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	<title>Arquivos racismo - Rota Cult</title>
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	<title>Arquivos racismo - Rota Cult</title>
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		<title>“Ninguém sabe o meu nome” em curtíssima temporada no Espaço Sérgio Porto</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 13:15:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fechando o Mês da Consciência Negra, o espetáculo “Ninguém sabe o meu nome” retorna ao Rio de Janeiro para uma curtíssima temporada no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Idealizada por Ana Carbatti, que assina a dramaturgia com Mônica Santana, a montagem com direção de Inez Viana e Isabel Cavalcanti foi aclamada por público e crítica em diversos estados do Brasil, trazendo na bagagem [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Fechando o Mês da Consciência Negra, o espetáculo “<em>Ninguém sabe o meu nome</em>” retorna ao Rio de Janeiro para uma curtíssima temporada no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Idealizada por Ana Carbatti, que assina a dramaturgia com Mônica Santana, a montagem com direção de Inez Viana e Isabel Cavalcanti foi aclamada por público e crítica em diversos estados do Brasil, trazendo na bagagem indicações a prêmios. Tendo como ponto de partida o dilema de uma mãe preta ao falar sobre o racismo com o filho, em cena a atriz se multiplica em muitas vozes para trazer ao palco reflexões sobre os códigos racistas já implícitos em nossa sociedade, bem como seus impasses, impactos e possíveis propostas de reparação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--1024x683.jpg" alt="“Ninguém sabe o meu nome”" class="wp-image-183738" style="width:502px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--2048x1365.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Ninguem-sabe-o-meu-nome--1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">“É lindo e muito emocionante retornar ao Rio, é como voltar para casa! Este projeto nasceu de reflexões muito pessoais, e foi construído com uma equipe que se tornou uma família. Como uma aldeia. E todo mundo sabe como é difícil manter um espetáculo teatral no nosso país. A resposta do público e da mídia que recebemos até hoje é um privilégio. E a gente não para de fazer novos planos pra peça, que se realimenta a cada temporada, a cada teatro que a gente visita, em cada cidade munida de suas peculiaridades, porque ele se realiza com a presença do público, mesmo. Estou com uma expectativa muito positiva pra essa temporada”, entusiasma-se Ana, indicada ao&nbsp;<strong>Prêmio Shell</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Prêmio APTR</strong>&nbsp;por sua performance.</p>



<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém sabe o meu nome</em>” começa quando a personagem acorda de um pesadelo onde ocorre o desaparecimento do menino. A partir daí, começa a questionar sua própria existência e sua função na sociedade, como mulher e mãe. Em uma conversa íntima com o público, ela discorre sobre suas principais angústias, medos e esperanças, falando através de todos os seus sentidos. Usando o humor, a peça provoca engajamento e empatia e procura conscientizar o público da dívida histórica que se tem para com a população preta e a necessidade de reparação, combatendo ainda o racismo estrutural. Para a diretora Isabel Cavalcanti, é urgente falar sobre o racismo no Brasil e sobre a violência sofrida pelas pessoas pretas, que compõem a maioria da população do Brasil &#8211; primeiro país do mundo com maior população preta fora do continente africano. </p>



<p class="has-text-align-center">“É fundamental repensar a história brasileira e promover esse debate no teatro, onde ainda é possível estabelecer um diálogo amoroso”, declara Isabel. “Como artista e como mulher negra em plena atividade eu fico muito contente de estar, de alguma forma, contribuindo para a construção de uma sociedade inclusiva. O Mês da Consciência Negra é um espaço pra se lembrar do quanto esse país precisou da presença negra para se constituir. Enquanto eu puder e enquanto me for dado espaço, eu quero estar ali, no palco, sendo motor dessa lembrança”, complementa Ana Carbatti. Imbuída do intuito de partilhar as descobertas da cena e partindo de um objeto não dramático, a atriz oferece a oficina de teatro gratuita “<em>Meu corpo: ação e emoção teatral</em>” no dia 07 de dezembro, das 14h30 às 18h30, no próprio teatro onde se apresenta com a peça.</p>



<p class="has-text-align-center">A atriz e idealizadora de “<em>Ninguém sabe o meu nome</em>”, reitera, contudo, que a intenção da montagem nunca foi constranger ninguém. “O barato é que o espetáculo fala pra todo mundo. Algumas pessoas não negras me dizem que se sentem envergonhadas. Eu não faço esse espetáculo pra isso, lógico que não! Mas eu entendo que essa sensação ajuda a se colocar numa posição que vai além da contemplação, além da resignação. E é disso que nós precisamos para mudar o caminho. As pessoas pretas veem suas histórias repetidas ali, se sentem acolhidas, representadas, e encontram espaço de expressão. Já as brancas abrem suas escutas e reconhecem seus lugares de privilégio, se fazem perguntas que nunca haviam feito antes. Então, eu fico com a impressão que a sociedade, como um todo se sente, contemplada”, comemora Ana.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong>:</p>



<p class="has-text-align-center">Temporada: 29 de novembro a 15 de dezembro de 2024 / Horário: 6ª feira e sábado, às 20h; Domingo às 19h / Ingressos na bilheteria </p>
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		<title>&#8220;O Poeta Aviador&#8221; faz sua estreia na Arena do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Com texto inédito de Renata Mizrahi, o espetáculo &#8220;O Poeta Aviador&#8221; faz sua estreia na Arena do Sesc Copacabana. A direção da montagem leva a assinatura da autora e de Priscila Vidca, com quem Renata está celebrando onze anos de parceria. Juntas, elas têm no currículo peças premiadas e de sucesso, como &#8220;Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo&#8221;, &#8220;Silêncio!&#8221;, &#8220;Vale Night&#8221; (em cartaz no Rio e em Portugal) e &#8220;Os Sapos&#8221;, que ganha este ano uma versão para o cinema com Thalita Carauta à frente do elenco.</p>



<p class="has-text-align-center">Vilma Melo (protagonista da série &#8216;Encantados&#8217;, da TV Globo), Hugo Germano, Jefferson Schroeder e José Karini compõem o elenco de &#8220;O Poeta Aviador&#8221;. Primeira atriz preta a vencer o Prêmio Shell de Melhor Atriz &#8212; por &#8220;Chica da Silva &#8211; O Musical&#8221;, em 2017, também escrito por Renata &#8211;, Vilma firma mais uma parceria com a autora, com quem encenou recentemente o solo &#8220;Mãe de Santo&#8221;. Na nova peça, a atriz dá vida a Sheila, uma mulher de classe média que enfrenta uma crise na relação com o marido, Cláudio (José Karini), enquanto precisa lidar com as questões do filho pré-adolescente (Hugo Germano), que tem 11 anos.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Já perdi a conta dos trabalhos que fiz com a Renata: são muitas frentes e linguagens. E cada vez que ela escreve, eu me surpreendo. Este texto agora toca nas relações familiares e sociais, mostra como um casal lida com as pessoas com as quais convive, principalmente o filho, e também a forma como encaram o dinheiro. Existem muitas verdades. Construo a Sheila a partir da observação de muitas mulheres, ouço muito o texto, a direção, os colegas. Além da técnica, uso a minha intuição, pois a criação parte dela&#8221;, conta Vilma.</p>



<p class="has-text-align-center">Sheila, sua personagem, é muito apegada ao menino e, agora, ela e o marido precisam se reinventar e muito diante de uma situação-limite: Cláudio está com a sua empresa de advocacia à beira da falência e, em meio a tudo isso, o filho deles é internado em um hospital, onde parece apenas ter alguma paz quando está ao lado do voluntário Rafael (Jefferson Schroeder). Este personagem acaba se transformando em um trampolim para a grande virada na relação desta família.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sou muito amigo dos meus dois sobrinhos, um deles tem a idade do Lucas. Interpretar o Rafael significa também entender como levar para o palco essa afinidade que se dá com uma criança que está passando por um momento difícil. A peça também expõe o dia a dia de crianças que veem suas realidades empurradas para quartos de hospital e nos faz refletir sobre nossas próprias vidas&#8221;, diz Jefferson, intérprete de Rafael.</p>



<p class="has-text-align-center">Contudo, o espetáculo trata de todos esses temas com muita leveza e é destinado a toda a família, como explica a autora, Renata Mizrahi. &#8220;Colocamos uma lupa sobre esta família interracial de classe média. O texto foi se modificando de lá para cá, comecei a escrevê-lo há doze anos. Mostramos um casal com muitas dificuldades em entender o processo de transformação que o filho está atravessando&#8221;, diz a escritora.</p>



<p class="has-text-align-center">Hugo Germano, que recentemente esteve no longa &#8220;Mussum: O Filmis&#8221;, tem se divertido nos ensaios ao dar vida a um menino de 11 anos. O ator tem 32 anos e interpreta brilhantemente Lucas. &#8220;Eu sempre digo que tenho um Erê dentro de mim. Gosto muito do universo da criança, dá espaço para muita criação. É muito à flor da pele também. O personagem é uma criança sonhadora como eu fui&#8221;, confessa.</p>



<p class="has-text-align-center">O arco dramático do personagem envolve também a puberdade. Lucas conhece o amor pela primeira vez com Carminha, a garota que está internada no hospital no quarto ao lado. Seu grande sonho é se tornar aviador e cruzar os céus, para desgosto do pai, José Karini &#8212; ator da Cia. Os Dezequilibrados —, que implica com todas essas coisas, inclusive o interesse de Lucas pela poesia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ele é careta e machista. Nunca se discutiu tanto a questão estrutural em torno disso. Há mulheres muito machistas também. A gente tenta desconstruir isso em cena. A gente também começa a pensar e observar como isso existe de certa forma dentro de nós. Atores são progressistas e querem quebrar padrões, mas também temos resíduos, infelizmente. A gente é doutrinado desde pequeno, né?&#8221;, lembra Karini.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Poeta Aviador&#8221; também tem direção de produção de Renata Mizrahi em parceria com Priscila Vidca. O projeto faz sua estreia no Rio por meio da produtora de Renata, Teatro de Nós Produções Artísticas, que ganhou o edital Sesc Pulsar 2024. O cenário é assinado por Anderson Aragón; o figurino é de Guilherme Reis; a iluminação, de Anderson Ratto, e a trilha sonora foi criada por Wladimir Pinheiro &#8212; indicado ao Prêmio Shell 2022 por &#8220;Vozes Negras&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço<br>Temporada: De 27 de junho a 21 de julho. Quinta a domingo, às 20h.<br>Local: Arena do Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira 160, Copacabana) <br>Ingressos na bilheteria<br>Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2024/06/o-poeta-aviador-faz-sua-estreia-na-arena-do-sesc-copacabana/">&#8220;O Poeta Aviador&#8221; faz sua estreia na Arena do Sesc Copacabana</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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