BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, conquistou o Prêmio da Crítica Independente no 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O filme é produzido por Bárbara Paz, Myra Babenco e os irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane.

Para Bárbara a justificativa do júri (“porque o cinema está filmando a memória, porque o cinema está contando a história daqueles que vivem, daqueles que viveram, porque o cinema está comemorando o amor, porque o cinema é amor”) representa o que ela pensa do filme e do cinema: “Eles entenderam tudo isso e estou muito emocionada. O cinema é amor”, comenta a diretora.

O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

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