Sucesso de crítica e público, o musical infantil “Operilda na Orquestra Amazônica” conta de maneira lúdica e com muito bom humor a história da música erudita brasileira. Tocando ao vivo, os músicos interagem com a personagem para mostrar que a música erudita é uma arte acessível a todos.

Foto: João Caldas Filho

O premiado espetáculo (gravado) faz temporada on-line grátis entre os dias 16 e 25 de abril, às sextas-feiras (às 9h30) e aos sábados e domingos (às 16h), pelo Youtube, com retransmissão pelo Facebook. Aliás, após cada sessão, tem bate-papo com o público pela plataforma Zoom.

O musical conta a história de Operilda, interpretada pela atriz e autora Andréa Bassitt. Ela é uma bruxinha engraçada e apaixonada pelo Brasil que tem uma missão: contar a história da música erudita brasileira para as crianças em apenas uma hora. Se conseguir, vai ganhar uma orquestra completa só para ela. Para isso, sua tia Opereta lhe dá uma camerata de seis músicos eruditos e um livro mágico, o Livrildo, que a ajuda na tarefa. Ao longo do espetáculo, Operilda passeia por diferentes ritmos musicais, estilos e compositores para cumprir sua missão, divertindo e conquistando a simpatia das crianças e dos adultos.

Em cena, Andréa Bassitt se apresenta ao lado dos músicos Elaine Giacomelli (piano), Willians Marques (percussão), Clara Bastos (contrabaixo), Paula Souza Lima (violino), Joca Araújo (clarinete e flauta) e Evandro Bezerra (trombone). O repertório traz composições de autores que fazem parte da história da música erudita brasileira, como Alberto Nepomuceno, Padre José Maurício, Carlos Gomes, Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Guerra-Peixe, e da música popular, como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Xisto Bahia e Tom Jobim, além de canções de origens folclórica, africana e indígena brasileira. Já o cenário, assinado por Marco Lima, traz referências à Floresta Amazônica com resoluções lúdicas e encantadoras.

“Operilda na Orquestra Amazônica” já realizou mais de 220 apresentações presenciais nas regiões sul, sudeste, centro-oeste e nordeste, sendo assistido por mais de 50 mil espectadores. Além disso, a peça foi vencedora, em 2013, dos Prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), como Melhor Musical Infantil, e FEMSA, na Categoria Especial pela divulgação da música erudita e folclórica.

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