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	<title>Arquivos Sorria 2 - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Sorria 2 - Rota Cult</title>
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		<title>Sorria 2: Uma obra criativa, cheia de jump scares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 11:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Ninguém tinha a menor dúvida de que, ao faturar 200 milhões de dólares, somente em bilheteria, o longa-metragem <em>Sorria</em>, dirigido e roteirizado por Parker Finn, teria uma sequência. A despeito do que a crítica possa falar ou escrever, bem ou mal, produções lucrativas são sempre exploradas ao máximo. O plano é esgotar o filão e depois, quando ele não tiver mais nada a oferecer, passar para a próxima boa ideia. Que assim seja!</p>



<p class="has-text-align-center">A franquia agora composta por dois filmes, o original, de 2022,  e <em>Sorria 2</em>, de 2024, de fato era uma boa ideia. O que muita gente tinha dúvida, inclusive eu, era como Finn, mais uma vez responsável pela direção e pelo roteiro, trabalharia o mote da sua história sem parecer mera repetição de situações já mostradas anteriormente e soar cansativo. </p>



<p class="has-text-align-center">Para quem não assistiu ao primeiro longa, um aviso importante: a trama de <em>Sorria 2</em> se inicia exatamente seis dias depois dos acontecimentos vistos em <em>Sorria</em>. Assim, para àqueles que estão caindo de paraquedas nessa produção, talvez faça falta algumas explicações que foram dadas previamente, de qualquer jeito, não é impossível ver a segunda parte sem ter assistido à primeira. Na nova trama, o policial Joel (Kyle Gallner) tenta se livrar da maldição herdada de sua amiga, a médica Rose (Sosie Bacon). O plano não sai precisamente como o arquitetado e, por vias tortas, a maldição chega até Skye Riley (Naomi Scott), uma diva da música pop que está tentando retomar sua carreira e iniciar uma turnê após um grave acidente. </p>



<p class="has-text-align-center">Fios condutores dos dois filmes, Rose e Skye possuem uma particularidade em comum: são pessoas que carregam um grande trauma. A médica, ainda criança, viu a mãe cometer suicídio na sua frente. A cantora, já adulta, perdeu o namorado, um famoso ator, em uma batida de carro em que ela própria estava envolvida. É nesta semelhança que reside a boa ideia de Parker Finn. Como percebemos ao longo das duas tramas, a tal maldição, na verdade, uma criatura maligna, não é a única fonte da dor que acomete as protagonistas. Na realidade, da mesma maneira que uma infecção se alimenta da nossa baixa imunidade, a criatura se alimenta dos traumas prévios das suas vítimas. Quando mais fragilizadas, mais sucetíveis estas estão ao seu domínio.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Boas ideias não são necessariamente originais. Alguns leitores podem e devem ter se lembrado de um filme chamado <em>Corrente do Mal,</em> lançado em 2014. Na obra de David Robert Mitchell, uma força, igualmente maligna, persegue e mata jovens. A sua forma de transmissão? O sexo. Ou seja: uma infeção e uma doença venérea. Dois exemplos de como os filmes de terror podem de forma lúdica tratar e alertar para males reias, que não possuem nada de sobrenaturais. A diferença está no modo como cada um dos diretores trabalhou as suas ideias. Em <em>Corrente do Mal,</em> longa-metragem que, aliás, adoro, há uma sutileza que, sinceramente, não vejo em <em>Sorria 2 </em>ou na franquia como um todo. </p>



<p class="has-text-align-center">A apresentação e a fixação da ideia e do mote de Parker Finn é feita com competência. Em <em>Sorria 2,</em> especificamente, esta é realizada com o auxílio das músicas de Skie que versam sobre a sua própria confusão mental devido ao trauma. Feito isso, o passo seguinte é mergulhar em uma espiral de jump scares que só se justifica se você for adepto do susto pelo susto. Finn é um cineasta com bastante potencial. Dá para ver como, da obra de 2022 para a de 2024, sua direção evoluiu. Tendo isso em mente, dá para reconhecer também a existência de algumas cenas muito boas como, por exemplo, uma ocorrida no apartamento da protagonista perto do desfecho da história. E é curioso como esta cena remete instantaneamente a outra vista antes, em um ensaio para a turnê. Todavia, falta equilíbrio na hora combinar essas cenas com tantos sustos. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Sorria 2 </em>tem outros acertos ainda dignos de nota. Muito da trama acontece em sonhos, ou melhor, em pesadelos. Na maior parte do tempo, logo fica claro o auê é real e o que é pesadelo, porém, há uma parte que Finn consegue manter em suspense até quase os minutos derradeiros e aí nos surpreender com uma revelação bem orquestrada. Além disso, o último frame também é muito bom e dotado de um gancho que pode perfeitamente ensejar uma nova sequência. Contudo, como escrevi no parágrafo anterior, todos estes acertos e mesmo as boas cenas, haja vista as supracitadas, seguem perdidos em meio a tantos sustos. E aí acaba que o resultado é uma obra interessante, criativa, mas, no cômputo geral, um pouco cansativa. </p>



<p class="has-text-align-center">Desliguem os celulares e boa diversão. </p>



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