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	<title>Arquivos Nouvelle Vague - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Nouvelle Vague - Rota Cult</title>
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		<title>Nouvelle Vague: Richard Linklater nos convida a uma viagem no tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[critica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nenhum outro diretor teve um ano tão brilhante quanto Richard Linklater. O autor de novos clássicos como &#8216;Boyhood&#8216; e a trilogia &#8216;Antes do Amanhecer&#8217; entregou dois novos títulos onde é difícil compreender qual o mais brilhante. Enquanto &#8216;Blue Moon&#8216; não estreia, &#8216;Nouvelle Vague&#8216; serve como uma bússola de uma temporada onde o Arte esteve em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Nenhum outro diretor teve um ano tão brilhante quanto Richard Linklater. O autor de novos clássicos como <em>&#8216;Boyhood</em>&#8216; e a trilogia <em>&#8216;Antes do Amanhece</em>r&#8217; entregou dois novos títulos onde é difícil compreender qual o mais brilhante. Enquanto &#8216;<em>Blue Moon</em>&#8216; não estreia, &#8216;<em>Nouvelle Vague</em>&#8216; serve como uma bússola de uma temporada onde o Arte esteve em pauta, na feitura e na matéria-prima do próprio cinema. Tema de obras como <em>&#8216;Valor Sentimental&#8217;, &#8216;Jay Kelly&#8217;, &#8216;Hamnet&#8217;, &#8216;Kokuho</em>&#8216; e tantos outros, Linklater nos convida a uma viagem no tempo. O que deveria ser, de acordo com uma sinopse livre, um retrato sobre a realização de uma das principais obras cinematográficas da História, o que presenciamos é um conto sobre amor ao cinema, amizade à toda prova e a convicção de que a pretensão só é maldita quando não há o que ser ser feito dela. Em alguns casos, tal característica é absolutamente necessária dentro de um mecanismo coletivo.</p>



<p class="has-text-align-center">O título é tão auto-explicativo quanto doce na sinceridade de sua pretensão, sim, ela não está apenas no protagonista, mas também em quem o conduz. E quem não é protagonista mais evidente para um filme batizado de &#8216;Nouvelle Vague&#8217; que Jean-Luc Godard? O mítico gênio por trás de &#8216;O<em> Demônio das Onze Horas&#8217;, &#8216;Adeus à Linguagem&#8217;, &#8216;Uma Mulher é uma Mulher&#8217;</em> e tantos outros era apenas &#8220;mais um&#8221; crítico de cinema e jornalista da Cahiers du Cinèma quando o flagramos aqui. Bom, a bem da verdade é que nada é simples ou corriqueiro em &#8216;Nouvelle Vague&#8217;; estão entre os personagens toda a lista da nata do cinema do período: François Truffaut, Claude Chabrol, Robert Bresson, Roberto Rossellini, Jean-Paul Belmondo, Jean Seberg, Agnès Varda, Jacques Demy e tantos outros pilares do Cinema. Sim, estamos diante do momento onde Godard se percebe atrasado na condição de estreante nia cinemas, e começa a fazer nascer da sua inquietação um marco: &#8216;Acossado&#8217;.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, &#8216;<em>Nouvelle Vague&#8217;</em> também é uma deliciosa aproximação de um diário de filmagens em close, e não qualquer filmagem ou qualquer filme. Uma das obras seminais para a construção de uma nova ordem de linguagem cinematográfica nasce junto de &#8216;Acossado&#8217;, e do artista que a concebeu &#8211; enquanto persona e enquanto figura idiossincrática. Mas a obra de Linklater não está nem um pouco interessada em cercear suas ideias ao caráter observacional de um registro artístico em particular. O cineasta de &#8216;Jovens, Loucos e Rebeldes&#8217; revela o curso de um tempo essencial para a compreensão do Cinema cono o conhecemos, ainda que as escolhas de cada indivíduos sejam anti-godardianas. Recorte específico de um período essencial, o filme não se iinibe para invadir apenas uma iconicidade, mas referendar uma série de elementos que nos ajudam a ler um extrato social da cultura francesa nos anos 50 a partir de todos os seus aspectos e valores. O resultado é um mergulho bem mais amplo do que o anunciado, com um registro delicado de jovens cinéfilos em busca de decifrar o significado de liberdade.</p>



<p class="has-text-align-center">O comportamento dos personagens, sua maneira de vestir, agir, comunicar e mesmo existir em seu tempo pode soar arrogante e histérico para alguns espectadores, mas de verdade grande parte daquelas pessoas ou tinha certeza que estavam construindo o futuro, ou ao menos não queriam perder o embalo das vozes ao redor. Da maneira como foi concebida, a nova onda francesas chega para redefinir padrões estéticos e imagéticos, narrativos e conceituais, para uma indústria que parecia simplesmente esperar por eles. Dessa maneira, o que o filme arrisca é filmar a deflagração de um novo capítulo estilístico em seu nascimento, e empregar na fotografia, no figurino, na montagem, na trilha, um sabor muito específico. &#8216;Nouvelle Vague&#8217; poderia se contentar com um lugar de contemplação da nostalgia, a partir do gesto de um de seus criadores. O que vemos é um coral de sensações e mostragens que está no rosto de cada um, e no relevo do que cada personagem pede.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O trabalho fotográfico a cargo de David Chambille (de &#8216;France&#8217;) é das coisas mais desveladas de 2025. Porque engloba todas as característicaa da obra inicial de Godard, absorvendo suas o sessões estéticas, mas também tem o discernimento de entender que existe um painel sendo montado, e que sua colocação é criar transposição, sem deixar de montar um palco para o orgulho de um tempo. Está a cargo da luz e das lentes aqui a formação de uma decupagem que se preocupa verdadeiramente com cada entrada em cena, que não procura beatificação de seus tipos, mas não consegue ignorar suas presenças. A imagem, que os registra de maneira frontal, é também a mesma imagem que pontilha de brilho nas insinuações que a narrativa emprega para aquelas relações, sejam da ordem que for. Estamos gradativamente mais próximos de deuses, mas a luz os torna mortais, sem o esmero da cor, sem o conforto da exaltação a esse ou aquele por meio da imagem. A disposição é a mesma, os códigos são os mesmos.</p>



<p class="has-text-align-center">Acima de tudo, exala de &#8216;Nouvelle Vague&#8217; um espírito de rebeldia juvenil, de necessidade de transformação, de elegia ao frescor de mexer-se sempre para a frente, que são predicados essenciais também ao cinema de Linklater. É para o registro dessa amizade que precisa das mãos conscientemente unidas em torno de um bem maior e comum que o filme gira e propaga. É no mínimo inspirador assistir não apenas à concretização de mitos, mas acima de tudo, do olhar para cada uma de suas mundanices. Do simples e do afetuoso por trás de cada grande nome, do aspecto de coletividade que abre e encerra o filme, deixando claro do que se tratam aquelas pessoas: amigos com uma paixão incontornável em comum, dispostos a vivê-la com unhas, dentes e com tratamento restrito de humildade.&nbsp;</p>
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		<title>Nouvelle Vague está de volta ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 14:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coletivo francês Nouvelle Vague comemora duas décadas com o lançamento do álbum &#8220;Should I Stay Or Should I Go?&#8221; e uma turnê mundial. O grupo tem três datas marcadas para o Brasil, por onde passa entre outubro e novembro, com apresentações promovidas pelo Queremos! em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Fundado [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O coletivo francês Nouvelle Vague comemora duas décadas com o lançamento do álbum &#8220;Should I Stay Or Should I Go?&#8221; e uma turnê mundial. O grupo tem três datas marcadas para o Brasil, por onde passa entre outubro e novembro, com apresentações promovidas pelo Queremos! em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.  </p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 2003 pelos multi-instrumentistas e produtores franceses Marc Collin e Olivier Libaux, o Nouvelle Vague alcançou um imenso sucesso fazendo releituras dos clássicos do pós-punk com ares de melancolia e bossa nova, além de revelar cantoras que se tornaram ícones como Camille e Phoebe Killdeer. Para Collin, aí estão os segredos da banda. &#8220;Acho que ser francês representa 50% do sucesso do projeto. Primeiro porque é preciso ousar, fazer o que fizemos com a bossa nova e muita gente me diz que só os franceses fariam isso. E, claro, as francesas cantando com sotaque, as pessoas adoram em qualquer lugar do mundo&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Depois de oito anos fora de cena &#8211; e mais de dez desde o último show no Brasil &#8211; o grupo está de volta com o seu sétimo álbum. &#8220;Should I Stay or Should I Go?&#8221; passeia em meio a canções de grupos icônicos como &#8220;The Smiths&#8221; (&#8220;This Charming Man&#8221;), &#8220;Blondie&#8221; (&#8220;Rapture&#8221;), &#8220;The Specials&#8221; (&#8220;What I Like Most About You Is Your Girlfriend&#8221;) e &#8220;Depeche Mode (&#8220;People Are People&#8221;), além dos ingleses do The Clash, representados na faixa-título do disco. O álbum anterior da banda, &#8220;I Could Be Happy&#8221;, lançado em 2016, foi seguido pela morte de Olivier Libaux, o que paralisou os trabalhos até 2023.</p>



<p class="has-text-align-center">Completar duas décadas com um disco novo e uma turnê mundo afora é motivo de surpresa e comemorações para o Nouvelle Vague. &#8220;Tudo começou como apenas uma ideia: deveríamos fazer uma homenagem às composições da era pós-punk, e seria muito legal fazer isso como bossa nova. Era apenas um álbum. Não pensei que ocuparia um espaço tão importante na minha vida&#8221;, diz Collin. &#8220;Eu não pensei que estaria falando sobre isso 20 anos depois&#8221;, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">As concorridas apresentações por onde a turnê tem passado garantem vida longa ao grupo. &#8220;Através do streaming nossa música está sempre viva, em todos os lugares. Não é como um CD ou vinil esquecido em uma loja de segunda mão. Isso significa que tem muita gente ouvindo os álbuns hoje em dia, nosso público está cada vez mais jovem e, quando estamos em turnê, as pessoas lotam os shows&#8221;, comemora Collin, que não vê razão para encerrar o Nouvelle Vague.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 30 de outubro, a banda faz show na <a href="https://www.eventim.com.br/artist/nouvelle-vague/?affiliate=87F" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Audio (SP)</a>. No dia seguinte, 31, o espetáculo acontece no <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/95601/d/264002" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Auditório Araújo Vianna (POA)</a>. Já no feriado de 2 de novembro, o Nouvelle Vague encerra a passagem pelo país no <a href="https://www.eventim.com.br/artist/nouvelle-vague/nouvelle-vague-no-circo-voador-3681999/?affiliate=C1Q" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Circo Voador (RJ)</a>.</p>
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