Fundado em março, logo no início da pandemia da Covid-19 no Brasil, o Fashion Masks surgiu com o intuito de fomentar a inclusão social e gerar renda para costureiras atingidas pelo desemprego durante o período de isolamento social. A ideia deu certo: nos primeiros meses, mais de R$ 900 mil foram revertidos para as centenas de costureiras da rede, que receberam em média R$ 10 mil pela confecção de máscaras de proteção.

Agora, o projeto se reinventa, adicionando coleções de camisas, vestidos, bermudas e ecobags ao seu portfólio de produtos como forma de dar continuidade ao seu propósito social em um cenário de pós-pandemia.

Criado pelo Instituto Resocial, o Fashion Masks está inserido no chamado setor 2,5, unindo sustentabilidade financeira à promoção de impactos positivos na sociedade. Nessa nova fase, a iniciativa continua com o seu principal parceiro, o Grupo Malwee. Aliás, nesse processo, a marca recebe as peças já cortadas, que são finalizadas pelos diferentes grupos de costureiras. Além disso, vídeos com tutoriais são usados para auxiliar as trabalhadoras durante o processo de criação das peças.

Para Brenno Faro, idealizador do Fashion Masks e CEO do Instituto Resocial, a principal preocupação do projeto é gerar renda de forma autossustentável. “Logo no início do Fashion Masks nós vencemos um grande desafio colocando a operação de pé e tivemos um “boom” de vendas já que, praticamente do dia para a noite, todos os brasileiros tiveram a necessidade de adquirir máscaras”.

Ele continua, “Somos uma marca que acredita no propósito da inclusão social através do trabalho e competitividade de mercado, sem depender de doações. Foi pensando nisso que resolvemos ampliar nossa linha de produtos, aumentando também as oportunidades oferecidas pelo projeto, com mais postos de trabalho para as costureiras”.

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