Praças, Museus e a Rua costumam ser territórios de encontro, histórias e memórias. Hoje, as redes virtuais também se tornam territórios ressignificados para conhecimento, informação e contato. Mas quem conta essas histórias? E qual a importância de saber sobre elas? Como ocupamos esses espaços? No fluxo de necessárias transformações, nossa arquitetura agora se expande por outros meios: a rua, a praça e as redes virtuais se tornaram reverberações ainda mais fortes entre museu-público. Com essas reflexões, o Museu do Amanhã convida o público para uma programação híbrida no mês de julho, com foco em ciência, cultura, inovação e convivência.

Entre as atrações do mês de férias, está a volta da yoga presencial, dentro do museu, e outras atividades de bem-estar e saúde, na Praça Mauá, como funcional para pessoas com deficiência. Aliás, também haverá uma visita a pé pela região portuária e estão programadas televisitas para grupos em plataforma virtual, nas quais os educadores do museu percorrem a exposição de longa duração e dialogam com o público ao vivo.

Além disso, o Clube de Leitura do mês trará a obra de Italo Calvino, “As cidades invisíveis”, como mote para o debate sobre a ocupação das cidades no pós-pandemia e em celebração ao Congresso Mundial de Arquitetura do Rio. A Horta do Amanhã vai promover um encontro sobre o cultivo de plantas e árvores.

Além das atividades, o Museu do Amanhã prorrogou até o dia 29 de agosto a mostra temporária “Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia”. Dividida nas áreas “Essenciais”, “Do vírus à pandemia”, “Sociedades transformadas”, “Memorial aos que partiram”, “A ciência é protagonista” e “A cultura é o caminho”, a exposição mostra os impactos da pandemia do Coronavírus na vida das pessoas, na ciência, na saúde pública e nas artes.

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