Você já ficou fascinado por algum figura passada? Alguém que simplesmente roubou seu coração, não só pela beleza, mas pelo trabalho também. Esse é o caso do personagem de Christopher Reeve de Em Algum Lugar do Passado. O dramaturgo, Richard Collier, se apaixona ao ver a foto de uma jovem atriz de 1912 num hotel. Assim, ele se torna obcecado por ela, e através de auto- hipnose, volta ao passado para encontrá-la.

A primeiro momento, realmente parece idiota, auto-hipnose, que papo furado! Mas o longa que é muito bem feito, por sinal,  trata a questão da hipnose de forma condizente. Em Algum Lugar do Passado faz uso de conteúdo fantástico, em um drama romântico leve.

O roteiro é escrito pelo reconhecido escritor norte-americano Richard Matheson, que escreveu vários episódios para “Além da Imaginação”, então a parte científica é realmente bem criada, (e crível). Além disso a estética do filme faz, realmente, parecer um sonho. Aliás, a palheta de cores e figurino criam uma imersão poderosa no público, enquanto a trilha sonora de John Barry faz de Em Algum Lugar do Passado, uma obra belíssima.

No fim das contas, Richard consegue encontrar a atriz, que se chama Elise McKenna (Jane Seymour), e eles realmente começam a desenvolver um romance, apesar das tentativas do agente de Elise, William Robinson (Christopher Plummer), para separa-los. Só vou falar até aqui, pois não quero estragar a experiência deste filme. O que posso revelar é que você começa a assisti-lo sem o mínimo de credibilidade e no final você estará se debulhando em lágrimas.

Podemos dizer que este é um filme perfeito pra você assistir com a sua mãe, ou se você terminou o namoro e que chorar até não poder der mais, este o filme que vc procura.

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