O ‘Conversa com Bial’ de hoje, dia 14, recebe Lewis Hamilton, automobilista que está reescrevendo a história da Fórmula 1. Seis vezes campeão mundial e uma das maiores estrelas do esporte, o piloto conta curiosidades sobre a sua vida e carreira, em uma conversa animada e sem filtros. O campeão divide o palco com a jornalista Mariana Becker, que, a seu modo, também deixa a sua marca na Fórmula 1 ao ser uma das primeiras mulheres a fazer a cobertura do esporte.

O Brasil se apaixonou pela Fórmula 1 quando Ayrton Senna nos representou mundo afora, em uma série de vitórias memoráveis, que impactaram torcedores em diversos países. Lewis Hamilton foi um deles. A Pedro Bial, o automobilista conta que começou a assistir ao esporte ainda criança e que Senna o tocou profundamente. No programa, o campeão não esconde a admiração pelo eterno ídolo brasileiro e compartilha com a plateia um dos momentos mais emocionantes de sua trajetória profissional: o dia em que recebeu da família Senna uma réplica do capacete usado pelo tricampeão na temporada de 1987 da Fórmula 1. “Para mim ele foi o maior. Não tenho muitos troféus expostos, mas o capacete está lá, na minha casa”, conta Hamilton.

Durante a conversa com o apresentador, ele fala também sobre a sua relação com o pai, a quem chama de herói, sua infância na Inglaterra e a inevitável comparação com Michael Schumacher, a quem também admira: “Eu não gosto de me comparar com ninguém. Acredito que todas as pessoas são únicas”. Sobre o futuro, o automobilista também diz não se preocupar: ”As pessoas vivem me perguntando quais serão os meus próximos passos, mas eu estou tentando viver o momento.”

Apesar de já ter entrado para a história e conquistado quase tudo o que o esporte poderia oferecer, Hamilton se declara perfeccionista e atento aos detalhes. Bial pergunta sobre o seu próximo desafio profissional, a corrida do próximo domingo, dia 17, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, e se a pressão está menor, considerando que já chega hexacampeão mundial. Hamilton surpreende na resposta: “Eu ainda quero ganhar, exatamente como antes. É importante para mim.”

Quem reforça a conversa é a jornalista Mariana Becker. A gaúcha também conta sobre o começo de sua carreira e como superou as críticas ao insistir em permanecer na cobertura de um esporte, até então, predominantemente masculino: “Eu logo me apaixonei pela Fórmula 1. Bati muito a cabeça contra o muro, mas também decidi ignorar muitos comentários”. Sobre o Hamilton, Mariana conta como foi acompanhar a sua evolução: “Nós começamos juntos, em 2007. No início, ele era um pouco tímido, mas aos poucos foi se transformando”. O campeão concorda: “Eu ainda não sabia quem eu era”.

Fotos:  Globo/ Reinaldo Marques

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