Pode ficar tranquilo, querido fã da franquia, não foi dessa vez que  Madea morreu. Isso seria demais para suportar! Mas Tyler Perry, criador e alter ego do personagem e escritor, diretor e produtor deste filme, disse que será sua última aparição no cinema. Já foram dez filmes desde Diário de uma Mad Black Woman, em 2005.

Mas vamos ao filme, Um Funeral em Família é um pouco confuso, formal e tecnicamente – ele compensa em generosidade. O filme é o prato habitual de baixo humor e alto melodrama, sem pressa em abrir caminho por uma trama movimentada, mesmo em situações que parecem pouco promissoras.

O ponto de Madea, é claro, é que ela não observa limites, mesmo quando defende as sensibilidades morais tradicionais. No final, ela serve como agente funerária, ministra e conselheira matrimonial, zombando da autoridade de tais profissões, ao mesmo tempo em que sublinhava sua necessidade.

Mesmo com seu humor negro, marca de Perry, o filme até tem boas mensagens, mesmo que  essa não seja a intenção ( ou seria?), fato é que nunca saberemos. Madea, com sua tolice absoluta, traz sabedoria aos outros membros da família.

 

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