Conhecida internacionalmente por sua genialidade convulsiva, a poetisa Sylvia Plath teve uma curta vida, entre os anos de 1930 e 1960. Sua obra tornou-se conhecida principalmente depois de sua morte.

Em “Pulso”, Elisa Volpatto incorpora os textos da escritora como nos embates de seus textos. A estrutura cênica se passa dentro de sua casa, com pouquíssimos objetos, que apenas aparecem quando são de extrema importância ao contexto da obra.

O monólogo desnuda sua escrita sobre a mulher inquieta e angustiada com os inúmeros papéis que deveria exercer na sociedade, sufocada pelo amor do poeta inglês Ted Hughes. O texto traz um trabalho intimista que provoca as questões do lugar social da mulher.

O surrealismo tenso, a energia condensada e a ironia feroz é tomada por Elisa que dialoga com virtude a obra de Plath. “Pulso” é uma peça  fragmentada e densa, que representa os dilemas da autora com euforia.

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1 Comentário

  1. O espetáculo é ótimo, direção excelente de Vanessa Bruno, Elisa arrasa e dá voz à poetisa americana com primor. Um trabalho maduro, bonito, atual, que merece ser visto.

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