TarsilinhaTarsilinha, animação que reúne as obras da grande artista modernista, fala da importância da memória familiar e cultural. Filme em homenagem a Tarsila do Amaral (1886-1973)  chega aos cinemas no ano do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, não à toa.

Com trilha de Zezinho Mutarelli e Zeca Baleiro, a animação é, surpreendentemente, feita para crianças e adultos, no mundo colorido e cheio de brasilidade da artista Tarsila do Amaral.

 Certamente, um dos nomes emblemáticos do Modernismo, Tarsila do Amaral ganha um filme em homenagem a sua obra, não se trata de uma história biográfica, mas sim, uma obra que tem o intuito de manter o nosso legado cultural.

Entre as paisagens e personagens dos quadros da artista modernista, uma menininha de 8 anos vive uma grande aventura para recuperar as lembranças que foram roubadas de sua mãe. No meio disso, a questão da memória cultural é constituída por possuir um papel fundamental na construção das identidades.

A memória é o fio condutor em que a cultura é transportada pelos tempos. É ela que nos permite a consciência de estarmos no presente e de já termos vivido um antes. É através dela, que aprendemos  sobre nosso patrimônio cultural, como lugar de memória.

Assim, o filme é responsável por materializar esse passado para a sociedade atual, desse modo há uma intensa relação com a memória coletiva. Tarsilinha foi criado por Celia Catunda, criadora de Peixonauta, ela conta que pode viajar pelas criações de Tarsila do Amaral através seus traços e paleta de cores.

 

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