paraiso Olga, imigrante da aristocracia russa e membro da Resistência Francesa, é presa pela polícia nazista por esconder crianças judias. Primeiro nas mãos do chefe de polícia ocupacionista e depois nas de um oficial da SS, Olga (Julia Vysotskaya) é objeto de paixão e de crises de consciência.

Vencedor do Leão de Prata de melhor direção Veneza 2016, Paraíso leva as telas um filme de ficção onde os protagonistas são filmados por uma câmera antiga numa espécie de material bruto. Diante de alguém que não sabemos quem é, o filme é uma dura história que transcorre na maior parte em um campo de concentração alemão, mas que só tem o Holocausto como cenário de fundo.

A tematica aborda um aspecto lateral do Holocausto, que eram os roubos e a corrupção (inclusive sexual) dentro dos campos de concentração, através da camera fria e crua junto com o distanciamento do enredo.

Dirigido pelo consagrado diretor russo Andrei Konchalovsky, foi escolhido para representar a Rússia na disputa por uma indicação ao Oscar 2017 de filme estrangeiro.

Em cartaz na Mostra:Panorama do Cinema Mundial.

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