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	<title>Arquivos othonbastos - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>&#8220;Não Me Entrego, Não!&#8221; mapeia a excelência histórica de Othon Bastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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<p>Coroado por frases dignas de anotação como &#8220;O riso é a gasolina do espírito&#8221;, o estonteante &#8220;Não Me Entrego, Não!&#8221; é uma ciranda de recordações e (re)vivências que começa com a entrada de uma personagem chamada Memória. Vivida com austeridade e simpatia por Julia Medella, ela se estica, movimenta o corpo e acende uma luz, como se fosse um fluxo neuronal na caça por palavras há muito inutilizadas ou de lembranças esquecidas. Com o aquecimento feito, entra em cena o maior ator do teatro brasileiro em atividade: Othon Bastos!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="696" height="464" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Othon-Bastos-em-Nao-me-entrego-nao_Foto-Beti-Niemeyer_0071-696x464-1.jpg" alt="Não me entrego, não" class="wp-image-178282" style="width:387px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Othon-Bastos-em-Nao-me-entrego-nao_Foto-Beti-Niemeyer_0071-696x464-1.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Othon-Bastos-em-Nao-me-entrego-nao_Foto-Beti-Niemeyer_0071-696x464-1-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Othon-Bastos-em-Nao-me-entrego-nao_Foto-Beti-Niemeyer_0071-696x464-1-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Othon-Bastos-em-Nao-me-entrego-nao_Foto-Beti-Niemeyer_0071-696x464-1-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"> Ao longo de 1h30, 1h40, Othon vai se reportar à sua parceira de cena como se ela fosse seu Grilo Falante, ou seja, uma porção de sua consciência. Ela traz informações de Wikipedia, brinca de Google e diverte a plateia enquanto Othon dá uma aula em cena com uma aula de si mesmo.</p>



<p class="has-text-align-center">No molde do que fez no rasga-coração &#8220;Judy: o arco-íris é aqui&#8221;, o dramaturgo e diretor Flávio Marinho quebra com as convenções clássicas das peças biografias e deixa seu protagonista falar de si com digressões à vontade. Al~ém disso, em &#8220;Não Me Entrego, Não!&#8221;, relatos são espatifados em prol de reflexões sobre a arte de atura – e seu papel social – em prol de citações, de Emily Dickinson e Mario Quintana, aliás, que é espatifado logo se rearranja poeticamente. Othon não perde o foco das andanças que fez para ser (e se manter) ator da infância até a chegada aos 91 anos. Com fôlego de guri, ele pula, grita, rodopia e narra sob o som discreto da dionisíaca trilha sonora de Liliane Secco, e o conselho que recebeu da professora Eliete, quando menino, de nunca trabalhar com arte.</p>



<p class="has-text-align-center">Em sua rememoração, Othon lembra do desejo (nunca realizado) de ser dentista, da estreia artística num coro, das figurações mudas que fez em Londres e do filme &#8220;Sol Sob a Lama&#8221;, de Alex Vianny. Ao fundo o delicado painel de imagens armado pela cenografia do craque Ronald Teixeira, resgata alguns dos filmes que fez, devidamente iluminados em cena por Paulo Cesar Medeiros quando citados. Estão lá &#8220;São Bernardo&#8221; (1972), de Leon Hirszman, e, com destaque pleno, &#8220;Deus e o Diabo na Terra do Sol&#8221; (1964), de Glauber Rocha, que deu a Othon seu maior papel: o cangaceiro Corisco. O título do espetáculo de Marinho vem de uma frase desse ícone do banditismo social.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma voz que mais parece um trovão sobre a Terra, Othon Bastos se lembra do processo de filmar com Glauber. Reconta as trocas que teve com o realizador baiano e celebra o êxito do filme, antes de flutuar pelos feitos da Companhia Teatral que teve com sua mulher, Martha Overbeck, e recordar-se de montagens de &#8220;Um Grito Parado No Ar&#8221; e de &#8220;O Jardim das Cerejeiras&#8221;. Trechos de cada uma dessas peças vêm à tona, conforme Othon se imola em cena numa doação generosa que jamais perde o foco da grandeza do palco como espaço de descarrego, de vida e, sobretudo, de verdade. O resultado de &#8220;Não Me Entrego, Não!&#8221; é uma cartografia da excelência (plena) de um titã. Uma cartografia que diverte e comove, fazendo amadurecer a escrita de Flávio Marinho e sua sabedoria na arte da escuta e no exercício fino da empatia.</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2024/06/othon-bastos-estreia-seu-primeiro-monologo-aos-91-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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