2020 o ano que o mercado inteiro se reinventou.

 2020 ficará marcado em toda história da humanidade como um ano atípico, em meio a tantos acontecimentos, o mercado da moda precisou se reinventar de todas as formas possíveis indo de desfiles virtuais deixando as passarelas de lado, ao fechamento de lojas físicas e foco 100% nas vendas online.

A queda do Fast Fashion

Considerado por analistas como o “apocalipse do varejo”, o ano de 2020 fez com que grandes marcas precisassem fechar seus negócios. Aliás, o grupo Indetex que comanda a ZARA sofreu uma queda de 44% nas vendas e anunciou o fechamento de 1.200 lojas ao redor do mundo. Além disso, a discussão na web foi pautada diversas vezes pelo consumo em excesso.

Agora, lojas de grandes magazines que recebem novas coleções por semanas, não são mais tão bem vistas assim. O grupo bilionário Arcadia que possui diversas lojas, entre elas a TopShop, entrou com pedido de concordata em Londres. Atualmente, eles possuem mais de 13 mil funcionários.

Fashion Week

Com a epidemia mundial acontecendo, todos os eventos com aglomeração de pessoas foram cancelados, logo algo que era comum na moda também ficou inviável de acontecer. Os desfiles sazonais das semanas de moda mundiais não ocorreram de forma presencial como de costume e a saída para os criativos foi investir no digital.

Marcas do mundo inteiro tiveram sua première com data e hora marcada, apresentando shows das mais diversas formas. Alguns, surpreendentemente, optaram por um desfile de bonecos como foi o caso da Moschino, outros já preferiram uma performance totalmente diferente do costume como a Hèrmes que mostrou como um desfile é preparado.

Conclusão: Inúmeros shows dessa temporada comprovaram que o papel do designer é importantíssimo quando se trata de inovação e criatividade.

Explosão e influência do Tik Tok

A rede, certamente, mais usada pela nova geração promete um mercado totalmente novo e revolucionário. A plataforma de vídeos Tik Tok se tornou o lugar perfeito para os criativos de plantão e as grandes marcas já estão ocupando seu espaço por lá.

A Prada aproveitou o alto engajamento de Charli D’Amelio de 16 anos, que recentemente se tornou a pessoa mais seguida da plataforma, contando mais de 100 milhões de seguidores e promoveu ações.

Influenciadores de moda também estão conseguindo um público gigantesco com conteúdos que vão de tutoriais de construção de peças até análise de looks. Aliás, sem dúvida alguma, as mudanças que aconteceram em 2020 terão reflexos em 2021! Torcemos para que seja positivo!

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