Voltado para o público jovem adulto, o livro de fantasia científica do estreante escritor P. J. Maia, “The Missing Spirit”, acaba de ter sua versão em português e lançamento no Brasil confirmado. “Espírito Perdido” chega às livrarias brasileiras no dia 4 de Maio, dois meses após o lançamento da versão original, nos Estados Unidos. A arte é assinada pelo ilustrador argentino Nico Lassalle.

“Espírito Perdido” se passa numa era remota, quando o planeta Terra era povoado por homens das cavernas e seres divinos. É nesta pré-história mística que conhecemos Keana, uma refugiada humana criada longe de sua tribo. No reino fugaz de Divagar, deuses e deusas desfrutam de luxo e vida eterna, às custas dos humanos comuns. Não conhecem fome, perigo ou morte, trancafiados num paraíso ensolarado.

Numa tentativa desesperada de se tornar divina e ser finalmente igual aos demais, Keana burla todas as regras e acaba trazendo a morte para o reino. Ameaçados com a perda de seus privilégios, os deuses percebem que precisarão fazer sacrifícios para permanecerem imortais e no controle da Terra. Mesmo que o sacrifício seja a vida da garota.

P. J. Maia lança sua primeira obra com os olhos no mercado global de literatura fantástica; o livro foi originalmente escrito em inglês com o título The Missing Spirit, e foi publicado na Amazon.com no dia 1º de Março, em versão impressa e eBook. No dia 4 de Maio, o livro chegará às livrarias brasileiras em uma versão traduzida para o português por Robson Falcheti Peixoto.

“Falo inglês desde criança e morei um bom tempo nos EUA. Foi uma professora americana de literatura quem me percebeu como escritor pela primeira vez, então escrever ficção em inglês acabou se tornando instintivo a partir dali. Como ‘Espírito Perdido’ se passa na Idade da Pedra, não é uma história que se aproxima mais de uma nacionalidade ou de outra; é uma história sobre a humanidade. Além disso, a ideia de atingir um número maior de leitores com o inglês me pareceu um ponto positivo. Hoje moro no Brasil e tenho minha vida aqui, então acho importante ter uma versão em português disponível para os leitores do meu país.” – P. J. Maia.

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