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	<title>Arquivos Sesc Copacabana - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Sesc Copacabana - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;A Construção&#8221; estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Franz Kafka]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escrita por Franz Kafka (1883-1924) seis meses antes de sua morte e publicada postumamente em 1931, a novela inacabada &#8220;A Construção&#8221; ganha uma montagem teatral com o ator Marcelo Olinto. Com direção de Beto Brown, adaptação de Pedro Emanuel (vencedor do Shell de melhor dramaturgia por &#8220;Língua&#8221;) e realização de Flávia Portela, do Estúdio F, a peça estreia na Sala [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Escrita por Franz Kafka (1883-1924) seis meses antes de sua morte e publicada postumamente em 1931, a novela inacabada &#8220;A Construção&#8221; ganha uma montagem teatral com o ator Marcelo Olinto. Com direção de Beto Brown, adaptação de Pedro Emanuel (vencedor do Shell de melhor dramaturgia por &#8220;Língua&#8221;) e realização de Flávia Portela, do Estúdio F, a peça estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana.</p>



<p class="has-text-align-center"><a></a>Em cena, o narrador-protagonista interpretado por Marcelo Olinto é um animal mamífero, um texugo que se dedica obsessivamente à criação e manutenção de sua toca subterrânea, um refúgio seguro criado para sua proteção. Cercado por uma atmosfera claustrofóbica, o personagem oscila entre o orgulho de seu trabalho e o medo paranoico de ter a sua toca invadida por inimigos, sejam reais ou imaginários.&nbsp;Ao encenar a história desse animal envolvido na construção de sua moradia-fortaleza, a obra aborda metaforicamente os sentimentos que acompanham o ser humano durante toda a sua vida: a necessidade de um teto e o medo da morte.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A narrativa suscita reflexões sobre a luta pela sobrevivência em um ambiente hostil. Quando Kafka escreveu a obra, na primeira metade da década de 1920, a Europa assistia à ascensão do fascismo. Hoje, um século depois, o mundo assiste, perplexo, à repetição da história não somente no continente europeu, mas também em países da América do Sul, da Ásia e da África.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizador do projeto, Marcelo Olinto alimenta há anos a vontade levar essa obra de Kafka para o teatro. &#8220;Sempre me chamou atenção o fato de esse texto ser uma crítica à burguesia, desse lugar da pessoa nunca querer partilhar e dividir, desse lugar da loucura da pessoa autocentrada&#8221;, conta Olinto. Diretor da peça, Beto Brown volta ao universo kafkiano depois de dirigir e adaptar outra obra do autor checo, &#8220;Macaco — Relatório a uma academia&#8221;. &#8220;Esse burguês da peça é egoísta ao máximo, mas não diria que é um ser infeliz porque ele ama a propriedade dele&#8221;, diz Brown.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Criado por Olinto em parceria com o estilista Almir França, o figurino é um terno preto com textura que remete a um animal. A equipe de criação conta ainda com a direção de movimento da coreógrafa Lavínia Bizzotto, cenário de Teca Fichinski, trilha sonora original de Mario Olinto e iluminação de Adriana Ortiz, premiada este ano com o Shell de melhor iluminação por &#8220;Um Filme Argentino.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong>  <strong>Temporada:</strong> 9/10 a 2/11 de 2025 / <strong>Dias e horários:</strong> Quinta a domingo, às 19h / <strong>Local:</strong> Sala Multiuso do Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana) <strong>/ Classificação: </strong>14 anos. </p>
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		<title>“Piquenique, variações amorosas” estreia no Mezanino do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 14:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcia Milhazes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 28 anos de uma sólida trajetória e projetos premiados no Brasil e no exterior, a Marcia Milhazes Companhia de Dança está de volta aos palcos cariocas com uma obra inédita.  Com direção artística, concepção e coreografia de Marcia Milhazes, uma das mais importantes artistas brasileiras do cenário da dança contemporânea, o espetáculo “Piquenique, variações amorosas” estreia no Mezanino do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com 28 anos de uma sólida trajetória e projetos premiados no Brasil e no exterior, a Marcia Milhazes Companhia de Dança está de volta aos palcos cariocas com uma obra inédita.  Com direção artística, concepção e coreografia de Marcia Milhazes, uma das mais importantes artistas brasileiras do cenário da dança contemporânea, o espetáculo “Piquenique, variações amorosas” estreia  no Mezanino do Sesc Copacabana. A montagem encerra a trilogia formada ainda por “Sempre seu” (2015) e “Guarde-me” (2017). O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2024/2025.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra&nbsp;coreográfica mergulha no campo emocional de um casal, com cenas amorosas de duas pessoas imersas num ambiente de fantasias, dois corpos enroscados em movimentos sutis travando confissões entre eles. No palco, essa história de amor é interpretada por&nbsp;<strong>Ana Amélia Vianna</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Domenico Salvatore</strong>&nbsp;– bailarinos de longa data na companhia –, como dois amantes, viajantes que se perdem em suas emoções, sem autonomia, encontrando algo que ainda não haviam despertado em si mesmos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Embalado por músicas do cancioneiro romântico&nbsp;brasileiro dos anos 30 e 40, em “Piquenique, variações amorosas”, o casal vive cenas de um romance que os vira ao avesso. Assim como em seus trabalhos anteriores, a trilha sonora assinada por Marcia é fruto de uma extensa pesquisa que resgata a memória musical de artistas brasileiros. Neste espetáculo, destaque para as vozes de Carmen Miranda, Clementina de Jesus,&nbsp;Orlando Silva, Francisco Alves, Lamartine Babo e Pixinguinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A companhia tem 28 obras coreográficas, além de quatro óperas, seis vídeos-dança e projetos em arte performance e educação. O cerne das obras consiste em falar sobre laços humanos, estabelecendo uma forte ligação com as memórias sonoras e culturais brasileiras, desde o barroco até ao samba. “Me encanta neste novo trabalho falar mais uma vez sobre o sensível, sobre este lugar da fantasia que está dentro de nós. Ela é fundamental para entendermos as nossas próprias raízes, esse lugar no fundo das nossas memórias”, diz Marcia.</p>



<p class="has-text-align-center">Parceiras de vida e de trabalho, Marcia convidou a irmã, a artista plástica Beatriz Milhazes, para criar um cenário que dialogasse com a montagem, assim como nos dois primeiros espetáculos da trilogia. Para isso, a artista criou uma obra inédita, um enorme painel de 9,5 metros de extensão por 6 metros de altura.  A pintura é composta por desenhos cheios de contornos despertando no público um mergulho visual onírico e misterioso. “O painel corrobora com esse mundo de fantasia, com desenhos muitos sutis criando uma sensação meio caleidoscópica”, diz Marcia Milhazes.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>Temporada:</strong> 14 a 24 de agosto de 2025 / <strong>Dias e horários:</strong> Quinta a domingo, às 20h30 / <strong>Local:</strong> Mezanino do Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana) / <strong>Ingressos</strong> na bilheteria </p>
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		<title> &#8220;Miró &#8211; Estudo nº 2&#8221; estreia no Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 11:58:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O público carioca terá a oportunidade de mergulhar no universo do poeta no Sesc Copacabana – Mezanino, com a estreia do espetáculo &#8220;Miró: Estudo N°2&#8221;. Levar o nome de Miró da Muribeca, homem negro periférico e um dos mais importantes poetas pernambucanos da contemporaneidade, com uma escrita dedicada à temática da periferia de Recife e ao cotidiano da população subalternizada, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> O público carioca terá a oportunidade de mergulhar no universo do poeta no Sesc Copacabana – Mezanino, com a estreia do espetáculo &#8220;Miró: Estudo N°2&#8221;. Levar o nome de Miró da Muribeca, homem negro periférico e um dos mais importantes poetas pernambucanos da contemporaneidade, com uma escrita dedicada à temática da periferia de Recife e ao cotidiano da população subalternizada, para além do Nordeste, era um grande desejo do grupo Magiluth.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção e dramaturgia assinadas pelo grupo Magiluth &#8211; formado pelos atores Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira e Giordano Castro – &#8220;<em>Miró: Estudo N°2</em>&#8221; faz parte do segundo trabalho de uma trilogia onde se estuda os poetas de Recife. Em 2022, o grupo estreou o <em>&#8220;Estudo n°1: Morte e vida&#8221;</em> um trabalho com base na obra do escritor e poeta João Cabral de Melo Neto que explicitava os caminhos possíveis para a construção de um espetáculo teatral a partir do texto &#8220;<em>Morte e vida Severina</em>&#8220;. </p>



<p class="has-text-align-center">Ainda envolvido com essa pesquisa, o coletivo resolve dar continuidade a essa investigação com o trabalho que chega à cidade, onde o jogo proposto é a indagação sobre como fazer um personagem, onde a experiência usa o processo de criação para resgatar a obra do poeta. &#8220;Em &#8216;Miró &#8211; Estudo N°2&#8217;<strong>&nbsp;</strong>a gente aborda como<strong>&nbsp;</strong>se faz para construir um personagem, utilizando o Miró como figura central. Quais as permissões temos para isso? Vamos mesclando toda essa discussão com a poesia dele e com o fazer teatral&#8221;, explica Bruno Parmera.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Embora o universo desta<em>&nbsp;</em>obra<em>&nbsp;</em>tenha começado sua idealização em 2015, apenas com a instalação do grupo no edifício Texas, um espaço que funcionou praticamente como um centro cultural no coração do bairro da Boa Vista, no centro do Recife, proporcionou ao Magiluth um intenso fluxo de intercâmbio com vários artistas, de diversas linguagens, favorecendo sua realização. Dentre esses encontros, aconteceu a aproximação com o poeta Miró da Muribeca.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">E dos encontros frequentes com aquele homem em estado de ebulição poética é que começou a nascer a vontade de se aproximar ainda mais da sua obra e da sua biografia. &#8220;Miró é uma poesia muito forte, de rua, uma figura ímpar, tenho certeza que o público vai se identificar. Em nossas últimas peças temos flertado muito com o audiovisual, mesclando teatro e cinema, fazendo muito uso da tecnologia. Manipulamos tudo em cena, a luz, o vídeo, a câmera, o microfone, isso virou uma linguagem do grupo&#8221; conclui Giordano Castro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO:</u></strong> <strong>&#8220;MIRÓ: ESTUDO N°2&#8221;</strong> / Temporada: 06 a 16 de fevereiro de 2025 / Horário: Quinta-feira a domingo, 20h30 / Ingressos na bilheteria / Local: Sesc Copacabana – Mezanino (Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana) Classificação Indicativa<strong>:</strong> 16 anos</p>
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		<title>“A Sala Branca”, do autor catalão Josep Maria Miró, estreia no Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 13:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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		<category><![CDATA[Josep Maria Miró]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que aconteceria se você encontrasse casualmente aquela professora da sua infância que lhe ensinou a ler e a escrever? Quais memórias viriam à tona? O que diriam um ao outro? Este é o ponto de partida do espetáculo “A Sala Branca”, do autor catalão Josep Maria Miró. Autor de outras peças montadas no Brasil, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O que aconteceria se você encontrasse casualmente aquela professora da sua infância que lhe ensinou a ler e a escrever? Quais memórias viriam à tona? O que diriam um ao outro? Este é o ponto de partida do espetáculo “A Sala Branca”, do autor catalão Josep Maria Miró. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="787" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-1024x787.jpg" alt="A Sala Branca" class="wp-image-181745" style="width:552px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-1024x787.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-300x231.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-768x590.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-1536x1180.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-150x115.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-696x535.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-1068x821.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-547x420.jpg 547w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8-80x60.jpg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Sala-Branca_credito-da-foto_Victor-Hugo-Cecatto-8.jpg 1619w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Victor Hugo Cecatto</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Autor de outras peças montadas no Brasil, como “O Princípio de Arquimedes” e “Nerium Park” (ambas também com tradução de Daniel Dias da Silva), o premiado Josep Maria Miró apresenta em “A Sala Branca”, uma obra intimista que combina drama, humor, ternura e reflexão.&nbsp;Construída a partir de uma narrativa fragmentada – na qual vozes, tempos e locais se misturam – o espetáculo&nbsp;conduz o público a uma viagem nostálgica, revisitando as paisagens íntimas e emocionais da infância.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, Carlos (Sávio Moll), Laia (Isabel Cavalcanti) e Manuel (Daniel Dias da Silva) reencontram Senhorita Mercedes (Angela Rebello), a professora que os ensinou a ler e escrever quando pequenos. Eles não se veem há 40 anos e agora são adultos, com vidas que seguiram por caminhos diferentes. A reunião aparentemente casual com a Senhorita Mercedes será perturbadora para cada um deles, fazendo surgir questionamentos profundos e também velhas feridas.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizador da montagem, o ator Daniel Dias da Silva tem uma relação antiga com a obra de Josep Maria Miró, sendo a “A Sala Branca” o quinto texto que ele traduz para o português.&nbsp;“É interessante essa familiaridade com a obra do autor, você acaba reconhecendo seu estilo, suas referências, suas ideias. Sempre me impressiono com o domínio que ele tem de sua dramaturgia, com a forma como constrói os diálogos, permeados por silêncios e vazios que, muitas vezes, dizem mais que as palavras, compondo um quebra-cabeças que tira o espectador ou leitor de uma posição passiva”, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Com relação ao enredo de “A Sala Branca”, Daniel avalia um olhar do autor sobre o passado como forma de entender o presente. “Acho que, nesta peça, Miró propõe uma viagem mais nostálgica, pessoal e intimista à infância, um período frequentemente visto de forma romantizada, mas que também pode ser cruel, esconder dores e mágoas. É uma fase determinante na construção do ser humano e ele busca compreender como nos tornamos quem somos hoje e, ao mesmo tempo, faz uma reverência aos mestres que nos formaram e nos guiaram no início dessa jornada”, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">O diretor Gustavo Wabner conta que a infância dos três personagens é revisitada de uma forma contundente e sem romantismos. “Cada um deles possui uma trajetória e características próprias, com fluxos e embocaduras diferentes. O autor nos desafia com personagens complexos em suas trajetórias e composições”, adianta. Sobre a dramaturgia, Wabner a considera especial por vários motivos. Primeiro pela premissa e pela temática, mas também pela sua estrutura e carpintaria. “É um texto muito inteligente, cheio de sutilezas e nuances, que convida o espectador a montar, ou melhor, a desenredar a trama que se apresenta. A estrutura não linear torna a história mais dinâmica, potencializa os fatos e mantém a plateia atenta”, acredita. </p>



<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong></p>



<p><strong>Temporada: </strong>de 19 de setembro a 20 de outubro de 2024 / <strong>Dias e horário:</strong> de quinta a domingo, às 19h</p>



<p><em>Não há apresentação entre os dias 3 e 6/10 devido às eleições municipais</em></p>



<p><strong>Local:</strong> Sala Multiuso do Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana)</p>



<p><strong>Ingressos</strong> na bilheteria </p>



<p><strong>Classificação indicativa:</strong>&nbsp;12 anos |&nbsp;<strong>Duração:</strong>&nbsp;80 min.</p>



<p><strong>Instagram:&nbsp;</strong>@asalabranca</p>
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