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“Como a MPB Acabou Com Minha Vida Amorosa” tem única apresentação no Teatro Rival

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Flávia Santana apresenta “Como a MPB Acabou Com Minha Vida Amorosa”. A comédia musical, estrelada por ela, com texto e direção de Renata Mizrahi e produção de Sandro Rabello, constrói uma narrativa a partir das próprias histórias e as da diretora. São canções emblemáticas da música brasileira, criando uma experimentação cênica envolvente, acessível e emocionalmente conectada ao público

“Nada ficou no lugar, eu quero quebrar essas xícaras. Eu vou enganar o diabo. Eu quero acordar sua família. Eu vou escrever no seu muro. E violentar o seu rosto. Eu quero roubar no seu jogo. Eu já arranhei os seus discos. Que é pra ver se você volta”. A letra de “Mentiras”, de Adriana Calcanhotto, faz parte da adolescência de Flávia Santana. “Lembro que tinha brigado com um namorado da escola e ficava sentada na porta da casa dele às sete da manhã pensando em fazer tudo o que aquela música falava”, conta Flávia. É esse tipo de repertório que inundou os ouvidos da geração dos anos 80 e 90 que

.Indicada ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Atriz por sua atuação em montagens como “A Cor Púrpura – O Musical” e “Beetlejuice”, ambas dirigidas por Tadeu Aguiar, com destaque também na novela “Dona de Mim” e na série “Dom”, Flávia reúne sua bagagem no teatro e no audiovisual para conduzir um espetáculo que mistura interpretação, música e humor, explorando com sensibilidade e ironia os impactos da MPB no imaginário afetivo de uma geração. “De certa forma, as canções sabotaram as expectativas amorosas de uma geração. A MPB, com suas letras intensas, poéticas e melancólicas, ensinou a viver o amor com uma profundidade quase impossível de sustentar na vida rea”, diz Flávia.

A autora e diretora Renata Mizrahi complementa: “É um trabalho de muita escuta para deixar o texto na embocadura de Flávia e seu jeito peculiar e extrair o melhor de sua atriz com suas versatilidades. Queremos compartilhar com o público essas histórias tragicômicas moldadas pelas letras das músicas, fazer com que ele se identifique e cante com a gente. a ideia é que todo mundo saia leve do  espetáculo”.

A proposta da comédia é investigar, de forma bem-humorada e emocional, o impacto cultural dessas canções na formação afetiva do brasileiro. Cada verso de Cazuza, Caetano Veloso, Kid Abelha ou Marisa Monte se transforma em espelho, conselho e armadilha. A personagem revisita suas histórias de amor sob a trilha sonora de uma MPB que, ao mesmo tempo que consola, também idealiza.

Trata-se de uma reflexão sobre como crescemos acreditando no amor como ele é cantado — e não como ele realmente é vivido. O espetáculo mistura música, humor e confissão, transformando a dor e a desilusão em arte e catarse. Mais do que um desabafo pessoal, o monólogo é uma declaração de amor à própria MPB e à capacidade que a arte tem de nos afetar profundamente — até o ponto de confundirmos a canção com a vida.

Serviço: 17 de Abril / Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim ,33 / Ingressos pela Sympla

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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