No que uma comédia propõe é perfeito, inteligente, engraçado e com atuações ótimas, mas é cheio de situações esperadas e clichês.

Charlie Day foi o grande destaque do filme, o personagem dele é o melhor, embora os outros também sejam bastante interessantes. Destaque também para as atuações (sempre ótimas) de Kevin Spacey e Colin Farrell.

Para tudo funcionar, obviamente, os amigos precisam convencer a plateia que não podem mudar de emprego e aquelas empresas são a única chance que têm, mas as desculpas não são boas o suficiente, ao menos servem para levar a história adiante.

O elenco é estelar mas, mal aproveitado. A participação de Jamie Foxx poderia e deveria ser melhor, Jennifer Aniston tá um mulherão, a atriz foge do estereótipo cor de rosa que construiu e encarna uma femme fatale desbocada, agrressiva, mas não me convenceu.

Entre personagens excruciantemente estereotipados, piadas apelativas, o filme é cheio delas, um roteiro fraco e piadas de microondas, achei uma obra meia boca. Até ri em uma ou outra piada aqui e a colá, mas pra mim passou longe de ser uma comédia verdadeiramente profunda e cativante.

O filme ainda faz boas citações dos filmes “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock e “Jogue a mamãe do trem” (1987) com Danny DeVito.

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