Prestes a completar três meses no ar, a série Música #EmCasaComSesc prossegue com novas atrações na semana de 13 a 17 de julho, sempre às 19h, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo.

Como já é tradição no Sesc São Paulo, segunda-feira é o dia dedicado à música instrumental, assim como a programação do Instrumental Sesc Brasil, e neste 13 de julho a atração é o Duo Mitre, formado pelas irmãs Luísa MItre (piano) e Natália Mitre (vibrafone e percussão). De Minas Gerais, a dupla vem ganhando destaque na cena brasileira com performances cheias de musicalidade e excelência artística. Neste show pela série #EmCasaComSesc, elas apresentam um repertório que faz um passeio por temas de grandes nomes da nossa música instrumental e obras autorais da dupla musicista. Um destaque especial para as compositoras mulheres, com obras de Léa Freire, Tânia Maria e Clarisse Assad. A cumplicidade sonora e afetiva das irmãs já rendeu os álbuns Oferenda (Luísa Mitre) e Bendito Jazz (Amaranto e Trio Mitre).

Na terça-feira, 14, é dia de cair no balanço suingue soul singular da cantora Paula Lima com o show “Mil Estrelas”. Ela apresenta seus grandes sucessos como Meu Guarda Chuva, É Isso Aí e Fiu Fiu, além do hit homônimo que dá nome ao show, composto por Ivo Mozart e Zeider Pires, da banda de reggae Planta e Raiz. A música produzida por Alexandre Kassin fala de amor e dos apaixonados de uma forma leve e viciante, e ganhou um ar “pop soul” cheio de frescor na voz de Paula Lima. O público do #EmCasaComSesc vai poder curtir um show que combina seus maiores hits e novas canções, mesclando romantismo com músicas de cunho social em defesa dos direitos das mulheres.

Foto: kleber Oliveira

Na quarta, 15, tem a batida e a poesia das ruas em show do rapper Rashid. O repertório traz músicas de seu mais recente trabalho, o álbum “Tão Real”, lançado no ano passado, e canções que marcaram sua trajetória. Com 13 anos de carreira, o músico não exita em mostrar a realidade das periferias com seus versos inteligentes de cunho social, político e realista, enquanto explora diversas vertentes do rap e da música negra. Rashid é o nome artístico de Michel Dias Costa, que surgiu apresentando seu talento de MC nas batalhas de rima de São Paulo e em shows de festas rap, à época ainda sob o nome Moska. Lançou seu primeiro EP em 2010, “Hora de Acordar”, e até aqui já soma sete trabalhos solos em sua discografia.

No dia em que a cantora Elizeth Cardoso (1920-1990) completaria 100 anos, a atriz e cantora Zezé Motta presta uma homenagem a essa grande personagem considerada a Primeira Dama da nossa música popular. No show “Divina Saudade” que acontece na quinta-feira, 16/7, Zezé Motta relembra os grandes sucessos que marcaram a carreira da autora de “A Noite do Meu Bem”. Elizeth começou cantando em um dos principais programas da Rádio Guanabara, o Suburbano, ao lado de grandes nomes como Noel Rosa, Vicente Celestino e Araci de Almeida. Foi também a primeira cantora popular a interpretar o maestro Heitor Villa-Lobos, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

E abrindo o fim de semana, na sexta, 17, Angela Ro Ro celebra quatro décadas de trajetória como compositora, instrumentista e cantora que transita da bossa nova ao rock. A apresentação será uma viagem do passado ao futuro, passando pelos clássicos do início de sua carreira, e simboliza a “celebração à música e à vida!”, conforme destaca a artista. Músicas de seu último disco, Selvagem, lançado em 2017, e sucessos como “Amor, Meu Grande Amor” não devem ficar de fora.

Sábado é dia de festa com Elba Ramalho. Desta vez, o público a encontrará na sala de sua casa, acompanhada por Marcos Arcanjo, se revezando entre violão e guitarra, e Rafael Meninão na sanfona. Na apresentação, Elba lembra seus grandes sucessos e percorre sua trajetória de mais de 40 anos de carreira, desde o início, quando era atriz na Ópera do Malandro, de Chico Buarque, e cantava “O Meu Amor” ao lado de Marieta Severo. Também estarão no repertório forrós, xotes e reggaes, e sucessos que marcaram sua trajetória, como “Gostoso Demais” (Dominguinhos / Nando Cordel), “Ai que Saudade d’Ocê” (Vital Farias), “Dia Branco” (Alceu Valença), “Chão de giz” (Zé Ramalho), “Canção da despedida” (Geraldo Azevedo), “Banho de Cheiro” (Carlos Fernando) e “Veja (Margarida)” (Vital Farias).

E no domingo, encerrando a programação desta semana, Leci Brandão canta e toca seu tan tan e pandeiro acompanhada por Marcus Boldrini, no violão e cavaco – seguindo todos os protocolos de saúde e distanciamento. Aos 75 anos de idade e 45 de carreira, ela, que é uma das maiores referências atuais do samba, resgata composições próprias que fizeram sucesso ao longo de sua trajetória, como “Zé do Caroço”, “Isso É Fundo de Quintal” (parceria com Zé Maurício), “Anjos da Guarda” e “Só Quero te Namorar”, além de composições de outros sambistas, como “Fogueira de uma Paixão” (Arlindo Cruz/Acyr Marques/Luiz Carlos da Vila) e “Valeu Demais” (Leandro Lehart).

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