Filmes de tribunal costumam fazer sucesso nos Estados Unidos e parecem ter encontrado no Brasil uma boa receptividade. Se o crime em questão tem elementos sexuais, a curiosidade aumenta e quando os atores são conhecidos, o sucesso aparentemente parece já estar com meio caminho andado.
 
Há algum tempo o mercado editorial tem sido fonte de muitos filmes hollywoodianos, Poder e Lei é o mais recente deles. Dirigido pelo desconhecido Brad Furman (Em Busca de Justiça), estrelado por Matthew McConaughey, Marisa Tomei e Ryan Phillipe, o longa consegue seguir um roteiro bem amarrado, baseado no best seller de Michael Connelly, traduzido aqui como “Advogado de Porta de Cadeia”.
 
Matthew McConaughey tirou férias das comédias românticas e resolveu interpretar Mickey Haller, um advogado criminalista que possui como local de trabalho o banco de trás de seu carro, um automóvel modelo Lincoln. Separado da competente promotora Maggie (Marisa Tomei), ambos possuem uma filha e tudo corria bem com ele defendendo seus casos de rotina, até que um dia um caso importante caiu em suas mãos.
 
A partir de então, Mickey se dispõem a provar a inocência do réu, um jovem milionário (Ryan Phillippe) acusado de assassinato.
 
O filme não apresenta nenhuma novidade no gênero suspense policial, mas prende a atenção do expectador por suas reviravoltas, além de contar com boas interpretações.
 
É interessante ver determinados detalhes como a placa do carro de Mick, lê-se NTGUILTY, a expressão “Inocente” tão comum nos tribunais; a atriz Katherine Moennig que ficou conhecida pelo personagem Shane da polêmica série de televisão The L Word, interpreta a prostituta que vai para reabilitação.
 
O ator Tommy Lee Jones estava escalado para dirigir e atuar no filme, mas em novembro de 2009 o ator saiu totalmente do projeto, alegando discordâncias com o roteiro escrito por John Romano (O Amor Custa Caro).
 
Foto: Divulgação

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