Durante o mês de novembro, playlists, podcasts, álbuns e conteúdos exclusivos da plataforma estarão em destaque na plataforma.

O Dia da Consciência Negra no Brasil é comemorado em 20 de novembro. A data homenageia Zumbi de Palmares, pernambucano que nasceu “livre” e foi escravizado ainda criança, e que fugiu para lutar contra a escravidão. É um dia de resistência e reflexão em um país que diz não ser racista. Será?

Para celebrar o mês e relembrar a importância da data, a Deezer, plataforma de streaming global de música, criou o canal ‘Mês da Consciência Negra’. Exclusiva e em destaque na home da plataforma durante todo novembro, a seleção traz somente conteúdo de artistas e produtores negros para mostrar que no som, papo de música é papo de luta.

Playlists feitas por artistas chamam a atenção: a censura e ditadura ‘Não Recomendada’ é exaltada por Elza Soares em sua playlist; ‘Tomando de Assalto’, feita por Djonga mostra de quais fontes o rapper bebe; e como “ideia boa não acontece a toa”, ‘Viver é Dever’ mostra todas as inspirações de Djavan.

Ainda ha outras playlists curadas por artistas que valem a pena conferir são: ‘Lugar Comum’, por Péricles, ‘Reis e Rainhas’, por Rashid, ‘No Mundo de Brown’, por Carlinhos Brown, ‘Meu Vogue é Gueto’, por Karol Conka, ‘Botei Fé’, por Thiaguinho, ‘Minha Gente’, por Martinho da Vila, ‘Vida Sonhada’, por Mumuzinho, entre muitas outras.

O funk, samba, rap, blues, pop, incluindo o ‘Black Gospel’, são todos da ‘MPB – Música Preta Brasileira’. E, como fala a descrição da playlist ‘A Coisa Tá Preta’, “se te disserem que a coisa tá preta, a coisa tá boa, pode acreditar!”

Dentro do canal, todos os dias haverá diferentes indicações de podcasts, álbuns, playlists curadas por editores e artistas. E tem muita novidade bacana vindo por aí: conteúdos originais Deezer inéditos – como Faixa a Faixa (playlist comentada pelos próprios artistas), Essenciais (podcast apresentado por Roberta Martinelli com os Essenciais da Música Brasileira) e Sessions (músicas em versões inéditas) – também serão focados na causa.

“A proposta do canal é ser uma homenagem para todos artistas e produtores de conteúdo negros do Brasil. A ideia é também promover músicas e álbuns de diversas gerações passando por variados artistas e gêneros, realmente queremos relembrar e celebrar essas pessoas que movimentaram a história musical do país. Além disso o canal traz uma reflexão para gêneros musicais que praticamente não possuem artistas negros no mercado nacional, como o Sertanejo e Rock.”, finaliza Vithor Reis, Editor de Música da Deezer no Brasil.

Foto: divulgação Deezer

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