Maine, 1985. Um homem e uma mulher de outro mundo têm seus mundos colididos pelo amor, onde Arthur Curry nasceu. O filme, baseado no personagem homônimo da DC Comics, traz a história do super-herói mais querido de todos os mares.

Arthur Curry (Jason Momoa), mais conhecido como Aquaman, ainda é um homem solitário, mas quando ele começa uma jornada com Mera (Amber Heard), em busca de um algo muito importante para o futuro de Atlantis, ele aprende que não pode fazer tudo sozinho.

Arthur não ganhou seu nome por acaso, é nome de rei, como diz a lenda. Aliás, o filme se resume basicamente a lenda de Atlântida, a Cidade Perdida. O mundo místico é revelado aos poucos junto às cores que James Wan (Velozes e Furiosos 7, Sobrenatural, Jogos Mortais) que traz as telas do cinema, um deslumbre visual de respeito, com duelos aquáticos avassaladores! O visual estupendo, que tem tudo para virar brinquedo da Disney, domina literalmente as telas, é extasiante, ver o tamanho dessa construção submersa!  A estética e a fotografia imprime cores diversas e usa de suas transposições, muito bem amarradas ao roteiro, como um complemento importante no contexto. Alias, o roteiro simples e rapidamente contextualizado.

Jason Momoa incorpora por inteiro o herói renegado de Atlantis, e traz cenas de luta da pesada, literalmente. Aliás, o elenco está muito bem em cena, bem caracterizados e bem ambientados com a estética aquática. Nicole Kidman merece destaque, não só pela beleza e porte que incorpora à rainha Atlanna, mas também por aderir ao movimento blockbuster dos super-heróis nos cinemas, não é para qualquer um, não.

Em Aquaman, a DC alcança a qualidade dos filmes da Marvel, em uma aventura épica, cheio de referencias à cultura Pop, super colorida, onde a história de origem de Arthur Curry, o meio humano e semi-atlante, o levará para a jornada de sua vida.

 

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