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Skank lança segundo EP do projeto “Os Três Primeiros”

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Quando o Skank apresentou a master de “Calango” na gravadora, em 1994, ouviram de forma até simpática que o trabalho era bom, mas que não enxergavam nenhum hit no disco. “Mas que tudo bem, afinal sem hit o primeiro tinha sido disco de ouro”, diz Samuel Rosa. Agora é a hora de dar um corte e relacionar as músicas do EP 2, da coleção “Os Três Primeiros” (álbuns) gravado pelo Skank ao vivo no carioca Circo Voador.

Na época, a gravadora ia lançar um tributo ao Roberto Carlos, a versão de Lulu Santos seria o primeiro single, mas caiu e, no lugar, encaixaram a versão dos mineiros de “É Proibido Fumar”. “Teve clipe, foi para as rádios, mas não virou do jeito que esperávamos”, diz Samuel. “Achei de verdade que o Skank estava fadado a nunca ter um hit”.

A lógica da gravadora até fazia sentido. As letras, mesmo as que se tornaram hinos, eram bem mais maduras do que a média. “C’est fini la utopia, mas a guerra todo dia/Dia a dia não” ou “E se não for, já foi/O bonde do desejo segue rumo/Caixa, bumbo e sexo/Saudade na rampa do mundo” são provas concretas disso.

Até que foram trabalhar “Te Ver”. “Essa foi a que unificou o cinturão”, conta Samuel em alusão ao boxe. “Foi o primeiro hit de verdade e abriu a porteira para as outras”. A um ponto em que dá para dizer que foi formada ali a Skankmania – a época de febre doentia pela banda, que alçou à vendagem milionária de “Calango”.

 

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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