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‘Tarsila, a brasileira’, com Claudia Raia, terá apresentações no Theatro Municipal

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A história de uma das maiores artistas do país ganha os palcos de sete cidades brasileiras no segundo semestre com Tarsila, a Brasileira, musical protagonizado e produzido por Claudia Raia. Inspirado na vida e na obra de Tarsila do Amaral, o espetáculo celebra a trajetória da pintora que ajudou a construir uma nova identidade para a arte brasileira e projetou sua criatividade para o mundo.

A montagem, com texto e letras de Anna Toledo e José Possi Neto, que também assina a encenação e direção de arte, e a direção musical de Guilherme Terra, traz ainda Jarbas Homem de Mello, no papel de Oswald de Andrade. O espetáculo fará quatro apresentações no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nos dias 1 e 2 de agosto, às 14h e às 19h.

“Arte e cultura são fundamentais porque carregam nossa história, contam mais sobre nós, sobre nossa identidade coletiva”, diz Claudia Raia. “Tarsila do Amaral é a cara do Brasil. Em sua obra, ela revela nosso potencial de criação, renovação e como é importante olhar para o que veio antes, ainda que seja para se alimentar disso e mostrar algo novo”.

Os ingressos já estão à venda pelo site fever up.com e pela bilheteria oficial do próprio Theatro Municipal. “Tarsila, a Brasileira” é apresentado pelo Ministério da Cultura Brasilprev, patrocínio da B3 – Bolsa de Valores, apoio de Besins e Rennova, Transportadora oficial Gol e parceria Giovanna Baby. A realização é da Raia Produções.

“A trajetória de Tarsila do Amaral segue despertando admiração e inspirando novas gerações. Para a Brasilprev, apoiar este espetáculo é uma maneira de valorizar esse legado e aproximar sua obra e sua história de públicos de diferentes idades e regiões”, afirma Camilo Buzzi, diretor Comercial e de Marketing da Brasilprev.

Em um verdadeiro passeio pelo início dos anos 1900, o público terá contato com ícones, como Anita Malfatti (Keila Bueno), Mário de Andrade (Renato Caetano) e Menotti Del Picchia (Ivan Parente), que, com Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade, formaram o quinteto de modernistas que mudaram a história da arte brasileira.

Além deles, completam o elenco de 21 atores-cantores: Liane Maya, Caru Truzzi, Matheus Paiva, Renato Bellini, Danilo Barbieri, Fernanda Salla, Dion Seabra, Marcos Lanza, Marilice Cosenza, Alvinho de Pádua, Karine Bonifácio, Larissa Grajauskas, Estêvão Souz, Maysa Mundim, Fernanda Godoy e Guilherme Pereira.

Na equipe criativa de Tarsila – a Brasileira também estão Tony Lucchesi Guilherme Terra (Música), Alonso Barros (Coreografia e Direção de Movimento), Renato Theobaldo (Cenário), Wagner Freire (Desenho de Luz), Tocko Michelazzo (Desenho de som), Fábio Namatame (Figurino) e Dicko Lorenzo (Visagismo).

Sinopse

A história começa com a chegada de Tarsila a São Paulo, em 1922, vinda da Escola de Artes de Paris, e seu encontro com os modernistas, que daria origem ao famoso Grupo dos Cinco (Tarsila, Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia) e seria o início de um tórrido romance entre ela e Oswald. A ação então passa pela efervescência e excessos dos modernistas, a vida entre São Paulo e Paris, o atribulado e concorrido atelier de Tarsila em Paris, frequentado pela nata artística da época (Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Eric Satie, Jean Cocteau, entre outros), o “redescobrimento do Brasil” e as revoluções estéticas que culminaram no movimento Antropofágico e na criação do Abaporu, ponto máximo da colaboração artística entre Tarsila e Oswald.

A segunda parte da história começa justamente com a Crise de 1929, quando Tarsila perde toda a sua fortuna e descobre a traição de Oswald com Pagu, jovem protegida do casal. Separada de Oswald e destituída de suas fazendas, Tarsila viaja para Moscou e dá início a sua fase de pinturas “sociais”, retratando os trabalhadores brasileiros. Tarsila é presa pela polícia de Getúlio Vargas, suspeita por atividades “revolucionárias” pelo simples fato de ter ido à Rússia. Acolhida e amparada pelos amigos, Tarsila então conhece seu último amor, o jornalista carioca Luis Martins, 24 anos mais jovem do que ela, com quem viveria por dezoito anos.

Após a morte da sua filha e sua neta, da separação de Luís, e da morte de Mário, Anita e Oswald, Tarsila reflete sobre suas perdas e encontra consolo na espiritualidade – mais especificamente, na doutrina espírita de Chico Xavier. Numa epifania, Tarsila revela sua visão e renova sua convicção na Arte como possibilidade de transcendência e de encontro com as pessoas que amou e as pessoas que compartilharam do mesmo sonho, que se funde com a Retrospectiva da Semana de Arte Moderna, cem anos depois, numa grande consagração da Cultura brasileira.

SERVIÇO: Datas: 01 e 02 de agosto
Horários: Sábado e Domingo, às 14h e às 19h
/ Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Praça Floriano, S/N – Centro Classificação: 10 anos / Ingressos site fever up.com.

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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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