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“Te quis de cara”, parceria de Márcio Moreira e Lia Sophia, chega às plataformas digitais

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Foto: Jhow Lourenço

Acostumado a transitar nos bastidores de projetos de artistas como Ney Matogrosso, Baby Consuelo, Erasmo Carlos e Laila Garin, entre tantos outros, Márcio Moreira lança “Te quis de cara”.

Depois de “As cores das flores”, composta com ninguém menos do que o mestre Roberto Menescal, com quem também dividiu os vocais no single lançado ano passado, Márcio Moreira volta às raízes paraenses em “Te quis de cara”.

“Estava devendo uma parceria com o guitarrista Luiz Lopes desde os bastidores das gravações do projeto ‘Quem Foi Que Disse Que eu não faço Sambas’, do Erasmo Carlos. Músico da banda do Tremendão, Luiz é de uma simpatia encantadora e convivendo com ele nos ensaios e na gravação desse trabalho, nos prometemos fazer uma canção juntos”, conta Moreira. Terminado o projeto com Erasmo, Lopes mandou uma legítima “guitarrada”, que mesmo sem letra, já tinha a cara do Pará. “Era justamente o tempero do Norte que faltava no meu disco. Corri e escrevi uma letra bem apaixonada, na levada dos nossos bregas paraenses e mandei na cara e na coragem para a Lia Sophia”, compartilha.

O convite para o dueto com Lia Sophia, uma das estrelas do Pop da Amazônia, era natural, já que Márcio a conhecia desde os tempos em que ainda vivia em Belém do Pará. “Lia tinha um bar com a melhor música ao vivo da cidade. Lembro-me de dançar o repertório mais agitado e de ficar encantado com as interpretações sempre precisas da Lia. Com o passar do tempo, já no Rio, comecei a cruzar com ela nos eventos da indústria da música e sempre trocamos cumprimentos e sorrisos de quem se conhece e se admira mutuamente”.

A convidada retribui os elogios , “Quando o Márcio me convidou para esse feat. eu fiquei feliz porque sei que ele escreve bem desde os tempos que nos conhecemos em Belém. Mas quando eu ouvi a música, que fala de uma paixão fulminante e tem muito suingue, me apaixonei por ela. A música vai nos envolvendo e de repente já estamos cantando”, conta Lia Sophia.

Por conta da quarentena imposta pela pandemia, tudo foi combinado a distância. “Eu gravei a minha voz em casa e tive muita liberdade para fazer o quisesse. Fiz a minha voz principal e criei vários vocalizes como sugestão, que acabaram ficando na versão final. Esse processo de troca é muito interessante, especialmente, quando há confiança e liberdade para propor ideias”, conclui a cantora e compositora nascida na Guiana Francesa, que aos 17 mudou-se para Belém do Pará.

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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