<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Paço Imperial - Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/tag/paco-imperial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/tag/paco-imperial/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 11:49:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Paço Imperial - Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/tag/paco-imperial/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Niura Bellavinha]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/">Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, integrando as celebrações dos 40 anos da instituição como centro cultural, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixoto e Viviane Matesco. Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, <em>Toró</em> propõe uma experiência imersiva em que pintura, escultura e obras instalativas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.</p>



<p class="has-text-align-center">Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas da fachada do Paço recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição. A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde, no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial brasileira, incluindo a condenação de Tiradentes. Sem recorrer à ilustração ou ao didatismo, a intervenção&nbsp;funciona como um disparador poético que conecta passado e presente, arquitetura e matéria pictórica. “Intitulei esta intervenção de&nbsp;<em>Chorare Pitangas</em>, expressão em tupi-guarani que significa ‘chorar lágrimas de sangue’”, revela Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">“Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura e encontra, no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica”, explicam os curadores. </p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras de Niura, a pintura deixa de ser apenas superfície para se afirmar como matéria em ação. Escorrimentos, velaturas, pulverizações, impregnações e infiltrações fazem da cor um elemento instável, em permanente deslocamento. Vermelhos intensos convivem com verdes e azuis de aparência aquosa, ampliando o repertório cromático da artista e rearticulando associações entre sangue, água, minério e paisagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“Minha pintura é inspirada pela música serial, pelo cinema e pela fotografia. Da música vem a ideia de uma estrutura em variação constante; do cinema, o princípio da montagem, feito de edições sucessivas até que algo se estabilize; da fotografia, o corte, a luz e a relação sutil entre as cores. Trabalho a partir da instabilidade, deixando que erros e aparições conduzam o processo, e gosto de operar com os restos, com as camadas anteriores. Minha pintura é leve como a poeira. Busco um ponto de equilíbrio por meio de uma sucessão de situações e regiões instáveis”, afirma Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição&nbsp;–&nbsp;que marca os 35 anos de carreira da artista&nbsp;–&nbsp;ocupa o terreiro e o terreirinho do Paço, reunindo um conjunto expressivo de trabalhos inéditos em espaços historicamente ligados às áreas de serviço, circulação e abastecimento do prédio. A escolha desses ambientes reforça a dimensão relacional do projeto, construído a partir das camadas simbólicas do lugar.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se estrutura a partir da fricção entre tempos distintos. A arquitetura do Paço não funciona como cenário, mas como uma presença que tensiona a leitura das obras e desloca a experiência do visitante”, pontua a curadoria.</p>



<p class="has-text-align-center">A dimensão material da obra é central. Niura trabalha com pigmentos naturais, terras, rejeitos minerais e poeira de meteoritos. Em algumas esculturas, pedras são atravessadas por linhas de seda que pertenciam à mãe da artista, criando uma relação direta entre memória íntima e território. As fitas evocam veios de minério e veias do corpo, aproximando mineração e anatomia, exploração da terra e ferida corporal. Aqui, o corpo surge como metáfora do território e o território, como extensão do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra-título &#8211; Entre os trabalhos apresentados, destaca-se <em>Toró</em> (2015-2016), tríptico que dá título à exposição. A obra reúne pigmentos e matérias como moldavita (cristais), azurita, spirulina e zircão, compondo uma superfície de caráter aquoso e atmosférico. Em tons de verde e azul, o trabalho evoca a ideia de chuva e dialoga com referências da história da pintura, em especial com paisagens e procedimentos associados aos mestres William Turner, Paul Cézanne e Alberto da Veiga Guignard, que atravessam a pesquisa de Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A expografia foi pensada como um percurso progressivo, que organiza o espaço a partir de ritmos, escalas e intensidades. Em alguns momentos, o público é convidado a atravessar fisicamente as obras, penetrando planos pictóricos e percebendo variações de luz, transparência e densidade material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Um projeto em circulação</strong> &#8211; Embora dialogue com questões recorrentes na trajetória de Bellavinha, como a relação com a história colonial, a matéria e a espiritualidade da cor, <em>Toró</em> não se apresenta como uma retrospectiva. Ao contrário, a mostra enfatiza o presente da produção da artista e sua capacidade de se reconfigurar a partir do encontro com cada espaço, inscrevendo-se em um projeto mais amplo de circulação que se transforma a cada contexto expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em> integra um programa de itinerância desenvolvido pela artista e iniciado em 2024/2025 com a exposição apresentada no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. Em 2026, o projeto chega ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro, assumindo uma configuração inédita em diálogo com a arquitetura e a história do edifício. Estão previstas ainda apresentações em outras capitais brasileiras, como São Paulo, Porto Alegre e Belém. Ao final do percurso, será lançado o livro &#8220;Niura&#8221;, publicação que consolida esse programa de itinerância, reunindo imagens e textos sobre os atravessamentos entre obra, espaço e tempo ao longo das diferentes exposições apresentadas.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência do público começa ainda do lado de fora. As janelas ativadas na fachada anunciam a exposição como um acontecimento que extrapola o espaço interno e convoca o olhar do passante. Uma vez no interior do Paço, o visitante é convidado a desacelerar, aproximar-se das obras e percorrer um conjunto de proposições que exigem tempo, atenção e abertura sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em>&nbsp;afirma a pintura como força viva, capaz de transbordar suportes, incidir sobre a arquitetura e reativar a memória histórica no presente. Ao colocar matéria, cor e espaço em relação, Niura constrói uma exposição que não se fecha em significados únicos, mas se oferece como campo de experiência atravessado por tensões entre delicadeza e violência, transparência e peso, história e agora.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 28 de março até 07 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial End: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro  / Entrada franca | Classificação livre</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/">Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição celebra os 25 anos de produção artística de Renato Bezerra de Mello</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/12/exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/12/exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 11:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Bezerra de Mello]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=195930</guid>

					<description><![CDATA[<p>A palavra grega palimpsesto significa &#8220;papiro ou pergaminho cujo texto foi raspado para dar lugar a outro”. De modo figurativo, seria um espaço que abriga memórias sobrepostas – onde o novo surge sobre o que já existia, ou ainda, uma sucessão de diferentes camadas de experiências. Qualquer dessas metáforas encontra lugar na poética dos novos trabalhos de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello/">Exposição celebra os 25 anos de produção artística de Renato Bezerra de Mello</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A palavra grega <em>palimpsesto</em> significa &#8220;papiro ou pergaminho cujo texto foi raspado para dar lugar a outro”. De modo figurativo, seria um espaço que abriga memórias sobrepostas – onde o novo surge sobre o que já existia, ou ainda, uma sucessão de diferentes camadas de experiências. Qualquer dessas metáforas encontra lugar na poética dos novos trabalhos de Renato Bezerra de Mello, que comemora 25 anos de produção artística em exposição no Paço Imperial.</p>



<p class="has-text-align-center">Milhares de cacos de taças e copos de cristal, colecionados pelo artista ao longo de duas décadas e quebrados por ele na instalação constituem o fio condutor da nova exposição, que contém uma série de sete trabalhos realizados a partir do vidro: <em>Vidro como vídeo; Vidro como bordado; Vidro como desenho; Vidro amalgamado; Vidro como fotografia; Vidro como pó; Vidro como instalação sonora</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">–&nbsp;<em>Renato recupera, nos novos trabalhos, os cacos da obra de 2004 – e os versos de Antonio Cícero, cantados na voz de sua irmã, Marina Lima – que o inspiraram à época:</em>&nbsp;“Quem vai colar os tais caquinhos do velho mundo?”<em>&nbsp;–&nbsp;</em>comenta a curadora Paula Terra-Neale.</p>



<p class="has-text-align-center">–&nbsp;<em>Cada nova obra guarda algo de obras anteriores</em>, diz o artista – cujas obras carregam, em seu DNA, o universo das memórias.&nbsp;&nbsp;<em>– Sempre relacionei a quebra dos copos no Castelinho à demolição da casa dos meus pais, no Recife, e às ruínas da fábrica de tecidos do meu avô</em>&nbsp;– também em Pernambuco&nbsp;<em>–</em>, registradas em vídeos que fazem parte da mostra.&nbsp;<em>Mas sem nostalgia; ao contrário, como um momento de ruptura, de transformação. Assim como eu estou ressignificando o vidro, a natureza se encarregou de mudar a configuração arquitetônica da fábrica, por exemplo, com a mata “invadindo” o espaço – e criando uma nova imagem belíssima</em>&nbsp;– conta Renato.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>– Colecionador de destroços e apreciador do frágil, Renato transforma cacos e ruínas em preciosidades, desafiando a nostalgia e sustentando valores existenciais e humanistas permanentes, ao apontar para a poesia de Armando Freitas Filho –</em>&nbsp;tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor.&nbsp;<em>O que nos oferece é o espetáculo esplendoroso do acontecimento da arte. Imagens, vídeos, instalações sonoras, bordados, desenhos e objetos compõem um espaço para a imaginação criativa e afirmam as liberdades pessoais e políticas como antídotos à distopia</em>&nbsp;– destaca a curadora.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>A EXPOSIÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Um tablado central, paralelo ao chão, ocupa quase todo o espaço da Galeria Terreirinho, no térreo do Paço Imperial. Num jogo harmonioso de cores e formas, desenhos em cacos de vidro, construções lúdico-espaciais e círculos de vidro amalgamados por fusão em alta temperatura misturam-se a objetos/esculturas e composições com várias gramaturas de pó de vidro, como um grande e instigante quebra-cabeças.</p>



<p class="has-text-align-center">Paula Terra-Neale explica que, nos desenhos atuais, Renato elabora uma soma matemática e intuitiva das pequenas peças de cristais, compondo-as livremente, porém alinhadas por suas arestas.&nbsp;<em>– Os cacos são agrupados a partir de suas cores originais. Não é mais a beleza da forma do objeto utilitário, já destruído, mas a beleza que existe na materialidade do fragmento, na redução da matéria ao universo das coisas mínimas, na fluidez do processo compositivo, na ênfase nas possibilidades infinitas, na liberdade das escolhas, no jogo de peças de encaixe; enfim, na potência da criatividade humana face à fragilidade</em>&nbsp;– afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">O bordado, que perpassa a produção do artista, também marca presença na exposição. Uma das obras é composta por três lenços que pertenceram a seu pai, nos quais Renato desenvolveu um bordado delicado.&nbsp;<em>São percursos de ponto e linha que acompanham o nome do pai – já gravado no lenço, como se fazia antigamente</em>&nbsp;– conta Renato.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de alguns pontos do trajeto expositivo, a poética do artista se completa pela sinfonia sutil do tilintar de cristais, do som da chuva caindo nas ruínas e pelo ruído do mar – uma gravação em&nbsp;<em>slow</em>&nbsp;<em>motion</em>&nbsp;que integra a obra.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong> 9 de dezembro<strong> </strong>até 1º de março de 2026 / <strong>Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial</strong> Praça Quinze de Novembro, 48, Centro / Entrada gratuita / <a href="http://www.amigosdopacoimperial.org.br/">www.amigosdopacoimperial.org.br</a></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello/">Exposição celebra os 25 anos de produção artística de Renato Bezerra de Mello</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/12/exposicao-celebra-os-25-anos-de-producao-artistica-de-renato-bezerra-de-mello/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221; chega ao Rio de Janeiro no Paço Imperial</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/12/mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/12/mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=195715</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após reunir milhares de visitantes em Salvador, São Paulo e Santos, a exposição&#160;&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221;&#160;chega ao Rio de Janeiro no Paço Imperial. A etapa carioca reforça o caráter itinerante do projeto, que vem construindo um&#160;diálogo contínuo entre Brasil e Cuba&#160;a partir dasancestralidades africanas que moldaram as identidades culturais dos dois [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial/">&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221; chega ao Rio de Janeiro no Paço Imperial</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Após reunir milhares de visitantes em Salvador, São Paulo e Santos, a exposição&nbsp;&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221;&nbsp;chega ao Rio de Janeiro no Paço Imperial. A etapa carioca reforça o caráter itinerante do projeto, que vem construindo um&nbsp;diálogo contínuo entre Brasil e Cuba&nbsp;a partir dasancestralidades africanas que moldaram as identidades culturais dos dois países.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221; reúne&nbsp;80 obras de 68 artistas&nbsp;e um oceano de histórias entre Brasil e Cuba, entre&nbsp;pinturas, esculturas e instalações&nbsp;que abordam ancestralidade, espiritualidade, cotidiano, celebrações populares e expressões&nbsp;afro-latino-americanas. O conjunto apresenta&nbsp;23 artistas do Grupo Bayate (Cuba), com obras que tratam da travessia atlântica, das resistências negras e das cosmologias afro-caribenhas e 45 artistas de 10 estados brasileiros, retratando heranças da população afro-brasileira escravizada nas comidas, festas religiosas, rodas de samba, gestos de trabalho e modos de viver preservados ao longo de gerações.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a etapa do Rio também ressalta a participação da artista carioca Bebeth, referência na produção contemporânea e figura importante do cenário artístico local. A curadoria é assinada por Odécio Visintin Rossafa Garcia, Oscar D&#8217;Ambrósio, Juliana Cândido e Shirlene Pérola Negra, com atuação da equipe técnica executiva responsável pela concepção, montagem e itinerância nacional do projeto.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: 9 de dezembro de 2025 a 1º de março de 2026 / <strong>Local:</strong> Paço Imperial / Praça Quinze de Novembro, 48 – Centro, Rio de Janeiro (RJ) Contato: Tel.: (21) 2215-2093 / (21) 2215-2622 <strong>Visitação:</strong> Terça a domingo e feriados, das 12h às 18h</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial/">&#8220;Mamáfrica – Ancestralidades Africanas entre Brasil e Cuba&#8221; chega ao Rio de Janeiro no Paço Imperial</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/12/mamafrica-ancestralidades-africanas-entre-brasil-e-cuba-chega-ao-rio-de-janeiro-no-paco-imperial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Gilberto Salvador – Geometria Visceral&#8221; apresenta um panorama da mais recente produção do artista</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/12/gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/12/gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=195717</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Paço Imperial inaugura exposição &#8220;Geometria Visceral&#8221;, com um panorama da mais recente produção do artista paulistano Gilberto Salvador. Com curadoria de Denise Mattar, serão apresentadas cerca de 40 obras, entre pinturas, esculturas e vídeos, que ocuparão todos os três salões do segundo pavimento do Paço Imperial. Há 17 anos sem expor no Rio de Janeiro, o artista tem uma forte relação com a cidade, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista/">&#8220;Gilberto Salvador – Geometria Visceral&#8221; apresenta um panorama da mais recente produção do artista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Paço Imperial inaugura exposição &#8220;Geometria Visceral&#8221;, com um panorama da mais recente produção do artista paulistano Gilberto Salvador. Com curadoria de Denise Mattar, serão apresentadas cerca de 40 obras, entre pinturas, esculturas e vídeos, que ocuparão todos os três salões do segundo pavimento do Paço Imperial. Há 17 anos sem expor no Rio de Janeiro, o artista tem uma forte relação com a cidade, tendo criado, inclusive, obras que retratam a paisagem carioca. Preocupado com a acessibilidade, o artista, que tem dificuldade de locomoção devido à paralisia infantil que teve aos 9 meses de vida, criou duas esculturas táteis, que poderão ser tocadas pelos visitantes. &#8220;Eu acho fundamental o público ter essa experiência&#8221;, afirma o artista. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição será uma oportunidade para o público carioca ter contato com a obra deste importante artista, que tem mais de 60 anos de trajetória e nunca deixou de trabalhar, mesmo diante de tantas adversidades. &#8220;Vale observar que a obra de Salvador, integrante essencial da cena artística paulista, é hoje pouco conhecida no Rio de Janeiro, em grande parte devido às dificuldades de locomoção do artista, cadeirante, pouco afeito a evocar suas limitações físicas, e, exatamente por isso, um exemplo de resiliência e coragem. Com isso, a exposição reveste-se também de um caráter de ineditismo, oferecendo ao público carioca a oportunidade rara de descobrir um artista, na madura plenitude de sua produção&#8221;, afirma a curadora Denise Mattar.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra será focada na produção mais recente do artista, mas começará com obras emblemáticas criadas nas décadas de 1960 e 1970, que pontuam o percurso de Gilberto Salvador nas artes. Entre elas estará &#8220;Viu&#8230;!&#8221; (1968), que destaca o embate com a ditadura militar, período de extrema importância na obra de Salvador. &#8220;Desde os seus primeiros trabalhos nos anos 1960, Gilberto soube fundir a racionalidade construtiva com um ímpeto visual orgânico. Suas primeiras experimentações gráficas e pictóricas revelam uma consciência política imbricada ao ato plástico — a cor como discurso, o traço como denúncia&#8221;, conta a curadora.</p>



<p class="has-text-align-center">Gilberto Salvador começou sua trajetória com obras mais figurativas, que, aos poucos, foram se tornando mais abstratas. A curadora chama a atenção para a utilização de materiais diversos na obra do artista, como folhas de acrílico, tinta, metal e objetos variados, muitos deles vindos da construção civil, em uma referência à sua formação em arquitetura e urbanismo. &#8220;Gilberto incorpora diferentes materiais de uma forma absolutamente harmônica, é um trabalho muito rico de materiais, em todas as fases de sua trajetória&#8221;, ressalta.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Os recortes nas obras, destacando as formas, também são outra característica marcante do trabalho do artista, assim como as cores fortes e vibrantes, que fazem referência à brasilidade. &#8220;Quando eu era criança uma das coisas que mais me impressionava eram os cartazes que havia na porta dos cinemas, com uma cena printada na madeira e recortada como se ela estivesse ganhando vida. Esse fator se repetiu durante todo um percurso da minha obra e, ao mesmo tempo, ganhou um elemento de pintura muito forte que é o cromatismo, que são cores vibrantes, que tem a ver com a nossa questão tropical. O Brasil tropical é colorido, a nossa flora é colorida&#8221;, diz o artista, que trabalhou muito tempo com paisagismo. </p>



<p class="has-text-align-center">O nome da exposição tem a ver com o fazer artístico de Gilberto Salvador. &#8220;O que mais me chama a atenção no trabalho dele, e por isso eu dei este título de&nbsp;<em>Geometria Visceral</em>, é que todo o construtivismo, a geometria, são absolutamente permanentes na obra do Gilberto, mesmo nas primeiras obras, que tem mais o espírito da Pop Arte, há a presença marcante da geometria. Mas sempre há um contraponto de uma forma orgânica presente em toda a obra dele&#8221;, diz Denise Mattar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> 9 de dezembro de 2025 até 1º de março de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial [2° pavimento] / Praça XV de Novembro, 48 – Centro </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/12/gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista/">&#8220;Gilberto Salvador – Geometria Visceral&#8221; apresenta um panorama da mais recente produção do artista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/12/gilberto-salvador-geometria-visceral-apresenta-um-panorama-da-mais-recente-producao-do-artista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Alair Gomes: o erotismo no belo” apresenta, pela primeira vez , parte de acervo de fotos arquivado por mais de 25 anos</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/06/alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/06/alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 12:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Alair Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=189652</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner, jornalista alemão e grande amigo do artista, a exposição&#160;“Alair Gomes: o erotismo no belo”&#160;será inaugurada no Paço Imperial, com curadoria de Luiz Pizarro. Ao longo de anos, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair, além de outras tantas adquiridas através de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/06/alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos/">“Alair Gomes: o erotismo no belo” apresenta, pela primeira vez , parte de acervo de fotos arquivado por mais de 25 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner, jornalista alemão e grande amigo do artista, a exposição&nbsp;“Alair Gomes: o erotismo no belo”&nbsp;será inaugurada no Paço Imperial, com curadoria de Luiz Pizarro. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de anos, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair, além de outras tantas adquiridas através de permuta por materiais que ele trazia da Alemanha, tais como papel fotográfico, filmes, entre outros itens. Arquivado por mais de 25 anos, parte deste acervo de fotos agora sai da gaveta para ser exibido ao público, que terá acesso a um material inédito, com cerca de 60 registros em preto e branco. Considerado até então, inédito e único no Brasil, seu trabalho conquistou reconhecimento internacional e nacional em 2001, em uma grande mostra retrospectiva na Fundação Cartier de Arte Contemporânea em Paris, com imagens que integram o acervo da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Além disso, um conjunto de suas fotografias foi selecionado para a Bienal de São Paulo em 2012, e algumas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA),&nbsp;do MAM Rio e do Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand. Sua obra foi tema do filme-documentário “A morte de Narciso” (2003), de Luiz Carlos Lacerda, que estará sendo exibido em uma das salas da exposição. Expografia e design são assinados pela Dupla Design.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“A série erótica aqui apresentada &#8211; toda ela originalmente manipulada, revelada e ampliada pelo próprio Alair, no laboratório em seu apartamento, que também servia como estúdio para fotografar os modelos &#8211; faz parte de um trabalho inovador e provocativo do artista, considerando, em especial, o período em que foram criadas: as décadas de 1970 e 1980. Ao capturar a beleza e a vulnerabilidade do corpo masculino, ele explorava a sensualidade, a intimidade e a relação do homem com seu próprio corpo, numa época em que a nudez masculina era bastante censurada, principalmente quando remetia à ideia de homossexualidade.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Vale destacar também a importância da realização desta exposição em um espaço público (o museu do Paço Imperial, que celebra seus 40 anos), confrontando a beleza e o rigor estético da obra de Alair Gomes com o contexto sociocultural retrógrado e muitas vezes reacionário que temos vivenciado nos últimos anos</em><strong>&#8220;, diz </strong>Luiz Pizarro.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço:</em> De 14 de junho até 10 de agosto / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial<br>Endereço: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro / Entrada gratuita </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/06/alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos/">“Alair Gomes: o erotismo no belo” apresenta, pela primeira vez , parte de acervo de fotos arquivado por mais de 25 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/06/alair-gomes-o-erotismo-no-belo-apresenta-pela-primeira-vez-parte-de-acervo-de-fotos-arquivado-por-mais-de-25-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Casa Própria&#8221; marca a primeira individual da artista Ana Hortides</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/03/casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/03/casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Hortides]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=186777</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Paço Imperial recebe a exposição &#8220;Casa Própria&#8221; que marca a primeira individual da artista Ana Hortides, no Rio de Janeiro,  sua cidade natal. Com curadoria de Lucas Albuquerque, a exposição faz um panorama de sua produção ao longo de dez anos, incluindo obras inéditas que investigam a casa, explorando sua materialidade. Cimento e azulejos se fundem na sua pesquisa, que parte [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/03/casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides/">&#8220;Casa Própria&#8221; marca a primeira individual da artista Ana Hortides</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Paço Imperial recebe a exposição &#8220;Casa Própria&#8221; que marca a primeira individual da artista Ana Hortides, no Rio de Janeiro,  sua cidade natal. Com curadoria de Lucas Albuquerque, a exposição faz um panorama de sua produção ao longo de dez anos, incluindo obras inéditas que investigam a casa, explorando sua materialidade. Cimento e azulejos se fundem na sua pesquisa, que parte da arquitetura do subúrbio carioca para expandir sua visão sobre o habitar no Brasil. A produção é da Atelier Produtora.</p>



<p class="has-text-align-center">Nascida e criada em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Ana Hortides constrói sua poética artística a partir de elementos visuais característicos dos subúrbios e periferias. Em sua pesquisa, materiais comuns à construção civil popular – como cimento queimado e ladrilhos – são transformados em estruturas que tensionam a familiaridade e o estranhamento. Escadas, lajes e fachadas, referências ao saber técnico de pedreiros e trabalhadores informais, surgem em dimensões variadas, descolando-se de suas funções originais e desafiando convenções espaciais e&nbsp;as fronteiras entre arte, política e identidade social.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição ocupa a galeria Terreirinho no&nbsp;<strong>Paço Imperial</strong>, reunindo obras das séries&nbsp;<em>Casa 15</em>&nbsp;e a inédita&nbsp;<em>Platibanda</em>&nbsp;(2024). Em&nbsp;<strong>Casa Própria</strong>, a série&nbsp;<em>Platibanda</em>&nbsp;se desdobra como uma investigação sensível das padronagens e ornamentos presentes nas fachadas das casas populares brasileiras. Esses trabalhos, nomeados como &#8220;padrão&#8221; ou &#8220;raios&#8221;, emergem tanto no imaginário quanto nas experimentações no ateliê da artista, ampliando sua pesquisa sobre o vocabulário arquitetônico das periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Platibanda</em>&nbsp;é uma série que nasce da ideia da casa construída por meio da tradição da construção civil popular, tão presente em diversas partes do Brasil. A pesquisa por trás dos trabalhos se baseia na observação das fachadas e platibandas ornamentadas com cacos cerâmicos, elementos que adornam inúmeras casas ao redor do país, formando um verdadeiro idioma visual. Cada obra da série é um fragmento dessa realidade, uma tentativa de dar forma e profundidade a elementos que resistem ao tempo, constituindo uma identidade popular e resgatando o valor simbólico e cultural dessas construções&#8221;, declara Ana Hortides.</p>



<p class="has-text-align-center">As fachadas, platibandas e terraços dessas construções possuem uma estética única, carregada de significados afetivos, históricos e culturais, expressos nos adornos, desenhos e padrões formados por pisos e cacos cerâmicos coloridos. Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como &#8220;bater laje&#8221;, símbolo potente de resistência e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Apresentada de maneira ampla pela primeira vez na cidade do Rio, a produção da artista propõe ao visitante o indomado silêncio do doméstico. Protuberâncias feitas em cimento e ladrilhos multiplicam-se ao longo da exposição, como um tumor que cresce desordenadamente. A cera vermelha, comum ao chão das casas de subúrbio, ergue-se feito cortina, abandonando sua dureza para tornar-se maleável. Mesmo fachadas distantes, como os raio-que-o-parta paraenses, aparecem como primos não convidados, expandindo o espaço expositivo. A casa própria, que para alguns é um objetivo de vida inegociável, aqui revela uma faceta mais inquietante&#8221;, declara Lucas Albuquerque, curador da mostra.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Visitação: de 15 de março a 11 de maio / de terça a domingo, das 12h às 18h. / Local: Paço Imperial (Praça Quinze de novembro, 48. Centro)</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/03/casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides/">&#8220;Casa Própria&#8221; marca a primeira individual da artista Ana Hortides</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/03/casa-propria-marca-a-primeira-individual-da-artista-ana-hortides/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cláudia Lyrio lança a exposição “O Manuscrito” no Paço Imperial</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/03/claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2025/03/claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=186840</guid>

					<description><![CDATA[<p>A artista Cláudia Lyrio lança a exposição “O Manuscrito”, com curadoria de Marisa Flórido Cesar, no espaço Paço Imperial, no Centro do Rio. São cerca de 70 obras, entrelaçadas entre escrita e pintura, letra e imagem, sentido e silêncio, visível e invisível, legível e ilegível, sentido e ruína. Lyrio, que é formada em Pintura e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/03/claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial/">Cláudia Lyrio lança a exposição “O Manuscrito” no Paço Imperial</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A artista Cláudia Lyrio lança a exposição “O Manuscrito”, com curadoria de Marisa Flórido Cesar, no espaço Paço Imperial, no Centro do Rio. São cerca de 70 obras, entrelaçadas entre escrita e pintura, letra e imagem, sentido e silêncio, visível e invisível, legível e ilegível, sentido e ruína. Lyrio, que é formada em Pintura e Letras e é Mestre em Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), usa os dois campos misturando arte e ficção literária em obras híbridas entre pinturas, desenhos, aquarelas, colagens e livros de grandes e pequenas dimensões.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição é dividida em seis conjuntos de trabalhos: Manuscritos; Aquarelas Flora Liriensis (Séries Simbiose e Pétalas); Futuros Possíveis (Desenho sobre impressão Fine Art); Labirintos; Livros de Artista; e Paisagens. O conjunto que dá título à exposição é um livro de autoficção da artista em que cada tela, de grande dimensão (199x97cm cada), é uma página, escrita-desenhada-pintada, por uma de suas personas. As obras, em exposição não linear, estão em meio e ao lado de outras “páginas”, outros conjuntos de suas várias personas, como se todas formassem anotações marginais de um livro rasurado e para sempre incompleto: a escritora, a naturalista melancólica, a arqueóloga&#8230;</p>



<p class="has-text-align-center">“O Manuscrito” é uma exposição para se ler-ver sobre tela. As telas, livros e desenhos de Lyrio, em seus grafismos e rasuras, rabiscos e apagamentos, são anotações voláteis do que escapa, como os sentidos, mas também os silêncios. Para a artista, “O Manuscrito” é “uma compostagem”, “de fragmentos e camadas de uma caligrafia pessoal, quase sempre cursiva, (&#8230;) o esboço de um livro que um dia viria (sic) a ser editado. Um livro que começou a ser criado no confinamento da pandemia de Covid-19, quando o sentimento agônico de finitude e colapso, de nós e dos mundos, e os sinais definitivos da catástrofe ambiental, se instalaram em nossas vidas”.</p>



<p class="has-text-align-center">Cláudia Lyrio é autora de dois livros infantis, Menina Lua Lobisomem e Três Reis Magros, e procura, de maneira geral, na sua produção artística entrelaçar arte, literatura e contexto ambiental. A artista tematiza questões da existência, o ciclo da vida, origens e fins, entropia, perenidade, efemeridade, perda, apagamento e memória. Lyrio tem especialização em História da Arte e da Arquitetura no Brasil (PUC-Rio) e é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ, na área de Teoria e Experimentação na Arte, linha de Poéticas Interdisciplinares. Em 2023, fez residência artística na Casa da Escada Colorida, no bairro da Lapa, e na Galeria Cândido Portinari, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “O Manuscrito” fica em exposição no Paço Imperial até 11 d e maio.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>15 de março até 11 de maio / Visitação: de terça a domingo, das 12h às 18h / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial, Praça XV de Novembro, 48 – Centro</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2025/03/claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial/">Cláudia Lyrio lança a exposição “O Manuscrito” no Paço Imperial</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2025/03/claudia-lyrio-lanca-a-exposicao-o-manuscrito-no-paco-imperial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
