Documentário baseado no livro “Becoming, a autobiografia de Michelle Obama” procura inspirar os jovens e revelar detalhes da sua intimidade.

O livro de Michelle Obama, que em menos de cinco meses se tornou um dos livros de memórias mais vendidos da história, destaca o que viu na turnê de 34 cidades um bom momento para “refletir” e “descobrir” o que aconteceu em seus oito anos na Casa Branca.

O documentário se diferencia ao compartilhar e comparar a trajetória de Michelle com outras histórias bem menos conhecidas. Aliás, o filme abre um espaço generoso para alguns personagens com quem ela cruza no caminho e que surgem como um adendo ao que já havia sido explorado nas 464 páginas do livro.

Melissa Winter, sua assessora direta e Allen Taylor, chefe de segurança enriquecem a experiência do documentário com sua visões e seus depoimentos.  Ambos à acompanham desde o inicio.

Conforme, o documentário se desenrola , o protagonismo à questão racial, se torna relevante. Dedicando um momento especial a recordar os jovens afro-americanos que morreram por causa da violência policial. Esta é uma das chaves do filme. Becoming convida todos eles, repetidamente, a devorarem o mundo e transpassarem a ideia de que o futuro está em suas mãos. A ex-primeira dama reconhece os avanços de sua família ter sido a primeira família negra na Casa Branca, mas admite que isso não resolveu a questão racial nos EUA.

Com a finalidade de não mostrar a família, um acordo foi feita com a documentarista Nadia Hallgreen, que consistiu em que não gravasse quando suas filhas Sasha e Malia estivessem em casa.

 

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here