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“Good Girls”: Jenna Bans exibe uma narrativa com muita tragicomédia

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A nova (e última) temporada de “Good Girls” , série de sucesso desde a sua estreia, em 2018, em cartaz na Netflix, merecia um destino melhor.  Beth (Christina Hendricks), Ruby (Retta) e Annie (Mae Whitman) tem, de fato, um receio palpável de experimentar as consequências verdadeiras por seus atos, quando as consequências começaram a aparecer.

“Good Girls” leva a cabo das narrativas de suas personagens elaborando os dilemas mais fundamentais das protagonistas. Desde a crise existencial, passando pela forma como Mae Whitman encontrou novas formas de divertir e emocionar com o exaspero caótico de Annie, além da honestidade de Ruby, que foi ainda mais valiosa e impactante do que em episódios anteriores.

A criação de Jenna Bans, certamente, se mostrou uma das mais inteligentes séries nos últimos tempos, cujas principais virtudes sempre foram um entendimento profundo de seus personagens, além de um senso preciso de para onde as jornadas deles precisavam ser levadas.

Mesmo em seus piores momentos, “Good Girls” é uma série que leva sua premissa às últimas consequências. Depois de grandes tensões e incertezas, os fãs poderão conferir um desfecho bastante interessante, porém algumas dúvidas ainda permaneceram. Contudo, os episódios se concentraram em um objetivo central para que tudo fosse então encaminhado para onde deveria.

Alê Shcolnik
Alê Shcolnikhttps://www.rotacult.com.br
Editora de conteúdo e fundadora do site, jornalista, publicitária, fotografa e crítica de cinema (membro da ACCRJ - Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro). Amante das Artes, aprendiz na arte de expor a vida como ela é. Cultura e tattoos nunca são demais!

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