Parker-Bowles com interpretação sólida e expressão genuína, conferindo à personagem a autenticidade que se espera.</p>



<p class="has-text-align-center">Simone Centurione brilha na construção da Rainha Elizabeth II, com impressionante similaridade, forte presença em cena e tom austero e institucional da monarca. Conhecida por personagens atravessados por uma veia de humor, surpreende ao assumir aqui um registro distinto, evidenciando versatilidade e consciência cênica que ampliam a dimensão de seu trabalho. A interpretação revela, com primor, a subjetividade moldada pelas exigências da coroa e deixa entrever, em momentos pontuais, ironia sutil que humaniza a figura sem lhe dissolver a estrutura.</p>



<p class="has-text-align-center">Já Sara Sarres não se apoia prioritariamente na semelhança física nem na reprodução exata do timbre vocal característico de Lady Di; sua interpretação encontra maior força na construção corporal da personagem. Em gestos delicados e nuances sutis, desenvolve uma linguagem cênica que evoca com sensibilidade a presença da princesa, aproximando o mito do público.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora a personagem de Barbara Cartland funcione como fio condutor da narrativa, a direção de Tadeu Aguiar opta por uma condução mais caricatural que, em determinados momentos, exagera o registro e desvia a atenção da narrativa principal.</p>



<p class="has-text-align-center">O tempo da encenação também não se justifica plenamente. A trajetória de ascensão, confinamento e tentativa de emancipação é sugerida, mas não aprofundada com a densidade que o conflito entre indivíduo e instituição permitiria alcançar.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda assim, Diana permanece (em cena e na memória), dividida entre mito e mulher. Sua força não reside apenas no espetáculo ou no imaginário coletivo, mas na humanidade que insiste em atravessar o tempo. Talvez seja justamente essa humanidade — mais sugerida do que plenamente explorada — que continue a sustentar o fascínio por sua história.</p>



<p>Serviço: De 4 de Março a 26 de Abril / Local: Teatro Multiplan &#8211; VillageMall / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/109955/d/334905">Ingressos pela Sympla</a></p>
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		<title>&#8216;Adorável Trapalhão – O Musical&#8217; é uma maratona de saudades de texto impecável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 15:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Adorável Trapalhão]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ímã de risos, mas também um convite àquele choro que acalenta, &#8220;Adorável Trapalhão – O Musical&#8221; se desenha como maratona (das mais incansáveis) de saudade e fantasia, que toca de José Augusto (&#8220;Agora aguenta coração!&#8221;) a Gonzaguinha (&#8220;O Que É O Que É&#8221;). No embalo dessa nostalgia, periga ser o mais delicado estudo sobre a [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">Ímã de risos, mas também um convite àquele choro que acalenta, &#8220;Adorável Trapalhão – O Musical&#8221; se desenha como maratona (das mais incansáveis) de saudade e fantasia, que toca de José Augusto (&#8220;Agora aguenta coração!&#8221;) a Gonzaguinha (&#8220;O Que É O Que É&#8221;). No embalo dessa nostalgia, periga ser o mais delicado estudo sobre a criação de uma&nbsp;<em>persona</em>&nbsp;na arte popular deste país. Não à toa, parte de uma lembrança materna.</p>



<p class="has-text-align-center">Dona Dinorá usava vestidos florais de colorido outonal na casa em Sobral, no Ceará, onde criou um mar de filhas e filhos. Chegou a dar aula para as crianças das redondezas, incluindo a própria prole, sempre fiel à ideia de que o bom humor é o melhor remédio para edificar o Amanhã. O maior cúmplice de seus chistes era seu caçula, Antônio Renato.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já adulto, ele virou bancário e se formou em Direito, mas entrou para a História tomando emprestado as sílabas iniciais do nome da mãe&#8230; o Di&#8230; que, dobrado, virou Didi e deu asas a um anjo. De sua boca saíram gracinhas e bênçãos, tipo &#8220;Vamos todos pensar firme/ vamos todos pensar forte/ pra cair um pingo d&#8217;água/ e mudar a nossa sorte&#8221;, que é um diálogo do longa-metragem &#8220;O Trapalhões e o Mágico de Oróz&#8221; (1984).&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ali, Didi conclamou os brasileiros para encarar a seca do Nordeste. Desde sua aparição, nos anos 1960, ele sempre peitou assombros. Por isso, uma experiência dramatúrgica sobre as peripécias de Antônio Renato sempre será uma narrativa sobre Didi.&nbsp;<br><br>Em &#8220;Adorável Trapalhão&#8221;, num&nbsp;<em>passadão</em>, vemos os principais feitos dos 91 anos do maior palhaço de cara limpa de nossa nação. Mas quando uma pessoa tem um querubim consigo, como o Aragão do Brasil tem o Didi, esse lume angelical fala mais alto. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Quem cantou essa pedra foi o trovador português António Variações (1944-1984), o Freddie Mercury de Lisboa, ao cantar: &#8220;Eu tenho um guarda que é um anjo/ Que me protege de noite e de dia/ A toda a hora e em todo lado/ Posso contar com a sua vigia/ Não usa arma, não usa a força/ Usa uma luz com que ilumina a minha vida&#8221;. Esse é o Didi, que se materializa no palco, sob a direção de José Possi Neto, na atuação de arlequim de Rafael Aragão, magistral em cena.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A peça é sobre o quanto essa &#8220;entidade&#8221; sabe ser figura E fundo para o Renato. Didi é Sancho Pança e Don Quixote a uma só vez, no rastro da comédia pícara dos sábios ibéricos. É o Chaplin que brilha solo ou em quarteto, com Dedé (muito bem defendido por Thadeu Torres), Mussum (Rupa Figueira) e Zacarias (Vicenth Delgado). &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Todo pimpão, Renato faz uma participação crucial nessa delícia de tributo que ganha do teatro. É uma narrativa honorária de dramaturgia melíflua, sempre fluída e leve, onde o texto escrito por Marilia Toledo se impõe no picadeiro da encenação por condensar habilmente cada fase da vida de Seu Antônio Renato.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos maiores acertos de sua escrita é enfatizar sua dimensão de Irmão Grimm de nossa ficção, uma vez que ele escreveu os esquetes de seus programas na TV Ceará, na Excelsior, na Tupi e no PlimPlim, além dos argumentos de seus filmes. Marilia também é hábil em driblar a polêmica (rígida como bolha de sabão) da separação dos Trapalhões no início dos anos 1980. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Seu recorte histórico, calçado na potência dionisíaca dos figurinos de Theodoro Cochrane, revê os acertos plurais de Renato Aragão (à luz do Didi). Maior campeão de bilheteria do país entre a segunda metade da década de 1970 e o fim dos anos 2010, quando contabilizou 30 milhões de ingressos vendidos (só ou ao lado dos Trapalhões), ele chegou aos 90 anos em 13 de janeiro de 2025, embalado no amor de legiões de fãs. O que tem de tiete no teatro não é brincadeira.</p>



<p class="has-text-align-center">Sua conta no Instagram, prestigiada por 5,5 milhões de seguidores, é a prova de que ele fala para os novos tempos. Não por acaso, Rafael Aragão faz uma acertada piada ao dizer que a ala mais mirim da plateia vai estranhar um telefone discado, usado como objeto de cena. Dali vem a deixa para o musical demonstrar que Didi não ficou no ontem. É para sempre.</p>



<p class="has-text-align-center">Possi dirige com manha cômica, reconstituindo quadros lendários do programa dos Trapalhões, de 1977 a 1994, sobretudo a caracterização de Didi como Maria Bethânia, a cantar &#8220;Teresinha&#8221;. A encenação também abalroa o choro, na hora em que a canção &#8220;Amigos do Peito&#8221; se faz ouvir.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Da trupe escalada para esse mergulho no Tempo, sem cara de verbete da Wikipedia,&nbsp;<em>ô, psit</em>, tem muita gente bem. Ganham especial destaque a atriz e clown Paulão do Vraah (brilhante em cena como Lilian Aragão, a diva e companheira de Renato) e Marcelo Góes no papel do Sargento Pincel. Gabriel Gentil e Miguel Venerabile, escalados para viverem Renato em tempos de dentes de leite, também se impõem com graça em cena, assim como Bernardo Marcelino, o pequeno Chico.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-right"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> Temporada: 26 de fevereiro a 19 de abril de 2026 / Horário: Quinta e sexta-feira, às 19h; Sábado e domingo, às 17h / Ingressos: na bilheteria Local: Teatro Sesc Ginástico  Endereço: Av. Graça Aranha, 187 &#8211; Centro </p>
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		<title>&#8216;Os Olhos de Nara Leão&#8217;, musical com Zezé Polessa, chega aos palcos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:11:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ícone da música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 60, 70 e 80, Nara Leão segue reverberando após três décadas e meia de sua partida. Em &#8216;Os Olhos de Nara Leão&#8217;, Zezé Polessa partilha o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Ícone  da música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 60, 70 e 80, Nara Leão  segue reverberando  após três décadas e meia de sua partida. Em &#8216;Os Olhos de Nara Leão&#8217;, Zezé Polessa partilha o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel Falabella, parceiro em uma série de projetos teatrais. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--1024x682.jpg" alt="'Os Olhos de Nara Leão'" class="wp-image-197789" style="aspect-ratio:1.5014994624568552;width:482px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--1024x682.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao--1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Zeze-Polessa-em-Os-Olhos-de-Nara-Leao-.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Priscila Prade</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A peça chega ao Rio de Janeiro após exatos 60 anos do lançamento oficial da música &#8216;A Banda&#8217;, no II Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record. A canção, interpretada por Nara Leão e Chico Buarque, dividiu o primeiro lugar com &#8216;Disparada&#8217;, de Jair Rodrigues, tornando-se um fenômeno de popularidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Zezé Polessa cresceu ouvindo e acompanhando a carreira de Nara através dos discos e os muitos sucessos apresentados em festivais na TV. Durante a pandemia, ao ler uma biografia da cantora, enfileirou uma série de entrevistas e livros sobre o período, quando, intuitivamente, começou ali a fazer uma pesquisa daquela que seria a sua próxima personagem. Existe muita documentação impressa da vida e obra de Nara Leão.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao falar sobre a vontade de interpretar Nara, em uma conversa informal com Miguel Falabella, ele de imediato desejou criar o texto e, ainda no período pandêmico, a primeira versão do espetáculo começava a ganhar forma. </p>



<p class="has-text-align-center">No espetáculo, Nara está em cena, como se estivesse vindo de algum lugar do futuro ou do passado para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. Através de um grande fluxo de consciência, o texto relembra momentos e canções da intérprete sem preocupação com cronologias, datas ou qualquer outra formalidade, bem no estilo Nara, uma intérprete que sempre foi &#8216;fora da caixa&#8217;, que permitia-se liberdades como artista e como mulher.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao se apresentar, ela logo diz que está de volta graças ao privilégio do teatro, &#8220;Eu não procuro imitar o seu jeito de falar ou cantar, existe uma liberdade em todo este processo, não poderia ser diferente com alguém que sempre foi tão livre&#8221;, reflete Zezé, que interpreta ao vivo alguns dos muitos sucessos da cantora.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção musical de Josimar Carneiro, cenário de Marco Lima e iluminação de Cesar Pivetti, o espetáculo perpassa os diversos estilos e movimentos dos quais Nara participou. Em constante mutação, ela nunca se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: esteve no coração do nascimento da Bossa Nova, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show &#8216;Opinião&#8217;, com João do Vale e Zé Ketti (e foi quem escolheu a estreante Maria Bethânia para substituí-la), resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock&#8217;n&#8217;roll e Jovem Guarda. A liberdade e a inquietação de Nara se refletiam, sem amarras, na sua criação artística.</p>



<p class="has-text-align-center">No palco, as canções surgem para pontuar alguns dos momentos de uma vida que se confunde com a história do Brasil daquela época. Ao longo das cenas, alguns temas vêm à tona, como a repressão sofrida no período da ditadura militar, o exílio, o avanço do debate feminista, a revolução comportamental das décadas de 60 e 70, a maternidade, os célebres casos de amor e as demais paixões da cantora. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Temporada: de 06 de Março a 26 de abril / Local: Teatro Clara Nunes Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea,  de 2026  / Ingressos à venda pela bilheteria do Teatro ou pela Sympla / Classificação etária: livre </p>
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		<title>&#8216;Espelho Mágico&#8217;, musical celebra os 60 anos da TV Globo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:24:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É impossível falar da vida brasileira nos últimos 60 anos sem mencionar a&#160;TV Globo&#160;e todos os seus programas, personagens e transmissões que fizeram história e entraram nas casas e na memória afetiva da imensa maioria da população do país. Fundada em 1965, a emissora festejou as seis décadas com uma intensa comemoração que será encerrada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">É impossível falar da vida brasileira nos últimos 60 anos sem mencionar a&nbsp;TV Globo&nbsp;e todos os seus programas, personagens e transmissões que fizeram história e entraram nas casas e na memória afetiva da imensa maioria da população do país. Fundada em 1965, a emissora festejou as seis décadas com uma intensa comemoração que será encerrada com a estreia de &#8216;Espelho Mágico&#8217;, musical que celebra esta trajetória de imenso sucesso.</p>



<p class="has-text-align-center"> &#8216;Espelho Mágico&#8217; é uma&nbsp;superprodução&nbsp;com 32 atores em cena, com texto e direção de&nbsp;Gustavo Gasparani, direção musical de&nbsp;Wladimir Pinheiro&nbsp;e produção da&nbsp;Aventura, de&nbsp;Aniela Jordan&nbsp;e&nbsp;Luiz Calainho. O musical traz como protagonista Alfredo (Marcos Veras), um renomado autor que tem justamente a missão de escrever um musical sobre a história da TV Globo. Apavorado com o volume monumental de temas, programas e fatos históricos, ele pede socorro à Nossa Senhora das Oito (Eliane Giardini), respeitoso apelido que foi dado para a novelista Janete Clair, nome incontornável para se falar de teledramaturgia no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A história se desenrola quando a própria Janete surge para ajudar Alfredo na missão e eles se lançam em uma jornada em que encontram personagens, atores, personalidades e revivem momentos icônicos da história do canal e, consequentemente, da história brasileira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em uma linguagem que presta um tributo ao Teatro de Revista, Alfredo e Nossa Senhora das Oito seguem em uma aventura em que cruzam com personagens como Emília e Visconde de Sabugosa (&#8216;Sítio do Pica-pau Amarelo&#8217;), Odorico Paraguaçu (&#8216;O Bem Amado&#8217;), Sinhozinho Malta (&#8216;Roque Santeiro&#8217;), Tieta (&#8216;Tieta&#8217;), Lineu, Nenê, Bebel e Agostinho (&#8216;A Grande Família&#8217;), Dona Armênia (&#8216;Rainha da Sucata&#8217;), Dona Jura (&#8216;O Clone&#8217;), Bebel (&#8216;Paraíso Tropical&#8217;), Ribamar (&#8216;Sai de Baixo&#8217;), Tancinha (&#8216;Sassaricando&#8217;), Carlão (&#8216;Pecado Capital&#8217;) e Carminha (&#8216;Avenida Brasil&#8217;), além de personalidades como Xuxa, Pedro Bial, Chacrinha e Roberto Carlos, que também surgem em cena no espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center">Tão icônica quanto os personagens é a trilha sonora de &#8216;Espelho Mágico&#8217;, que soma quase quarenta números musicais com canções que marcam época e viraram sucessos nacionais por conta de alguma novela ou programa especial. É o caso, por exemplo, de &#8216;Brasil&#8217;, que marcou a abertura de &#8216;Vale Tudo&#8217; nas versões de 1988 e 2025, ou ainda &#8216;Me Chama Que eu Vou&#8217; (&#8216;Rainha da Sucata&#8217;), &#8216;Dancin Days&#8217;, &#8216;Per Amore&#8217; (&#8216;Por Amor&#8217;), &#8216;Irmãos Coragem&#8217;, &#8216;Pavão Misterioso&#8217; (&#8216;Saramandaia&#8217;), entre muitos outros.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Hits de Xuxa (&#8216;Ilariê&#8217;, &#8216;Lua de Cristal&#8217;) e Roberto Carlos (&#8216;Emoções&#8217;) também vão aparecer em cena, na voz de um elenco de 32 artistas selecionados por audições, em uma lista que inclui grandes nomes do teatro musical e algumas revelações.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo estreia dia 20 de março no&nbsp;BTG Pactual Hall&nbsp;em São Paulo e chega ao Rio de Janeiro em maio, para temporada no&nbsp;Teatro Riachuelo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:<br></strong>A partir de 15 de maio no Teatro Riachuelo Rio / Quintas e sextas, às 20h. Sábados, às 16h e 20h. Domingos, às 15h. <br>Local: Teatro Riachuelo Rio. Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Centro</p>
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		<title>“Fafá de Belém, o Musical” estreia no Teatro Riachuelo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 12:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> Um dos maiores nomes da música popular brasileira ganha os palcos em um espetáculo que une teatro musical, política, ecologia e memória afetiva, “Fafá de Belém, o Musical” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira. O espetáculo utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">  Um dos maiores nomes da música popular brasileira ganha os palcos em um espetáculo que une teatro musical, política, ecologia e memória afetiva, “Fafá de Belém, o Musical” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo<em> </em>utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Através das lendas e mitos dos povos da floresta – indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros, contaremos e cantaremos a saga da nossa Fafá &#8211; a menina que veio do Norte.</p>



<p class="has-text-align-center">A narrativa é construída em três planos: o presente — durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira no histórico Teatro da Paz, em Belém; as memórias da infância — em uma Belém lírica, marcada por mitos e lendas amazônicas; e a construção da carreira da artista — da capital paraense para o mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Três intérpretes dão vida à cantora em diferentes fases: Fafá-menina por Laura Saab (neta da homenageada) e Clarah Passos, Fafá-cantora por Helga Nemetik e Fafá de Belém nos dias de hoje interpretada por Lucinha Lins. </p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo tem início com um número musical dedicado à Amazônia. As lembranças da infância de Fafá se misturam a lendas como a Cobra Grande, o Boto e o Tamba tajá, narrando a trajetória da menina cabocla que saiu de Belém para conquistar o Brasil. A atmosfera regional é marcada pelo coro “Carimbó-Siriá”, coletivo de atores-músicos que acompanha as diferentes fases da cantora. O público conhece sua relação familiar, cultural e religiosa, base de sua identidade artística. </p>



<p class="has-text-align-center">No segundo Ato, o clima se transforma: o regional amazônico dá lugar à estética urbana da diva da MPB. Surge uma Fafá consagrada, politizada e dona do seu discurso. A abertura retrata o movimento das “Diretas Já”, ressaltando o engajamento da cantora. Outro momento marcante é a homenagem de um grupo de drags, que interpreta sucessos como Abandonada, Meu Homem, Memórias e Sob Medida, celebrando o apoio de Fafá à comunidade LGBTQIA+.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, o  espetáculo também aborda sua forte ligação com Portugal, incluindo uma cena no Cassino Estoril com a canção Nem às paredes confesso. O DJ Zé Pedro entra em cena para colaborar na criação do álbum “Do tamanho certo para o meu sorriso”, inspirado no tecno-brega paraense — reconectando Fafá às raízes de sua terra. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: De 15 de janeiro de 2026 ao dia 08 de março de 2026, de quinta-feira a domingo. (carnaval não haverá apresentação)<br><strong>Local:</strong> Teatro Riachuelo &#8211; Rua do Passeio n.º 38/40, Centro <br><strong>Classificação Indicativa:</strong> 12 anos / <strong>Venda on line:</strong> <a href="http://www.ingresso.com">www.ingresso.com</a></p>
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		<title> “Djavan &#8211; O Musical: Vidas pra contar” faz temporada em Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[“Djavan - O Musical: Vidas pra contar”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Teatro Claro Mais (RJ), recebe a reestreia de “Djavan &#8211; O Musical: Vidas pra contar”, espetáculo que homenageia a trajetória e a obra do cantor e compositor alagoano. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção artística de João Fonseca e texto de Patrícia Andrade e Rodrigo França, o projeto narra a caminhada de um dos artistas mais importantes da música brasileira. Com cerca de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Teatro Claro Mais (RJ), recebe a reestreia de “Djavan &#8211; O Musical: Vidas pra contar”, espetáculo que homenageia a trajetória e a obra do cantor e compositor alagoano. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção artística de João Fonseca e texto de Patrícia Andrade e Rodrigo França, o projeto narra a caminhada de um dos artistas mais importantes da música brasileira.  </p>



<p class="has-text-align-center">Com cerca de duas horas de duração, a montagem percorre a vida de Djavan desde a infância em Maceió até sua consolidação como compositor, cantor e músico de destaque. A direção musical é assinada por João Viana, filho do homenageado, e Fernando Nunes, músicos com vasta experiência no cenário musical brasileiro. O repertório inclui canções que marcaram a carreira do cantor, além de faixas menos conhecidas que ajudam a compor o retrato de sua obra.</p>



<p class="has-text-align-center">Escolhido entre mais de 250 artistas, o ator Raphael Elias, de 30 anos, natural de Divinópolis (MG), foi selecionado para interpretar Djavan em diferentes fases da vida. A escolha de Raphael é carregada de significados: negro, vindo do interior de Minas, o ator trilhou um caminho artístico movido pela paixão e incentivado pela mãe, enfrentando desafios financeiros e estruturais para, enfim, ocupar seu primeiro papel de destaque em uma grande produção nacional. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado dele, o elenco reúne intérpretes que transitam por diversos personagens ao longo da montagem, representando figuras da vida pessoal do cantor e grandes nomes da música brasileira. </p>



<p class="has-text-align-center">A montagem combina música, teatro e dança para retratar episódios pessoais e profissionais de Djavan, abordando momentos decisivos e os caminhos trilhados pelo artista ao longo dos anos. Cenografia, figurinos, iluminação e coreografias são concebidos para evocar o universo estético de Djavan, cuja obra transita entre samba, jazz, pop e ritmos afro-brasileiros. Arranjos cuidadosos e uma encenação que valoriza a força de suas composições reafirmam a originalidade e a relevância de um repertório que segue influenciando gerações.</p>



<p class="has-text-align-center">“Djavan é Djavan. Ele é de todos, ele é samba, ele é forró, ele é Gonzaga, ele é jazz. Falar de um artista nordestino, negro, vivo, é uma responsabilidade enorme, mas também é uma alegria sem tamanho. A gente está construindo essa história com muito respeito, com liberdade cênica, mas também com cuidado para que cada detalhe, cada sotaque, cada música fale a verdade dele.”, diz João Fonseca.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 08 de Janeiro de 2026 a 08 de Fevereiro de 2026 / Local: <strong>Teatro Claro MAIS RJ</strong> /<a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/djavan-o-musical-vidas-pra-contar-15181?utm_source=site&amp;utm_medium=bannersite&amp;utm_content=brain-divulgacao&amp;utm_campaign=organico_Djavan_tcrj"> Ingressos em Uhuu</a></p>
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		<title>&#8220;Charles Aznavour &#8211; Um Romance Inventado&#8221; no Teatro Vanucci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Aznavour]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Idealizado pela atriz Sylvia Bandeira, Charles Aznavour &#8211; Um Romance Inventado&#8221; trata-se um musical romântico sobre o universo da saudade, das paixões e da passagem do tempo, a partir das músicas mais icônicas do artista francês. Sylvia divide o palco com o &#8216;formidable&#8217; Mauricio Baduh&#8217;, ambos conduzidos pela direção de Daniel Dias da Silva e pela [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Idealizado pela atriz Sylvia Bandeira, Charles Aznavour &#8211; Um Romance Inventado&#8221; trata-se um musical romântico sobre o universo da saudade, das paixões e da passagem do tempo, a partir das músicas mais icônicas do artista francês. Sylvia divide o palco com o &#8216;formidable&#8217; Mauricio Baduh&#8217;, ambos conduzidos pela direção de Daniel Dias da Silva e pela direção musical de Liliane Secco. Um dos primeiros espetáculos a estrear depois da pandemia, em setembro de 2021, o espetáculo permaneceu quase dois anos em cartaz na capital carioca antes de sair em turnê.</p>



<p class="has-text-align-center">Apaixonada pela obra do compositor, Sylvia teve o privilégio de se encontrar pessoalmente com Charles algumas vezes ao longo dos anos. Alguns destes encontros foram eternizados nas fotos que o dramaturgo paraense Saulo Sisnando se inspirou para inventar o romance que dá nome ao espetáculo e criar um espetáculo musical alegre e comovente, que a partir das canções de Charles Aznavour, contasse uma história para falar sobre o efêmero da juventude, das paixões proibidas e assim proporcionar bons momentos. &#8216;Charles Aznavour &#8211; Um Romance inventado é um delicioso bombom recheado com lindas músicas e uma bela história de amor&#8217;, adianta a atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;Escrevi uma história sobre quantas ilusões somos capazes de inventar para fazer feliz a quem amamos e quantas canções de Charles Aznavour são necessárias para despertar mais uma vez paixões e novos caminhos em corações inquietos&#8217;, conta Sinsnando, que pesquisou a vida e a obra do cantor.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 08 a 29 de janeiro de 2026 /  Quintas às 17h /  Teatro Vannucci &#8211; Rua Marquês de São Vicente,52 &#8211; Loja 371 / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/112100/d/344127">Ingressos</a> </p>
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		<title>&#8220;Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças&#8221; volta ao circuito carioca no Teatro Clara Nunes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 12:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Seixas]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de turnê pelo Brasil, com apresentações esgotadas em diversos estados brasileiros, o musical infantil &#8220;Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças&#8221; volta ao circuito carioca no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. A peça faz parte do premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos, que tem o objetivo de homenagear e apresentar os expoentes da música brasileira para as [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de turnê pelo Brasil, com apresentações esgotadas em diversos estados brasileiros, o musical infantil &#8220;Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças&#8221; volta ao circuito carioca no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. A peça faz parte do premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos, que tem o objetivo de homenagear e apresentar os expoentes da música brasileira para as novas gerações. Com direção de Diego Morais, direção musical de Cláudia Elizeu e texto de Pedro Henrique Lopes, o espetáculo, que estreou em 2019, fica em cartaz até 1º de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, às 16h. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças&#8221; se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito traz à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH).</p>



<p class="has-text-align-center">Preocupados e sem entender a genialidade do filho, os pais de Raul tentam de tudo para que o menino se adeque aos moldes padrões da sociedade. Para desespero deles, Mêlo, amigo imaginário de Raul, se materializa para guiá-lo em uma viagem de descobertas e autoaceitação. Juntos, eles percebem que Raulzito não tem que ser igual aos outros, e que cada pessoa é diferente e especial do jeito que ela é. No elenco, estão&nbsp;Rodrigo Salvadoretti, Pedro Henrique Lopes, Elisa Pinheiro e Pablo Ascoli.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;É um espetáculo que emociona e diverte adultos e crianças. A mente extremamente criativa e o espírito livre de Raul Seixas fizeram com que ele se tornasse o gênio da música que nós conhecemos. Se ele tivesse se fechado e tentado ser só mais um, nós não teríamos as grandes músicas que ele nos deixou. &#8220;Raulzito Beleza&#8221;<strong>&nbsp;</strong>é uma ode à imaginação e à criatividade. É sobre se encontrar em você e em todos os universos que sua mente pode criar&#8221;, avalia Pedro Henrique Lopes, autor do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center">Na trilha sonora,&nbsp;estão os grandes sucessos do artista como &#8220;Maluco Beleza&#8221;, &#8220;Gita&#8221;, &#8220;Mosca na Sopa&#8221;, &#8220;Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)&#8221; e &#8220;O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)&#8221;, mostrando a importância do músico para as novas gerações. A trama também mostra o valor da família e das relações humanas, estimula o debate sobre individualidade, celebra a importância do respeito às múltiplas formas de aprendizagem do ser humano e valoriza os diferentes tipos de inteligência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos reúne os espetáculos &#8220;Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças&#8221;, &#8220;O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças&#8221;, &#8220;Bituca – Milton Nascimento para Crianças&#8221;, &#8220;Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças&#8221;, &#8220;Pimentinha – Elis Regina para Crianças&#8221;, &#8220;A Menina do Meio do Mundo – Elza Soares para Crianças&#8221; e &#8220;Ritinha Rock &amp; Roll – Rita Lee para Crianças&#8221;, que já foram assistidos por quase 350 mil pessoas e somam juntos 18 prêmios de teatro infantil, entre outras quase 60 indicações.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada: </strong>10 de janeiro a 1º de fevereiro / <strong>Dias e horários: </strong>sábados e domingos, às 16h Local <strong>Teatro Clara Nunes: </strong>Shopping da Gávea, <strong>Ingressos:  </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/114472" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/114472</a>  e na bilheteria física.</p>
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