“Perdas necessárias” é um manifesto sobre como compreender e aceitar o que é inevitável na vida: as perdas que vamos acumulando ao longo dos dias. A jornalista, autora best-seller em autoajuda Judith Viorst especializada em psicologia, lança, pela Melhoramentos, uma nova edição do seu livro que é sucesso mundial.

O prefácio é de Alexandre Coimbra Amaral, psicólogo do programa “Encontro com Fátima Bernardes”, que também é autor de livros e acrescenta muito ao assunto.

A perda, tratada em “Perdas necessárias”, traz a imensa experiência de Viorst, que completou 90 anos de idade este ano. O tema é enfocado como um tópico geral, e não como um específico momento da vida. A obra, ancorada em uma vasta pesquisa, que contempla as maiores referências em psicanálise, pode dar apoio a muitas pessoas, levando em conta que estamos em uma pandemia – que reúne perdas de toda sorte.

Mas, para Viorst, a perda tem um lado “positivo”, acaba auxiliando as pessoas a se desenvolver sócio emocionalmente. As ilusões que não se concretizam, por exemplo, têm o seu valor nesse processo. Como a autora enfatiza, o ser humano tem perdas desde a infância até a maturidade e saber lidar com elas é fundamental, até mesmo porque elas são inexoráveis: acontecem sempre, e com todos.

Afastamento do colo da mãe, amores rompidos, morte de parentes, tudo isso, ainda segundo Viorst, precisa ser absorvido, apesar da dor para que a vida de cada um prossiga com mais equilíbrio emocional.

A autora nos mostra em “Perdas necessárias” como a realidade deve afinal ser encarada. E faz isso com um texto bastante sensível e bem-humorado, e com muitas histórias comoventes. Aliás, por esses e outros motivos o nome de Judith Viorst costuma frequentar a lista de livros mais vendidos do jornal New York Times.

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