Doctor Strange
Still

O novo capitulo da saga de Doctor Strange chega aos cinemas, surpreendentemente, mais sombrio! O longa de Sam Raimi desbloqueia o Multiverso e expande seus limites mais do que nunca. Esse novo filme, é, certamente, uma sequência de Avengers: Endgame e Spider-Man: No Way Home.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura traz claramente as impressões digitais do diretor Sam Raimi em uma surpreendente viagem para o desconhecido. Doctor Strange atravessa as realidades alternativas onde Elisabeth Olsen assume, alucinadamente, a cor da maldade como a Feiticeira Escarlate. Aliás, o longa se conecta muito bem com o universo de “WandaVision”.

Fato é, cabe a atriz carregar a trama do filme. Afinal, a Feiticeira Escarlate é o motivo de tudo. Os perigos do Multiverso não são páreo para ela e nem para Doctor Strange. Porém, tudo pode mudar num piscar de olhos.

Benedict Cumberbatch volta à cena melhor do que nunca repetindo a dobradinha com Benedict Wong.  O filme é um grande momento de crescimento para seu personagem. Além disso, cabe a ele o alivio cômico do longa, trazendo ótimas reações.

Obviamente, os efeitos visuais impressionam, mas, sempre bom lembrar sobre os efeitos foto fóbicos, portanto, protejam-se. Aliás, não esqueça as cenas pós créditos! Doutor Estranho no Multiverso da Loucura é um blockbuster costurado a partir de pedaços de outros filmes, histórias em quadrinhos e programas de TV.  Doutor Estranho 2 ganhou impulso graças ao talento visual de Raimi que oferece momentos de terror emocionantes e aparições memoráveis.

Em vez de ser um filme com um novo universo criativo, a história continua repetindo traços incrivelmente superficiais de seus personagens, como a dor de Wanda, o amor tácito de Strange por Christine ou a incerteza da América sobre seus próprios poderes.

 

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