Não deixe o seu passado fazer de você um prisioneiro, ele foi uma lição não uma sentença,  Caminhos da Memória, faz jus a essa premissa. No filme, Hugh Jackman é Nick Bannister, um investigador particular da mente, que navega o mundo sombrio do passado ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas.

A estreia da roteirista e diretora Lisa Joy (“Westworld”) em filmes traz um thriller de ação, que se passa num futuro distópico, numa Miami quase toda submersa, onde Nick Bannister permite que as pessoas visitem suas memórias esquecidas através de uma máquina. Porém ao se envolver no misterioso sumiço de Mae (Rebecca Ferguson), ele se encontra preso no passado, virando uma grande e perigosa obsessão. Agora, uma questão simples de achados e perdidos se torna perigosa e será preciso lutar para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, o que nos leva à pergunta: até onde você iria para manter as pessoas que ama por perto?

Misturando ficção científica, drama, suspense, romance e ação, Caminhos da Memória , se perde num enredo sem pé ne cabeça, ao misturar tantos gêneros, além disso, a narrativa arrastada, que conta com a narração do personagem de Hugh Jackman, tem ambientação imersiva (até demais).

 As cenas de ação são os pontos altos do filme, principalmente quando se faz o uso do plano-sequência. Além disso, as coreografias de luta também são bem convincentes.

 Com referencias a A Origem (2010), como o fato de ter um dispositivo que faz “entrar” dentro da cabeça, Caminhos da Memória passa a clara mensagem desde o primeiro momento, aproveite o presente e não se prenda ao passado, pois ele poderá trazer consequências avassaladoras.

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