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Keila e Natascha fazem um show cheio de teatralidade no Teatro Rival

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Dois shows em uma noite! Depois da temporada carnavalesca junto ao Pororoca Purpurina, e depois de brilhar no comando vocal do Pirarucu Psicodélico, Natascha inaugura-se sonora e solo, num show cheio de teatralidade, mostrando a potência de sua encantaria ao lançar sucessos da música popular babilônica, interpretando canções de Fagner, Chico Buarque, Dona Onete, Gaby Amarantos, Chico Science, Luiz Gonzaga, além de canções autorais e compositores da nova geração.

A atriz, cantora e performer aproveita-se de seu neo-erotismo e dá corpo e voz a canções que falam sobretudo de amor, prazer e liberdade/libertinagem, ao mesmo tempo que conta uma história que se confunde com a sua: uma viagem do litoral nordestino, que passa pelo sertão de sua adolescência, que se conecta via o brega com o norte, que se mete pelo carimbó amazônico, e escorrega pro sudeste com seus tons carnavalescos.

Tudo isso com arranjos modernizados e cheios de efeitos, resultando num trabalho muito pop, divertido e bonito de ver. A ousadia e versatilidade dos figurinos sempre foi parte importante da identidade visual das performances da artista: seja com um novo estilo de cabelo, uma saia que vira capa, ou uma sutil troca de roupa. Após ser apresentada ao Brasil com a banda Gang do Eletro, a cantora e compositora Keila lança seu primeiro trabalho solo, pela Deck. No EP, que leva seu nome, ela mostra toda a força da sua voz e maior pluralidade sonora, em um ritmo enérgico e dançante, indo além do que fazia no grupo que a consagrou. As seis músicas do EP, produzidas pelo DJ ProEfx e gravadas no Rio de Janeiro, são de sua autoria, com exceção de “Olhe Meu Bem” (Gerssica Gessi).

A Manauara, que entrou em contato com a música paraense aos 17 anos, buscou unir as referências do tecnobrega com outras importantes no seu desenvolvimento musical. Dessa forma, o EP traz elementos do pop, rap, cumbia, dubstep e ragga. Suas letras trazem temas diversos, entre eles a dança e o ritmo, como em “Tecnobrega É o Poder”, que já tem seu clipe disponível no YouTube. Ou em “Funkzera” e em “Power Beat”, em que ela instiga o ouvinte a dançar. “Vou te Provocar” e “Baby Cumbia”, tem letras que falam de paixão, em batidas mais sensuais, sendo que a primeira traz uma batida eletrônica, enquanto a outra é uma cumbia envolvente.

Serviço:
Keila e Natascha
Data: 10/08 (quinta-feira)
Horário: 20h.
Local: Teatro Rival Petrobras (Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro)
Ingressos: www.eventim.com.br
Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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