No último sábado, 24 de setembro, o cantor e compositor Djavan subiu ao palco do Metropolitan com a turnê do novo álbum “Vidas para contar”, vigésimo terceiro de sua carreira.

O artista alagoano, que completou 40 anos de carreira em 2015, entra no palco, em um espaço vazio inteiramente preto até que um grande livro se abre ao fundo. Logo, surgem então as primeiras páginas em branco, que são preenchidas por luzes coloridas e linhas verticais que pouco a pouco invadem o cenário, com escritos em espiral, círculos, grafismos poligonais e Art Nouveau. Assim, o publico é recebido com muita arte e amor. Nas palavras do cantor, um espetáculo dedicado a todo tipo de amor, tornando aquele momento mais único ainda.

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Acompanhado por Carlos Bala (bateria), Jessé Sadoc (flügelhorn, trompete e vocal), Marcelo Mariano (baixo e vocal), Marcelo Martins (flauta, saxofone e vocal), Paulo Calasans (teclados e piano) e João Castilho (guitarras, violões e vocal), o repertório é composto pelas canções do novo disco. O cantor relembrou seus grandes sucessos como “Não é um Bolero” e “Encontrar-te”, do último álbum, e as clássicas “Flor de lis”, “Eu te Devoro”, “Oceano” e “Pétala”.

Com um público apaixonado pela sua obra e cantando de coração aberto junto com Djavan, o show se tornou um espetáculo bonito e emocionante, com direito a uma iluminação deslumbrante capaz de compor esse belo momento.

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O cenário da turnê, concebido por Suzane Queiroz, foi desenhado a partir do conceito de que a vida de cada pessoa é um grande livro em branco que vai sendo preenchido linha por linha, página por página a cada alegria, a cada tristeza, a cada conquista, a cada novo amor que chega e que parte, ao longo do tempo.

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