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	<title>Arquivos teatro - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos teatro - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Mamão Papai&#8221; estreia no Rio de Janeiro, no Teatro Glaucio Gill</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:06:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["Mamão Papai"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Partindo da ideia de que é possível haver outras formas de viver como mulher, para além do que é socialmente esperado, Pâmela Côto criou o solo &#8220;Mamão Papai&#8221;. O projeto estreou em São Paulo, com sucesso de público e crítica, além de indicações a prêmios como melhor atriz e música, destacando-se a indicação de Pâmela Côto [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Partindo da ideia de que é possível haver outras formas de viver como mulher, para além do que é socialmente esperado, Pâmela Côto criou o solo &#8220;Mamão Papai&#8221;. O projeto estreou em São Paulo, com sucesso de público e crítica, além de indicações a prêmios como melhor atriz e música, destacando-se a indicação de Pâmela Côto ao Prêmio Shell de melhor atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">Na trama da peça, que tem colaboração dramatúrgica de Maria Isabel Iorio, uma mulher atravessa memórias eróticas e afetivas, em uma tentativa de reconexão com o pai, depois de anos de silêncio, num reencontro familiar. A protagonista relembra histórias de afetos que são atravessadas por diversas formas de violência, principalmente envolvendo figuras masculinas. </p>



<p class="has-text-align-center">Para a criadora do espetáculo, a personagem está em constante tentativa de ruptura com uma feminilidade padrão, com um papel de gênero tradicional. &#8220;Ela traz à tona as suas experiências, como um grande jorro, um confronto, à medida que busca alguma conexão com o pai: que abandona a sua função quando  sua esposa, a mãe, resolve se separar. Ali fica evidenciado o enorme hiato na relação desse homem com a filha&#8221;, acrescenta.</p>



<p class="has-text-align-center">Com assistência de direção de Giuliana Maria e preparação de elenco de Felipe Rocha, a direção de Zanini explora no diálogo atriz-platéia essa troca intensa, sem filtros e recheada de dor e humor. &#8220;O texto investiga também a violência em sua dimensão menos óbvia: aquela que se manifesta no silêncio. Em contraponto a esse silêncio, a trajetória da protagonista se revela como um percurso turbulento e intenso, cheio de contradições e afetos, que afirma a possibilidade de existir em plenitude — com tudo o que a vida entrega. E&nbsp; é a partir dessa complexidade infinita que é viver que a montagem percorre essa montanha-russa de sentimentos&#8221; conta a diretora.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, o nome &#8220;Mamão Papai&#8221; faz também referência a uma árvore e o seu fruto, representando uma narrativa capaz de presentificar os buracos. A ausência paterna provoca uma tentativa de reconstruir os contornos de uma figura masculina borrada, que provoca amor, raiva e sentimento de abandono. Nesse contexto, todas as masculinidades retratadas no solo são alegóricas, simbolizando as situações estruturantes das experiências femininas. E a protagonista não tem nenhum tabu ao se expor para a plateia. </p>



<p class="has-text-align-center">A&nbsp; iluminação de Sarah Salgado, o cenário de Celina Lira e o figurino de Andy Lopes, não apenas constroem o espaço concreto onde a protagonista reencontra seus familiares, como configuram esse &#8216;não-lugar&#8217; onde suas vivências se expandem e se tornam território de delírio.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nesse mesmo jogo, a trilha sonora criada por Mini Lamers e as projeções de Julia Ro abrem novas camadas de sensações e memórias, atravessando passado e presente, revelando novas dimensões da história e subjetividade da personagem.&nbsp; Cada elemento — luz, imagem e som —&nbsp; compõem esse imaginário que se desenrola até o momento presente, surpreendendo o público com elementos inesperados e transportando-o para o universo íntimo e complexo desta mulher.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Mamão Papai&#8221; é um solo de autoficção que investiga os vínculos entre prazer, trauma e identidade. Num reencontro familiar, uma mulher atravessa memórias eróticas e afetivas, em uma tentativa de reconexão com o pai, depois de anos de silêncio. Entre humor e vertigem, a peça reflete sobre amor, liberdade, sexualidade e os atravessamentos da masculinidade em uma vida feminina.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: De 09 de maio a 01 de junho de 2026 / Sábado a segunda, às 20h / <strong>TEATRO GLAUCIO GILL</strong> Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n &#8211; Copacabana / <strong>Classificação: </strong>16 anos</p>



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		<title>&#8220;O Talentoso Ripley&#8221; faz nova temporada na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:24:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["O Talentoso Ripley"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma primeira temporada com sessões esgotadas e forte repercussão de público e crítica, &#8220;O Talentoso Ripley&#8221; retorna ao Rio de Janeiro para uma nova temporada, desta vez no teatro da Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Agora, o espetáculo volta aos palcos com uma proposta que aposta no suspense psicológico e em uma atmosfera que flerta [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="v1isPasted">Após uma primeira temporada com sessões esgotadas e forte repercussão de público e crítica, &#8220;O Talentoso Ripley&#8221; retorna ao Rio de Janeiro para uma nova temporada, desta vez no teatro da Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Agora, o espetáculo volta aos palcos com uma proposta que aposta no suspense psicológico e em uma atmosfera que flerta com o terror para conduzir o público por uma narrativa construída a partir da perspectiva do próprio protagonista.</p>



<p class="has-text-align-center">Baseada no romance de Patricia Highsmith e na adaptação teatral de Phyllis Nagy, em sua primeira versão em português, a montagem desloca o foco da ação para a dimensão psicológica da narrativa e organiza a cena a partir do ponto de vista de Tom Ripley, estruturando a experiência do espectador nesse território instável, em que percepção, relato e verdade se sobrepõem.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo é estrelado por Hugo Bonèmer, que também assina a direção ao lado de Kamilla Rufino e conduz o projeto como produtor em um processo independente. Esse acúmulo de funções se reflete diretamente na encenação, construída a partir de um eixo que conecta atuação, linguagem e concepção, com foco na investigação das zonas mais ambíguas do personagem e das relações que o cercam. Segundo Bonèmer, a narrativa se constrói a partir de um ponto de vista que busca convencer o espectador a validar as escolhas do personagem, por mais extremas que sejam.</p>



<p class="has-text-align-center">Além de Hugo Bonèmer, o elenco conta com Cassio Pandolfh, como Herbert e o Tenente Roverini, Francisco Paz, como Rickie, Guilhermina Libanio, como Marge e Sophia, João Fernandes, como Marc e Freddie, Laura Gabriela, como Emily e Tia Dottie, e Tom Nader, como Red, Fausto e Silvio, em um jogo de revezamento de personagens que atravessa a narrativa. O recurso, presente na adaptação de Nagy, ganha protagonismo na montagem ao reforçar o deslocamento constante de identidades que estrutura a obra.</p>



<p class="has-text-align-center">A dramaturgia de Nagy, escrita antes da adaptação cinematográfica dos anos 1990, reposiciona a narrativa ao expandir a presença dos personagens femininos e aprofundar suas camadas dramáticas. Na leitura da montagem, esse deslocamento se traduz em relações mais tensionadas e em uma reorganização do olhar do público sobre a história, ampliando as forças que atravessam o percurso do protagonista.</p>



<p class="has-text-align-center">A direção se constrói a partir de uma partitura física marcada por imagens simbólicas e pela transição entre diferentes registros de atuação, que atravessam a farsa, o naturalismo e o realismo fantástico. Nesse percurso, a encenação se aproxima de uma lógica fragmentada, como se o público acompanhasse uma espécie de transmissão conduzida pelo próprio protagonista, que compartilha suas versões e pensamentos diretamente com a plateia.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse desenho se materializa também na cenografia, que tem sido um dos elementos mais comentados da montagem. Com cenário assinado por Hugo Bonèmer, iluminação de Renato Machado e figurinos de Sergio Medina Paranhos e Joe Nicolay, o espetáculo constrói uma ambiência visual que dialoga diretamente com a instabilidade da narrativa.  </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a encenação se constrói ainda a partir do encontro entre diferentes referências, que vão do suspense clássico ao imaginário contemporâneo do true crime, mantendo como base a investigação psicológica proposta pelo material original. </p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que recontar uma história já conhecida, a montagem, certamente, propõe uma reflexão sobre desejo, mobilidade social e construção de imagem, aproximando a trajetória do protagonista de questões contemporâneas ligadas à performance e à necessidade de reconhecimento. Em cena, essa investigação se traduz em uma experiência direta, em que o público é conduzido pela lógica do personagem até perceber que já não observa de fora, mas está implicado. É nesse deslocamento, entre identificação e desconforto, que o espetáculo encontra sua força e se afirma como um estudo sobre até onde alguém pode ir para ocupar um lugar no mundo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> <strong>Temporada:</strong> de 3 a 31 de maio / <strong>Local:</strong> Casa de Cultura Laura Alvim Av. Vieira Souto, 176 &#8211; Ipanema   / <strong>Vendas:</strong> <a href="https://cthg1.r.ag.d.sendibm3.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG7uh5zL67PU3H5rcqk3/4IXGN7F3vIgT" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>site da Funarj</u></a> e bilheteria do teatro <strong>Classificação indicativa: </strong>18 anos <strong>Gênero:</strong> suspense/terror</p>
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		<title>Bruce Gomlevsky interpreta dramaturgo brasileiro em &#8216;Nelson Rodrigues- o passado sempre tem razão&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:52:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nelson Rodrigues, frasista genial, aclamado, odiado, censurado, respeitado até por seus detratores. Sua obra desperta os mais variados sentimentos, jamais a indiferença. O mais carioca dos pernambucanos volta à cena em ‘Nelson Rodrigues – o passado sempre tem razão’ com Bruce Gomlevsky interpretando o autor de clássicos como ‘Vestido de noiva’, ‘O beijo no asfalto’, ‘Álbum de família’, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Nelson Rodrigues, frasista genial, aclamado, odiado, censurado, respeitado até por seus detratores. Sua obra desperta os mais variados sentimentos, jamais a indiferença. O mais carioca dos pernambucanos volta à cena em ‘Nelson Rodrigues – o passado sempre tem razão’ com Bruce Gomlevsky interpretando o autor de clássicos como ‘Vestido de noiva’, ‘O beijo no asfalto’, ‘Álbum de família’, entre outros.  </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="516" height="480" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BruceGomlevsky-NelsonRodrigues-jan2026_DMV7719.jpg" alt="Bruce Gomlevsky" class="wp-image-199266" style="width:457px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BruceGomlevsky-NelsonRodrigues-jan2026_DMV7719.jpg 516w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BruceGomlevsky-NelsonRodrigues-jan2026_DMV7719-300x279.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BruceGomlevsky-NelsonRodrigues-jan2026_DMV7719-452x420.jpg 452w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BruceGomlevsky-NelsonRodrigues-jan2026_DMV7719-150x140.jpg 150w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Dalton Valério </figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Aliás, esse monólogo não é uma biografia convencional. Carlos Jardim não conta de forma cronológica a vida de Nelson Rodrigues. O que está em cena é o pensamento, a palavra, a alma de um homem atormentado, contraditório e genial.</p>



<p class="has-text-align-center"> “Busco mostrar o Nelson que não foge da polêmica, que faz reflexões profundas, mas que também se mostra humano e, às vezes, até vulnerável. A intenção é mostrar seu pensamento intenso, conturbado, que até hoje se mostra vivo e relevante”, explica Jardim, que ficou mais de quatro meses mergulhado no universo do escritor. Nada mais justo que as próprias falas e os escritos de Nelson sejam protagonistas do texto, com diversos pensamentos do autor reunidos por uma costura meticulosa.</p>



<p class="has-text-align-center">O texto que ganha o corpo de Bruce Gomlesvky é quase 100% fiel às falas e escritos originais de Nelson Rodrigues, com pequenas intervenções de Carlos Jardim que, além de mergulhar na obra do homenageado, assistiu a inúmeras entrevistas em vídeo, vasculhou o material disponível em livros e crônicas e foi pinçando trechos até chegar à forma final do texto, que conta com a colaboração do próprio Bruce. </p>



<p class="has-text-align-center">“Cheguei à sala de leitura com um roteiro pronto, mas, desde o primeiro momento, deixei claro que estava aberto às sugestões. Bruce é um apaixonado pelo Nelson e sonhava em interpretar o dramaturgo. Conforme fomos lendo e trabalhando no texto, ele foi trazendo trechos incríveis, que se encaixavam com perfeição à ideia original”, exalta Jardim. “Quando li a dramaturgia inicial concebida pelo Carlos Jardim já me apaixonei pelo projeto, mas sugeri que continuássemos em uma busca que pudesse enriquecer ainda mais a dramaturgia. Temos um diretor brilhante e muito aberto para um processo colaborativo”, complementa Bruce Gomlevsky.</p>



<p class="has-text-align-center">A relação de Bruce com Nelson Rodrigues vem de longo tempo. Dirigiu espetáculos como ‘Bonitinha, mas ordinária’ e ‘Anti-Nelson Rodrigues’. Interpretar o dramaturgo é um desejo antigo. “Sou apaixonado pela obra dele. Com certeza, um dos maiores dramaturgos do século XX, no mundo. Um profundo conhecedor da psique humana. Autor de estilo único, criador de uma linguagem própria que, corajosamente, coloca em cena e desnuda o que há de mais profundo no inconsciente humano, despudoradamente e de forma amoral”, vibra o ator.</p>



<p class="has-text-align-center">O monólogo traz reflexões importantes e mostra como o escritor, certamente, se mantém cada vez mais atual. Em ano de eleições e Copa do Mundo, a paixão de Nelson por futebol e política e suas opiniões polêmicas entram em cena ao lado de temas sempre presentes na vida do escritor, como amor, adultério, morte, o Rio de Janeiro e suas contradições, o subúrbio carioca e seu cotidiano pulsante. Pensamentos muitas vezes polêmicos, frases que podem gerar identificação ou mesmo repúdio. Nelson nunca temeu dizer o que pensava e está presente no espetáculo em toda sua genial contradição. Para Carlos Jardim, trazer esses questionamentos é muito importante, ainda mais em um momento no qual o país vive tão polarizado: “o que mais me atrai é poder provocar discussões ainda muito pertinentes através do pensamento dele, especialmente no mundo de hoje, em que o diálogo e as dúvidas deram lugar a certezas absolutas e posições radicais que não admitem revisão”.</p>



<p class="has-text-align-center">Nascido em Recife, Nelson Rodrigues veio ainda criança para o Rio de Janeiro, onde tornou-se jornalista, escritor, firmou sua identidade e criou uma obra fundamental para a cultura brasileira. Autor de romances, crônicas, contos, foi no teatro que o autor alcançou seu apogeu com uma série de peças que são referência na dramaturgia criada no Brasil. A crítica nem sempre o aplaudiu. O público chegou a vaiar alguns de seus espetáculos. Muitas vezes, o reconhecimento só veio tardiamente, pois sempre esteve à frente de seu tempo. “O fascinante é que você não precisa concordar com ele para admitir sua genialidade”, vibra Jardim.</p>



<p class="has-text-align-center">Quase cinquenta anos após sua morte, Nelson Rodrigues segue sendo celebrado, montado, debatido, mas permanece, muitas vezes, incompreendido. Embora se declarasse um romântico, ele nunca quis ser amado por todos. Muito pelo contrário, como cunhou em uma de suas mais célebres frases: “toda unanimidade é burra”. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO<strong>:</strong> De 01 de maio até 25 de maio de 2026 / CCBB RJ &#8211; Teatro II / Classificação etária: 14 anos / Ingressos disponíveis no site <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a>  e na bilheteria do CCBB RJ.</p>
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		<title>Marcela Galvão se apresenta todas as terças de maio no Leblon</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[stand-up]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um humor inteligente, criativo e fora do comum, a comediante Marcela Galvão estreia seu primeiro solo em teatro carioca, o espetáculo &#8220;R.I.R. – Raciocínio Inútil Reverso&#8221; no Teatro Municipal Café Pequeno. A classificação é 12 anos.  Natural de Niterói, região metropolitana do Rio, a artista vem se destacando na cena do stand-up comedy com uma [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com um humor inteligente, criativo e fora do comum, a comediante Marcela Galvão estreia seu primeiro solo em teatro carioca, o espetáculo &#8220;R.I.R. – Raciocínio Inútil Reverso&#8221; no Teatro Municipal Café Pequeno. A classificação é 12 anos. </p>



<p class="has-text-align-center">Natural de Niterói, região metropolitana do Rio, a artista vem se destacando na cena do stand-up comedy com uma habilidade inusitada: falar fluentemente de trás pra frente. Desde 2021, quando iniciou sua trajetória na comédia, a artista divide sua agenda entre Rio e São Paulo, acumulando participações em palcos importantes e abrindo shows de nomes consagrados como Igor Guimarães, Raphael Ghanem, Tiago Santineli e Carol Zoccoli.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Rir coletivamente é catártico. Com esse espetáculo eu espero provocar o riso em muita gente, sobretudo nesse momento torto que o mundo tá passando e nessa correria doida, onde boa parte das pessoas termina um dia sem dar risada. Estar em cartaz em um palco carioca fazendo comédia é um desejo antigo. Uma plateia cheia de gente que se identifica com o que tá ouvindo ali é especial demais. Quem for me assistir nas terças de maio vai fazer a terça valer a pena&#8221;, avalia.  </p>



<p class="has-text-align-center">Pela primeira vez ocupando o palco de um teatro carioca com seu show solo, Marcela Galvão apresenta uma hora de comédia dinâmica e surpreendente, em uma temporada intimista que vai fazer a plateia se divertir com as situações mais inusitadas vividas pela artista.  </p>



<p class="has-text-align-center">Atriz e roteirista, Marcela ganhou as redes sociais graças a um vídeo gravado em fevereiro do ano passado, em plena Avenida Paulista, mostrando sua habilidade e fluência em falar as palavras de trás pra frente. Ao fazer a participação na rua, a niteroiense não só contou seu feito como mostrou o que sabia fazer. O registro rapidamente quebrou a internet e foi visto mais de 1 milhão de vezes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Todas as terças de maio (5, 12, 19 e 26). <br><strong>Local:</strong> Teatro Municipal Café Pequeno<br><strong>Endereço:</strong> Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon / <strong>Ingressos:</strong>  <a href="https://site.bileto.sympla.com.br/teatromunicipalcafepequeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://site.bileto.sympla.com.br/teatromunicipalcafepequeno/</a>.</p>
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		<title>I Festival de Teatro Cego traz peças encenadas completamente no escuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[I Festival de Teatro Cego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proposta de estabelecer uma linguagem inédita nas artes cênicas, o I Festival de Teatro Cego traz ao público peças encenadas completamente no escuro, proporcionando uma experiência única ao convidar os espectadores a abdicarem da visão e compreenderem a trama através de outros sentidos, como olfato, paladar, tato e audição, utilizando-se de aromas, música [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com a proposta de estabelecer uma linguagem inédita nas artes cênicas, o I Festival de Teatro Cego traz ao público peças encenadas completamente no escuro, proporcionando uma experiência única ao convidar os espectadores a abdicarem da visão e compreenderem a trama através de outros sentidos, como olfato, paladar, tato e audição, utilizando-se de aromas, música e sensações táteis.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Escritas e dirigidas pelo dramaturgo Paulo Palado,<em> &#8216;Acorda, Amor!&#8217;, &#8216;O Grande Viúvo&#8217; e &#8216;Clarear</em>&#8216; são as três peças selecionadas para o Festival, que será realizado entre os meses de abril e junho, no Rio de Janeiro, Aracaju, Vitória e em Recife.  Cada uma das cidades receberá duas apresentações de cada espetáculo, somando seis sessões em cada capital, todas com ingressos gratuitos. </p>



<p class="has-text-align-center">O Espaço Cênico no Teatro Cego- Ao contrário de uma peça convencional, onde o espectador vê primeiro o cenário, que depois vai sendo preenchido por movimento e vida, no Teatro Cego tudo começa em uma escuridão profunda e total. Após a entrada dos atores, com a movimentação e utilização dos espaços, é que o cenário vai se revelando na imaginação de cada pessoa. Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico. Tais sensações são o caminho para a compreensão da trama, mesmo ela ocorrendo completamente no escuro.</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco é formado por atores com deficiência visual, atores com baixa visão e atores videntes &#8211; que enxergam.&nbsp; &#8220;Fazer uma peça no escuro nos permite trabalhar com códigos muito profundos, possibilita ao ator outras formas de se expressar, e abre um campo de trabalho para pessoas que não enxergam. Além disso, o teatro torna-se campo para acessibilidade, onde o público pode exercitar a empatia e se sentir no lugar de quem não enxerga&#8221;, diz Palado, que desenvolve o formato Teatro Cego desde 2012 com a Companhia homônima.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para a segurança da plateia, artistas e produção, a sala escura onde os espetáculos acontecem é monitorada em tempo integral por uma pessoa da produção, através de câmeras de infravermelho e um sistema de iluminação emergencial é instantaneamente acionado em caso de emergência.<strong>&nbsp;&#8220;</strong>Antes do início de cada sessão, o público recebe orientações de segurança e sobre como proceder para que o espetáculo aconteça da melhor forma possível&#8221;, explica o diretor.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Sucesso de público e crítica: Além das três peças que estrelam o Festival, outros textos fazem parte do cardápio de peças criadas pela companhia, como <em>&#8220;Um Outro Olhar&#8221;, &#8220;O Reino de Lindsor&#8221;, &#8220;A Festa da Inclusão&#8221; e &#8220;Another Sight</em>&#8220;. Todas elas já emocionaram espectadores em inúmeros teatros, dentro e fora do Brasil.  </p>



<p class="has-text-align-center"> O festival acontece de 16 a 19 de abril, na Cidade das Artes. Ingressos gratuitos a partir de 13/04 em <a href="http://www.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.sympla.com.br</a></p>



<p> </p>
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		<title>&#8216;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8217;: o Carnaval de Stepan Nercessian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Chatô e os Diários Associados]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de toda a reverência que tem pelos&#160;tropos&#160;da História, como disciplina do saber, &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221; não se propõe a ser uma aula,&#160;à la&#160;cuspe e giz, ainda que a gente saia do espetáculo mais bem informado do que entrou. Quem dirige é Tadeu Aguiar. Se você já viu [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Apesar de toda a reverência que tem pelos&nbsp;<em>tropos</em>&nbsp;da História, como disciplina do saber, &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221; não se propõe a ser uma aula,&nbsp;<em>à la</em>&nbsp;cuspe e giz, ainda que a gente saia do espetáculo mais bem informado do que entrou. Quem dirige é Tadeu Aguiar. Se você já viu aquilo em que ele põe a mão, seja para produzir/traduzir (como a delícia de &#8220;Baby, o Musical&#8221;) ou para dirigir (como &#8220;Quatro Faces do Amor&#8221; e o memorável &#8220;Oscar e a Senhora Rosa&#8221;), tem a noção de que o didatismo não é sua praça.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Encantamento (ainda que crítico) é, certamente, o seu terreno. E a recriação de época de seu regresso aos palcos encanta e alerta. Assis Chateaubriand (1892-1968), fundador do império midiático que transformou a imprensa brasileira na criação múltiplos veios de comunicação, é o agente narrativo responsável pela movimentação em cena&#8230; as realistas e as metafísicas. </p>



<p class="has-text-align-center">O foco desse novo trabalho (com cara de superprodução, sempre viçoso), contudo, é o mundo que Chatô criou, em contraposição ao mundo (pleno) com que ele sonhou. Ou seja, ilusão e despertar se alternam na montagem, sob a iluminação melíflua de Paulo Cesar Medeiros. </p>



<p class="has-text-align-center">Aguiar não faz um verbete de Wikipedia. Não é um &#8220;ah&#8230; então Chatô nasceu aqui; depois, foi ali; daí, fez isso&#8221;. Não é a vertente estética do encenador. Seu teatro é &#8220;fenotípico&#8221;: ou seja, fala de pessoas, mas sob o vetor dos universos a que pertencem, numa radiografia de territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">Talvez por isso, a lembrança de um filme colossal (imperfeito, mas imperdível), &#8220;O Último Magnata&#8221; (&#8220;The Last Tycoon&#8221;, 1976), fratura exposta de seu diretor, Elia Kazan (1909-2003), belisque tanto nossa memória diante da montagem que Aguiar fez, a partir de um texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr. O tal longa-metragem esquadrinhava a falência anunciada de um projeto de cinema de estúdio que não coube mais no momento em que a arte audiovisual ficou moderna. Os magnatas de Hollywood se achavam fariseus. A economia os atropelou. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Chateaubriand modernizou o Brasil, sobretudo ao pavimentar a televisão entre nós. Só que o <em>ethos </em>(ultra)romântico dele não se conjugava, em nada, com o <em>páthos</em> da nação colonizada sob o cabresto da exploração que ele sonhou emancipar&#8230; e alfabetizar. Assim como o épico torto de Kazan prenunciava uma queda (de um empresário&#8230; e de um tempo), o carnaval que Tadeu Aguiar faz no palco é a crônica de um fim anunciado.  A diferença é que ele ressalta o legado deixado por esse fim. É um inventário das dádivas de Chatô.</p>



<p class="has-text-align-center">Kazan tinha Robert De Niro. Aguiar tem Stepan Nercessian, o James Dean de Goiás, que tem a chance de estrelar, no palco, como Chatô, seu próprio &#8220;Assim Caminha a Humanidade&#8221;, no Brasil. Vulcão de carisma, ele entra em erupção no fogo da ironia, afim de poder estruturar um Chateaubriand mítico, calcado nos resquícios de seus feitos e nas apurações levantadas pelo já citado Fernando Morais numa biografia de leitura obrigatória. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br><br>No audiovisual, Stepan é figura cativa desde 1969, data de sua estreia, numa arrancada já em posto de protagonista, à frente do&nbsp;<em>cult</em>&nbsp;&#8220;Marcelo Zona Sul&#8221;, dirigido por Xavier de Oliveira. Dali, passou a década de 1970 a participar defilmes inflamáveis, como &#8220;Rainha Diaba&#8221; (1974) e &#8220;A Gargalhada Final&#8221; (1979), tendo encarnado o Querô de Plínio Marcos (1935-1999) no &#8220;Barra Pesada&#8221; (1977), de Reginaldo Faria.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fez TV à pampa nas décadas seguintes e, a partir dos anos 2010, virou o divo do diretor Andrucha Waddington, que o transformou no Abelardo Barbosa do filme &#8220;Chacrinha: O Velho Guerreiro&#8221; (2018) e no Doutor Samuel da série &#8220;Sob Pressão&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Esse Stepan&nbsp;<em>larger than life&nbsp;</em>entope as coronárias do Claro Mais RJ de afetuosidade, ao compor um Chatô cheio de projetos, em confronto com a&nbsp;<em>burrocracia</em>&nbsp;estatal deste país. Entra em cena, ludicamente, como um espectro, a flutuar nas franjas do tempo, a fim de ajudar o aspirante a jornalista Fabiano (Marcelo Alvim, em delicada atuação) a conhecer uma nação para além das&nbsp;<em>fake news.</em></p>



<p class="has-text-align-center">Um Chatô cansado de guerra vai ajudar o rapaz a decifrar os códigos do amor, na relação com Juliana (Aline Serra). Cada passo dessa jornada tem Dona Janete, secretária do comunicador, como testemunha, deixando o rouxinol Sylvia Massari livre para soltar o gogó.</p>



<p class="has-text-align-center">Hinos do amor estão em cena, sob a supervisão de Guto Graça Mello, na direção musical de Thalyson Rodrigues, responsável pelos arranjos vocais e instrumentais, com Diógenes de Souza. A direção de coreografia e movimento de Carlinhos de Jesus aquece a temperatura dionisíaca da cena. Nela, Stepan fica livre para ponderar sobre o Brasil que temos e divagar sobre o Brasil que queremos.A impecável produção de Naura Schneider (atriz que deveria ser convocada para atuar com mais frequência do que o habitual, por sua precisão inabalável) assegura uma suntuosidade a um painel de época capaz de nos elucidar muito sobre o Presente. É um estudo sobre o que almejamos ser&#8230; sobre o que nos derrubou na marca do pênalti&#8230; sobre um sonhador. Stepan nos ajuda a sonhar com lirismo, confete e serpentina.</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/03/chato-e-os-diarios-associados-100-anos-de-paixao-faz-nova-temporada-em-copacabana/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221; ganha nova montagem, dirigida por Rodrigo Portella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["O Deus da Carnificina"]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&#160;Yasmina Reza,&#160;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&#160;Rodrigo Portella,&#160;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&nbsp;Yasmina Reza,&nbsp;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&nbsp;Rodrigo Portella,&nbsp;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho Bloch.</p>



<p class="has-text-align-center">A trama acompanha o encontro entre dois casais que se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor Rodrigo Portella, a peça explora o limite tênue entre civilidade e barbárie. &#8220;É como se os pactos e convenções sociais estivessem sempre por um fio diante da nossa força primitiva, caótica e violenta. Penso em criar uma encenação que explicite essa tensão, valorizando no trabalho dos atores essa desconstrução da da compostura social e moral para ir revelando aos poucos toda sujeira, toda a selvageria, como se os personagens e a própria cena fossem se descascando, revelando atitudes de profunda intolerância e horror&#8221;, revela.</p>



<p class="has-text-align-center">A nova versão brasileira do texto tem tradução de Eloisa Araújo Ribeiro e é estrelada por&nbsp;Karine Teles,&nbsp;Thelmo Fernandes,&nbsp;Angelo Paes Leme&nbsp;e&nbsp;Anna Sophia Folch. A atriz e idealizadora do projeto, Anna Sophia Folch, destaca a atualidade do texto. &#8220;A peça é um retrato incômodo do nosso tempo, mesmo tendo sido escrita no início dos anos 2000. Um texto extremamente provocativo que fala sobre a falência do diálogo, sobre como as pessoas defendem suas próprias narrativas a qualquer custo e sobre a rapidez com que a convivência se transforma em disputa. Os temas passam pela educação e pelas estruturas sociais, mas principalmente pela ideia de que o conceito de civilidade é muito mais frágil do que gostaríamos de admitir&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Temporada: 23 de abril a 07 de junho de 2026 / Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 17h / <strong>Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch&nbsp;</strong>&#8211; Rua do Russel, 804, Glória <strong>Ingressos:&nbsp;</strong> em&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiM2VhMGZmODktYzU4Yi00M2NiLTk4NTgtMDhkZThhNzBlN2NlIiwicGVyc29uSWQiOiJkZTcwZTRiOS1jY2UyLTQ2ZmUtYTBmMy02MzNkNGUzYjc2ODUiLCJlbWFpbCI6ImNvbnRhdG9Acm90YWN1bHQuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly93d3cuaW5ncmVzc28uY29tL2VzcGV0YWN1bG9zL2RldXMtZGEtY2FybmlmaWNpbmEiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzUxNTU2MzIsImV4cCI6MTc3Nzc0NzYzMiwiaWF0IjoxNzc1MTU1NjMyfQ.bNqH_KPoqWubN2-BgG0ZDD1QRgFrvK3Zle5MzyRe59o" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/espetaculos/deus-da-carnificina</a> / <strong>Classificação:&nbsp;</strong>14 anos </p>
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		<title>&#8220;Caminho de Casa&#8221;, peça inédita da premiada autora Renata Mizrahi, estreia em Copacabana </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Kelzy Ecard]]></category>
		<category><![CDATA[Miwa Yanagizawa]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Mizrahi]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em &#8220;Caminho de Casa&#8221;, uma relação delicada entre mãe e filha é revisitada na sala de um consultório médico. Entre o humor e o drama, a peça aborda a história destas duas personagens, interpretadas por Kelzy Ecard e Juliana França, que ressignificam uma relação marcada por conflitos, ausências e perda de memória. A atriz Kelzy Ecard [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Caminho de Casa&#8221;, uma relação delicada entre mãe e filha é revisitada na sala de um consultório médico. Entre o humor e o drama, a peça aborda a história destas duas personagens, interpretadas por Kelzy Ecard e Juliana França, que ressignificam uma relação marcada por conflitos, ausências e perda de memória. </p>



<p class="has-text-align-center">A atriz Kelzy Ecard sobe ao palco para celebrar seus 35 anos de carreira no teatro, dando vida a Marta, uma mulher que sofre com a perda de memória progressiva e com o medo de não conseguir o perdão da filha, Laura, interpretada por Juliana França. No tempo presente, elas estão na sala de espera do consultório médico para uma consulta de Marta, que já não reconhece mais a filha. Elas conversam como duas desconhecidas, e Laura se permite revisitar as dores e realidades que levaram sua mãe a ir embora em um determinado momento de suas vidas. Antes de perder a memória de vez, Marta tenta resgatar em sua lembrança se foi perdoada pela filha.</p>



<p class="has-text-align-center">Transcorrendo entre passado e presente, o público é convidado a conhecer diferentes épocas e momentos dessa relação, desde a infância de Laura até os dias atuais. A quebra da cronologia reflete a memória fragmentada de Marta, que alterna momentos de lucidez e devaneios. Nos anos 1980, Marta é uma mulher apaixonada pelo mar, que trabalhou duro para comprar um apartamento em Copacabana, cuidando também de seu casamento, de sua filha e de seu trabalho. A peça aborda a realidade de tantas mulheres que enfrentam a sobrecarga e o acúmulo de funções e sua relação com o esgotamento mental.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizadora e autora do texto, Renata Mizrahi se inspirou em muitas mães e mulheres, mas também na relação com a própria mãe para criar as personagens de &#8220;Caminho de Casa&#8221;. &#8220;Eu sou a filha mais velha de três. Minha mãe era muito sobrecarregada e tinha uma relação conturbada com meu pai. Eu não tive intimidade com ela durante a adolescência, uma fase muito importante&#8221;, conta Renata, que se reconectou à mãe aos 18 anos. &#8220;Hoje, nossa relação não tem intimidade, mas tem respeito e carinho.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">A diretora Miwa Yanagizawa se emocionou bastante durante os ensaios. &#8220;A peça nos coloca o tempo todo diante de um espelho delicado que mostra a nossa terrível vulnerabilidade perante a vida&#8221;, revela a diretora, sem esconder a admiração pelas duas atrizes. &#8220;Tem sido uma aventura acompanhar a relação entre, Marta e Laura, da Kelzy e da Juliana, que fazem, brilhantemente, mãe e filha em cena! Elas vivem uma relação atravessada por ausências, silêncios, traumas que nunca foram muito elaborados, palavras que não foram ditas no momento certo, gestos que faltaram. E tem o fator trágico de a mãe estar perdendo a memória. Vemos as personagens recriando um vínculo afetivo à medida que as recordações vão se desfazendo. A gente ri e chora quase ao mesmo tempo&#8221;, completa Miwa Yanagizawa.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>Temporada: </strong>2 a 26 de abril de 2026 / <strong>Dias e horários:</strong> Quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 18h / <strong>Local:</strong> Arena do Sesc Copacabana  (Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana) / <strong>Ingressos:</strong> <strong> </strong><a href="https://www.ingresso.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/</a></p>



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		<title>“O Céu da Língua” faz nova temporada no Teatro Casa Grande</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[“O Céu da Língua”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto, até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto, até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”<strong>,</strong> o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido. <a href="https://rotacult.com.br/2025/08/o-ceu-da-lingua-e-uma-micareta-gramatical/">Leia critica!</a> </p>



<p class="has-text-align-center">“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregório nos improvisos do espetáculo &#8220;Portátil&#8221;. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora: “Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.  </p>



<p class="has-text-align-center">“O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declamará Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: 30 de abril a 17 de maio/ <strong>Teatro Casa Grande </strong> / Classificação indicativa: 12 anos /<a href="https://www.eventim.com.br/artist/o-ceu-da-lingua/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=23575591897&amp;gbraid=0AAAABCX1xkqJvjfU5z5JfB2hIq3a_7LBk&amp;gclid=Cj0KCQjwj47OBhCmARIsAF5wUEGhDTakpeN1MDpFCgFKaMgLcMvoJ4VjZ9sfjWScCNfoneXI14SqdeMaAl7sEALw_wcB">Ingressos</a></p>
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		<title>&#8220;Chatô e os Diários Associados, 100 Anos de Paixão&#8221; faz nova temporada em Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Assis Chateaubriand]]></category>
		<category><![CDATA[Chatô – O Rei do Brasil"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O centenário dos Diários Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação da América Latina, é celebrado no musical &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221;, que volta ao cartaz no Teatro Claro no Rio de Janeiro, em Copacabana. Com texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr (baseado na biografia &#8220;Chatô – O [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O centenário dos Diários Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação da América Latina, é celebrado no musical &#8220;Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão&#8221;, que volta ao cartaz no Teatro Claro no Rio de Janeiro, em Copacabana. </p>



<p class="has-text-align-center">Com texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr (baseado na biografia &#8220;Chatô – O Rei do Brasil&#8221;) e direção geral de Tadeu Aguiar, a peça aborda a trajetória profissional de Assis Chateaubriand, fundador do império midiático que transformou a imprensa brasileira.  </p>



<p class="has-text-align-center">O musical transita entre passado e presente para contar a trajetória de Assis Chateaubriand e seu impacto na comunicação do país, enquanto acompanha Fabiano, um jornalista desempregado que, ao encontrar a estátua de Chatô em Recife, é levado por ele a revisitar momentos icônicos da mídia nacional, como a criação de O Cruzeiro e a inauguração da TV Tupi, a primeira emissora de televisão do Brasil. Em paralelo, o relacionamento de Fabiano com Juliana, uma colega jornalista, se desenrola, explorando conflitos pessoais e profissionais que refletem os desafios do jornalismo contemporâneo. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Chateaubriand foi uma figura fundamental para o desenvolvimento da televisão e da imprensa no Brasil, mas não só isso. Ele estava no centro do poder. Era aquele cara que se sentava com o presidente da República, que foi personagem central dos momentos marcantes da nossa história naquele período. Então, é uma alegria imensa interpretar uma personalidade de tanta importância para o país&#8221;, elogia Stepan Nercessian.</p>



<p class="has-text-align-center">O musical, que mescla história, romance e música para destacar o legado cultural do comunicador, tem trilha sonora composta por sucessos de nomes como Caetano Veloso, Gal Costa e Ivan Lins. A direção musical é de Thalyson Rodrigues, que também assina os arranjos vocais e instrumentais ao lado de Diógenes de Souza, com supervisão musical de Guto Graça Mello.</p>



<p class="has-text-align-center">As coreografias são de Carlinhos de Jesus, que assina pela primeira vez uma criação em musical; a iluminação é de Paulo Cesar Medeiros, o design de som de Gabriel D&#8217;Angelo, a cenografia de Natália Lana, o figurino de Dani Vidal e Ney Madeira e o visagismo de Fernando Ocazione. A direção de produção é de Valéria Macedo e a produção de Naura Schneider.</p>



<p class="has-text-align-center">Assis Chateaubriand, visionário fundador dos Diários Associados, foi uma figura marcante na história do país. Jornalista, escritor, advogado, empresário e político, ele revolucionou a mídia com a criação de veículos como a TV Tupi. Também deixou sua marca nas artes ao fundar o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Seu império midiático, que incluiu jornais, revistas, rádios e emissoras de televisão, moldou a opinião pública e transformou a maneira como os brasileiros consumiam informação.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Diários Associados, fundados por Chatô na década de 1920, alcançaram seu auge como um dos maiores grupos de comunicação da América Latina, com mais de 100 veículos espalhados pelo Brasil. Apesar das transformações ao longo dos anos, o legado do grupo segue vivo e é celebrado no espetáculo, que homenageia essa trajetória centenária.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada: </strong>09 a 26 de abril  / <strong>Teatro Claro Mais RJ: </strong>Rua Siqueira Campos, 143 &#8211; Loja 58 &#8211; Copacabana / <strong>ingressos:</strong> na bilheteria do teatro ou na plataforma Uhuu (<a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/chato-e-os-diarios-associados-100-anos-de-paixao-15752" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/chato-e-os-diarios-associados-100-anos-de-paixao-15752</a>).</p>
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